[SPOILERS] Ben: “John Locke was a… believer. He was a man of faith. He was a much better man than I will ever be, and I’m very sorry I murdered him.” Frank: “This is the weirdest damn funeral I’ve ever been to.”
John Locke (Terry O’Quinn), um personagem por muitos acarinhado desde o início da série, está morto. Mas nesta série, apesar do lema “morto significa morto” imperar na história, a verdade é que é tão fácil surgir no ecrã um personagem que esteja morto como um que ainda esteja vivo. Pois é… bem-vindos à zombie season.
Desta feita, graças aos flash-sideways – cuja definição real continua envolta em mistério, apensa sei que os produtores da série não lhe gostam de chamar “realidade alternativa” porque não querem dar a ideia de que a mesma não é real –, podemos voltar a ver o John Locke que conhecemos outrora (sim, alguém com uma aparência idêntica anda pela ilha, mas o Terry O’Quinn consegue facilmente mostrar-nos duas faces da mesma cara, mesmo que o Flocke continue a exibir certas características dele, como o “Don’t tell me what I can’t do!”). E podemos revisitar alguns dos personagens que já não víamos desde as segunda e terceira temporadas, como a Helen (Katey Sagal), que nesta outra versão da história vai casar com o Locke, o Randy (Billy Ray Gallion), que se mantém seu patrão na fábrica de caixas, e a Lynn (Suzanne Krull), a vidente que o Hurley (Jorge Garcia) consultou em tempos (no episódio “Tricia Tanaka is Dead”) e que agora trabalha para ele numa empresa de trabalho temporário. Além disso, temos as tais novas conexões entre personagens, com a Rose (L. Scott Caldwell) a trabalhar para o Hurley e o Ben (Michael Emerson) que é professor de História Europeia. Basicamente, apesar de continuar na cadeira de rodas, este Locke está a ter o final feliz que aquele que conhecemos desde o início da série nunca teve.
Nesta realidade distinta, este Locke, aparentemente, não ficou paralítico por acção do seu pai (aliás, se a Helen sugere que eles o convidem para o casamento, logo terão uma boa relação, mas será mais fácil imaginar que o Locke foi adoptado em bebé e não sabe da existência do seu verdadeiro pai do que imaginar que o Anthony Cooper não é um vigarista), e se o pai dele aqui não é o mau da fita isso tem consequência directa no facto da Helen não o ter abandonado. Posteriormente, acaba por ser despedido dum emprego que não o satisfaz minimamente para conseguir praticamente de imediato um que, aparentemente, o completa. Até mesmo o facto de estar preso a uma cadeira de rodas é aqui abordada doutra forma: este Locke continua a sofrer perante a irreversabilidade da sua condição, mas é um Locke bem mais resignado com a mesma e, por isso, um Locke mais feliz que o anterior (resta saber se a história continuará, seja num outro episódio dedicado a ele – o que dúvido – seja, quem sabe no episódio dedicado ao Jack e à sua necessidade de solucionar problemas).
Enquanto no flash-sideways temos oportunidade de matar saudades do John Locke, na ilha o FLocke dá-nos nova incursão na mitologia da série. E, desta feita, algo sobre o propósito que os sobreviventes do voo 815 da Oceanic poderão ter no futuro da ilha. Temos então o regresso dos números (*), conversas sobre candidatos para substituir o Jacob como protector da ilha e ainda referências a que o FLocke esteja a conduzir um recrutamento.
(*) Segundo a Lostpedia, eis alguns dos nomes que se conseguiram identificar na caverna:
Oceanic (vivos): 8 – Reyes; 15 – Ford; 16 – Jarrah; 23 – Shepard; 42 – Kwon (Jin or Sun? Both?); 313 – Littleton (Claire? Aaron?)
