[SPOILERS] Esta semana “Criminal Minds” dividiu a audiência com pessoas ou a adorar ou a odiar este episódio. Eu encontro-me no primeiro grupo, surpreendida pela abordagem bem directa que fizeram e ainda em choque com esta dupla protagonista. E vocês, o que é que acharam?
Numa primeira análise rapidamente se percebe que este episódio é diferente da grande maioria dos episódios desta série. Mas será que diferente é necessariamente mau? Muitas das críticas que têm surgido sobre este “The Thirteenth Step” acusam os argumentistas de não se estarem a focar nos verdadeiros intervenientes – a equipa – distraindo-se antes com a dupla de assassinos. Confesso que esta mudança foi refrescante e bastante interessante de seguir e apreciei bastante o trabalho destes dois actores, especialmente de Adrianne Palicki que estava quase irreconhecível.
A realização do episódio também deu uns toques de inovação, com cenas capturadas através de um telemóvel e outras filmadas quase em movimento. Não é uma ideia de génio nem sequer muito original mas adaptou-se ao estilo meio selvagem dos assassinos. A história das personagens em si também acabou por ser relativamente bem fundamentada, com um perfil bastante interessante para definir e com cenas mais chocantes daquelas a que estamos habituados. A loucura das personagens foi levada um pouco ao extremo mas, mesmo assim, não deixou de mostrar um tipo de assassino em série que efectivamente existe.
Em relação aos pontos mais fracos, destaque para as conclusões demasiado rápidas a que a equipa chegou, como do arroz na loja que só podia significar que eles se tinham casado. Há também o ligeiro problema de continuidade que a série parece ignorar, esquecendo alguns pormenores do episódio passado mas que talvez venham a ter alguma explicação. O fim também foi um pouco atabalhoado, com aquela sequência do sonho um pouco surreal demais mas até se desculpa porque o tempo estava claramente a acabar.
Concluindo, foram 40 minutos de entretenimento que variaram um pouco da caça habitual aos suspeitos para se focar neles propriamente ditos. Achei estas sequências bastante bem feitas para além de algo chocantes e mesmo acabando por pecar um pouco na falta de trabalho de detective propriamente dito, uma vez por outra nem parece demasiado mal. Agora resta saber o que foi aquele final com Emily (Paget Brewster) que, para profiler, revelou muito pouca intuição.
O Melhor: O toque moderno de Bonnie&Clyde.
O Pior: Numa nota muito pessoal, ver duas vezes a Deirdre Lovejoy na mesma semana em papéis tão diferentes baralha um pouco.
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Eu gostei do episódio!! E aquela parte final cá me parece q é para tirar a Prentiss de cena! a ver vamos
Achei e episódio ótimo, mas desde a hora q o rapaz levou o pai da garota pros fundos da loja eu pensei q no final ele seria tirado de lá com vida, provando mais uma vez q a mente assassina ali era a da garota e não a do rapaz.