A sua presença não passa despercebida, pois aparecem em todos, ou quase todos, os episódios, mas inexplicavelmente são as personagens que menos desenvolvimento têm tido até hoje nas respectivas séries. Não são completamente inúteis, algumas até são bem interessantes no pouco que têm tido oportunidade de mostrar mas simplesmente continuam postas de lado e não se percebe bem porquê.
Astrid Farnsworth (Fringe)
Supostamente, esta menina é agente do FBI mas a verdade é que o papel dela na série se resume a pouco mais do que ser a babysitter de serviço do Walter. E mesmo que num outro universo tenha mais relevância em termos da sua posição no interior do bureau, a verdade é que continua a aparecer tão pouco em cena como neste lado de cá. Pelos visto, está-lhe escrito no sangue que, seja onde for, nunca há-de ter mais presença do que tem tido até agora.




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O Creed, deviam imediatamente fazer um episódio sobre ele, ele ainda teve uns momentos muito bons na 2ª temporada, mas parece estar ali uma personagem a explodir.
Bem, não posso aprofundar muito o assunto pois das que aí colocaste só conheço duas: a Astrid e a Mercedes. Mas sim, no que disseste tens toda a razão, tanto em relação à Astrid como a Mercedes. Gostava que dessem um pouco mais de protagonismo a ambas pois acho que no que mostram tem tudo para serem boas actrizes.
Creed é o máximo! Sinistro sim, mas responsável por algumas das piadas mais hilárias de The Office!
Ainda hoje morro de rir ao lembrar da cena em que, quando ele pede ajuda ao Ryan para criar um blog, Ryan cria um documento de texto no word para ele…
Já a Mercedes… se tivesse as pernas da Santana ou o abdômen do Sam, sem dúvida teria maior tempo de tela!
A Astrid é completamente secundária e ostracizada. O tempo que perderam a dar-lhe alguma relevância é quase o mesmo que deram à vaca.
Do resto só posso falar da Mercedes. Ela tem menos desenvolvimento que outras lá em Glee mas ainda assim há lá pior. E quando ela canta, esquece-se tudo.
Não digas mal da Gene! :stupid:
A Gene é a vaca? Se for, eu gosto dela. Aliás eu gosto de vacas.
Era só uma brincadeira! Toda a gente gosta de vacas.
É verdade. Principalmente no prato.
A Astrid é completamente secundária e ostracizada. O tempo que perderam a dar-lhe alguma relevância é quase o mesmo que deram à vaca.
LOLOL.
Já terminaste a season 2, Maciel?
Achas? Estou no 14. A ver vamos se acabo ainda este ano
Pois… está difícil. Estou seriamente a pensar seguir a dica do io9 e ver só alguns episódios. ;D
(modo espicaçar: on) Eh pá, a série também não é assim esse suplício todo, principalmente para quem mama os CSI todos ou para quem já reviu 500 vezes o Stargate SG-1, que em 200 episódios 100 são uma chunguisse autêntica. (modo espicaçar: off)
:starwars:
CSI? NCIS, pá!
http://www.youtube.com/watch?v=N0ras1MGeQ8
Falando em Stargate, tenho mesmo de começar a rever a série pela… 4a? (5a?) vez. :cool7:
A boca dos CSI era para o Maciel. Foi 50/50.
E 5.ª vez!? Vais chegar aos 1000?! Isso é que é vício nessa série.
:whhhattt:
Então e o SGA? Ainda não viste tudo, pois não?
Ah bom, é que eu e CSI… nããããã… dispenso.
Para dizer a verdade, 5 vezes foram só as primeiras 4 seasons. As outras n vi tantas vezes.
Tenho de rever tudo para treinar para o concurso de trivia de SG1 e BSG da Basauri Con em Fevereiro.
Nope, ainda n vi Atlantis. I always miss my SG1 team! ;D
CSI, NCIS, qual é a diferença?
head slaps!
Eh pá, a série também não é assim esse suplício todo, principalmente para quem mama os CSI todos
ahahah. ‘Tás com umas piadas fixes
Não foi um suplício… para ti. Para mim foi. Principalmente quando se está a fazer uma maratona (sim. Ver uma série semana a semana e apanhar com um episódio chato é diferente). Se não foi assim tão mau, desafio-te a fazeres uma lista “10 bons casos de Fringe na 2ª temporada”. Garanto-te que não encontras 10
Mas isso seria sempre uma lista subjectiva. De certeza que há quem encontre 10 casos bons.
E, já agora, tu dizes que vais no 14 não é? Pois, dos nove seguintes, seis são dos melhores da temporada (para mim, claro) e ainda tens o musical, que não achei lá grande piada.
De certeza que há quem encontre 10 casos bons.
Sim, claro. É sempre subjectivo. Depende do crivo de cada um. Mas se as críticas abundam por todo o lado (sobre a seca de casos que a série teve), não me parece que tenha sido só de mim.
6 em 9 parece-me muito bem. Se na 1.ª metade a proporção fosse essa, certamente não a teria achado tão parada.
Depois de Glee na semana passada, esta semana é Fringe a tua eleita
Eu não disse que era de ti. E se fores reler os comentários que fiz na altura verás que muitos deles não são lá muitos abonatórios (até se vires aquele post do notícias da manhã em que vem a lista do Io9, ele foi feito pelo Duarte, mas quem lá meteu essa lista e aquela boca fui eu). Agora, não os achei tão maus ao ponto de os custar assim tanto a engolir como parece que está a acontecer a vocês. Claro que ver semanalmente ajuda a que o sentimento de saturação são diferentes, mas mesmo assim…
Depois de Glee na semana passada, esta semana é Fringe a tua eleita
Não, nada disso. Não tenho eleitas (a única que tinha já acabou). Nem sequer sou fã incondicional de ambas as séries. Apenas gosto de lhe louvar os méritos quando elas os têm: no caso de Glee, que tem um episódio bom no meio de 20 medianos mas parece que o que interessa é que as músicas sejam bonitinhas e o resto é conversa, e não acho que Fringe seja esse suplício todo (até porque ultimamente tenho revisto alguns episódios de X-Files, a referência para toda a gente, e há lá alguns que dá vontade de tirar o dvd do leitor e nunca mais o voltar a colocar).
Agora, não os achei tão maus ao ponto de os custar assim tanto a engolir como parece que está a acontecer a vocês. Claro que ver semanalmente ajuda a que o sentimento de saturação são diferentes, mas mesmo assim…
A questão aqui é mesmo essa. Uma vez por semana escapa (é como as secas de House ou outras) mas ver aquilo de seguida foi exasperante. E é muito fácil fazeres a experiência. Pega na 1.ª parte da temporada e revê-a aos 3 episódios de cada vez. A regra era mais ou menos: 1 bom (ou assim-assim) e dois secantes. E sim, eu sei que criticaste os episódios. Mas o sentimento é diferente quando se apanha aquilo de seguida.
Não, nada disso. Não tenho eleitas
eheh Eu sei. Era só para te espicaçar, que isto por aqui anda muito mortiço. A malta não comenta. Só alguns colaboradores e alguns (cada vez menos) habituais
tenho revisto alguns episódios de X-Files e há lá alguns que dá vontade de tirar o dvd do leitor e nunca mais o voltar a colocar)
Sem dúvida. Houve muitos (e então para o fim…). E foi exactamente essa sensação que tive ao ver a 1.ª parte da 2.ª temporada de Fringe. Vês como até entendes o meu suplício?
Apenas gosto de lhe louvar os méritos quando elas os têm:
Sim, claro que sim. E eu também. Mas também gosto de criticar quando há razão ou quando se fazem de esquecidos (estou a falar em termos gerais da net) dos defeitos de uma série. E como a 3ª temporada de Fringe arrancou em grande, parece que houve uma amnésia colectiva e que se esqueceram do passado. É que por esse prisma, Dollhouse também teve episódios bons. E vou esquecer tudo o resto?
Ou seja. Os 9 episódios que faltam até pode estar na estratosfera de tudo o que vi até hoje. Até podem entrar todos para a minha lista de fim-de-ano do TVD. Mas nunca apagarão a seca que foi ver os outros.
Ela tem menos desenvolvimento que outras lá em Glee mas ainda assim há lá pior.
Imagino que te refiras Brittany e à Santana e a este que cantou ontem pela primeira vez. A questão é que estes personagens listados são todos do elenco regular (menos o Creed, mas que é excepção porque a série já vai na sétima temporada e todos os outros personagens com o mesmo estatuto que ele já há muito que conseguiram ganhar o seu espaço, tendo mais protagonismo). Esses três de Glee não eram regulares (as raparigas só o passaram a ser esta temporada). Apesar de aparecerem em todos os episódios, eram sempre listados como “guest stars” (ou seja, os gajos que escrevem a série queriam ter mais algumas personagens para que o grupo parecesse maior, mas não tinham intenções de os desenvolver assim muito; são basicamente figurantes versão VIP).
