[SPOILERS] E seguimos nós, aos poucos, para o fim. Continua-se a explorar a nova relação que foi criada há dois episódios, mas este episódio foi o início do que virá a ser mais um arco na história.
Dia de Acção de Graças e Clark (Tom Welling) enfrenta o seu pior pesadelo: a família da sua namorada! O general Sam Lane (Michael Ironside) e Lucy (Peyton List) visitam a quinta dos Kents para passar o feriado e Lois (Erica Durance) está desesperada para que tudo corra bem, para que Clark seja aprovado pelo o pai. Entretanto, o governo vai a votos para a entrada em vigor da Registação de Vigilantes, devido ao recente crescimento de super-heróis na cidade. Tendo Sam Lane um dos votos decisivos, Rick Flag (Ted Whittall) decide eliminar o general.
Já lá vão os anos em que a família de Lois não aparecia (desde da quarta temporada). Conhecer o “sogro” nunca é fácil, mas quando se trata de um general, pior ainda. Clark vê-se em problemas quando o general está contra os super-heróis. As cenas “familiares” estão até bem conseguidas, equilibrando bem o cómico e o sério, embora algumas cenas estão um pouco exageradas ( o interrogatório no celeiro está um pouco forçado). Lucy, que nunca soube aproveitar as cenas em que aparecia, passou simplesmente por ser muito secundária, dando apenas o localizador de Flag ao pai. Mas há que gostar das suas cenas com Lois, que mostram o carácter da repórter e a sua evolução (se pensarmos desde quando apareceu já na quarta).
Este episódio tem um marco muito marcante, a destruição de um dos prédios mais emblemáticos da série: o Talon explodiu! Muito triste fiquei eu, porque o café era o cenário mítico e vê-lo a explodir custou-me. Espero que ainda o possamos rever futuramente. Mas serviu o seu propósito porque consegue equilibrar o general para o lado dos heróis. Já Flag, que está a reconstruir o Suicide Squad, acha-se superior ao ser humano. Até gosto que a temporada tenha um vilão secundário para agitar as coisas quando o principal está fora de cena, mas creio que está na hora da famosa escuridão voltar a entrar a cena.
Como história secundária, temos Oliver (Justin Hartley) e Tess (Cassidy Freeman). Desde que Tess integrou a equipa, a relação de ambos tem sido bastante tremida e aqui os “remendos” começam a ser postos. Ver Tess a ser tão compreensiva e a ajudar pode fazer alguma confusão, mas era algo que já esperava. Oliver continua fiel a si mesmo e nada de mais acrescentou à história. As tatuagens que o Suicide Squad põe no grupo (já desde segundo episódio) são finalmente descobertas, mas não adiantou em nada, já que Tess deu a explicação do porquê.
Um episódio calmo, que preparou o terreno para futuros episódios. Com o registo obrigatório de vigilantes em rigor, Flag declara guerra. Com o mal supremo a vaguear pelas ruas, está guerra deverá ser bem curta, mas a ver no que dá. Restam-nos apenas 15 episódios.
O Melhor: Algumas cenas domésticas e Lois, que esteve muito bem em todas as cenas.
O Pior: A destruição do Talon, o dos emblemas da série desde do início.
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:1meio:
Resumidamente, histórias que não contribuem em nada para o trama… Sinceramente não percebi nada do episódio introduziram personagens esta temporada que não sei quem são no entanto entram como se já as conhecêssemos há bastante tempo… Não sei quais são os objectivos deles etc…
Quem é este Rick Flag??
Para piorar a situação este actor já fez de uma outra personagem na séire… o que me deixa realmente confuso!!
Alguém pode me explicar uma coisa por favor?
Na conversa em que Clark teve com o general no celeiro depois do atentado de morte contra o mesmo, me deu a entender que o general descobriu que Clark é o Borrão. Por que ele diz que lhe agrada a idéia da Lois ter um super-heroi particular.`
Será isso mesmo ele descobriu?
Realmente isto anda muito fraquinho…
Volta Lana, Lex, Chloe, Kara… Estão perdoados.
:2meio: