[SPOILERS] “Mad Men”, a série mais premiada da actualidade. É desta maneira que, quase sempre, somos apresentados a esta série sobre o mundo da publicidade. Mas a questão é: quem a vê? Terá assim tantos fãs apaixonados?
Comigo não foi amor à primeira vista. Embora reconhecesse todos os méritos técnicos e artísticos à série de Matthew Weiner, a verdade é que sempre me pareceu faltar algum fulgor, alguma vitalidade. Paralelamente, penso que a série não é tão talhada para audiências mais jovens. Por muito que reconheçamos o valioso trabalho de direcção de arte ao reconstruir uma época, a verdade e que não a vivemos e, como tal, e mais difícil sentir esse fascínio e essa nostalgia.
No entanto, aos poucos e poucos, a vida e o trabalho de Donald Draper (Jon Hamm) foi-me conquistando. Don e, claro, personagens como a Peter (Vincent Kartheiser), a Peggy (Elisabeth Moss), a Joan (Christina Hendricks), a Betty (January Jones) e o Roger (John Slattery). E assim chegamos ao final da terceira da temporada. Uma nova agência, uma separação e a promessa de mais grandes momentos
Who is Don Draper?
Eis a frase com que começámos esta quarta temporada e que promete ser o fio condutor dos próximos episódios. Um ano passou desde a saída em grande estilo das personagens principais da Sterling Cooper e hoje a Sterling, Cooper, Draper, Pryce já ocupa um piso inteiro (embora sem mesa de reuniões). Mas não foi só o espaço que mudou. Agora temos uma Penny bem mais confiante, falando olhos nos olhos com os homens, bebendo e fumando como uma deles, um Roger com as suas tiradas geniais mais próximo de Don, um Peter mais dedicado, um Cooper preocupado e um pryce a fazer contas as vidas. Isto porque, apesar do sucesso, a empresa está demasiado dependente da xxx e da lucky strike.
Solução? Don Draper e as relações públicas. No entanto, o resultado não é o esperado. A entrevista sai algo negativa e, no final, os clientes desaprovam as suas ideias. Terá Draper, o tão premiado director criativo, perdido o seu toque de Midas? É o que parece. Como ouvimos dizer no início da série a publicidade é tornar um objecto vulgar em algo desejado. Então porque é que o próprio Don, mestre na arte de vender impressões, não se consegue vender a si próprio? Única e exclusivamente porque não podemos vender aquilo que desconhecemos.
Este parece-me ser o ponto de partida da nova temporada: a descoberta do verdadeiro Don Draper, sozinho, afastado da moldura do pai e marido perfeito. E como podemos constatar na cena com a prostituta vêm aí grandes revelações.
Outros apontamentos:
- Não sabemos nada sobre o marido da Joan? Será que ela já o deixou? Esperemos que sim.
- Será que voltaremos a ver o Ken (Aaron Staton) o Kinsey (Michael Gladis) ?
- Betty continua com os seus métodos pouco “simpáticos” com os filhos. E o seu novo marido parece que já viu o seu sonho mais cor-de-rosa…
- Gostei muito da Bethany (Anna Camp). Espero torná-la a ver mais vezes.
Concluindo, foi um regresso em grande. Com estilo, com inteligência, com subtileza e com o seu humor característico. Que continue assim.
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Por acaso comigo foi amor à primeira vista, amor esse que não tem parado de aumentar :loveyou:
Foi um grande regresso, gostei mesmo muito do episódio e tudo indica que vamos ter mais uma grande temporada.
:4:
:yeahhh1: mais um fã da série no TVD lol
foi um belo regresso, sim senhora. Quanto à “grande temporada” tem todos os ingredientes para isso. Veremos o que a equipa do Weiner fará
eu adoro!!
finalmente posts sobre esta maravilhosa série… mto sérias mas que retrata totalmente os dias de hoje!
comigo também foi amor à primeira vista e este regresso foi muito bom
Jon Hamm é amor
Já vi que Mad Men e o Jon Hamm têm muitas fãs para estes lados
Sei que já vou tarde, mas nunca é tarde demais para começar a ver uma série. E neste caso vou começar amanhã. Espero também gostar.
Fazes muito bem, Filipe. Não te deixes é “assustar” com o ritmo lento da série no início
Obrigado Pedro, eu não fico. Amanhã já deixo aqui a minha opinião.
Nada como esta altura para pôr várias séries em dia! :cool7:
E como o prometido é devido, estive a ver os 2 primeiros episódios de MM e devo confessar que a meio do primeiro já estava rendido à série.
Por isso, aqui vou eu começar mais uma maratona :run12:
Boa. vai dizendo o que estás a achar
Já estou no terceiro, vou dando notícias
Também gosto muito da série, apesar de só ter começado a vê-la este verão.
Este regresso foi muito bom. Teve uma certa frescura e energia pois chegou com muitas mudanças e até algumas novas caras. Dá para ver logo que o Don está a atravessar dificuldades tanto a nível pessoal, como a nível profissional. Muito interessante o facto de ele ter adquirido(?) o gosto por masoquismo no acto sexual, será uma forma dele se “castigar” por ter perdido a sua família?
Quanto ao casamento entra a Betty e o Henry é interessante ver que não é, nem vai ser um mar de rosas. O principal problema é sem dúvida os filhos da Betty, é por eles que ela não quer mudar de casa e aquela filha dela está cada vez pior.
Foi bom ver esta Peggy que até tem um novo colega/amigo com uma curiosa relação entre os dois, visto que eles contrastam ali na opinião a cerca do Don. Só espero é que ela não se dê mais com aquele Duck.
