[SPOILERS] Depois de Sue (Eden Sher) e de Brick (Atticus Shaffer), chega a vez de conhecermos mais de perto a vida amorosa e romântica de Axl (Charlie McDermott). Afinal o rapaz, pela calada, até conhece bem os meandros de tal especialidade.
Morgan (Alexa Vega) é o nome da personagem feminina que há seis semanas deixa Axl em êxtase. Para grande surpresa de Frankie (Patricia Heaton) e Mike (Neil Flynn) a miúda é gira e está muito perto da perfeição. Mas o estado de graça não dura muito e rapariga decide acabar a relação. Deixando de lado o facto de o fim da relação ter sido atirado para a narrativa à pressão, o acontecimento é aproveitado para vermos um outro Axl e ouvirmos um antigo Mike. O primeiro de rastos com o fim da relação, o segundo de rastos pela humilhação do passado que o presente lhe recorda. Estes foram momentos engraçados e que aproximaram pai e filho.
Na outra história do episódio temos mais aventuras de Brick. O puto que delira com livros desta vez quer delirar com zombies. Objectivo atingido! As expressões de Sue e Brick são momentos de risota, mas os comentários de ambos durante o filme não lhes fica atrás. E o que dizer das suas atitudes após o filme? Da “boa” ideia de rever o filme de dia? Ou dos acontecimentos no ginásio da escola? Esta dupla esteve inspirada e deu-nos motivos suficientes para largarmos umas gargalhadas.
Amor e terror andaram de mãos dadas no episódio. E em ambos os lados as repercussões foram sentidas pelos intervenientes. No fim, como sempre, tudo se resolveu da melhor maneira. E quem já teve problemas deste tipo, facilmente encontra a realidade espelhada naqueles minutos finais.





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Gostei do episódio! Foi tão engraçado quando o empregado começou a falar em espanhol. A Sue ficou toda assustada e ele só estava a dizer que o piso estava molhado. lol
Passou depressa o que é sempre sinal de um bom episódio.
Essa cena foi porreira
Realmente passou bem depressa o tempo.
Gostei do episódio, foi bom ver um lado do Axl sem ser o de tronco nu…
Gostei de ver um episódio mais centrado no Axl, mas para mim o melhor foi o Brick e a Sue. Genial todas as cenas entre eles. Torna-se praticamente impossível não ficar viciado nesta série, o que não é nada fácil.
Conheço algumas pessoas que não são nada amantes de ver séries (não percebo porquê
) e desde que lhes sugeri a série (graças a ti Maciel, Obrigado) viram todos os episódios e só querem ver mais.
Tal como eu.
Eh lá. Estou a ver que tens feito uma maratona da série.
Em relação à sugestão, não tens que agradecer. Um dos objectivos das reviews (e, em geral, deste site) é mesmo isso: dar a conhecer séries. Se depois as pessoas gostam ou não das sugestões, já é outro assunto. Tu estás a gostar desta série e ainda bem para ti, pois é bom encontrarmos uma comédia que nos faça rir.
Pois é, fiz mesmo uma verdadeira maratona.
Quanto à sugestão, tenho mesmo de te agradecer, porque de certeza que não ia pegar nela tão cedo. Mas a verdade é que assim que vi o 1.º episódio fiquei logo rendido à mesma.
Ainda por cima a minha mulher, que não costuma acompanhar muitas séries, ficou também viciada. Acabámos por não conseguir resistir a ver um episódio atrás do outro e agora é pior porque já não temos mais para ver. Só esperando uma semana como normal…
Do que eu mais gosto na série é que realmente representa na perfeição muitas famílias norte-americanas. Eu e a minha mulher conhecemos algumas famílias e são só semelhanças. Principalmente com uma família nossa conhecida, que mora em Savannah e que é tal em qual como a família Heck. Penso que a maior diferença é que têm 5 filhos.
Têm sempre tudo desarrumado, 2 filhos costumam dormir no chão da sala para estarem mais perto da tv (que Nunca é desligada) e os pais não se importam nada; comem sempre comida já feita ou congelada; jantam sempre no sofá a ver os reality shows, entre muitas outras coisas. O filho mais novo deles também me faz lembrar um pouco o Brick porque costuma queixar-se que como é o mais novo minguém lhe dá atenção. Além disso é, de longe, o mais inteligente de todos. De tal maneira que conseguiu sozinho, e através de uns livros portugueses que levámos e alguma conversa connosco, aprender a falar português. Claro que não fala fluentemente, mas já é capaz de ir lendo livros portugueses.
Outra coisa semelhante é que dizem sempre “cozinhei” ou “fiz o jantar”, quando foram ao McDonald’s ou usaram o microondas. Uma vez, num domingo, disseram-nos que a avó vinha a casa cozinhar. Pensámos que como era uma senhora mais velha ia fazer realmente um cozinhado. Quando chegou disse que ia fazer uma sopa. Quando entrámos na cozinha ela retirou duas latas de sopa já feita de um saco, e pôs o conteúdo numa panela ao lume.
Desculpem pelo testamento, mas sempre achei muito interessante observar culturas tão diferentes da nossa, e esse é um dos motivos porque gosto tanto de The Middle.