[SPOILERS] É verdade, o dia que muitos fãs esperavam chegou finalmente! Realizado por Joss Whedon e com a participação de Neil Patrick Harris, Barney para os amigos, este foi um episódio que à partida já tinha gerado altas expectativas. Será que as alcançou?
Do meu ponto de vista, talvez por não ter visto nenhum vídeo promocional ou por não ter lido nada sobre o que se ia passar, este episódio não só alcançou, como excedeu as expectativas. Os motivos foram vários e acho importante não descurar nenhum, por isso vou tentar esquematizar da forma mais simples possível.
Neil Patrick Harris – se a princípio parecia muito a personagem que tão bem conhecemos em “How I Met Your Mother”, rapidamente lembramos os dotes musicais deste actor com um excelente dueto do início de vida dos Aerosmith. Juntando a isso uns momentos de tensão com Sue (Jane Lynch) e um flashback para os seus tempos de liceu com direito a número de magia e temos um convidado que merece voltar;
Rachel (Lea Michele) e a busca da mãe desaparecida – quando foi anunciado que Idina Menzel se ia juntar ao elenco desta série, todos os rumores apontavam para a actriz como mãe da estrela deste grupo. As semelhanças físicas eram óbvias e o talento nem se discute. A forma como o fizeram, se a princípio sugeria um qualquer esquema para arruinar os New Directions, agora surge sobre nova perspectiva, dando ao número musical da dupla um impacto ainda maior;
Artie (Kevin McHale) e o sonho desfeito – a perspectiva de poder dançar foi o que guiou a história deste rapaz que teve aqui um merecido tempo de antena. Foram vários os momentos decisivos nesta linha de argumento mas o mais diferente foi sem dúvida a dança no centro comercial, onde pudemos ver o talento deste actor que nesta personagem é uma pena não ser aproveitado.
Concluindo, mesmo já não aguentando os discursos moralistas de Mr Schue (Matthew Morrison) e as constantes picardias com Sue, este foi um episódio que avançou com alguns aspectos da história e nos deu números musicais muito bem conseguidos. Não foi o episódio da temporada mas ao menos lidou de forma adulta com um tema que poderia tornar-se numa pieguice pegada.
Músicas do Episódio
Piano Man – Billy Joel (Bryan&Will)
Dream On- Aerosmith (Bryan&Will)
Safety Dance – Men Without Hats (Artie)
I Dreamed a Dream – Do musical Les Misérables (Rachel&Shelby)
Dream a Little Dream of Me – Ozzie Nelson (Artie)
O Melhor: Para além do mencionado, o flashmob no centro comercial filmado com câmaras “normais” deu um ar muito real ao momento.
O Pior: Faltaram as piadas de Brittany (Heather Morris).





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Foi realmente um episódio muito bom! :electric:
Equilibrado em todos os sentidos, com momentos musicais muito bem escolhidos e no devido lugar, e ainda com a fantástica participação especial do também fantástico NPH!
Sem exagerar, para mim foi um dos melhores episódios da temporada.
:4meio:
Eu dava 85 :shiny:
Vá, vá tu achas que são sempre bons :whistle:
Mas neste caso até concordo, foi dos melhores da temporada.
Gostei imenso do episódio (como sempre) e concordo com o Luís (ironia porque sou eu que adoro todos os episódios) e dava igualmente um 85
Então pronto, o comentário era para ti :yuupii: têm de arranjar aí uma diferença qualquer no nick para eu não me enganar outra vez =P
Por acaso até tem. Um tem acento no i e outro não.
Oh ZB já sabes que eu tenho dificuldade com esses acentos que passam despercebidos =P
Grande, grande episódio! Adorei o NPH como convidado, deram-lhe um papel muito interessante e o dueto foi fabuloso. Deviam era te-lo posto a contracenar com a Sue mais um bocadinho!
A historia do Artie foi muito bem explorada, e a flah mob no centro comercial foi 5 estrelas. E foi muito bom ouvi-lo cantar sozinho.
Ate a historia da mae da Rachel foi bem feita. Estou curiosa sobre as verdadeiras motivaçoes dela… levar a filha para o glee club dela? Veremos.
No fundo este episodio foi LEGEN… wait for it!… DARY! =D
:4meio:
Eu estava convencida que eles queriam deitar abaixo o clube rival mas afinal a história era mesmo outra. Interessante e diferente!
Confessa, tu só gostaste mais deste episódio porque nem se ouviu a voz do Finn
Também gostei bastante. Ao início não estava a achar nada de especial, mas depois a partir do número dos Aerosmith tornou-se muito bom.
Momento do episódio para mim: O número da Rachel com a Mãe.
Lea Michelle = wow, :verycool:
Por acaso não fazia a mínima ideia que aquela senhora era a mãe dela, ficou bastante surpreendido pela positiva. Foi uma boa história
A história do Artie foi bom ter-se tornado mais realista, deu um tom mais sério e honesto ao episódio (aliás, todo este episódio não foi virado para a comédia – só me ri talvez na parte do “anger sex”).
Dei pulinhos de felicidade, é verdade. E depois ver o dueto da Rachel com a mãe deixou-me completamente de boca aberta.
Adoro a tua implicância com a personagem
E a carinha dele quando canta parece que lhe estão a ir ao __.
lol
eu adorei esse dueto… mas eu sou suspeita adoro a música…..
Gostei desta viragem na história…e elas são de facto parecidas!
Fogo, decidiram pôr os enredos dramáticos todos no mesmo episódio?
Por um lado, achei que o episódio esteve bastante bem para um episódio “dramático”. Mostrou uma consistência que não é costume. Por outro lado, a série é muito melhor quando se debruça na comédia negra.
Gostei do twist da mãe da Rachel que afinal não quer arrumar com o New Directions.
Eu acho que se eles tivessem conseguido equilibrar este drama mais adulto com a comédia negra que já provaram que sabem fazer, tínhamos aí sim a série merecedora de todos os prémios que quisessem dar.
Sim, isso era, mas eles nunca provaram que o sabem fazer. Até agora só houve episódios engraçados, mas inconsistentes com os personagens a serem moldados em função do enredo (Hell-O); este que foi puramente dramático e consistente; alguns que conseguiram mais ou menos balançar a comédia e o drama (Wheels, Sectionals), mas sem deixarem de ser inconsistentes; e depois há aqueles que são simplesmente maus (Madonna).
:4: