[SPOILERS] Depois de um último episódio desapontante, eis que “The Office” regressa, ainda que timidamente, ao que melhor sabe fazer.
Com a falência da Dunder Mifflin, a filial de Scranton foi comprada por uma empresa de venda de impressoras, a Sabre. Michael (Steve Carell) fica animado com a notícia e prepara uma calorosa recepção ao representante da empresa, até que recebe as más notícias e num ápice passa de feliz a infeliz. Esta nova empresa tem uma política muito mais rígida do que aquilo a que os funcionários da Dunder Mifflin estavam habituados, passam a existir bloqueadores de sites, são obrigados a ter uma garrafa de água metálica para os empregados não andarem sempre na conversa e por aí fora. Michael detesta esta nova política e está determinado a que ela não seja cumprida.
Decide então contactar o seu antigo patrão, David Wallace (Andy Buckley), para pedir conselhos sobre o que fazer. Se este encontro previa boa comédia, a verdade é que tal não aconteceu. David já não é o mesmo e ouvir o “Suck It” pela segunda vez já cansava. Michael pensou o mesmo que eu, vendo no estado em que um desempregado pode ficar, decide dar a mão à palmatória e aceitar as novas regras.
A introdução da nova empresa foi interessante, penso que esta rigidez pode proporcionar histórias engraçadas. Mesmo assim esta podia ter tido um começo mais positivo, bastava ter dado mais espaço às personagens secundárias. Um pouco à imagem do ano passado no episódio pós-Super Bowl, tivemos direito a participações especiais de Christian Slater e de Kathy Bates, esta que é a CEO da Sabre, uma pessoa bem rígida e pode fazer uma boa dupla com Michael.
Jim (John Krasinski) e Pam (Jenna Fischer) tentam encontrar o melhor infantário para o seu futuro filho, uma história que envolveu Jim a dar de caras com o dono do infantário sentado na casa de banho infantil. Algo que poderia ter sido de boa qualidade acabou por ficar aquém das expectativas, repleto de momentos estranhos e com pouca piada. Este casal já nos ofereceu bem melhor, mas também se pode perceber este comportamento, afinal vão ser pais.
Um dos melhores momentos do episódio envolve o casal Andy (Ed Elms) e Kelly (Ellie Kemper). Gosto deles, têm sempre bons momentos e histórias engraçadas. Andy foi um personagem que durante algum tempo esteve na sombra, mas ultimamente tem tido mais tempo de antena e com todo o mérito, espero pelo episódio em que em tenham um encontro romântico.
No fim, fica a sensação que o episódio podia ter tido outro aproveitamento, e que façam regressar o velho Dwight (Rainn Wilson) já que este novo está irreconhecível.





Blogue Sangue Fresco
Cinema Notebook
Sons of Anarchy Portugal






Deu para rir, entreteve o suficiente mas nada para ficar na memória.
Estou para ver que direcção a série vai tomar, que para já parecem um pouco perdidos.
:2meio:
O episódio não foi mau, mas a cena inicial foi muito boa! E o Michael a falar das pessoas que dizem que ser despedidos foi a melhor coisa que lhes aconteceu? LOL!