[SPOILERS] “We all wear masks, and the time comes when we can not remove them without removing our own skin.” – Andre Berthiaume.
No quarto episódio desta sexta temporada deparamos-nos com um caso bem difícil de desvendar que parece prolongar os habituais quarenta minutos para 1h de mistério. Se o espectador já sabe quem é o assassino em questão, o que não sabe é porquê e como é que estes crimes estão a ser cometidos de forma tão fácil, sendo preciso uma grande dose de investigação para o conseguir apanhar. Embora o caso em si não me tenha deixado colada ao ecrã, as pequenas revelações que nos foram sendo apresentadas acabaram por compensar no suspense, destacando-se momentos como o da mulher estar grávida, do suspeito ser serralheiro e todo o esquema do swing.
O destaque óbvio esta semana vai então para a equipa que acaba por ter uma presença anormal no episódio, com praticamente todos os membros a ter uma cena de destaque na resolução do mistério. Em primeiro lugar, e com um merecido relevo, esteve Garcia (Kirsten Vangsness) que tenta ajudar a equipa a assumir o papel de J.J. o que se revela uma tarefa mais árdua do que esta pensava. Com ela trouxe também durante uns breves minutos Kevin (Nicholas Brendon), personagem que nunca pensei voltar a ver porque pouco ou nenhum impacto tem na série. Reid (Matthew Gray Gubler) e o seu maravilhoso corte de cabelo também pôde dar o ar de sua graça ao entrevistar a mulher do suspeito, numa cena bem diferente dos habituais interrogatórios levados a cabo pelos machos alfa da equipa. Por falar neles, Morgan (Shemar Moore) e Hotch (Thomas Gibson) a revelar o carinho que sentem pela hacker de serviço, mostrando a ligação que esta equipa tem. Por fim, Prentiss (Paget Brewster) entra no jogo de sedução para tentar encurralar o assassino, acabando por ser descoberta e não tendo outra opção senão defender-se.
Não foi um episódio muito interessante ou que se destacasse dos restantes embora tenha tentado entrar num mundo pouco explorado nos policiais. O assassino não era propriamente assustador e mesmo as cenas em que ele tem casais reféns não trouxeram mais ritmo à história ou sequer suspense. Os pontos fortes foram mesmo para a equipa que se revelou bastante nas diferentes interacções.
O Melhor: Kirsten Vangsness e a sua transformação superficial.
O Pior: Como é que a mulher que está a ver o marido a lutar com o assassino não o ajuda?!
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Mais um episódio… gostei mas não achei nada de extraordinário!
Gostei muito da nova faceta da Garcia!
A Garcia foi a melhor parte do episódio!
Acho que o episodio valeu a pena exactamente por causa da Garcia. Ate gostei do caso, apesar de ja termos visto melhor. A forma como foram revelando as pequenas informaçoes tambem foi bastante interessante.
Sente-se bastante a falta da JJ na equipa, mas acho que estao a lidar muito bem com isso em termos de narrativa.