Oceanic (mortos): 4 – Locke; 195 – Pace
Outros: 10 – Mattingley; 317 – Cunningham; 117 – Linus (Roger? Emily? Ben?); 55 ? – Burke
Dharma: ??? – Goodspeed (Horace? Olivia? Ethan?); 134 ? – Chang
Equipa Francesa: ? – Lacombe
Cargueiro: (Charlotte) Lewis; Faraday; 171 ? – (Miles) Straume
Exército Norte-Americano: 233 – Jones
Indeterminados: 222 – O’Toole; 291 – Domingo; 346 – Grant
Parciais: 33 – XW?; 20 – Rouf…; 62 – …?; 90 – Tr(oup?); …? – …ersen; 285 – Jen…; 49 – …chan; 30 – …la; 195 – …?; ?? – Reyno(lds?); 27? – …?; 1? – Sullivan; …? – …zki
Nós já sabíamos previamente que o Jacob trazia pessoas para a ilha com um determinado intuito. Se esse intuito foi sempre o de arranjar alguém que o substituísse não se sabe, mas caso a resposta seja afirmativa resta saber o que faz um bom candidato? Que características alguém tem de ter para ser um bom candidato? E, tal como vimos no final da temporada passada, o Jacob impeliu a vinda de alguns dos elementos do voo 815 da Oceanic para a ilha através de contacto que teve com eles a determinada altura das suas vidas. Ora, então o que salta de imediato à vista nesta lista é a ausência da Kate (Evangeline Lilly), que também recebeu o toque o Jacob e, no entanto, está ausente. Terá ela um outro papel reservado para si ou simplesmente não tem o que é necessário para ser candidata? Hipótese machista: se o “Kwon” se referir ao Jin (Daniel Dae Kim), será que apenas um homem tem o que é preciso para fazer o serviço? E será que a relação destas pessoas com os números será apenas aleatória ou terá algum significado?
“The Substitute” traz algum desenvolvimento à mitologia da série, mas o episódio continua a revelar algo que por vezes mais parece um problema: a ambiguidade de determinadas questões. Por exemplo, em relação ao FLocke. De um lado, temos o próprio que revela como objectivos sair da ilha e ir para casa. Do outro, neste caso através do Richard (Nestor Carbonell), que insiste que ele afinal quer é matar toda a gente. Ora, é verdade que a série sempre teve presente esta ambiguidade, quer em termos de história como de personagens, mas com tão poucos episódios de sobra e não sabermos para que lado nos havemos de virar por vezes deixa uma sensação de frustração. Mas pronto, o nome da série é “Lost” e seria mais de estranhar caso essa ambiguidade não estivesse presente. Ainda assim, estas incertezas dão-me uma certa dor de cabeça…
Outros pontos de interesse:
- O FLocke anda a recrutar pessoal e, aparentemente, pelo final deste episódio, já terá arranjado um elemento. Certamente se avizinhará uma qualquer disputa Bem vs. Mal.
- O funeral do Locke foi excelente, quer pelas palavras do Ben, como pela reacção do Frank Lapidus (Jeff Fahey) às mesmas.
- Antes do funeral, se eles estavam junto à estátua como é que chegaram tão depressa ao sítio onde estavam enterrados alguns dos personagens das temporadas anteriores? É que da primeira vez que o Sayid (Naveen Andrews), o Jin e a Sun (Yunjin Kim) viram o pé da estátua, eles tinham percorrido já alguma distância e iam de barco.
- Por falar em Sun, à semelhança da temporada passada, esta continua apagada em demasia.
- O puto que aparece na selva, que o FLocke e o Sawyer vêem mas o Richard não, será uma encarnação/manifestação qualquer do Jacob (e o facto de o Sawyer ter sido “abençoado” pelo Jacob e ser um dos candidatos, e, porventura, o Richard não, pode explicar o porquê do primeiro ter visto o puto e o segundo não)?





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Como coloquei este copmentário tarde demais vou repeti-lo aqui sobre uma reflexão:
O Ben era o líder dos outros e se não vejo este novo personagem, o Dogen, a receber ordens do Ben o que realmente não se entranha é a relação com o smokey de ambos.
Ora todos os others que estão com o Dogen, aparentam saber quem é o smokey e mais importante o quão perigoso é.
No entanto o Ben já invocou o smokey e certa vez disse ao (pensava-se na altura) Locke que tinha de ser julgado pelo monstro (o smokey).
O líder dos the others não sabe quem é o smokey isto foi provado, quer dizer que o líder dos the others sabe menos do que este novo grupo? Ou é um grupo aparte com outro líder que responde apenas a Jacob?
Não sei se isto vai ser mencionado na série mas se me recordo de tudo bem, soa a incoerente.
Que o líder (ben) sabe menos que o Richard (o conselheiro) sempre se soube, mas pensei que estivesse mais acima.
Este ep ainda não vi mas tá quase.
Loot, o comentário não foi colocado tarde de mais. Eu vi o mesmo. Apenas não respondi. Seja como for, sim a hierarquia dos Outros é um pouco confusa e o facto do Ben ter invocado o Smokey sem saber o que ele é, para já, é um bocado estranho. Quanto ao Dogen, eu dá-me a sensação que ele será algo mais do género do Richard, alguém que já ali está há muito tempo e logo terá certos conhecimentos mais profundos da ilha que o Ben que é líder há relativamente pouco tempo. A mim parece-me que a questão ao torno da liderança dos Outros é algo mais do género: o Jacob dava a ordem de que deveria ser o líder e o Richard e os Outros aceitavam-no sem questionar a escolha, embora isso não signifique que os líderes soubessem mais que quem por ali já anda há séculos.
Sim foi o que pensei também, só estranhei porque os outros others que estavam no templo pareciam saber que o smokey pelo menos MAU era.
Desculpa então ter repetido o comentário mas agradeço a resposta.
Termos visto o Ben na realidade alt. o que significa que provavelmente essa realidade não foi criada por a bomba ter arrebentado. O que significa que a ilha não se afundou por causa da bomba (o que também não fazia sentido).
Eu acho que a realidade alt. foi criada por causa da morte do Jacob e que aquela realidade representa a vida como se o Jacob tivesse falhado em proteger a ilha (esta foi para o fundo do mar) ou seja os nossos personagens nunca conheceram-no naqueles pontos da sua vida, o que faz com que tudo para trás do Oceanic 815 seja diferente. Só mais uma teoria.
A hipótese machista não é negada pelo facto de estar lá a Charlotte Lewis? E além disso acho que não se punha a dúvida se era o Jin ou a Sun pelo Flocke. O facto da Kate não estar lá pode significar que ela não era para estar na ilha, uma vez que o Jacob disse-lhe para ela se comportar bem quando ela era pequena (supostamente para ela não matar o pai mais à frente). O Flcoke pode querer usar o Sawyer porque a Kate tem sentimentos por ele, ou então mais provavelmente porque ele é um dos escolhidos não riscados.
Quanto ao episódio em si gostei bastante, achei melhor que o LA X. Com momentos muito bons como o funeral. Flash-sideways do Locke foram muito bons (repararam como o 1º tema que ele ia dar seria a Reprodução Humana?).
Como vi isto em directo apanhei com a promo para o próximo, e parece-me bastante explosivo…
:4meio:
Eu acho que a realidade alt. foi criada por causa da morte do Jacob e que aquela realidade representa a vida como se o Jacob tivesse falhado em proteger a ilha (esta foi para o fundo do mar) ou seja os nossos personagens nunca conheceram-no naqueles pontos da sua vida, o que faz com que tudo para trás do Oceanic 815 seja diferente.
Foi exactamente o que eu pensei quando o Flocke estava a falar sobre como o Jacob os influenciou (ou manipulou!). Faz sentido que o interruptor tenha sido a morte do Jacob em vez da bomba – agora faz mais sentido a ilha estar afundada, sem Jacob para a proteger deve ter acontecido alguma catástrofe.
:4meio:
Nunca tinha pensado nisso, mas até é uma opção. No entanto, o Jacob foi morto no presente, já depois de eles estarem na ilha e isso não ia influenciar o passado… mas não sei. É Lost portanto… :wtf:
Eu acho que a realidade alt. foi criada por causa da morte do Jacob e que aquela realidade representa a vida como se o Jacob tivesse falhado em proteger a ilha (esta foi para o fundo do mar) ou seja os nossos personagens nunca conheceram-no naqueles pontos da sua vida, o que faz com que tudo para trás do Oceanic 815 seja diferente.
Sim, realmente essa teoria é bem melhor do que ser a bomba a afundar a ilha, que olhando bem para a questão realmente não faz sentido nenhum.
A hipótese machista não é negada pelo facto de estar lá a Charlotte Lewis?
O nome que está escrito na caverna é Lewis. Pode ou não ser a Charlotte. A lista é especulação dos fãs.
O nome que está escrito na caverna é Lewis. Pode ou não ser a Charlotte. A lista é especulação dos fãs.
Pois realmente dá para os dois lados, pode ser o pai dela ou outro. Ela não tinha uma mãe ou um pai relacionado com ilha? (já não me lembro).
PS: Lembrei-me agora, outra coisa que suporta a teoria que disse, é o facto de não haver a maldição dos números sobre o Hurley. Visto que estes foram criados supostamente pelo Jacob (He has a thing for numbers)
Gostei muito do episódio. No entanto, concordo com o que dizes a respeito de restarem poucos episódios e da ambiguidade da história, mas a ver vamos.
A cena na caverna foi excepcional, ao mesmo tempo que revelam certas coisas continuam sem nos dar respostas nenhumas. O pormenor das pedras na balança e o Flocke a tirar a pedra branca e a atira-la o mar assim como todos os nomes ali escritos….
E o que o Flocke disse, a partir do momento em que o Jacob interagiu com algum deles as escolhas que pensavam que estavam a tomar não eram bem escolhas. E revendo aquela cena da primeira temporada com o Locke e o Walt, não sei se não vão tomar a direcção que tudo isto é um jogo, que todos eles são meros peões nas mãos do Jacob (outra coisa mencionada pelo Flocke).
Bem, depois deste pequeno devaneio, gostei bastante do episódio. :4meio:
O facto da Kate não ser referida tem a ver com o não ser ‘escolhida’, pois algures já não sei em que episódio o Mikail disse á Kate que ela não estava na lista, e se não estou em erro houve tb uma referencia, julgo que na altura em que a sun matou uma gaja do outros no barco, que depois disseram que ela também não estava na lista. Portanto presumo que o Kwon se refere ao Jin… o que poderia explicar o facto de ela não ter feito o salto temporal, mas depois ai não encaixa por causa da kate ter ido.
Quanto ao episódio, foi um bocado chato e parte do tempo foi palha, pois não respondiam a nada. A vida do locke não acrescentou nada de relevante, o enterro do locke teve piada, mas realmente foi preciso atravessar metade da ilha para o enterrar? Que perda de tempo.
E agora sabemos que eles foram realmente escolhidos para estar a ali, e partindo do principio que o flocke está a dizer a verdade, acho que nesta altura não há tempo para mais charadas, então o Jacob é que é o ‘mal’ e os outros não são os bons da fita… o richard, o ben e todos os outros foram sempre usados pelo jacob na sua ‘busca’ por um substituto.
Pois, mas nessa altura o Mikhail também disse que o Locke não fazia parte da lista. Nem o Sayid, se não me engano. :wtf:
Estou a ficar um bocado apreensivo. Estamos na última temporada e há medida que algumas questões vão sendo explicadas, apercebemo-nos também de irregularidades em relação ao que já se passou. O pior é que, como se trata de LOST, declaramo-las mistérios, não erros. Haverá tempo suficiente para responder a tantas perguntas?
De qualquer forma, muito bom episódio. :4meio:
A questão importante aqui é: que lista? Já houve umas quantas! Na primeira, do final da segunda temporada, a Kate faz parte duma. Dessa cena do Mikhail lembro-me muito vagamente, mas nunca nos foi dito ao que é que ele se estava a referir. Agora, dentro do Ankh que estava na caixa da guitarra está outra lista. Não será bem por aí que se possam apontar “irregularidades”. A verdade é que existem tantos elementos que nunca nos foram dados na totalidade que não podemos dizer que este não ligar àquele é irregularidade porque as coisas podem nem sequer ser as mesmas. Eu já vi a série de seguida várias vezes, e sim, existem pormenores que não batem certo, mas olha que não são assim tantos como às vezes se imagina.
Não comentas sobre a pedra que o Flocke joga qdo chega à caverna.
“Inside joke”
A balança, a pedra branca e a negra.
O equilíbrio entre os dois? :whathever:
Tb questionei-me sobre o facto do nome da Kate não estar lá. E acho que sim, que a suposição de ser só homens o substituto é a que tem maior força.
Gostei de ver o Sawyer a falar novamente de livros. Falou no livro ‘Of mice and men’ que já tinha mencionado na season 4, não me lembro do episódio mas, lembro-me bem da cena pois, o Ben tinha um coelho com ele.
:3meio:
Gostei de ver o Sawyer a falar novamente de livros. Falou no livro ‘Of mice and men’ que já tinha mencionado na season 4, não me lembro do episódio mas, lembro-me bem da cena pois, o Ben tinha um coelho com ele
Foi no início da terceira temporada. “Every Man for Himself” (3×4)
Essa suposição de serem só homens teria alguma credibilidade se não houvesse mulheres indicadas nas paredes… e como viram ali em cima há e bastantes… só que morreram… portanto não é por aí.
Mas porque é que ele diz a determinada altura “You know the rules. You can’t kill him.”? Se o miúdo fosse o Jacob não se referiria a si próprio na terceira pessoa.
ZB, acho que a criança (possivelmente o Jacob) está a referir-se ao him sendo o Sawyer ou qualquer outro dos candidatos. Sim, tem que haver esta regra! Lembraste que o Locke ficou frente a frente com o monstro e não foi morto? Acho que não existe muito mistério aí…
Tens razão. Esquece… Quando ele falou em não poder matar, só me lembrei do Jacob.
4,8,15,16,23 e 42. Finalmente sabemos o significado dos famigerados números, são pessoas. Agora como ganharam toda aquela importância da lotaria e da escotilha, não faço a mínima!
Também estranhei a Kate não ter sido referida.
O momento em que o Ben aparece como professor de história é fantástico!Os flashsideways, mesmo sem grandes movimentações, deixam-nos sempre na expectativa de quem irá aparecer a seguir e a fazer o quê!
Quanto ao resto Terry O’Quinn mostra mais uma vez que é um actor de topo e oferece-nos aqui uma das suas melhores interpretações de sempre. Muito muito bom.
:4meio:
la la la la la la
:5:
O episódio apesar de muito bom, deixa-me com uma sensação de raiva. Depois de tanto tempo a pensar no que raio eram os números, quando finalmente nos mostram um pouco sobre eles, ao invés de nos darem respostas suficientes, ainda criam mais duvidas na nossa cabeça! Frustrante!
Uma dúvida! Havendo tantos nomes na parede da caverna, cada um associado a um número, porque é que ao longa da série só se encontrou referencia a 4 8 15 16 23 42 e não aos restantes? Já estava defenido que seriam os mais importantes? E sendo assim, para quê uma lista tão grande… duvidas e mais duvidas!
Tem calma! Jacob ao longo dos tempos tem trazido malta para a ilha…Muitos desses são os escolhidos… E até já Jacob pode ter sido um escolhido e ficado no lugar de alguém como defensor da ilha….
Episódio fabuloso! espero que seja a escolha para o Emmy de Terry O’Quinn. Tanto os sideways como a historia na ilha foi muito bem conseguida. Ainda bem que se afastaram da historia do campo dos outros por um episódio, já estava a começar a enjoar. Foi bom rever a Katey Sagal, e o verdadeiro Locke. Por muito bem que o Terry O Quinn faça de Flocke, é sempre bom voltar às origens. Adorei os twists de o Hurley ser o dono da empresa onde o Locke trabalhava, e é sempre bom rever o Randy. Adorei a cena entre o Locke e a Rose. Não há realmente nada de negativo a apontar a este episódio, a não ser o quanto óbvio se torna que o Terry O Quinn está a largos furos de qualidade de distancia de muitos dos outros actores. (já sabia que sim, mas às vezes esqueço-me).
Adorei os twists de o Hurley ser o dono da empresa onde o Locke trabalhava,
Se bem me lembro, mencionaram isso logo na primeira temporada, uma daquelas coisas que só apanhamos quando revemos a série.
Essa do puto é que me partiu todo… Espero que não seja o Jacob e seja outro mistério ainda pior ehehehe.
Foi sem dúvida um excelente episódio mas há uma coisa que me está a fazer confusão. Supostamente todos os bunkers foram criados pela Dharma, correcto? Então se os números são apenas uma pancada do Jacob porque razão eles estavam na escotilha? E porque é que o Desmond tinha que os marcar ?
Falta aqui uma ligação qualquer. Ou está me a escapar alguma coisa?
A ideia é que as pessoas que chegam à ilha, fazem-no por influência do Jacob. Logo, os da Dharma também (provavelmente nem todos havendo sempre uns que vêm por arrasto, tal como no voo, os sobreviventes também eram mais de 50 e só 9 ou 10 é que eram importantes). E essa influência mantém-se junto das pessoas e poderá de alguma forma induzir a que os números tenham tanta presença nos elementos da ilha.
Seja como for, eu não sei se isto é uma “explicação” para os números. Parece-me mais uma “cena fixe” que eles se lembraram de fazer.
Epah… tem que estar muito perto do significado dos numeros. Eles não iam por esta “cena fixe” a meia duzia de episodios do fim… Digo eu, claro.
Espero que sim, mas acho que será sempre algo muito baseado no: Jacob gostava destes números e é por isso que eles aparecem em todo o lado. Ponto final no mistério.
Sinceramente, preferia muito mais a Equação de Valenzetti.
Epah mas custa-me acreditar que tenha sido uma coincidência os números serem iguais à equação. É o Lost! lol
Espera, a equação não é real. Foi inventado por eles para um daqueles jogos da net que faziam entre temporadas. E a explicação foi criada por eles. Logo, não há coincidências. Apenas não querem/quererão usar a mesma explicação na série. Eles já afirmaram várias vezes que há coisas que saíram em jogos e outras plataformas alternativas à série que não contam para muito da história que está a ser desenvolvida na mesma.
Lembrei-me agora, naquele episódio em que há um final alternativo à cerca de quem estava no caixão (acho que foi na 4ª temporada se não me engano, em que o Jack vai lá ver). Acho que o Sawyer seria um melhor MIB, sem tirar o mérito de excelente actor que o Terry O’Quinn é. Mas como vilão o Sawyer seria, na minha opinião, bem melhor. Claro que depois perdíamos as swayeradas que gostamos tanto. :nowa:
:4meio:
A questão é mesmo essa, com tão poucos eps para o final dq série fica sempre a sensação de q algo vai falhar e isso custa-nos enquanto fãs de Lost.
Não me parece q a morte de Jacob tenha sido o que despoletou a “realidade alternativa” pois, pelo qu nos é dado a entender, Jacob nem estará morto.
Uma pergunta: pq é q o Flocke qd correu atrás do puto não se transformou em Lostzilla para apanhá-lo num instante???
Uma pergunta: pq é q o Flocke qd correu atrás do puto não se transformou em Lostzilla para apanhá-lo num instante???
LOL. É por isto é que há sempre muitas perguntas por responder.
Uma pergunta: pq é q o Flocke qd correu atrás do puto não se transformou em Lostzilla para apanhá-lo num instante???
LOL pq o Terry O Quinn é mto mais expressivo que qualquer fumaça
4- Locke, 8- Reyes, 15- Ford, 16- Jarrah, 23- Shepard e 42- Kwon. E agora?
Agora começo a pensar numa coisa… será que o Jacob e o Flocke adoptam parte da identidade do corpo que usam, ou teem de a assimilar? Como o Flocke a gritar Don’t tell me what I can’t do! seria parte da personalidade do Locke a vir ao de cima? Sera que e por isso que e tão importante escolher o hospedeiro certo para o Jacob? Para ele não ser influenciado nas decisões que toma para proteger a ilha? :crazyeyes:
Sim, já tinham mostrado no primeiro episódio que o FLocke tem as memórias do Locke, por isso é muito provável que ainda ali haja muito de Locke e esse “Don’t tell me what I can’t do!” parece-me prova disso mesmo.
Sim, mas agora passamos do simplesmente poder aceder as memorias do Locke ao poder ser influenciado pela sua personalidade. E que isto pode ter consequências interessantes! Espero que explorem isso um bocadinho
Então e agora parece que o Flocke não pode mudar de aparência tendo ficado restringido ao corpo do Locke, não sei bem porquê, talvez mais uima regra do jogo…
A sexta temporada tem sido uma decepção.
:3meio:
Que episódio! E o que gosto mais depois é ver todas as ideias que dai surgem.
Eu acho que o Flocke quer é mandar todos os candidatos para fora da ilha de modo a ocupar o lugar do Jacob.
Grande grande episódio. Entre este e os LA X acho que ainda prefiro este. Este Terry O’Quin é simplesmente magnifico (o meu actor preferido de televisão), consegue gerir um Locke e um Flocke na perfeição. Ao mesmo tempo são parecidos mas consegue criar expressões e simples feições tão caracterizadoras de cada personagem que a dada altura é assustador. O flash-sideway também foi bastante interessante mas também estava com esperanças que ele aceitasse a oferta do Jack duma consulta grátis.
ray:
Achei a cena na caverna brutal. O simples gesto do Flocke ao atirar a pedra ao mar calhou bem. também estranhei não ter sido referida a Kate. Achei que o episódio iria acabar com o Sawyer a riscar o seu nome da parede
Ah e adorei a cena “inicial” ao percorrermos uma parte da linha através da visão do Smokey. Já referi que adoro aqueles barulhos estranhos que o raio do fumo faz? lol
Estava mesmo a precisar dum episódio afastado do pessoal novo do templo, esses ainda não me convenceram :X:
:5:
O Terry O’Quinn é um grande senhor. Tenho dito.
Continuo sem perceber nada da direcção da história, mas é um prazer ver o Locke, e o regresso do meu Sawyer (não meloso, não a chorar baba e ranho), aliado às aparições especiais de várias outras personagens, deu imenso prazer em ver.