[SPOILERS] Ora aí está! A Primavera chegou há já alguns dias, a neve derreteu, os pássaros voltaram, as esplanadas espalham-se pelas praças e passeios, sente-se a paixão no ar (que respiramos) e Chuck (Zachary Levi) ouve aquilo que sempre quis ouvir. Tudo perfeito portanto!
Depois dos acontecimentos do episódio anterior (e tendo em conta que este seria uma espécie de final), era de esperar que este apresentasse algumas resoluções para vários assuntos pendentes. E assim foi! Tudo num episódio com um bom ritmo, com poucas surpresas, com algumas ausências importantes e com o final feliz ansiado por muita gente. Relaxem agora os românticos e os inveterados nos romances (fictícios) das séries. Por aqui, o parzinho mais votado está juntinho e a pergunta que se coloca é: por quanto tempo?
Comecemos por Shaw (Brandon Routh) e pelo início do episódio. Afinal a emboscada a Sarah (Yvonne Strahovski) não o foi e tudo não passou de uma bela operação de show off de Chuck e de toda a sua artilharia pesada. Claro que toda aquela situação soou muito a falso (depois de tudo o que ele já tinha demonstrado, esquecer assim a morte da sua mulher era completamente incoerente) pelo que a surpresa de vermos Shaw a trabalhar para a The Ring foi coisa que não existiu. No entanto, a história entre estes dois esteve animada e o seu epílogo em Paris contou com a preciosa ajuda de Chuck.
Ele que habitualmente era o “other guy“, o refugo ou o substituto, vê-se aqui na linha da frente da acção e do amor. E como muitas vezes ambas as temáticas andam de mãos dadas, nada como fazer um frente-a-frente entre amor e vingança por um amor passado. Chuck, que nunca pensou matar alguém, vê-se na obrigação de o fazer e se haveria alguém que merecia essa honra, Shaw estaria na primeira posição. A sua queda no rio simboliza (esperemos!) a saída definitiva da personagem da série e a sua ausência não será lamentada. Só de pensar em tanta personagem feminina prematuramente despachada, até me dá um calafrio mental que me deixa levemente deprimido.
Mais dois destaques ao episódio:
- O enorme Casey (Adam Baldwin), numa reviravolta nada surpreendente, recupera o seu posto depois de capturar o director da organização inimiga. Se é verdade que ele e as suas caretas nunca estiveram muito ausentes, vê-lo em acção (regularmente) é muito melhor.
- Morgan (Joshua Gomez) é o mais recente elemento da Team Bartowski. Veremos o que sai daqui, mas só este facto parece abrir novas possibilidades à narrativa. Por mim, até podiam convidar o Jeff e o Lester para a festa, pois por vezes falta alguns “penetras”. E com seis episódios até chegarmos ao final da temporada, ainda há algumas festas para visitar.





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Finalmente, o momento tão ansiado. Chuck e Sarah juntos. Poderia ser um perfeito final de temporada, com o duo enamorado, o vilão capturado e a ameaça Shaw neutralizada. Poderia, mas não é. Ainda teremos mais aventuras, agora apimentadas pela relação que passou do plano platónico para o concretizado.
Gostei. E muito. A adição de novo membro ao clã Bartowsky, com Morgan oficialmente empossado de espião trará, por certo, novos rumos e gargalhadas a uma série que continua a manter o espírito original, terrivelmente refrescante.
:4meio:
Este episódio, sinceramente, não me disse nada, e grande parte da questão prende-se com o facto de:
a) não me interessar minimamente se o Chuck e a Sarah ficam juntos ou não. Não é para isso que vejo a série
b) não suportar o Shaw, e ter dificuldades em ver as cenas em que ele aparece. Que papel ridículo, que interpretação tão fraca.
Bah
O melhor foi mesmo o Shaw a morrer muahahahahahahahahah
Chuck vs. Angel de La Muerte foi melhor que esse episódio?? :yuk: :yuk: :stop9: :stop9: :noway: :nowa: :noway: :nowa:
o episódio foi pra ser uma series finale e tu me dá 82? tu tá de brincadeira. O episódio era pra ser uma series finale, você não gostaria de ver Chuck e Sarah separados, Morgan e Casey morgando (desculpe o trocadilho) na Buy More, Awesome e a esposa sem seus finais.
Considerando que o episódio foi um “episódio” normal de Chuck é :5: :5: :5: :5: :5: e no mínimo um 95
Chuck vs. Angel de La Muerte foi melhor que esse episódio??
Uiii. Podes crer, podes crer, podes crer, podes crer, podes crer, ….
