[SPOILER] Vocês com certeza ainda se estão a indagar com o trocadilho do ZB no post do episódio 12, mas é verdade: estou de volta! Voltei porque tenho tempo, voltei porque adoro escrever, voltei porque adoro conviver no TVD e voltei porque adoro “Supernatural”.
Voltei e não trouxe comigo o Apocalipse, trouxe sim Anna Milton (Julie McNiven), o anjo rebelde que gostava muito do banco de trás do Dean (Jensen Ackles). Mas antes de irmos ao episódio, às suas gloriosas referências aos 80, tenho de referir um ponto. De facto a série tem vindo a desiludir. Estou de acordo com o ZB. Tivemos seis fillers e três episódios… uns que nem são fillers nem dão grande continuidade à história e outros que sim, são realmente diferenciadores, refiro-me ao primeiro “Symphaty For The Devil”, ao sexto “I Believe the Childrem Are Our Future” e claro ao décimo “Abandon All Hope”. Os outros foram giros, mas nada adiantaram ao arco. E este é mais um assim.
A história até é extremamente simples. Anna consegue fugir das hostes dos céus com um plano em mente, matar Sam Winchester (Jared Padalecki). Como Castiel (Misha Collins) se intromete nos planos, Anna volta ao passado, precisamente a 1978, para matar John (Matt Cohen) e Mary Winchester (Amy Gumenick). Com isso Dean vê aqui a hipótese de mudar o passado, que não conseguiu alterar quando na temporada passada visitou o passado, evitando assim que a sua mãe morra, que John se torne um caçador, evitando tudo daí para a frente até à ascensão de Lúcifer. Ora Anna acaba por confrontar a família Winchester, apenas para perder e chamar um Uriel (Matt Ward) muito novo e aí sim ganhar vantagem. Quando tudo parecia perdido com Sam a morrer no chão, Michael apodera-se de John, destrói Anna e ordena Uriel de volta aos Céus.
Novamente a parte importante do episódio é uma conversa entre Dean e Michael, onde este ultimo no corpo do pai diz-lhe que o facto de estar naquele corpo tem a ver com a linhagem dos irmãos que descende, vejam bem, directamente de Caim e Abel. No fundo, vem dizer-lhe que não há livre arbítrio que desde o inicio dos tempos isto estava planeado. Que na infinita possibilidade de Mary e John se cruzarem, naquela altura, naquele tempo, se apaixonarem e terem aqueles dois filhos é tudo obra do plano divino. No fundo vem dizer-lhe que ele irá aceitar Michael sim.
O plano dos irmãos em evitar o Apocalipse (separando Mary de John) vai por agua abaixo, quando Michael salva os “manos pistola” e faz um reset aos pais deles. A conversa é interessante, mas no fundo não acrescenta grande coisa ao cenário já existente. Se não existissem seis episódios que são autênticos fillers até tinha alguma piada, mas assim, foi mais um episódio. Serviu também para Sam fazer as pazes com John, consigo próprio sobretudo.
Como sempre “Supernatural” tem a sua vertente cómica, geek, anos 80 que nos deu a música Cherry Pie dos Warrant enquanto Dean sonhava num strip club com um Anjo (Juliana Semenova) e um Diabo (Daniela Dib) à sua volta.
O Melhor: A conversa de Michael e Dean (claramente a principal personagem da história) e o strip.
O Pior: Ser mais um filler.







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O título do episódio faz-lhe jus. Voltamos ao arco principal, mas nada acontece. Não gostei do episódio por aí além. Prefiro que avancem com a narrativa ou façam mais um caso da semana. Usar o arco principal sem adiantar nada é simplesmente frustrante.
Concordo contigo, o diálogo entre Michael e Dean foi o melhor do episódio.
isto foi um filler? não concordo; foi simplesmente um dos epis mais importantes da série e o melhor desta season para mim… .. e o Dean n é a principal personagem da história ( embora possa parecer isso e muitas vezes por cupa dos escritores) que eu saiba, a série é sobre 2 irmãos… ( e o sam n é o meu favorito, para o caso de parecer isso) mas respeito a tua opinião…
Eu acho que ele quis dizer que o Dean é o principal do episódio, não da série.
