[SPOILERS] É a habitual correria para o final da temporada, trazendo mais uma vez uma personagem antiga para juntar a uma história que se quer interessante mas que recorre a soluções antigas. Tudo feito para conseguir um belo episódio.
A série já está renovada para uma quarta temporada, no que é um cenário bem diferente do ano passado. Mas o facto de (mais uma vez!) trazer Steve Bartowski (Scott Bakula) para resolver (mais uma vez!) o problema do Intersect, construindo para isso (mais uma vez!) uma qualquer maquineta, deixa no ar a sensação de regresso ao passado. Não foi suficiente para estragar o episódio (até porque ele teve todos os ingredientes que me fazem gostar da série), mas fico a desejar que a imaginação não comece a dar mais faltas por aqueles lados. Adiante!
Tal como já referi, eu gostei bastante do episódio pois este conseguiu reunir tudo aquilo que gosto de ver em “Chuck”: uma história interessante, várias situações de comédia, alguns disparates, diálogos engraçados e bastante acção. Vejamos.
A história principal é a que possibilita o regresso de Steve. Ellie (Sarah Lancaster) está fisgada no conto que Justin (Scott Holroyd) lhe vendeu e tudo corre bem para o lado do vilão. Com o regresso do pai abre-se também um ligeiro problema entre este e Chuck (Zachary Levi), pelo que anda tudo muito sensível no seio da família Bartowski. A sinceridade, nestes dias, é palavra vã para Ellie e Chuck, pelo que as coisas só podiam complicar. E num desenvolvimento que traz a sua parte mais engraçada, Casey (Adam Baldwin) também se junta à confusão. E com este assunto arrumado, falta ainda destacar:
- Sarah (Yvonne Strahovski) e Chuck continuam bem. A missão à penthouse de Shaw teve bons momentos de acção e situações engraçadas, mas o melhor de ambos foi mesmo aquando da visita à cabana (sim. Aqui também há cabanas!) do Steve. Dá gosto vê-los trabalhar juntos. Só falta mesmo o Casey para ser perfeito.
- “Earth, Wind, Fire & Rain”. As coisas que este pessoal inventa. Lindíssimo momento artístico este, com uma bela homenagem musical e uma frase deliciosa: «I can’t wear this anymore, but you have the hips of a six-year-old girl. Use them.»
- Carrega Jeffster!! A dupla esteve pouco tempo activa pois a rebeldia de Jeff (Scott Krinsky) levou-o a uma ruptura com o “Ster” (Vik Sahay), pelo que o projecto a solo avançou. A criatividade é a mesma, a qualidade nem por isso mas a vontade que tenho de rir é a mesma de sempre.
- Shaw (Brandon Routh) a sequela. Verá a luz do dia? A ver vamos, mas eu preferia que este nome fosse coisa do passado (sempre era melhor ressuscitar elementos femininos). Aquele final coloca-nos na dúvida mas parece-me que é tudo para enganar.
É claramente um episódio de preparação para o final, onde eles deverão jogar todos os trunfos que têm nesta altura (pena é que tenham andado uma parte da temporada a perder tempo com quezílias, tricas amorosas e personagens amorfas). Fiquem com a letrinha de “Jeff” e para a semana cá estaremos para ver o final desta temporada.
Hey, girl
Whatcha got for me?
You want to get up on here
and have a baby wit’ me? YeahOh, I see how it is
Well, I don’t need ya
Your uterus won’t fit my baby in it anyway
My name is Jeff,
uh, Jeff, uh, Jeff





Blogue Sangue Fresco
Cinema Notebook
Sons of Anarchy Portugal






Não sei se foi do cansaço se da má disposição, mas achei este episódio apressado demais. Passou-se tanta coisa, trouxeram de volta uma personagem de que há muito não sabíamos (o pai) e andaram a 300km/h…. isto, é claro, depois de andarem a engonhar com histórias desinteressantes durante grande parte da temporada. Pena… se tivesse sido tudo feito com mais calma, teria sido melhor.
Anyways, é sempre um prazer rever o Scott Bakula. Menos interessante foi rever o Shaw. Die, Shaw, DIE!!!!!
Sim, foi tudo muito rápido. Se viessem “embalados” desde o início (como a temporada passada) teria sido melhor. Mas mesmo assim, eu gostei imenso por causa de tudo o resto.
Eu gosto do Shaw! Eu tenho um extremo apreço pelo rapaz… O Superman Returns é um filme muito mal amado, no meio dos meandros do Super-Homem, mas é um filme, a meu ver mal compreendido. Era pedido que este Super-homem se sentisse, mais do que nunca só! Creio que o Brandon Routh esteve à altura (substituir Reeves seria sempre complicado) e teve um excelente desempenho como Super-Homem. Como Shaw também não esteve mal, a história em si é que tem sido tão merdosa em Chuck que só o Adam Baldwin e o desprezado Joshua Gomez é que conseguem brilhar. Gostei do episódio Darkside dele e pode ser que agora seja realmente diferente
Gostei bastante mas não quero o Shaw de volta!