[SPOILERS] Este episódio centrou-se no caso de uma mulher que não conseguia sentir qualquer tipo de empatia por nada ou por ninguém; e pelo meio tratou também de outros assuntos, pelos quais sinto muita pouca empatia.
Em primeiro lugar, achei que o caso da semana ao início até prometia ser interessante, mas no geral podia ter sido melhor aproveitado. Tínhamos uma mulher que era “psicopata” (que até foi bem representada pela actriz Beau Garrett), incapaz de sentir qualquer tipo de sentimentos e esta estava casada com um homem apenas pelo seu dinheiro; no fim todo o conflito que poderia haver, acabou por ser um pouco “abafado”. Se calhar foi o facto de ter havido uma interacção um pouco fraca da paciente com House (Hugh Laurie), tendo havido interacção a mais com a Thirteen (Olivia Wilde). A nossa querida Dr. Hadler (nunca ouvi ela a ser tratada tantas vezes desta maneira) parece que nunca ouviu dizer que “entre marido e mulher não se mete a colher”. Se bem que alguns dos confrontos entre as duas até foram interessantes, a guerrinha entre elas não me convenceu totalmente e no fim tudo acabou por ser muito normal. Não estou a dizer que foi um mau caso, foi simplesmente é subaproveitado.
O par Thirteen/Foreman (Omar Epps) voltou a ter destaque… infelizmente. Estes dois parece que estão destinados um para o outro e fizeram as pazes. Sendo os dois as personagens menos interessantes da série (para mim), acho que faz sentido. Para mim foi o ponto mais fraco do episódio, e acho que este impasse nas relações amorosas das personagens apenas prejudica a série.
Quanto à história paralela que envolveu House, serviu apenas para mostrar o House bonzinho outra vez e mostrar que a personagem de facto está com um coração mais mole e que já consegue sentir remorso pelas suas acções (provavelmente vai durar até ao próximo episódio, mas vá…). Confesso que esta história também não rendeu muito, uma vez que a conclusão deixou um bocado a desejar. Já para não falar que o “Huddy drama” voltou por breves instantes, com a Cuddy (Lisa Edelstein) a reagir dramaticamente à partida de House e com ele a olhar tristemente para ela no seu escritório, muito feliz com o seu namorado.
Num episódio que teve alguns momentos engraçados, senti que as histórias foram um pouco subaproveitadas e a série acabou por trazer-nos um episódio que apesar de não ter sido mau, foi bem morno.





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Preferia que a Thirteen voltasse a dormir com mulheres aleatórias do que com o Foreman. Qualquer coisa que lhes tire tempo de antena serve para mim. O caso parecia interessante mas depois deixou de o ser. Oh well.
Preferia que a Thirteen voltasse a dormir com mulheres aleatórias do que com o Foreman.
Pois acho que quase todos preferiam isso. A personagem da 13 era mais interessante quando se centravam na sua doença que supostamente a iria matar. Agora com este relacionamento com o Foreman…
Por acaso até gostei mais ou menos do episódio.
Gostei do House. Gostei do caso da semana. Gostei da interacção da Thirteen com a paciente.
Não gostei do Huddy, já estou farto. Vá lá, foi só um bocadinho.
Quanto à Thirteen, eu até gosto da personagem, mas quando se junta ao Foreman é que não os aturo. Detesto o Foreman. É a pior personagem da série. A Thrirteen é má por arrasto.
Deixei de ver a série não porque a Cameron saiu, mas porque a 13 voltou!
Cada um tema a sua opinião!
:zzzz: :zzzz: :zzzz:
Exacto! Eu adormeci. :zzzz:
Quero o Chase e o Wilson de volta e com toda a força. Eles andam meios parados.
Quero o House arrogante e parvo. No more Huddy. Quero vê-lo a olhar para as mamas da Cuddy sem ar de apaixonado.
A thirteen que morra numa orgia lésbica. E o Foreman que faça algo pela vida. Sempre a se queixar mas nunca a dar um passo para sair daquele hospital e deixar o House.
Hoje acordei virada para o lado errado! Mas, nunca, nunca tinha adormecido num episódio de House. :rolleyes2: