[SPOILERS] Uma semana de descanso deu-nos a oportunidade de fazer uma pequena pausa da série e recarregar energias para um novo episódio esta semana. Ao voltar desta interrupção traz consigo caras conhecidas e muitos problemas familiares, algo bem típico da série.
Para não variar, Liz (Tina Fey) encontra-se com problemas na sua relação com Carol e apoia-se em Jack que lhe recomenda um terapeuta. Sem grandes preocupações, Liz começa a usar Kenneth (Jack McBrayer) como seu confidente e conta-lhe histórias terríveis da sua infância. Isto desenvolve-se até a um ponto que é preciso a intervenção de Jack para resolver situações complicadas.
Na minha opinião, acabou por ser a melhor parte do episódio e mesmo sem grandes momentos de comédia que fizesse mesmo rir, acabou por ter aquelas situações mais sérias e emotivas que dão um toque mais real às personagens. Mostra também como naquele espaço funcionam como uma família em que Jack (Alec Baldwin) serve de patriarca precisando mesmo de salvar a “mãe” Liz. É pena que não tenham conseguido ter mais piada, teria sido muito melhor e levado esta história para um patamar mais elevado e consequentemente mais memorável. Assim acabam por ser pequenos momentos passageiros que, apesar do tom sentimental, não se conseguem afastar da sensação de ser insuficiente.
Além de ajudar Liz, Jack também tenta ajudar Tracy (Tracy Morgan) e a sua relação com o “filho” que gasta rios de dinheiro com os seus projectos falhados. Outra vez Jack a servir de pai de família e a dar conselhos que mais tarde acaba por se arrepender. Como todas as histórias que envolvem Tracy existem momentos divertidos misturados com muita coisa que pouco faz rir. Existem pormenores interessantes mas que também não se destacam do resto menos conseguido.
No meio disto, ainda há tempo para Jenna (Jane Krakowski) e a sua relação estranha com o seu sósia, que não consegue fazer o episódio renascer com mais força. Junta-se às outras histórias na categoria do indiferente e nem a sua estranheza é suficiente para nos dar momentos para rir.
Continuamos então com um episódio que pouco faz rir e assim torna-se difícil conseguir gostar de tudo o que se passa. A série sempre teve aqueles momentos de mais seriedade em que conhecemos as personagens e os seus problemas e angústias, isso é positivo e dá-nos evolução ao longo deste caminho mas seria positivo intercalar com comédia mais divertida. Já que é uma série de comédia é preciso fazer rir, e mesmo que o resto seja interessante acaba por se perder no vazio.
[starreview]
[starrater]
[table "98" not found /]




Blogue Sangue Fresco
Cinema Notebook
Sons of Anarchy Portugal






Um dos piores episódios desta temporada. É como eu digo, esta série precisa de uma roupagem nova, nem mesmo a excelência do Sr. Alec Baldwin consegue colmatar alguma rotina desagradável a cada episódio, parece que já sabemos o que vem a seguir.
Se não haver mudanças acho que estará destinada a um fim próximo. Até prefiro que “30 Rock” não seja uma série de muitas seasons, merece ser um bombom com um sabor divinal do que uma caixa de imitações rascas de “mercis”.