[SPOILERS] “I’m not cured, am I?” Depois de três episódios seguidos de dramas no espaço, é altura de regressarmos à Terra, com a ajuda das malfadadas pedras e ver se é desta que a história corre melhor.
Não sendo, nem de perto nem de longe, uma fã das pedras, pelo facilitismo que elas representam para a história, é com algum temor que se vê chegar mais um episódio onde o recurso às mesmas é novamente explorado, especialmente depois dos exemplos de (má) utilização do mesmo que tivemos no passado. Felizmente, e seguindo a tendência da série nesta segunda temporada, “Pathogen” pode ter usado novamente as pedras para enviar algumas personagens de volta à Terra para passarem algum tempo com os seus entes queridos, mas pelo menos desta vez não pareceu tão desajustado como, por exemplo, quando uma certa pessoa foi a uma festa embebedar-se. Mas adiante, vamos cingir-nos ao que interessa verdadeiramente: as histórias de Eli (David Blue) e Wray (Ming-Na).
Embora diferentes, os dilemas causados em ambas as famílias são resultado do mesmo: a falta daqueles a quem amam. Se para a mulher de Wray, isso significa que as saudades são cada vez mais difíceis de aguentar, especialmente quando não há, por agora, qualquer esperança de rever quem ama, já para a mãe de Eli o desespero pelo desaparecimento do filho que não vê desde que recebeu em casa a visita da Força Aérea, está a fazê-la perder qualquer gosto pela vida, pondo em risco a sua já fragilizada saúde. Como descobrimos na última visita à Terra de Eli, a mãe é portadora do vírus da SIDA, e sem o filho para animar, está cada vez mais fraca, recusando-se a tomar os medicamentos. Se para os outros familiares a falta dos seus entes queridos é difícil de suportar, para quem não conhece ainda o segredo do projecto Stargate, tudo é ainda pior, pois nem sequer podem conversar francamente. Ao ver a mãe assim, tão derrotada, Eli resolve ser frontal, e revelar tudo o que se passa, mas a coisa não corre como o esperado.
Deixando de lado o facto de, cada vez que vemos os familiares e amigos dos sobreviventes da base Icarus a saberem tudo e mais alguma coisa sobre um programa que, supostamente, é secreto, me deixa agoniada, é preciso admitir que as cenas entre os dois casais em questão esta semana – Eli e a mãe, Wray e a mulher – foram muito interessantes e debateram uma questão que toca a todos. Por cá pode não haver portais misteriosos que nos transportam para o outro lado da galáxia, mas as saudades e o desespero por não saber se um dia voltaremos a ver aqueles a quem mais queremos, bate da mesma forma.
Mas porque nem só de tristeza na Terra se baseou este episódio, é a bordo da Destiny que o mais interessante teve lugar. Finalmente, depois de umas desculpas meio esfarrapadas no episódio de estreia da segunda temporada, a questão da “milagrosa” e instantânea cura de Chloe (Elyse Levesque) foi abordada, e da melhor forma. Como já se tinha teorizado, a cura da perna de Chloe estará relacionada com o rapto de que foi vítima na temporada passada, e que parece ter mais repercussões do que meramente um buraco de bala a menos na perna. As atitudes estranhas de Chloe começam cada vez mais a dar nas vistas, e os seus desaparecimentos levantas as suspeitas de Scott (Brian J. Smith), que se vê obrigado a confidenciar em Young (Louis Ferreira) e Rush (Robert Carlyle). Se para Young tudo isto parece altamente estranho, já para Rush transforma-se em mais uma oportunidade para não só afastar de si as suspeitas sobre o que está a acontecer à nave cada vez que resolve mexer na sala de comando, mas também para resolver algumas dúvidas que permanecem no ar. A forma como Rush desvia de si as atenções é bastante interessante, tal como o é a forma como consegue, no final, arranjar uma aliada – mesmo que relutante – para desvendar os mistérios da Destiny. Resta agora saber onde é que esta história irá parar… Uma coisa é certa – está-se a caminhar no sentido certo, e espera-se que até à midseason finale este assunto seja devidamente explorado.
Por último, e porque por agora continuam a ser uma nota de rodapé nos episódios… a questão do que fazer com os membros da Lucian Alliance que permanecem a bordo foi resolvida… mas não da melhor maneira. Se bem que era preciso fazer alguma coisa com eles, e deixá-los trancados até ao fim dos dias na Destiny não seria a melhor opção, libertá-los a todos assim, de qualquer maneira, e apenas com uma escolta (de uma pessoa) atrás parece algo perigoso, especialmente tendo em conta as personalidades algo… conflituosas que temos no grupo. A ver vamos se esta escolha de Young não terá sido, como Greer (Jamil Walker Smith) avisa, a errada.
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Ola ola, visita de medico so pra espreitar aqui o cantinho e dizer ola a clientela do tasco :shiny:
[Seguir as votações dos meus posts no sistema do TVD é excitante... os votos variam entre os trolls que dão 1 a todos os meus posts, e os outros que vêm dar 10. pfff]
Quando não és perseguida com comentários têm de arranjar outra maneira e os votos estão mesmo à mão. Não consegues escapar. :damnnn:
I love trolls, and trolls love me.
Devia haver um smilie reservado para os trolls!
Por acaso, neste aspecto dos 1 e dos 10 é geral.
QD uns votam 1, eu tenho de dar o 10 pra ficar equilibrado.
É tão idiota… assim nunca sabemos qual é a verdadeira opinião das pessoas. Bah!
8 em 10.
Gostava que explorassem a história da ruiva da Lucian A., o universo dela, a história dela de se ter sido obrigada a juntar-se (diz ela) aos bandidos. É uma pena que ela não seja completamente ofuscada pelos outros dois.
Estou a gostar da “baltarização” do Rush. É pena que a mulher dele não seja a Six.