[SPOILERS] No rescaldo do centésimo episódio “How I Met Your Mother” e da noite de atribuição dos Golden Globes onde, mais uma vez, o Barney foi suplantado, chega-nos este “Jenkins”. E, pela primeira vez, tenho de admitir que não sei bem o que dizer. Mas porque o comentário ao episódio tem de ser feito, vamos ver o que se arranja.
- As gargalhadas: O grito de horror de Marshall (Jason Segel) quando Jenkins (Amanda Peet) lhe prega um grande beijo foi delicioso, tal como a cena final em que Lily (Alyson Hannigan), muito calmamente, tira as jóias e se prepara para dar um muito merecido murro à rival. Duas cenas pequenas mas que são, sem sombra de dúvidas, os momentos alto do episódio.
- Foi quase, quase…: A história de Jenkins, a nova colega de trabalho de Marshall, tinha pano para mangas, e até trouxe algumas cenas e diálogos interessantes, mas acabou por ficar aquém do que prometia.
- Os tiros ao lado: A questão dos “reachers vs settlers” parece-me algo estranha neste ponto da série, quando já vimos que Lily é tudo menos perfeita e que Marshall também tem os seus momentos de herói. Eu diria que ambos são perfeitos um para o outro, sem haver nenhum que se destaque. Já a história do jogo criado à volta do tique linguístico de Robin (Cobey Smulders), que mete Ted (Josh Radnor) e os seus alunos em primeiro plano, foi algo estranha e, sinceramente, não teve muita piada. Já vimos histórias semelhantes a serem muito mais bem exploradas noutras séries.
- O crime imperdoável: Sim, eu sei que o Neil Patrick Harris estava ocupado do outro lado das câmaras a dirigir o episódio, mas a falta de Barney, a personagem mais cómica da série, notou-se muito, demasiado.
Com algumas cenas cómicas, e outras nem tanto, com algumas histórias interessantes e outras nem por isso, permanece deste lado a dúvida: gostei ou não do episódio? E, sinceramente, a única resposta que encontro é “não sei”. Assim sendo, fico-me pelo meio termo e aguardo outras opiniões. E vocês, o que acharam?





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Fartei-me de rir, especialmente com todas as cenas em torno de Jenkis, adorei!
Ai a cena dos tiros ao lado, não me parece que seja um problema de perfeição é até uma teoria que faz toda a lógica. Quando um casal começa a namorar há realmente essa parelha: 1 que é mais bonito que o outro e que facilmente arranjaria outra pessoa, mas que se contenta com aquela e há o outro que saiu-lhe a sorte grande e só num milagre arranjaria alguém melhor. No meu caso eu sou mais bonito que a minha “wife”. E o texto foi só para eu dizer isto.
eu acho mais querido quando lhe chamas “wifey” =P
o problema é quando anda para aí a bradar aos céus que bate na mulher! (depois de comer peixinho, é claro!)
Problema? É síndrome cultural, o homem tem de bater na mulher. Aliás uma, das resoluções para o ano novo, para além de deixar crescer o bigode, foi bater mais na “wifey”.
Porém, se não quiseres aleijar os nós dos dedos, podes sempre ligar ao Sá Pinto que ele trata do assunto de boa vontade.
Naaa deixa lá… depois ele excita-se e também me quer bater a mim…
Quanto aos “reacher” vs “Settler”, eles não estavam propriamente a falar em termos de beleza, mas sim do “pacote completo”. Sim, em termos estéticos a Lily é mais interessante que o Marshall, mas tem vários defeitos graves (compras compulsivas, querer controlar os amigos, abandonar o namorado para ir tentar a sorte noutra cidade) que o marshall não tem. Logo, se somarmos tudo, julgo que os dois estão equiparados.
Sim tens toda a razão. Eles complementam-se. Mas o que é referido “reacher” vs “Settler” é mesmo no inicio da relação onde é o aspecto físico que atrai os elementos do casal. Posso-te dar o meu exemplo: no inicio do meu “namoro” ou “curtes” ou “whatever” com a minha “wifey”, eu só queria saber que ela era gira e boa e que a minha líbido subia aos céus junto ela. O seu feitio e defeitos era indiferente. E tal como disse antes como eu era mais bonito, eu contentei-me com ela. Ela claro, porque eu sou “awesome”, agradeceu aos céus por eu estar com ela e não querer mais ninguém.
