[SPOILERS] Mais uma vez dou por mim a falar de expectativas. É inevitável não se falar disso com uma série nova ou, neste caso, com alterações numa série com cinco temporadas em cima. Será que a mudança vai ser positiva para a série ou deveriam começar a pensar em fechar a loja?
Despedidas feitas, voltamos de novo ao trabalho com um antigo caso de Rossi (Joe Mantegna) a surgir aparentemente do nada para aterrorizar tudo o que é mulher loira trabalhadora. Gostando-se ou não desta personagem, este foi um caso bastante sólido, um bom prenúncio pós-JJ que ainda teve direito a uma pequena referência para mostrar ao espectador que não se esqueceram de um momento para o outro dela. Quem também se fez notar foi Ellie, a criança raptada pelo “Prince of Darkness” que como já se calculava, tem agora uma relação próxima com Morgan (Shemar Moore).
Mas voltando ao caso propriamente dito, cuja origem vem de trás, lidamos agora com um estranho caso de pai e filho juntos na “caça” das vitimas. Estes foram, sem qualquer hesitação, dos assassinos que mais asco me causaram, pelo doentio relacionamento que tinham entre si a juntar a uma doença debilitante que tornou todo o ambiente do episódio bastante negro. E se, habitualmente, não gosto que me “estraguem a surpresa” a revelar de antemão quem são os culpados, esta semana acabou por funcionar bastante bem, aumentando a pressão por já conhecermos aquilo que se passava nas mãos desta gente.
Como indicações finais, fica o bom trabalho em equipa, mesmo com algumas opiniões divergentes, mostrando que a mudança talvez seja benéfica para este série que está a precisar de uma nova motivação. Por falar em mudanças, que acharam do genérico inicial?
O Melhor: Passado este tempo todo ainda nos conseguirem enganar em relação à vítima. Ia jurar que era a mãe, depois o pai e o filho e fiquei espantada quando acabou por ser a filha.
O Pior: -
[starreview]
[starrater]
[table "91" not found /]




Blogue Sangue Fresco
Cinema Notebook
Sons of Anarchy Portugal





