[SPOILERS] “Criminal Minds” abre caminho para o Halloween com as “Devil’s Night” da cidade de Detroit, conhecidas pelos actos de vandalismo e fogo posto. Um cenário dantesco perfeito para ocultar o nosso assassino…
Num início de violência gratuita com um corpo a ser queimado vivo bem ao género da inquisição somos catapultados para a mente de um psicopata que tem passado os últimos 3 anos a aterrorizar esta cidade. Se a princípio o seu perfil parece ser o de um incendiário, rapidamente novos traços surgem que apontam para um homem perturbado que tem no fogo a sua arma de eleição.
Com uma equipa unida a discutir o caso como tão bem sabe fazer e depois uma espécie de hipnotismo que permite descobrir a “máscara” deste homem, o aleatório transforma-se rapidamente num processo de vingança premeditado que leva a algumas situações de extrema violência. Esta repentina sequência de raptos/tentativas de assassinato foi algo forçado para um homem que, teoricamente, passou os últimos três anos a ter este tipo de comportamento, acabando numa noite por atacar várias pessoas que, de uma forma ou outra, a si estavam ligadas. No entanto, a sua caracterização – quer física, quer psicológica – foi mais que suficiente para convencer, e nos seus momentos finais quase que sentimos compaixão.
Em relação à equipa, momentos sempre hilariantes a cargo de Reid (Matthew Gray Gubler) e outros mais sentidos com o regresso do pequeno Jack que vê no seu pai um verdadeiro super-herói. Um dos melhores momentos do episódio que deu alguma continuidade a esta relação. No fundo, um bom episódio que mesmo sem ser muito marcante não se tornou aborrecido.
O Melhor: As cenas entre os pais e os filhos.
O Pior: A preocupação com Hotch (Thomas Gibson) pareceu neste momento algo despropositada.
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