A Mercedes é regular desde o início. E cantar não é desenvolvimento de personagem (mas eu até referi no texto que a presença dela era bastante sentida só por esse facto). Daquilo que eu me lembro, ela só teve um episódio em que estava apaixonada pelo Kurt, outro em que estava apaixonada pelo Puck e outro em que ofereceu abrigo à Quinn. E, de resto, mais nada. Enquanto vais ver os outros e todos tiveram histórias mais desenvolvidas.
Imagino que te refiras Brittany e à Santana e a este que cantou ontem pela primeira vez. A questão é que estes personagens listados são todos do elenco regular
Correcto. Não pensei que a lista fosse tão profissional e contasses só com personagens do elenco regular.
Não é uma questão de profissionalismo, mas sim de peso dos personagens. Os personagens que são do elenco fixo (regulares) são, como é natural, sempre os mais desenvolvidos. Se eu fosse a listar todos aqueles que são praticamente figurantes, então claro que existiam muitos outros. Mas estes, desta lista, não foram criados como acessórios e sim como parte integral da série e da sua narrativa.
Sinceramente acho que o Creed devia continuar assim. Ele é engraçado em pequenas doses. Muitas séries caiem no erro de pegar numa personagem que funciona num pequeno papel e dar-lhe protagonismo. Às vezes, só prejudica. Acho que este é o caso. Outras vezes compensa como a Rachel Bilson no OC, por exemplo.
Quanto à Mercedes e ao rapaz do Parenthood (já não me lembro do nome), tens razão, mas sinceramente não me importo. Acho que não fazem muita falta.
A Astrid já merecia um episódio…
Conheço a Astrid e a Katherine Rhumor…
A Katherine Rhumor é ainda MAIS INÚTIL que a Astrid. É impressionante, de fato. :rotf:
Eu gosto destas listas, dá para discutir algumas coisas interessantes, devias fazer umas de vez em quando.
Daqui só conheço o Creed, a Astrid e a Mercedes.
O caso da Mercedes não é grave a meu ver. Como o Maciel diz há lá uns que são menos explorados e ela ao menos em tem uns solos (muitos mais que outros).
O Creed é engraçado, não sei até que ponto “em grande dose” resultaria, o que também dá a sua graça à personagem é o facto de ser algo mais espontâneo. Mas não sei…
A Astrid é que de facto podia ter mais destaque. Mas acredito que virá com o tempo, porque a série tem vindo a corrigir os seus erros. Se agora acho que até vamos conhecer o… (mini spoiler em baixo) pode ser que comecem a desenvolver mais os secundários.
Não posso considerar que a Mercedes tenha assim tão pouca relevância comol por exemplo a Astrid… não conheço os outros mas estas duas não faz sentido estarem no mesmo lote.
Em relação a caracterização são muito semelhantes. Cantar não é caracterização. Cantar é cantar. E o texto faz referência a isso mesmo: desenvolvimento de personagens. Se calhar estás a achar estranho por causa do “inúteis” do título, mas se reparares no texto da Mercedes, eu faço referência a que a miúda tem presença na série porque canta como ninguém, mas em termos da construção da sua personagem é quase uma nulidade.
Não acho…andou envolvida em várias cenas, namorou com o Puck, foi cheerleader, está sempre a intervir. Percebo perfeitamente o post qd olho para a Astrid, a Mercedes não acho que tenha esse problema. É mais ou menos como comparar o Luis Filipe e o César Peixoto no plantel do campeão.
:)
A Astrid não pode ser o Luis Filipe porque ela joga sempre. Aparece em todos os episódios, tem cenas e diálogos em todos os episódios. A Mercedes namorou com o Puck num episódio e foi cheerleader em 2 ou 3 e sem grande impacto para a história, visto que a única coisa que ela fez enquanto foi cheerleader foi… cantar. A única diferença entre as duas é que a Mercedes tem mais presença porque a série é musical e ela é uma das que melhor canta.
Concordo com a Mercedes e a Astrid. Mas acho que deviam incluir a Rachel e o Finn.
Realmente é uma pena a personagem Astrid Farnsworth (Fringe) não ter um papel mais activo. Na outra realidade paralela, já é realmente o oposto e ela tem mais pinta e presença na equipa…
Só me posso pronunciar sobre a Katherine Rhumor, e é de facto lamentável vê-la tão mal aproveitada.