(claro que isto n foi nada assim)
LOLOL. Marido babado!
Lá está, esta questão até se podia pôr nas relações Ted/Robin, Ted/outra gaja qualuqer, Barney/Robin, mas numa relação como a do Marshall com a Lily, que já dura há tantos anos, parece-me um pouco estranha. Se o episódio nos transportasse para os tempos da universidade, do namoro dos dois, aí sim, ainda aceitava, agora aqui pareceu-me deslocado.
Eu por acaso achei piada à história criada pelo tique da Robbin e também senti falta do Barney!!!!
:3:
Eu gostei muito do episódio! Adorei as piadas a Jenkins, fartei-me de rir quando fizeram a passagem de gajo para gaja com a repetição das cenas. O desespero do Marshal foi hilariante, quer a tentar esconder da Lily que afinal Jenkins era uma gaja (e depois a dize-lo a bruta!), quer a tentar provar que ele não era o reacher.
E sim, o final com a Lily calmamente a tirar as jóias para dar porrada na Jenkins foi genial
:4:
Acho que este foi hilariante. Ninguém se meta com a Lily! Mas fartei-me de rir foi com a Robin e o jogo da bebida. Muito bom, mesmo.
Mas ela riu-se por último!
Hum.. Estou com a Syrin.
:3meio:
YES!!! Finally! Já não me sinto sozinha!
Tu estás é a ver se nos tiras o lugar de menos pontuado! Já tou a ver o teu esquema =P
A syrin não tem hipótese. A não ser que fizesse as reviews de Lost. Aí sim, levava pancada e arrecadava o topo da tabela dos proscritos
Em relação ao episódio, acho que ficou aquém. Houve partes giras (o texto fala disso), gosto sempre de ver a Amanda Peet mas houve outras partes mal aproveitadas. E além do mais, o Barney não deixava escapar a Jenkins assim. Ele no início lá falou dela, mas depois…népias
:3:
Ou de Grey’s. Aí também devia levar pancada da boa!
Mas nessa já a carolina domina!!
Isto fazia-se era um sorteio. Uma vez por ano trocava-se as séries todas ao pessoal. Cada colaborador, numa semana, fazia as reviews dos outros. Isso é que era! Já estou a imaginar algumas probabilidades interessantes:
zb: Heroes, Grey’s, Smallville, 24
syrin: Brothers & Sisters, Gossip Girl, FNL, The Vampire Diaries
Gostei principalmente da bela Jenkis e os gritos do Marshall foram hilariantes.
Quanto à história da Robin… Bah… Eu já estava a ver tudo o que ia acontecer, foi exactamente como aconteceu com 24 e com o “damn it” (e provavelmente com outras séries). Cada vez que o Jack dizia Damn it nós bebiamos um copo (sim, eu fiz essa parvoíce). O Kiefer confessou mais tarde numa entrevista que houve uns episódios em que disse Damn it várias vezes seguidas, de propósito para fazer com que bebessemos uns quantos litros…
Não achei muita piada…
Resumindo, estou como a Syrin e fico-me pelo meio termo
:3meio:
Eu adorei o episódio. Fartei-me de rir.
Sei que o que vou dizer é sacrilégio, mas eu não morro de amores pelo Barney. Apesar de o achar engraçado e concordar que dá vida à série, a maioria das vezes é um pouco exagerado ou “over the top” como os ingleses dizem. Os meus personagens preferidos são a Lily e o Marshall.
Tendo isso em conta, é natural que tenha gostado muito do episódio. Nem sequer senti a falta no Barney. Gostei o “But, hum…” da Robin, do jogo das bebidas e do enredo do Marshall e da Lily. O início do episódio com a versão do Jenkins do Ted foi de partir a rir.
Apenas ao ler esta review do episódio que percebi que o Barney não participou! Penso que, dessa vez, ele não me fez falta!
funny, as always!
eu gostei do episódio, longe dos melhores da serie , mas mesmo assim ainda deu para rir algumas vezes.
é verdade que o Jenkins podia ter sido melhor explorado, mas mesmo assim gostei da história, deu para rir, e é sempre um prazer ver a Amanda.
tambem gostei do “but.. hum”..
não notei muito a falta do Barney, mas que faz sempre falta
:3meio: