[SPOILERS] Um episódio de “30 Rock” não era o mesmo sem uma ou outra celebridade aparecer momentaneamente ou até ter um papel mais forte no decorrer dos vinte minutos. Assim, já é comum estarmos preparados para uma aparição de uma qualquer pessoa, mais ou menos famosa, que normalmente vem para agitar as águas.
Neste terceiro episódio, uma dessas pessoas vem mesmo trazer problemas a Jack e ao negócio entre a NBC e a Kabletown. Uma das histórias que continua da temporada passada é esta e se até podia ser bem aproveitada, para já, os resultados não são muito famosos. Ao ir a uma audição do congresso para falar sobre o negócio, Jack (Alec Baldwin) é interrompido por Regina Bookman (Queen Latifah) que acusa a estação de ser racista e de não ter mais diversidade na sua programação. Não achei grande piada a isto e penso que podiam ter levado esta história para outros caminhos em vez daqueles mais óbvios, no entanto, houve uma coisa boa que surgiu daqui, a série que Tracy (Tracy Morgan) e companhia criaram para combater estas acusações.
Desta vez, Liz teve de lidar com o facto que os seus súbditos não a respeitam e não dão valor ao trabalho árduo que ela tem na construção do programa. Para se safar da responsabilidade e provar o quão é difícil a sua posição conta com a ajuda de Jack, que usa Toofer (Keith Powell) como solução para matar dois coelhos de uma vez. Também aqui não houve nada de especial, tudo muito normal com poucas piadas interessantes mas que ainda deu para esboçar um sorriso.
Quem está a fazer de tudo para voltar é Kenneth (Jack McBrayer), que quer entrar no programa outra vez mas de forma correcta como qualquer outra pessoa. Ajudado por Jenna (Jane Krakowski), prepararam-se para enfrentar a primeira escolha com um número artístico que prometia deslumbrar. Soube a pouco, mesmo com Jenna a dar piada a quase todas as situações esperava um espectáculo mais ridículo na apresentação de Kenneth, especialmente porque foi preparado por ela.
Foi um episódio banal, sem deslumbrar, com poucas cenas que irão ficar na memória e ainda por cima com um humor contido que poucas vezes levou ao riso. É preciso mais para não se tornar, outra vez, numa temporada aborrecida com poucos momentos de destaque. O começo até aos créditos iniciais e os últimos segundos ainda foram as melhores coisas do episódio.
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De destacar também a presença de Rob Reiner, o famoso Meathead de “All in the Family”, e realizador de um dos meus filmes favoritos, “Stand by Me”, mas que nos últimos tempos anda mais pela política e por isso mesmo aqui se auto-parodia sem quaisquer complexos.
Bem como as várias referências a um dos cancelamentos mais estranhos dos últimos tempos, o de “Law & Order”, quando apenas mais uma temporada dariam à série o recorde de mais longa de sempre.
Quanto ao episódio em si, concordo contigo. Podia ter sido melhor.
O Meathead? Não o reconheci… Very cool!
Pois é esqueci-me desse e do John Amos. :whip:
Apesar de nunca ter visto a série também nunca fiquei a perceber bem esse cancelamento e neste episódio não se fartaram de parodiar com essa situação. :wink1:
Eu gostei do episódio, e achei as cenas da Queen Latifah bem divertidas.
Opah eu até estava a achar mais ou menos morno até ao momento do talk show africano, onde eu me desmanchei a rir. A Tina Fey apanhou-me nesse momento, adoro a Liz Lemon
Este episódio teve referências atrás de referências bem engraçadas. E o discurso da Queen Latifah, muito bom!