Ah e quero mais Joan, porque a Christine Hendricks é awesome.
De resto, prevejo uma excelente temporada.
PS: só dois pequeníssimos reparos no teu texto, não é Penny (mas sim, Peggy) e a Joan não é interpretada pela January Jones (repetiste sem querer).
Muito interessante o facto de ele ter adquirido(?) o gosto por masoquismo no acto sexual, será uma forma dele se “castigar” por ter perdido a sua família?
Muito provavelmente. Don é um homem que gosta de dominar e ter tudo sob controle. Esse é o seu escape
Quanto ao casamento entra a Betty e o Henry é interessante ver que não é, nem vai ser um mar de rosas. O principal problema é sem dúvida os filhos da Betty, é por eles que ela não quer mudar de casa e aquela filha dela está cada vez pior.
Sem duvida. A pequena Sally vai oferecer-nos excelentes momentos esta temporada, de certeza.
Christine Hendricks é awesome
:verycool:
PS: só dois pequenos reparos no teu texto, não é Penny (mas sim, Peggy) e a Joan não é interpretada pela January Jones (repetiste sem querer).
Tens toda a razão. :spsnking: Obrigado pelo aviso.
Eu só vi as duas primeiras temoradas e apesar de lhe reconhecer méritos não tive pachorra para ver mais além… talvez um dia destes volte a pegar na série. Talvez desta vez não adormeça. :zzzz:
nao deve valer muito mas a 3 temporada é a melhor
Muito bom episódio, ao nível dos anteriores!
Esta temporada promete!
Pena só ter críticas semanais (por episódio) nesta quarta temporada. E que tal para compensares, fazeres um resumo/crítica para cada uma das temporadas anteriores, com a respectiva pontuação?? xD
Talvez levasse mais pessoas a ver a série.
Epah vocês só me querem dar trabalho
é por mad men é por uma boa causa lol
LOL a questão é que, a ser feito, deveria ter sido antes do inicio desta temporada. Por outro lado quem não viu a série não vai poder ler as criticas ne?
Tudo depende do que pretendes escrever. Os meus balanços de temporada são quase sempre sem spoilers (só os meto quando há um grande acontecimento que preciso falar). E os vários regressos ao passado que estão no site também são sem spoilers.
Mas realmente teria mais sentido antes da temporada começar. Podes sempre fazer antes de começar a próxima
eu adoro! finalmente posts sobre a melhor serie da actualidade!
Se é a melhor série da actualidade não sei. Mas que é excelente, lá isso é :cool7:
é discutível…
breaking bad e dexter tão ao mesmo nível :whistle:
mas pronto o k interessa é k é de facto muito boa!!
Sim… Dexter, Mad Men e Breaking Bad devem ser, hoje em dia, as 3 melhores coisas que se faz em televisão em drama.
Na minha opinião, claro :p
:yeahhh1:
talvez house ganhe novo alento nesta temporada (duvido) pk a ultima foi :yuk:
Duvido
Eu acrescentava Damages a essas 3. :bounce:
Nc vi… vou espreitar as criticas aqui do site, pk ando á procura de algo para ver secalhar ainda vai ser essa.
Eu só ainda não vi a segunda temporada, que muitos dizem que foi a menos boa.
Mas a primeira e a terceira foram excelentes!
A Glenn Close é uma senhora actriz, completamente merecedora de todos os prémios que já ganhou por esta série!
Tenho estado a ver Damages pela 1ª vez! Super-recomendado. Só vi ainda 1ª temporada e é fantástica.
Damages é muito boa mas algo inconstante, muito devido a uma segunda temporada algo fraca
algo a acrescentar á minha lista de series para ver, talvez seja mesmo a proxima
Vou começar entretanto a ver a 2ª. Veremos como será…
Mesmo não sendo excelente de certeza que consegue ser muito melhor que a esmagadora maioria das séries que por aí andam a ganhar Copas de Personagens! :suar:
Esta é daquelas séries que devem ser saboreadas e degustadas como e com um irish whiskey 12 anos e não com um balde de pipocas e coca-cola… A subtileza, minúcia e inteligência fazem dela um dos raros produtos televisivos imperdíveis deste Verão (bastante árido e fastidioso…) a par com o Sherlock da BBC, Futurama e Louie.
Grande episódio e grandes mudanças:
- Uma nova agência. Novos sócios.
- O casal protagonista divorciado: Betty para um lado, Don para outro.
- A Peggy uma alegre e confiante publicitária.
- E o Pete que aparentemente deixou de ser a ovelha ranhosa do grupo.
E ao mesmo tempo há coisas que nunca mudam:
- O Don e a Betty continuam infelizes, cada um à sua maneira.
- A arrogância do Don continua proporcional ao seu talento.
Who is Don Draper?
Continuaremos a descobrir.
Repararam que o Don foi jantar com a Sarah Newlin de True Blood? Senti falta daquele sotaque do Sul… :rotf:
Sim, gostei muito dela, como disse. espero que volte a aparecer
Outra fã aqui!
A pergunta do episódio: Who is Don Draper? ” Talvez o único publicista que não sabe vender-se.
Uma nova agência com caras muito conhecidas todas juntas por causa dele ” We are all here because of you. All we want to do is please you.”
Adorei Peggy cada vez mais alegre e confiante publicitária. E o
Pete evoluiu (aparentemente).A Betty cada vez mais neurótica (sinceramente não entendo como o novo marido continua a viver na casa do Don)
A melhor parte a dicotomia entre a cena inicial e a final