[SPOILERS] Depois de um episódio inteiramente dedicado a Madonna, “Glee” regressa às suas “origens” e aborda questões pertinentes do dia-a-dia da maioria dos adolescentes (e também adultos, claro) por esse mundo fora.
É sempre interessante, para além de benéfico, quando uma série aborda assuntos mais sérios e actuais sem parecer um after school special. A mais-valia de “Glee” neste caso é conseguir passar uma mensagem importante de uma forma relativamente relaxada e tomando as suas personagens como exemplo. E mesmo não havendo por cá estas distinções tão vincadas (cheerleaders, jocks, etc.) não deixa de ser relevante um episódio que lida com as inseguranças de cada um.
Se a semana passada me queixava da falta de profundidade das personagens que só pareciam ali estar para cantar a música escolhida para o efeito, esta semana tivemos finalmente uma abordagem mais honesta à vida de alguns membros deste grupo. Se os problemas de imagem de Mercedes (Amber Riley) tiveram o seu ponto alto na interpretação da música “Beautiful”, as dificuldades de Kurt (Chris Colfer) e Finn (Cory Monteith) em lidar com o novo relacionamento dos pais parece que ainda tem muito para dar e é uma história que vou seguir com interesse.
Quanto à participação especial de Kristin Chenoweth, ao contrário do que aconteceu há uns episódios atrás, esta semana não me convenceu inteiramente. A sua interacção com Will Schuester (Matthew Morrison) pareceu-me algo forçada e o seu regresso um pouco despropositado, salvando-se apenas a sua excelente voz que dá logo uma outra energia às músicas que interpreta.
O Melhor: Voltarem a dar mais dimensão (e solos) às personagens.
O Pior: Onde é que está a Quinn (Dianna Agron)? Fora um momento ou outro mal tem aparecido e digamos que a sua situação era interessante de ir seguindo.





Blogue Sangue Fresco
Cinema Notebook
Sons of Anarchy Portugal






Eu acho que a série tem esquecido muitas das suas personagens e se centrado DEMASIADO na Mercedes e no Kurt (Que são as piores personagens da série)… Foi um episódio melhorzito mas mesmo assim… Ah e só espero que a pai do Kurt e a mãe do Finn não ficam juntos… PLEASE NO MORE RIDICULOUS DRAMA!!! Ah e volta a meter as musicas que passaram no episódio
:3meio:
Eu por acaso acho que eles têm é de se focar noutras pessoas que não o Finn e a Rachel. Eu nem me consigo lembrar do nome do chinês =S
LOL O chinês só está lá para animar a coisa, dançar de vez em quando. Assim como o preto. Não são propriamente personagens. Estão lá para encher.
O que vale é que já comecam a dar um pouco mais de destaque à Britanny e Santana que elas são hilariantes. E um bocado cute também.
Concordo plenamente. Foi cute quando a Santana se encostou. Ainda bem que não sou só eu que penso isso, ou diriam que tinha algo a ver com os homens gostarem de ver lésbicas. :whistle:
Eu também não posso falar muito porque via LWord lol
Pois, deve ser por isso mesmo que estão a pensar em passá-las a regulares.
A Britanny de cada vez que abre a boca desmancha-me a rir. :loool:
E o melhor é mesmo o ar lunático quando ela manda essas bocas. Neste episódio só me lembro da “I’m pretty sure my cat is reading my diary.” mas a cara dela foi tão hilariante que voltei atrás só para me rir mais um bocado.
esse comentário foi hilariante!!! :loool: :loool:
Não concordo muito.
Por um lado, o episódio melhorou no sentido em que o desenvolvimento dos personagens pareceu natural ou, pelo menos, justificado. Ou seja, parece os personagens já não andam numa montanha russa só para avançar a história (em parte porque neste episódio a história pouco avançou).
Por outro lado, Glee é muito menos divertido quando se foca no drama em vez da comédia. Todos estes enredos, que tinham a papinha toda feita, já foram feitos imensas vezes e, em muitas delas, bem melhor. É difícil fazer drama quando as personagens roçam a caricatura. E, diga-se de passagem, a falta de capacidade dos actores não ajuda.
A participação da Kristin Chenoweth foi mais do que forçada.
Pior que o anterior era impossível, mas mesmo assim este episódio não me convenceu.
Eu acho que eles tinham ali a Chenoweth para usar e depois não sabiam o que lhe fazer por isso meteram-na com esta linha de argumento completamente fora de tudo.
E se bem que concordo contigo que esta série consegue ser melhor na comédia do que no drama, também acho que fazia falta alguns conflitos para conseguirem dar mais profundidade a estas personagens de forma a fugir deste papel caricaturizado que frequentemente têm.
E a Emma e o Will??? Eles ficam tão fofos!!! Qual é o drama em juntá-los?
Por acaso já ultrapassei um bocado a Emma e o Will. Quando eles se beijaram no final do Sectionals pensei “oh, tão queridos” mas agora com o Will a ser um asshole não estou muito interessada.
Lol isso é porque viste o Trailer de Bad Reputation…
* Não viste… Sorry
Adorei a versão do Beautiful, foi extremamente bem jogada depois de toda a pressão da Sue.
O resto do episódio… eu adoro a Kristin Chenoweth (ai, que saudades de Pushing Daisies!) mas achei a volta da personagem um bocado para o forçada. Ao menos sempre deu para uns duetos bonitos!
Achei fofinho o romance do pai do Kurt com a mãe do Finn, mas a reacção do Kurt foi demasiado a puxar para o drama. O pai adora-o e apoia-o nas escolhas dele, e ele fica chateado por causa dele querer falar de desporto com o Finn? A serio? Drama queen much?
Finalmente, para mim Glee e muito, mas mesmo muito, a musica. E este episódio teve musica mais calma e sentimentais e eu prefiro as mais animadas, portanto não o apreciei tanto.
Venha o próximo episódio
:3meio:
Para mim a entrada da Kristin Chenoweth num episódio é logo suficiente para me deixar satisfeito. No entanto, apesar de ter gostado deste episódio, tenho de concordar que a sua passagem foi muito forçada. Espero que quando voltar exista uma história melhorzinha.
Os momentos altos foram a Mercedes e música Beautiful, e a frase “I’m pretty sure my cat is reading my diary”. Foi mesmo lindo! O ar da Britanny foi priceless, como sempre.
É impressionante como é que passado algum tempo de ter visto o episódio consigo ainda rir-me com essa frase e imaginar mesmo o ar dela a dizê-la!
Neste episódio achei refrescantes não termos a Rachel a cantar.
Também achei que April caiu ali um bocado de pára-quedas e foi-se embora tão depressa quanto chegou, mas despediu-se em grande!
“Antes de te aperceberes vais estar a deixar saquinhos de vómito no armário!” A sério, esta para mim foi a melhor do episódio! :rotf:
Já aquela actuação e toda a situação do Kurt… por favor. Que drama.
Também gostei de ver a Quinn de volta, apesar de até já me ter esquecido que ela estava grávida tanta é a regularidade com que aparece.