[SPOILERS] Depois de vários percalços, estreou finalmente o mais recente drama familiar (com uma pitada de comédia), da NBC, que pretende ilustrar as aventuras de uma família de três gerações, através dessa coisa tramada que deve ser a paternidade. Apesar de ter sido pautado por uma grande dinâmica, este primeiro episódio serviu essencialmente para nos apresentar os membros da família Braveman e as suas principais angústias e dilemas.
Tendo como grande inspiração o filme homónimo da década de 80, a trama de “Parenthood” incide sobre o casal Braveman e os seus quatro filhos, do quais se destacam claramente a adorável Lauren Graham e o fantástico Peter Krause. Lauren interpreta Sarah, uma mãe divorciada, com dois filhos em plena adolescência, que devido a problemas financeiros vê-se obrigada a regressar a casa dos pais. Krause, por sua vez, dá vida a Adam, um dedicado pai de família que acaba de descobrir que o seu filho poderá ter Síndrome de Asperger.
Apesar de aparentar por vezes, estar um pouco perdida em cena (o que não é de estranhar tendo em conta que este papel não foi escrito originalmente para si, já para não mencionar o facto que é impossível olhar para ela e não recordar a saudosa Lorelai Gilmore) e à procura do tom certo para a sua personagem, Lauren Graham foi responsável por alguns dos melhores momentos deste episódio, dos quais destaco o tocante diálogo com o filho na estação de serviço. Já Krause esteve excelente e atrevo-me mesmo a afirmar que até ao momento parece ser o personagem mais consistente e carismático da série.
Relativamente aos outros manos, temos Julia (Erika Christensen), uma advogada de sucesso com dificuldades em conciliar a sua vida profissional com a maternidade, que começa assim a perder o afecto da sua filha e Crosby (Dax Shepard), o membro mais jovem e imaturo da família que após conseguir convencer a sua actual namorada a adiar o desejo de ser mãe, acaba ele próprio por descobrir que afinal já pertence ao clube da paternidade, fruto de um anterior relacionamento, o que deverá gerar alguns momentos divertidos nos próximos episódios.
Em suma, esta primeira amostra de “Parenthood”, cumpriu bem a sua função de entretenimento e de partilha de experiências, apresentando-nos um elenco bastante competente, personagens e tramas interessantes e ainda uma excelente banda sonora. Assim, apesar de achar que esta série ainda vai enfrentar alguns obstáculos até encontrar um rumo definido, considero que nos poderá proporcionar momentos bastante agradáveis.





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Tenho de dar uma espreitadela, nem que seja para ver a maravilhosa Lauren Graham.
Meh… a sensação que tive foi que estava a ver Brothers and Sisters, versão 2.0. Nem mesmo a Lauren e o Peter me conseguem fazer ver mais.
BTW – welcome Ana!
Bem-vinda Ana à equipa do TVD. Mais uma boa adição à equipa (já lia os teus textos noutros sítios)
Em relação ao episódio, eu não gostei. O elenco é bom e o Peter e a Lauren destacam-se, mas achei tudo muito parecido com Brothers & Sisters. Não irei vê-la. Mas para quem sente falta de um drama familiar, esta série poderá ser uma boa adição.
Antes de mais bem vinda a este canto.
Ao contrário de B&S que não passei do primeiro episódio, este início deixou-me com vontade de ver mais.
Ainda é cedo para grandes conclusões e o episódio sofreu da confusão normal de ter de apresentar tudo em 45 minutos, mas pareceu-me promissor.
:3:
Os primeiros minutos tive a sensação como disse a syrin de estar a ver brothers and sisters 2.0 (versão mais aperfeiçoada e menos solarenga), em 45 minutos tentavam apresentar-nos toda a família mas a partir do diálogo da estação de serviço a série cativou-me.
O melhor: o diálogo da estação de serviço, o recital: a júlia a emocionar-se com o recital da filha(I’m a good lawyer and he’s a good father so she will be like a relative of mine, i can manage, i can lower my expectation), o diálogo entre o pai e o peter e por último a imagem do peter ao som de forever young no final do episódio.
O pior: o filho que aparece do nada.
:4:
P.S: Boa crítica. à espera do próximo episódio e da próxima crítica
Bem…acho que tenho a vantagem de não assistir Brothers & Sisters evitando assim esse tipo de comparações mas, ainda assim, não podia deixar de elogiar uma série que coloca o Krause a correr logo no início (ahh…boas memórias) e termina ao som de Dylan
Quanto ao episódio em si, não deslumbrou e ficou claro que a série tem bastantes fragilidades para lidar mas, ainda assim fiquei satisfeita com o que vi e com vontade de ver os próximos desenvolvimentos
Ahh…e obrigada a todos :cool7:
Foi uma estreia morna pautada por momentos bons. Não me parece que vá seguir, pelo menos por enquanto.
Bem-vinda à equipa Ana!
Eu compreendo as comparações com BS, porque ambas são assentes em conceitos básicos que se encontram em qualquer série de TV, que são os dramas familiares e as relações interpessoais, e não tem mais nada além disso. E este episódio preocupou-se bastante a apresentar todos os personagens, que são muitos, e todos os seus dilemas, que por vezes foram apresentados de forma um bocadinho lamechas, mas eu não vou desistir da série após um episódio por uma razão: Jason Katims. Se olharmos para FNL, e pusermos de lado o futebol americano, é apenas uma série de adolescentes na sua base. Mas nem todas as séries de adolescentes têm de ser necessariamente fúteis, e FNL não o é. Muito pelo contrário. Tal como Parenthood poderá não ter necessariamente aquele tom demasiado novelesco de BS. Pode muito bem vir a ser um Once & Again. Dependerá muito do que o Katims e a sua equipa fizerem com a mesma. E eu continuo na expectativa que sairá daqui algo interessante.
Confesso que só vi o pilot por se tratar de uma série com a minha querida Lauren Graham. Ainda me está a custar ver a série e não pensar na Sarah como Lorelai.anyway…lol Eu vou continuar a ver a série pk ao contrário do que foi dito aqui não achei que fosse nada parecido com B&S. Até pk a familia de Parenthood é mais classe média que alta como a de B&S. O caso de autismo do filho de Adam tocou-me muito, pois é um assunto sério que é sempre bom ver abordado na TV.
:4:
Bem vinda à equipa Ana!! Já tinha saudades de te ler e de seres minha colega de escrita, no mesmo local
Obrigada Luís