[SPOILERS] Toquem as trombetas, engalanem as praças e rotundas mais emblemáticas (mas também as mais escondidas e pequenas) do país e as vielas mais escuras, pois a continuar assim, tudo se iluminará numa festa em honra de “Chuck”. O meu sorriso já voltou, o cansaço desapareceu e o futuro promete.
Quando as palavras falham (ou não são correctamente entendidas), nada como um episódio para mostrar aquilo que a série representa para mim. E este foi um que o fez em grande estilo. Estava farto de enredos secundários, farto de histórias repetidas unicamente com o intuito de adiar algo e farto do “vai mas faz que não vai”. Quero sempre o que “Chuck” me proporcionou desde a sua estreia: entretenimento desmedido, com alguma comédia e sequências de acção. Tudo sem grandes dramas e sem floreados.
Chuck (Zachary Levi) e Sarah (Yvonne Strahovski) andam no melhor que ambos podiam imaginar. Lá longe, naquele sempre esquisito continente chamado Europa, o amor de ambos corre sobre carris. Para eles não há fronteiras que impeçam aquela corrente amorosa de atravessar países. Se é para haver amor, que haja deste. Não é chato, é lógico e em nada muda a química entre aquelas personagens. E o resto, continuou quase tudo lá:
- A missão que envolveu o etarra Juan Diego Arnaldo (Carlos Lacamara) teve de tudo. Cenários bem variados, situações engraçadas no comboio, uma espectacular sequência de acção no café, romantismo para dar e vender, Chuck e Sarah em escapadelas secretas, momentos Victoria’s Secret e as habituais confusões.
- Casey (Adam Baldwin) e M. Grimes (Joshua Gomez) formaram uma bela dupla. De um lado a faceta militar, do outro a faceta azelha. Ambos têm os seus trunfos e ambos são compatíveis.
- Ellie (Sarah Lancaster) e Devon (Ryan McPartlin) parece que estão de saída para África. Fico com pena se estas personagens se ausentarem por muito tempo. Tanta que acho que mais valia não terem mexido com o destino destes dois.
- “Jeffster unplugged” não é nome de um disco mas bem que poderia ser. Eles que rebentam com tudo, desta vez decidiram dar um concerto mais calminho. A vozinha melosa de Lester (Vik Sahay) e o olhar cândido de Jeff (Scott Krinsky) a acompanhá-lo, serviram para acalmar a audiência.
Tal como a General Beckam (Bonita Friedericy) referiu: «It’s about damn time.» Sim, já era tempo destes dois terem algum sossego amoroso (juntos ou não, era-me indiferente) e a série seguir o seu caminho com outras histórias muito mais interessantes. “Feeling Good” canta (e encanta) a diva Nina Simone no final. E eu, não poderia concordar mais. Finalmente!





Blogue Sangue Fresco
Cinema Notebook
Sons of Anarchy Portugal






De facto foi um episódio excelente que me fez ficar colado do inicio ao fim a sorrir sozinho. As cenas de comédia, as de acção e o enredo (sem side storys) foram todas boas e bem executadas. Ansioso pelo próximo e…
será que vai chegar para renovar a serie?
:4meio:
será que vai chegar para renovar a serie?
Pois. Todos os anos a mesma dúvida. A ver vamos. Se bem que acho que a série já não tem muito mais para dar. A haver uma 4.ª, que seja a última
Pode ser que a NBC veja na série uma boa parelha para o Undercovers do Abrams e decida renová-la.
meh… este episódio não me conseguiu cativar, meloso demais. No entanto, como ando com muito trabalho, culpo o cansaço por se calhar não conseguir apreciar devidamente a história.
A minha frase favorita?! A Ellie tira os pesos da mala, e o Awesome responde: “Babe, this didn’t happen by accident!”
PS – Tanto momento Victoria’s Secret num só episódio… tá mal! E agora, sem o Awesome para compensar, vai passar a ser uma daquelas séries com eye candy só pra gajos. TÁ MAL!!! Ao menos podiam trazer o Agent Beefcake de volta… sigh!
Sim foi meloso mas aceitei bem, pois era (será?) para arrumar a história destes dois. Antes este mel que triângulos e quadrados amorosos
“Babe, this didn’t happen by accident!”
Muito boa essa frase. Dei uma valente gargalhada.
Realmente ele vai fazer falta às meninas (e a alguns meninos). Pode ser só passageira a sua ausência.
Falando a sério, e deixando de lado o factor eye candy, acho que o Awesome e a Ellie fazem falta à série, são parte da família e a sua partida por alguns (espero eu!) episódios vai fazer-se sentir e muito.
Espero que regressem o mais breve possível!
Eu também acho que eles fazem falta. No entanto, ambos têm estado um pouco relegados nestes últimos episódios. E é uma pena.
Ao menos podiam trazer o Agent Beefcake de volta… sigh!
Sim… por favor.
Eu gostei do episódio e achei interessante a dupla Casey and Grimes.
Bem, se a série for renovada imagino que esta transição para uma espécie de Mr. e Mrs. Chuck se deva manter. Gosto disso. Acho que será uma evolução natural. Ainda bem que se acabaram os pára-arranca à novela. «It’s about damn time.»
Eu também gosto da hipótese. Resta saber se eles a manterão.
A Sarah bêbeda com sotaque texano foi de chorar a rir. Gostei do episódio mas ando com pouca vontade de ver a série…
Gostei do episódio mas ando com pouca vontade de ver a série…
Eu também ando com menos vontade de ver.
Muito bom mesmo. Concordo com a Beckman, “it´s about damn time”.