Nota demasiado baixa para o que o episódio foi. Mas são gostos e quem não aprecia Chuck, quem não aprecia a série, os momentos que esta nos proporcionou (e falo só neste episódio), as reviravoltas, tudo, dá nisto, uma nota baixa e não sou o único que o acha.
Foi um dos melhores episódios que já vi de Chuck.
:4meio:/:5:
Mais uma vez… As notas são pessoais. São reflexo da opinião da pessoa que as dá. Como é óbvio, nem toda a gente tem a mesma opinião, logo se 10 pessoas diferentes fossem dar nota ao episódio, certamente haveriam várias notas diferentes. Eu acho muito bem que se discorde ou se concorde com o autor de seja que crítica for a que série for, mas ainda não percebi qual a necessidade de se estar constantemente a falar sobre as notas. O facto do Maciel ter dado um 82 não faz com que um episódio seja um 82. Apenas faz com que para ELE seja um 82.
Quanto a isto, “quem não aprecia a série, os momentos que esta nos proporcionou, as reviravoltas, tudo, dá nisto, uma nota baixa e não sou o único que o acha”, tu que até por aqui passas há bastante tempo até nem devias dizer essas coisas, porque na temporada passada o Maciel às vezes escrevia sobre a série com o entusiasmo de como se a mesma fosse um grande fenómeno (que para mim nunca foi) e fartava-se de gabar a série. Agora, acho que ninguém é obrigado a gostar sempre da mesma coisa da mesma forma e, sobretudo, a ter de gostar de algo só porque os outros gostam.
Discordas dele? Ok, tudo bem. Isso é normal. A insistência em debater notas ou pôr em causa o nível de apreciação que determinada pessoa tem sobre uma série é que não faz sentido nenhum.
Sim, as notas são pessoais e neste caso discordo, mas gostava de saber como uma pessoa que como tu disseste e bem, escrevia com entusiasmo e esta temporada mudou! Já não são as mesmas reviews do ano passado e esta temporada de Chuck não baixou de qualidade em relação à anterior, claro, no meu ponto de vista… Só não entendo a mudança mas isso é do feitio de cada um.
Quanto à renovação da série, ficava contente mas não sei até que ponto eles conseguem prolongar, mas se ficasse por mais 6 episódios penso que seria suficiente para terminar.
Mas a questão é que a série mudou, principalmente de tom. Está mais adulta, mais séria. Pessoalmente, e tirando a parte dos amores e desamores (que sempre existiu mas que é chata como tudo), acho que essa mudança só lhe fez bem. Se a série se mantivesse sempre igual, como dava a entender nos primeiros episódios desta temporada, é que, para mim, perderia o interesse. Até porque eu nunca fui um fã incondicional da mesma. Mas compreendo o ponto de vista do Maciel e de outras pessoas, que viram determinados elementos, especialmente elementos cómicos ou as piscadelas aos anos 80, que faziam da série algo distinto, diluir-se ao longo desta temporada. Sim, ainda existem, mas já não é a mesma coisa. Eu não me importo. Gosto da série mais adulta. Há outras pessoas que não, sentem exactamente o contrário.
Mas são gostos e quem não aprecia Chuck, quem não aprecia a série, os momentos que esta nos proporcionou (e falo só neste episódio), as reviravoltas
Se eu não apreciasse Chuck certamente que já não acompanharia a série e, por isso, já não escreveria sobre ela.
Falando deste episódio, eu olho para a nota e vejo lá escrito um “muito bom”. Ora, se está lá isso escrito é porque achei isso do episódio. E achando isso, não me parece que seja nota de alguém que não apreciou o episódio.
O que são reviravoltas para ti, podem ser simplesmente momentos previsíveis para mim. Ou momentos que não sendo previsíveis também não são surpresa nenhuma. E depois? Onde está escrito que devemos todos sentir o mesmo?
Já não são as mesmas reviews do ano passado e esta temporada de Chuck não baixou de qualidade em relação à anterior, claro, no meu ponto de vista
Tu não achas que a série baixou de qualidade e isso é óptimo para ti. Continuas a ter o mesmo prazer que tiveste no ano passado. Eu acho o contrário e rapidamente explico:
1. Sarah, Chuck, Sarah, Chuck, Sarah, Chuck. Estamos na 3.a temporada. Acho que já chega.
2. Shaw! Horrível, péssimo, intragável! Pior actor do ano na televisão (entre as séries que acompanho). E a personagem dele prolongou-se e prolongou-se.
3. The Ring! Nada a ver com o perigo que era a Fulcrum. Tirando o início da temporada, depois foi tudo muito amador, tudo muito pouco sério, tudo muito no ar.
4. Hannah! Aparece (mais) uma rapariga, dura uns episódios e depois lá vai ela à sua vida. Objectivo? Criar um triângulo amoroso, deixar uma cambada de gente (na net) que não tem mais nada para fazer à beira da histeria e mais tarde repor o “status quo” da série. Bravo!
5. Muitas histórias/missões estavam ligadas directamente ao triângulo amoroso. E isso dá-me seca. Gosto de amor quando as coisas são naturais. Tudo o que é forçado para criar uma novela, não gosto. E se o critico em todas as séries que o fazem, porque razão não o faria aqui? Ou não é essa uma das razões para se criticarem novelas e outras séries mais novelescas? Amor nunca foi aquilo que procurei em Chuck. Se mo quiserem dar, que o dêem como já o fizeram com outras personagens.
6. As séries podem e devem evoluir e Chuck fê-lo em parte (sim, porque existem tretas sem fim que são repetidas desde o íncío!). Mas perante os meus olhos, foi na direcção contrária, afastando-a daquilo que adorava nela (os três em missão, a confusão da loja, os momentos sérios mas sem novelas, etc, etc).
Um dia, poderei inovar e começarei a escrever textos com base nas opiniões dos outros e da rebanhada que todas as semanas diz “amen” a textos inspirados nas correntes de opinião que se formam na internet. Até esse dia chegar, os meus textos serão sempre o reflexo daquilo que eu acho sobre o que acabei de ver. Poderá ser uma %$%&~##, mas é a minha opinião.
Maciel a presidente! :verycool:
Também voto! Não poderias ter resumido melhor!
Eu, por acaso, tenho abstido-me de dar a minha opinião e não há altura melhor do que esta semi-final para o fazer.
Chuck foi sempre uma série que eu gostei imenso, tanto na primeira temporada como na segunda. Esta “mudança de tom” que se tem falado, para mim, é simplesmente a evolução natural. Chuck, a personagem, foi, cada vez mais, empurrado para o mundo dos espiões e, é óbvio, que não ia ficar para sempre o querido e inocente rapaz apaixonado que queria sair da Buy More e ter uma vida normal.
Não tenho qualquer problema em relação ao foco nas relações amorosas que a série tem feito. Um dos meus arcos preferidos na segunda temporada foi o da Jill. No entanto, existiram dois grandes problemas: a Hannah foi uma boa personagem que não atingiu o seu potencial e o Shaw foi um personagem que, se não era completamente aborrecido, o actor encarregou-se disso. O meu ódio pelo Shaw até contribuiu para a série no final (Die! Die! Die!). Houve também outros detalhes como o corte nos personagens secundários e a falta de recursos do The Ring forçados pela diminuição do orçamento da série.
Sendo assim, não achei a temporada tão má como muitos a querem fazer parecer. Eu vejo na nota um “Muito Bom”, mas essas palavras não estão minimamente espelhadas no texto. O que leio no texto é “falso” e “previsível”.
Acho que esta temporada fez algumas cenas muito bem: toda a evolução do Chuck, a descoberta de Morgan, a reacção da Sarah à evolução do Chuck e o desenvolvimento da relação do Chuck e da Sarah (Shaw à parte…). Também tivemos óptimas prestações de todos os actores. A Yvonne Strahovski surpreendeu-me imenso com a sua capacidade para cenas dramáticas. O Levi continua perfeito no papel principal. E o Baldwin, bem, o Baldwin é o Baldwin.
Desde o episódio Chuck Versus The Beard, acho que a série mostrou uma qualidade consistente e, com um início bastante forte, acabou por se revelar uma temporada bastante boa com alguns defeitos e não o contrário.
Esta “mudança de tom” que se tem falado, para mim, é simplesmente a evolução natural.
“Mudar de tom” e “registar-se uma evolução” não são a mesma coisa e não são dois aspectos incompatíveis. Não há qualquer dúvida que a série mudou de tom. Poderia-se muito bem ter registado uma evolução e o tom da série ter-se mantido idêntico (o nível de palhaçada por episódio é claramente inferior ao que era nas duas temporadas anteriores). Mas sim, concordo que a mudança de tom está relacionada com a evolução do personagem. Mas são aspectos que se complementam, não se anulam.
O que eu quis dizer é: tem lógica. O personagem principal evolui e fica mais negro. A série acompanha. Para mim, isso é natural.
Nota demasiado baixa para este episodio. o melhor da temporada :5:
Gostei bastante e ainda bem que o Shaw morreu porque coitadinho do actor não sabe mesmo representar.
É. Ele é mesmo fraquinho como actor.