Ricardo, neste episódio e desde que o Dean foi para o Inferno, ele tem ganho um lugar de destaque.
Quanto ser filler ou não, a verdade é que sendo importante ou n, a conversa n adianta de nada à história. Tal como Lucifer falou a Sam num sonho, também Miguel o podia ter feito a Dean.
A ladainha eh a mesma, realmente eu não posso reclamar por que eu fui avisado, a história não evoluiu em nada, só ficaram dando voltas pra chegar no mesmo lugar onde paramos, mas algo nesse episódio me fez começar a desacreditar no rumo que os produtores estão tomando.
Se o Cass conseguiu viajar no tempo porque nao voltar só um pouco no passado e explicar pro Sam que ele podia matar todos os demonios e beber o sangue deles a vontade desde que ele naum matasse a Lilith? Não era preciso voltar tanto no passado e correr o risco de criar infinitos paradoxos! E o pior, se o Cass pode fazer isso, quantos anjos podem?
Eu odiei o episódio até que o Miguel apareceu e começou a conversar com o Dean e aí eu entendi qual deve ter sido a intenção dos anjos superiores em mandar Anna de volta no tempo. Ao que me pareceu eles só queriam que o Miguel tivesse uma conversa particular com o Dean sobre o livre arbitrio ser uma grande mentira. Até porque, ele tem razão, se os anjos podem viajar no tempo quando bem entenderem, que escolhas os humanos tem?
Mas precisava de tudo isso só pra ter um “particular” com o Dean?
E por que que o Dean não aceita logo ser o recipiente do Miguel?
Será que é só orgulho?
Ou será que eh por que o fim do mundo nao é tão ruim quanto parecia ser?
Por que até agora o apocalipse nao parece ter mudado muita coisa na terra.
Gostei deste episódio. Para mim a questão dos fillers é uma falsa questão, se o caso da semana for bom, pouco me interessa se a história principal evoluiu ou não. E concordo com a Catarina, este episódio pode ter consequências muito importantes para a história principal.
Ah e aquele começo…brutal! o Castiel um DeLorean sem plutónio :yuupii:
Venha o próximo
Voltaste Ricardo! E com o Matt Cohen que é tão engraçado na ilustração do episódio.
Adorei tudo neste episódio. Ver o Sam ficar maravilhado com a sua mãe foi comovente, assim como a conversa entre ele e o John.
Adorei mesmo este episódio!
Gostei muito deste episódio. Pode não ter sido focado directamente no arco principal, mas esta relacionado. E, para mim, a conversa entre Michael e Dean valeu pelo episódio todo.
Assim estamos a entrar outra vez no ritmo, estamos
:4:
Pra mim, foi um dos melhores episódios da temporada!Você engoliu a história da Anna de que ela simplesmente fugiu do Céus, Ricardo?Como disse o próprio Castiel, ninguém foge de lá.Pra mim a Anna foi usada por Miguel pra puder chegar no Dean.E mais, o Sam também é protagonista dessa série.E digo isso ainda não tendo muita simpatia por ele!
Tal como disse já nos comentários, para falar com Dean, Michael bastava aparecer-lhe num sonho. Não precisava de engendrar fugas do céu e por aí fora…
:electric: Amei sobrenatural desde o primeiro episodio que assisti,
quAndo terminei de assistir o ultimo episodio da quarta temporada tive a maior decpção pois não tinha noticias da quinta temporada, mais agora
nossa estou em extase com alguns episodios da quinta que assisti, dois ou tres como o que o bob esta no hospital e o que castiel revela a dean que ainda é virgem, portanto concluindo acho que os episodios da quinta temporada seram como todos …
EXPLENDIDOS, MARAVILHOS E INCRITICAVEIS!!!!!!!!