[SPOILERS] Happy birthday to you! Happy birthday to you! Happy birthday dear “How I Met Your Mother”! Happy Birthday to you!”
Cem. Não é todos os dias que podemos celebrar um número tão redondo como este, especialmente numa época onde as séries ou se arrastam infinitamente ou são prematuramente canceladas, deixando-nos com vontade de bater em alguém. Assim, e não obstante a minha relutância inicial à série (acreditem ou não, quase desisti a meio da primeira temporada porque a série não me estava a conseguir conquistar – estava mais virada para os dramas na altura), a verdade é que, nos últimos cinco anos, “How I Met Your Mother” tem conseguido afirmar-se como aquela comédia porque esperamos todas as semanas, aquela série, que vista inicialmente por muitos como um “Friends 2.0”, conseguiu superar todas as expectativas. Com uma história interessante, recheada de personagens (Barney) que começam a tornar-se ícones e com o recurso a estratégias engraçadas de estrutura da história – saltos entre passado, presente, futuro, realidades alternativas e tudo o que for possível imaginar – esta série conquistou lugar cativo nas nossas tv/computadores. Mas será que, com a idade, chega também a sensatez?
Há cinco anos, quando começou esta pequena história contada de trás para a frente, o que queríamos mesmo saber era: quem é a misteriosa mãe, a mulher de quem o Ted do futuro (Bob Saget) fala com tanta paixão? Como é que os dois se conheceram, qual a sua história? Hoje, cinco anos e cem episódios depois, podemos afirmar que estamos tão longe de responder a estas questões como no início. Sim, toda a trama de Ted (Josh Radnor) com Cindy (Rachel Bilson) neste episódio foi interessante, e conseguiu mesmo pôr Ted fisicamente mais próximo da futura mulher – tão próximo, afinal, que até lhe viu o pé. Mas, sejamos francos… alguém acha mesmo que a história se vai resolver depressa? Que este pequeno vislumbre vai dar em algo? Ou será que foi apenas mais uma menção, como tantas outras, para nos manter na expectativa, para nos relembrar qual a história principal desta série. E, mais importante do que isso… será que ainda nos interessamos verdadeiramente por esta revelação?
Não há como negar – há muito que esta deixou de ser uma série sobre como Ted conheceu a mãe dos seus filhos para passar a ser uma série sobre cinco amigos em Nova Iorque, sobre as suas aventuras e desventuras, sobre, no fundo, a vida. É isso que verdadeiramente nos agarra, que nos faz voltar todas as semanas. As sub-tramas, a evolução das personagens, das suas relações e das suas histórias pessoais, é por isso que ansiamos. E mesmo sabendo que, eventualmente, teremos a resposta a esta questão inicial, serão os passos dados até lá chegar que guardaremos na memória.
Divagações à parte, passemos então para o que interessa: a história deste centésimo – e muito badalado – episódio. Tenho de dizer que tinha boas expectativas, não apenas porque era uma celebração, mas porque íamos ter direito a convidados de luxo (Rachel Bilson, Tim Gunn) e a uma representação muito especial por parte do elenco fixo. Talvez por isso… talvez por isso tenha ficado algo desapontada. Sim, a trama de Ted com Cindy até foi engraçada, como mencionei acima, mas nada do outro mundo. Já a história secundária, os dilemas de Barney (Neil Patrick Harris) que, desta feita, se vê entre a espada e a parede ou, mais propriamente, entre conquistar uma mulher ou manter-se fiel aos seus fatos, foi mais engraçada e trouxe algumas surpresas, mas não teve o impacto desejado. Barney é sempre impagável, e as cenas em que tenta salvar o seu adorado fato de um destino mais do que cruel, que incluem o cameo especial do mestre Tim Gunn foram divertidas, mas a história em si não trouxe nada de novo à série. Quanto ao final, aquele que deveria ter sido “O” momento do episódio, quando meia Manhattan salta para a rua com os seus fatos para uma sessão musical inédita… bom, só posso dizer “meh”. Pano para mangas havia, e de sobra, mas depois de musicais excelentes como o “Once More With Feeling” na sexta temporada de Buffy ou mesmo o “Dr. Horrible’s Sing-Along Blog“, este não consegue marcar. E nem vamos falar no maldito playback, que deu imenso nas vistas e que não nos deixou apreciar metade do que se está a passar.
Ao som dos acordes finais, deixamos assim mais uma vez a Manhattan destes cinco amigos e regressamos às nossas vidinhas por mais uns dias – daqui a uma semana cá estaremos para mais uma sessão de “How Met Your Mother”. Não ansiando propriamente pelo final desta série, é impossível deixar de pensar que uma data de fecho – mesmo que mais ou menos longínqua – nunca fez mal a ninguém. E que talvez seja essa a reposta para as flutuações de qualidade dos episódios que temos visto nesta quinta temporada.





Blogue Sangue Fresco
Cinema Notebook
Sons of Anarchy Portugal






Já a algum tempo que não me ria tanto com um episódio desta série, como me ri com este Girls Vs Suits! Muito bom, e destaque para o Barney uma vez mais. Quando ele aparece com as cinzas…foi o cumulo :rtlf:
Não achei o episódio mau, mas devido à grande expectativa que criou fiquei desapontado, por isso:
:3:
Não que tivesse grande expectativa, mas mesmo assim esperava melhor, mas foi um bom episódio. Mas ainda estou à espera doutra barrigada de riso desta série, o último episódio que valeu mesmo a pena foi o “The Playbook”.
