[SPOILERS] “There are people we can’t live without, but have to let go”. 114 episódio depois, chegou a vez de nos despedirmos de A.J. Cook e da sua JJ, lutando contra o sentimento de que a sua partida chegou cedo demais.
O que dizer então deste episódio sem martelar em demasia na tecla JJ? Que foi diferente, sem dúvida, interessante e emotivo qb. Sem grande suspense mas com uma aura negra em cada uma das salas de interrogatório, fugindo ao habitual trabalho em campo para nos concentrarmos na esquadra da polícia. De um lado temos a procura de confissões de forma bastante intensa e do outro a impotência dos pais da rapariga desaparecida.
Partindo do princípio que os dois suspeitos sobre custódia eram os culpados, a equipa do BAU desenvolveu um esquema bastante interessante, com vários truques na manga que são sempre giros de se ir descobrindo. A capacidade de tornar estes momentos cativantes para o espectador foi crucial, especialmente quando os dois rapazes pareciam que não iam “quebrar”. Resolvido o caso numa nota positiva, chegou o momento que toda a gente aguardava e que simplesmente não podemos deixar de falar: a inevitável saída de JJ.
Obviamente, esta foi a parte mais interessante do episódio, numa clara homenagem não só à personagem mas também à actriz e com muitas referências que pareciam claramente dirigidas aos fãs. Num claro paralelismo com a vida real vemos a reacção de cada personagem no momento da despedida e contemos por pouco as lágrimas com a sempre emotiva Garcia (Kirsten Vangsness). Somos ainda brindados com um apanhado de alguns momentos cruciais ao longo da série e acabamos com um discurso que mais parece feito por A.J. Cook para quem está a ver.
Agora que este passo já foi dado resta saber como vai funcionar a equipa sem a sua “relações públicas” e se é que vão abordar efectivamente este assunto. Do lado de cá do ecrã vai com certeza deixar saudades.
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