[SPOILERS] Will: “Vodka on the rocks. You called it your social lubricant. And the drinks you had
at home you called…” Katherine: “Oxygen”.
E ao décimo episódio de “Rubicon”, chega finalmente o momento do aguardado cruzamento de storylines entre o Will (James Badge Dale) e a Katherine Rhumor (Miranda Richardson), que já se tinham encontrado previamente mas apenas praticamente de relance. Agora, é diferente. Ambos expõem as suas descobertas nesta teia que rodeia as mortes de David Hadas e Tom Rhumor e deixam a promessa de se unir contra a Atlas MacDowell, bem como aqueles que estão por detrás dos seus desígnios. No entanto, esta recente parceria é rapidamente quebrada quando as ameaças chegam, vindas do Donald Bloom (Michael Gaston), mas encomendadas pelo Truxton Spangler (Michael Cristofer) e o resto da maralha por detrás da Atlas MacDowell.
Se bem que é uma pena que os momentos partilhados entre os dois personagens mais envolvidos na conspiração da série terem sido tão breves, parece-me extremamente pertinente que se as pessoas que os seguem já antes tinham referido que não os queriam juntos não os deixem agora desfrutar dessa recém-criada aliança. Porém, se a série não revisitar estes dois personagens a trabalhar em conjunto, vai parecer-me um retrocesso. A espera por este cruzamento de linhas de argumento foi longa e agora que chegou não pode simplesmente ficar por aqui, com cada personagem a ir de novo para seu lado e continuar a investigar por conta própria. Veremos o que nos reservam os episódios que restam da temporada.
Entretanto, na API, a Tanya (Lauren Hodges) regressa mas ainda não tem autorização para se juntar à equipa, sendo destacada para a cave para um trabalho sem grande interesse que lhe vá ocupando o tempo. Houve dois momentos particularmente fortes no que diz respeito ao regresso da Tanya: primeiro, a forma como mostraram a personagem a lidar com os seus problemas durante uma sessão de terapia, com a Lauren Hodges a revelar aquilo de que é capaz, e, mais tarde, quando o Grant (Christopher Evan Welch), que inicialmente não tinha grandes palavras de apreço para a presença da colega na equipa, aqui a revelar que sentiu a falta dela.
À parte do regresso da Tânia, destaque ainda para o facto da equipa ter descoberto que o Kateb, que tem estado a eliminar alguns dos personagens que eles têm vindo a investigar, estará a preparar um atentado de consideráveis proporções. É bastante interessante que esta história esteja a desenrolar-se de forma tão cativante quando nós, espectadores, basicamente nunca vimos os seus personagens em acção (excepto em algumas fotos e imagens de vídeo), sendo que apenas sabemos os factos que os membros da equipa nos vão contando.
E de ressalvar ainda utilidade do Kale (Arliss Howard) em livrar-se dos problemas da Maggie (Jessica Collins), esta que para mim continua a ser a personagem mais deslocada da série neste momento (apesar deste ter sido o concluir de uma linha de argumento sua que foi criada há vários episódios atrás, não deixa de ter sido completamente inútil perante tudo o resto que aconteceu no episódio).
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É… fui curta a união do Will e da Katherine… e ela quase não fez nada ainda, e nem vejo ela como sendo uma personagem útil no futuro (que justifique os 10 episódios onde ela não fez nada/mal investigou).
Mesmo assim, foi um bom momento, e muito esperado por mim também. E faz sentido que não tenha durado muito tempo. Só me pergunto agora o que ela poderia fazer para justificar sua presença tão longa…
Imagina se a série tiver uma segunda temporada e se eles resolverem a questão da conspiração ainda nesta primeira, como algumas entrevistas têm revelado que a intenção seja. Aí então é que o papel da personagem na série não fará sentido nenhum.
A série tem melhorado e melhorado. É uma das séries que mais gosto de ver e independente das audiências (e de outros factores) a série é de uma grande qualidade!