Gostei do cameo do Tim Gunn, não sabia que ia lá estar.
:3meio:
Concordo com o teu texto (em tudo). Esperava mais deste episódio. O Barney teve momentos bons mas o restante da narrativa só cá e lá é que se aproveitou. A cena final também deixou a desejar. Não que tenha sido má, mas ficou-se pelo mediano.
:3:
A cena da mãe já chateia. E nem aproveitaram a Rachel Bilson assim tanto como podiam e deviam. Apesar do playback mal feito, gostei do número musical, especialmente as dificuldades do Josh Radnor em acertar o passo na sequência final.
:3meio:
Foi giro de ver mas nada por ai além.
Eu não me importo que a mãe seja só revelada daqui a umas quantas temporadas eu quero ver é se eles não estão a criar um problema que depois vão ter dificuldade em dar a volta a coisa. Acho que já percebemos que a viagem é que importa então porque não despachar logo isto e andar para a frente com a coisa.
Com tantas participações especiais que podiam ter sido a mãe quando chegar a altura da revelação a actriz escolhida vai ter que estar à altura do momento, o que é sempre uma jogada arriscada.
:3:
Foi fraquito foi. HIMYM já fez bem melhor. Não sei, talvez tenham sido as expectativas ou o esforçarem-se demais para fazer o episódio engraçado.
Ricardo, desculpa a pergunta idiota mas o que raio é isso no teu Gravatar? LOL
Oh! Essa é a minha namorada!
‘Tou a brincar!
Chama-se Effy e é uma personagem de Skins.
Engraçado, que falaste nos convidados especiais com a Rachel Bilson e não mencionaste sequer a Stacey Kleiber. Bah, não se faz! :yum:
Nem sabia que ela era famosa. E, para dizer a verdade (ou melhor, pelo que vi no imdb) nem é assim tão conhecida!
É uma ex-Diva de Wrestling, conhecida pelas…. longas pernas! Na TV ou em filmes só a tinha visto em “What About Brian” e foi um papel curto.
Eu lembro-me dela! Mais pelas pernas que pela interpretação, mas pronto…
Eu adorei e fartei-me de rir com o Barney. Primeiro com a urna e depois com o seu número especial que me fez sorrir, especialmente a parte final que me fez lembrar a Buffy na “Mustard Song”.
Adoro HIMYM mas não me importava nada se a série acabasse agora na quinta temporada e conhecêssemos a mãe.
Isto foi a participação da Rachel Gibson? Come on, queria mais! Até o Tim Gunn teve mais piada com a cena da seda hihi Bom episódio, sem chegar aos calcanhares dos outros “musicais” que mencionaste.
:3meio:
syrin, não gostaste do My Musical? As músicas foram um bocadinho menos engraçadas do que as de Buffy/Dr. Horrible, mas gostei do episódio.
Hilariante como sempre
:4quaseemeio:
Achei o episódio, como um todo, bom. Seria de esperar mais para o centesimo episódio, seria de esperar espectacular.
A cena musical… estava a espera de algo mais. Acho que fiquei estragada com Glee, que consegue criar óptimos momentos musicais com menos pessoas que nesta cena
Na questão da mãe concordo totalmente contigo syrin! Para mim passou a plano secundário, o mais importante são as aventuras e desventuras deste grupo de amigos. Quando a mãe aparecer, aparece. Sem stresses
:4:
Adorei o episódio! Já tinha saudades destes 20min de comédia semanais :yuuupiii:
Esta não é a última temporada pois não? Eu gosto bastante desta série e dá para dar grandes gargalhadas, mas pergunto-me se já não será tempo de acabar…
Eu gostei muito do episódio, ri-me bastante com o Barney e os seus fatos, principalmente quando ele rasga o fato. A aparição do Tim foi excelente.
Quanto à história da mãe, eu concordo que a série passou a ser mais sobre a amizade entre 5 pessoas, chegando a um ponto em que já nem queria saber sobre a mother. Mas a verdade é que gostei deste aproximar, do vislumbe dos pés, do conhecer dos seus gostos, casa e objectos… Enfim, é óbvio que vão passar muitos episódios até descobrirmos quem é a mãe, mas gostei muito de ver o Ted mais próximo da mother. E voltei a ganhar vontade de descobrir quem é.
:4:
Adorei o episódio, mas acho que ao longo de 5 anos as expectativas criadas não deixam o público apreciar bons episódios como este.
Além disso, é verdade que a história da mãe passou para segundo plano, mas finalmente voltou o chapéu amarelo, que foi mencionado logo na primeira (ou segunda, já não me lembro bem) temporada, o que me deixa com água na boca por descobrir quem será a mãe.
Tentem apreciar episódios tão bons como este! Não aumentem ainda mais as expectativas, senão vamos acabar por não saber dar valor às pequenas coisas, como a discussão entre a Lilly e o Marshall sobre a sensualidade da bartender.
Concordo, Finalmente voltou o chapéu amarelo! Que acabou por ficar em casa da mother…
E esqueci-me dessa parte, mas toda a discussão do Marshall e da Lilly foi hilariante!
Outra série em que me perdi :wtf: Acho que fiquei algures no principio da T4 mas não tenho a certeza. Tenho de retomar, já tenho saudades do Barney :wink1: