[SPOILERS] A apenas um episódio do final desta temporada, a série leva-nos numa viagem no tempo até a uma altura que se pode considerar o Big Bang da série. Temos assim a oportunidade de ver como tudo começou para estas personagens e como elas se adaptaram a sua nova vida.
Num episódio aclamado por muitos com um dos melhores da série, a expectativa era grande e poder finalmente perceber algumas das coisas que acompanham o dia-a-dia das personagens era um extra bem-vindo. Tudo começa com uma discussão entre Leonard (Johnny Galecki) e Sheldon (Jim Parsons) sobre a temperatura do termóstato, isto leva que Leonard procure refúgio na casa da Penny (Kaley Cuoco) e é aí que começa a contar a história de como foi viver com Sheldon.
Vamos assim numa aventura que mostra como era Sheldon antes de conhecer os seus amigos. O famoso acordo entre companheiros que vivem na mesma casa não é esquecido e vemos como ele foi criado e algumas das suas regras ridículas e hilariantes ao mesmo tempo, aquela sobre as viagens no tempo foi excelente. A escolha do lugar ideal também não podia faltar e é mais um belo momento no episódio. No meio de mais umas quantas piadas com grandes referências aquela época surge o momento em que ele conhece Raj (Kunal Nayyar) e Howard (Simon Helberg). Apesar de isto tudo não se passar assim a tanto tempo o sentido de moda daquelas personagens está alguns anos atrasado e é um toque especial que torna ainda mais engraçado toda aquela situação.
Para aqueles que queriam saber o porquê de o elevador estar avariado tiveram a sua resposta e descobriram que a culpa é de Leonard e as suas experiências. Ao longo do episódio vão aparecendo pequenos pormenores que nos dão respostas sobre algumas coisas e nos dão a conhecer como as personagens ganharam algumas das suas características que vemos todas as semanas.
É um episódio que talvez pudesse ter surgido mais cedo, mas isso não afecta o quão interessante foi conhecer mais sobre o passado destas personagens. Para mim não foi o mais hilariante que a série nos deu mas em termos de argumento é um dos mais interessantes e que é essencial para os fãs. Não é um episódio para um primeiro contacto com a série mas sim uma prenda para aqueles que assistem à série semana após semana e por isso é uma caixa que se vai abrindo com muitas surpresas lá dentro. Não é um episódio perfeito e para mim esta temporada até já houve melhor, no entanto não deixa de ser muito bom por conseguir ser diferente e ao mesmo tempo tão familiar.
Não sendo uma crítica apenas a este episódio e eu até já disse isto mas volto a repeti-lo, eu não sei que pessoas assim às gravações, mas rirem-se à grande porque alguém sobe umas escadas, dá um passo em frente ou levanta-se do sofá consegue ser algo por vezes irritante.





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Não sei se foi do facto de as minhas expectativas estarem muito elevadas mas, fiquei decepcionada com este episódio. Não o considero de todo como um dos melhores da série…para mim foi apenas mais um.
No entanto a referência a Firefly e a parte da máquina do tempo foram excelentes
Sim, em termos de comédia já houve bem melhores. Este teve foi uma história algo diferente e por isso houve por aí muita pessoas que ficaram logo doidas. :whistle:
Gostei, foi melhor do que os que temos visto ultimamente, mas daí a ser um dos melhores… n achei.
Eu também acho que não é dos melhores da série. Como desta vez vi o episódio mais tarde apanhei alguns comentários e reacções por essa Internet fora a dizerem tão bem do ep. que tinha de mencionar na crítica.
Não deixa de ser um belo episódio mas nesta temporada já houve uma mão cheia de eps. melhores que este. Nas temporadas anteriores nem se fala.
Foi giro, melhor que muitos desta temporada.
Adorei a referÊncia a firefly, ao picard vs kirk, à maquina do tempo e a cena do elevador e do sofá muito boas
Acho que foi dos meus preferidos desta temporada que é capaz de ser a mais fraca até agora no geral.
Gostei do episódio, pois tal como é dito na review, tratou-se de uma prenda para quem assiste à série desde o primeiro episódio.
Foi interessante, e divertido, perceber o porquê de algumas questões, mas esteve longe de ser o melhor episódio desta temporada. Para mim continua a ser o maravilhoso The Adhesive Duck Deficiency. E esteve ainda mais longe de ser o melhor de toda a série.
Em relação a eu não sei que pessoas assistem às gravações, mas rirem-se à grande porque alguém sobe umas escadas, dá um passo em frente ou levanta-se do sofá consegue ser algo por vezes irritante. , não podia estar mais de acordo.
Eu prefiro as séries sem os risos de fundo. Se por vezes é interessante porque chega a haver alguma interacção entre o público que assiste e os actores, considero que o riso é na maioria das vezes irritante.
No entanto não posso deixar de falar sobre a minha experiência neste aspecto. Durante uns bons anos eu assisti à gravação de séries onde havia público a assistir, e este não aparecia, como é o caso de Big Bang ou HIMYM, tal como assistia a programas onde o público aparecia (talk shows).
Nas séries onde o público não aparecia, mas estava lá a assistir e a rir, existia um membro da produção que ensinava uma série de sinais no início de cada gravação e depois ia fazendo esses sinais para a plateia enquanto a série era gravada. Havia o sinal para rir, para rir muito, para rir descontroladamente, para praticamente gritar, para fazer ohhhh, para chorar… enfim, sinais para tudo. E muitas vezes, falo por mim, era muito difícil de corresponder aos pedidos, porque a piada não era assim tão grande… O que originava por parte da plateia vários risos forçados.
Não sei se nos Estados Unidos gravam as séries assim, mas se for o caso, muitos dos risos, ou a sua intensidade, não parte espontaneamente das pessoas. Devem-se sim aos sinais do membro da produção. Recordo-me aliás de um dia, nas gravações da antiga série da RTP “Nós os Ricos”, em que o Fernando Mendes fez uma graça qualquer em que toda a plateia começou a rir intensamente, e a produção decidiu cortar a cena e mandar repetir, desta vez com uns risos mais fraquinhos…
Se é para ter plateia a assistir, dever-se-ia ouvir as reacções verdadeiras do público e não umas reacções encenadas. Contudo não sei se isto ainda acontece, ou se é assim nos EUA.