Southland: 3×01 – Let It Snow (TNT)

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[SPOILERS] «Police officers often find themselves frustrated with the limitations of the legal system. Sometimes cops have to improvise.»

Se este episódio servir de apresentação para o que aí vem nesta terceira temporada, posso dizer que a série estará num caminho que me agrada particularmente. E a razão para tal até se explica facilmente: enfoque no núcleo de melhores personagens da série, histórias cativantes e um aproveitamento eficaz dos quarenta e poucos minutos do episódio.

Lydia (Regina King) sempre foi uma das minhas predilectas desta série (facto amplamente reconhecido pelas três pessoas que regularmente lêem estes textos). Tal verdade continua válida e depois de ela ter tido dois parceiros na última temporada, eis que chega a vez de ter uma parceira. Josie (Jenny Gago) chega e introduz uma interessante mudança, pois Lydia sempre foi a “mandona” de serviço. Agora é tempo dos papéis se inverterem e pode-se dizer que a coisa promete. Dois elementos femininos com um carácter vincado é assunto para proporcionar situações interessantes. Neste episódio já tivemos alguns destes exemplos e o caso em que ambas tiveram que trabalhar, ajudou a esta boa interacção.

John (Michael Cudlitz) continua com o seu martírio de dores. É uma situação que já se arrasta há algum tempo e penso que seria altura de esta história ter um maior desenvolvimento (será agora?). Independentemente disso, a dupla que ele faz com Ben (Ben McKenzie) continua a ser cativante e merecedora de bons momentos. Aquela mudança de ritmo entre a simples multa e o tiroteio (este foi para mim o melhor momento do episódio), foi muito bem conseguida. Um contraste interessantíssimo e bem demonstrador do que o dia-a-dia de um polícia pode ser. E que pode muito bem acabar à boleia.

Sammy (Shawn Hatosy) e Nate (Kevin Alejandro) estiveram também em bom plano. A história envolvendo os gangues foi o normal neste tipo de assuntos mas a maneira como tudo avançou não fez com que o ritmo do episódio quebrasse (coisa que aconteceu com frequência em antigos casos desta parelha). E, claro, o facto da vida pessoal de Sammy ter tido direito a um mísero minuto final foi também uma grande vantagem.

Tal como escrevi no início do texto, este foi um regresso de “Southland” em bom nível. Já diz o povo que “há males que vêm por bem” e os cortes de orçamento que a série sofreu, podem ter trazido uma boa orientação a “Southland”.

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14 Respostas para “Southland: 3×01 – Let It Snow (TNT)” Subscribe

  1. ZB 08/01/2011 às 15:28 #

    Gostei de tudo excepto uma coisa. Gostei da nova parceira da Lydia e da dinâmica entre as duas, especialmente as expressões da Regina King de cada vez que a outra fazia algo que ia contra ao que a Lydia estava habituada. Gostei bastante da cena do tiroteio. Que eu me lembre, nunca tinha visto um filme ou uma série em que num tiroteio os bófias decidem tirar os coletes para os colocarem na janela do carro. Fiquei bastante admirado com aquela manobra (e acredito que seja baseada em procedimentos reais, porque a série tem-se tentado manter realista, logo imagino que tenha sido uma estratégia que algum dos seus consultores lhe terá ensinado). Agora, eles que acabem com aquela história das costas… Isto já vem desde a primeira temporada, não é? Eu sei que isso não significa muito, porque são apenas meia dúzia de episódios de diferença da primeira para a terceira temporada, mas acho que a história das costas (ainda por cima porque é sempre a mesma coisa) já farta. Eu percebo a intenção do problema escalar (neste momento as dores estão tão más que ele mama os comprimidos como se não houvesse amanhã, e o Ben também parece cada vez mais farto da situação e estará mais próximo de contar a alguém do que estava há uns episódios atrás), mas está na hora de seguir em frente…

    • Maciel 08/01/2011 às 16:19 #

      specialmente as expressões da Regina King de cada vez que a outra fazia algo que ia contra ao que a Lydia estava habituada.

      Uii. Sem dúvida. É que não era preciso ela dizer nada para se perceber tudo o que lhe ia na alma. Muito bom.

      Fiquei bastante admirado com aquela manobra

      Pois também fiquei. A início nem percebi a intenção porque não fazia sentido tirarem os coletes. Mas depois aquele esquema (e é como dizes. O pessoal todo conhecia a táctica. Deverá ser baseado nalgum caso prático) foi muito à frente.

      Agora, eles que acabem com aquela história das costas… Isto já vem desde a primeira temporada, não é?

      Sim, vem. Eu tenho esperança que seja agora que eles decidam avançar definitivamente com isto. É que mesmo a ex-mulher e os comprimidos já tinha sido uma história batida, o Ben também, o esconder dos outros idem,…. É hora de avançar.

  2. Ricardo Leal 08/01/2011 às 17:23 #

    Eu tenho pena de Southland porque é uma série que eu gosto, apesar dos seus defeitos, mas é constantemente prejudicada por factores externos.

    Primeiro, os episódios vêm a conta-gotas. Tivemos 7, depois 6 e agora vamos ter 10. A própria série reflecte essa falta de estabilidade na narrativa com muita dificuldade a criar momento.

    Segundo, os parceiros da Lydia. Tivemos o Tom Everett Scott, mas como a NBC não gostou dele veio o gajo de Prison Break que até era bom, mas depois ele saiu e ela ficou no limbo com o gajo de The Event e de novo o Tom Everett Scott. Enfim.

    Agora, eu não gostei tanto do episódio como tu. Achei que, muito por culpa desses factores externos, temos imensas histórias que se arrastam ou andam num pára-arranca irritante. A progressão do Ben foi também prejudicada, o John ainda anda com aquela história das costas, a Lydia sempre com parceiros novos e o resto dos personagens pouca ou nenhuma caracterização têm.

    Como vocês, adorei a cena do tiroteio, mas gostava que a série tivesse mais sentido de progressão e espero que o consigam fazer nesta temporada.

    • ZB 08/01/2011 às 18:08 #

      Eu acho que isso é tudo completamente irrelevante a esta altura do campeonato. Os seis episódios que compõem a segunda temporada foram os que tinham sido produzidos para a NBC quando a notícia do cancelamento chegou e os responsáveis da série claramente não quiseram deixar as histórias dessa segunda temporada a meio, o que só valoriza a série e não o contrário. Nota-se claramente que existe um curto espaço temporal entre temporadas e a transição de histórias é natural. E para quem for ver a série um dia mais tarde pela primeira vez, ou alguém que reveja, sentirá a presença de uma continuidade. Já o caso da Lydia é algo muito específico, que tem a ver com factores externos, mas o que não faltam são exemplos de pessoas que vão e vêm nos nossos trabalhas. Essa história de parceiros para a vida é coisas de filmes, ou mesmo que seja real é coisas dos EUA. Cá, tens promoções, e recolocações, e outras cenas do género, em que num dia podes estar num lado e noutro em outro. Sinceramente, acho que já não vale muito estar a implicar com a situação porque há uma justificação válida e porque a mesma é do conhecimento de toda a gente.

      Quanto ao resto dos personagens não terem caracterização, vais-me desculpar mas isso é completamente falso. Em seis episódios da segunda temporada que vi recentemente, todos os personagens tiveram espaço para as suas histórias pessoais. Todos, sem excepção. O que a série faz é não se focar em todos os personagens num único episódio (e ainda ainda se vai sentir mais, porque apesar do nome de todos continuar a aparecer nos créditos, só a Regina King, o Shawn Hatosy, o Michael Cudlitz e o Ben McKenzie é que estão escalados para aparecerem em todos os episódios, sendo que os restantes apenas vão aparecer em alguns), o que dá a sensação que a mesma torna demasiado dispersa, mas essa sensação não existe quando vês os episódios de seguida.

      Por último, em relação aos episódios a conta-gotas, o facto de agora serem 10 é porque esse é o número normal para uma temporada de uma série do TNT que o canal não tem a certeza se se conseguirá afirmar ou não. Além de que temporadas curtas são claramente melhores. Qual o interesse de ter 22 episódios por ano e ter ali o meio da temporada de episódios pouco mais que razoáveis?

      • Ricardo Leal 08/01/2011 às 18:29 #

        Se calhar por teres visto tudo seguido tens uma opinião diferente, mas eu vi a série semanalmente e a ela não conseguiu ter momento devido a todas essas paragens e ao conta-gotas. A verdade é que todos os factores externos prejudicaram muito a série.

        Quanto ao resto dos personagens não terem caracterização, vais-me desculpar mas isso é completamente falso. Em seis episódios da segunda temporada que vi recentemente, todos os personagens tiveram espaço para as suas histórias pessoais. Todos, sem excepção.
        Todos tiveram as suas histórias, mas não podes comparar a caracterização do Salinger ou do Sammy com a do Ben ou do John.

        Além de que temporadas curtas são claramente melhores.
        Lamento, mas isso não é verdade. A terceira temporada de Sons of Anarchy arrastou-se como o caraças e há séries com mais de 22 episódios que conseguem ter temporadas excelentes. The Vampire Diaries têm um ritmo fantástico. The Good Wife não tem um episódio mau. Parks and Recreation foi super consistente. Fringe para lá caminha.

        • ZB 08/01/2011 às 19:03 #

          A verdade é que todos os factores externos prejudicaram muito a série.

          Mas isso agora é irrelevante. O que interessa é o que a série é actualmente, até porque este episódio não sofre em nada com problemas de bastidores, uma vez que a única consequência palpável relacionada com isso tem a ver com a entrada de uma nova personagem que, na minha perspectiva, até agora só trouxe benefícios (trouxe outra dinâmica à serie, trouxe uma nova camada à personagem da Lydia).

          Todos tiveram as suas histórias, mas não podes comparar a caracterização do Salinger ou do Sammy com a do Ben ou do John.

          Estás a gozar, certo? O Salinger, sim, é o personagem mais mal explorado e mais desinteressante da série, agora o Sammy? Que tem tido toda aquela história com a mulher e teve na segunda temporada toda aquela storyline com o puto?

          Lamento, mas isso não é verdade. A terceira temporada de Sons of Anarchy arrastou-se como o caraças e há séries com mais de 22 episódios que conseguem ter temporadas excelentes. The Vampire Diaries têm um ritmo fantástico. The Good Wife não tem um episódio mau. Parks and Recreation foi super consistente. Fringe para lá caminha.

          Tás a ver, lá vens meter os pés pelas mãos. Primeiro, vens afirmar que o que eu digo não é verdade. Primeiro, isso nunca se faz, principalmente quando na tua própria respostas justificas o que a pessoa que queres desmentir está a dizer. Segundo, estás-me a desmentir duma coisa que é real. Nota-se claramente que as séries de cabo são mais consistentes porque têm menos episódios. Que o formato britânico é muito mais saudável para o tempo útil duma série pois não há um grande desgaste da história como acontece em temporadas de 22 episódios. Além de que tu apresentadas como exemplo quatro séries num universo de quase uma centena. E outra coisa ainda, só tens dados concretos que te permitam fazer tal afirmação acerca de duas delas, Parks e Good Wife, enquanto que em relação às outras duas, Fringe e The Vampire Diaries, estás a fazer futurologia, uma vez que são duas séries que nas temporadas anteriores não foram consistentes e só pelo facto de terem sido até aqui não significa que o irão ser até ao final da temporada. Aliás, ambas já começam a demonstrar algum desgaste. Vejamos se elas se manterão consistentes por muito mais tempo. A bem de todos nós que perdemos o tempo a vê-las, espero que sim, mas veremos…

          • Ricardo Leal 08/01/2011 às 19:24 #

            Mas isso agora é irrelevante. O que interessa é o que a série é actualmente, até porque este episódio não sofre em nada com problemas de bastidores, uma vez que a única consequência palpável relacionada com isso tem a ver com a entrada de uma nova personagem que, na minha perspectiva, até agora só trouxe benefícios (trouxe outra dinâmica à serie, trouxe uma nova camada à personagem da Lydia).
            Não acho que seja irrelevante. O passado de uma série afecta sempre o presente. Tu próprio disseste que já estavas farto do enredo do John. Se o percurso da série tivesse sido outro, muito provavelmente estaríamos num sítio diferente. Mas se temos a mesma opinião que os factores externos prejudicaram a série porque estamos a debater sobre isto?

            13 episódios VS 22 episódios
            Tu não podes generalizar. Há séries que se adaptam melhor a 22 episódios. A quarta temporada Friday Night Lights, na minha opinião, beneficiava muito se tivesse 22 episódios. Há exemplos infinitos de temporadas de séries que se desenvolvem melhor com 22 em vez de 13 episódios. Tudo depende da qualidade dos escritores. Southland, na minha opinião, é uma delas.

            Estás a gozar, certo? O Salinger, sim, é o personagem mais mal explorado e mais desinteressante da série, agora o Sammy? Que tem tido toda aquela história com a mulher e teve na segunda temporada toda aquela storyline com o puto?
            O que é que sabes do *Sammy* mesmo para além de que ele tem uma mulher doida e ficou chocado com o assassinato do puto?

            • ZB 08/01/2011 às 20:42 #

              Mas se temos a mesma opinião que os factores externos prejudicaram a série porque estamos a debater sobre isto?

              LOL, é quer dizer que agora temos a mesma opinião, quando eu digo que os factores externos devem ser irrelevantes nesta altura e tu fartaste-te de queixar deles no primeiro comentário que fizeste a este episódio como se o mesmo tivesse sofrido assim tanto como resultado desses factores externos. Hilariante. Tu fazes tudo para teres a última palavra, nem que seja contradizeres-te de todas as maneiras e feitios. LOL

              Tu não podes generalizar. Há séries que se adaptam melhor a 22 episódios. A quarta temporada Friday Night Lights, na minha opinião, beneficiava muito se tivesse 22 episódios

              Eu não posso generalizar, mas tu podes. LOL E essa história de FNL é pura especulação e a especulação deve ficar fora destas discussões. Eu falo sobre o que vejo. Tu imaginas o que seria. Mas esqueces-te que tu imaginas que a quarta temporada de FNL poderia ser mais consistente, mas quem te diz a ti que não seria completamente o contrário? É o que dá especular…

              O que é que sabes do *Sammy* mesmo para além de que ele tem uma mulher doida e ficou chocado com o assassinato do puto?

              O que é que sabes do Ben? Que ele é rookie, filho de pais ricos e que a mãe foi violada. O que é que sabes do John? Que tem um problema nas costas e que está a ficar dependente de drogas por causa disso, e que a ex-mulher, de quem se separou porque é gay, é um dos dealers. O que é que sabes da Lydia? Quem a mãe dela vive em França e que não se dá bem nas suas relações com os homens. O que é que sabes do Nate? Que é o pai duma miúda que pensava que era sua irmã. O que é que sabes da Chikie? Que tem algumas dificuldades a se impor como bófia por ser algo discriminada por mulher e por isso mesmo perdeu alguma confiança em si própria. O que é que sabes do Russell? Que queria ser escritor e que desde que levou um tiro não se sente confortável em voltar à acção? Por favor, onde é que o Sammy é menos desenvolvido que os outros? A mulher dele até é a personagem secundária mais explorada na série por alguma razão. E até o Salinger não é assim tão menos desenvolvido que os restantes. Primeiro, pelo que dizes mais me parece que tu confundes screen time com desenvolvimento de personagens, o que não é, sem qualquer dúvida, a mesma coisa. E depois, não é pelo facto de tu não gostares da forma como o personagem é desenvolvido que não há desenvolvimento do mesmo…

            • Maciel 08/01/2011 às 21:14 #

              Há exemplos infinitos de temporadas de séries que se desenvolvem melhor com 22 em vez de 13 episódios.

              Sabes perfeitamente que os exemplos de séries com temporadas curtas e com consistência, são em maior númeor do que as temporadas longas e consistentes. Essas que falas são séries que têm ainda poucas temporadas. Deixa The good wife chegar à temporada 7 e falamos de novo. Até Prison Break teve duas temporadas relativamente consistentes.

            • Ricardo Leal 08/01/2011 às 21:20 #

              Como é que os factores externos são irrelevantes se a série teve que se “levantar” de uma temporada que foi cancelada abruptamente?!? Desculpa lá, mas isso de irrelevante não tem nada.

              Como é que dizer que “Há séries que se adaptam melhor a 22 episódios.” é generalizar?

              E não, não estou a confundir screen time com desenvolvimento. Como é que o Sammy está ao mesmo nível que o Ben, o John ou a Lydia? Tudo bem, se calhar para ti, mas eu sinto que conheço estes personagens bem melhor em termos de personalidade e carácter, não apenas em termos factuais.

              • ZB 09/01/2011 às 00:15 #

                Eu gosto bastante destas nossas “discussões” porque tu esperneias sempre tanto, e dás tanta volta para não ficares por baixo que te enleias de sobremaneira. Ora, diz-me lá o nome da tua escola primária para eu dizer ao Ministério para a ir imediatamente encerrar a mesma pois estão, claramente, a prestar um mau serviço. Explica-me lá como é que desta frase que eu coloquei anteriormente “eu digo que os factores externos devem ser irrelevantes nesta altura” tu ainda não percebeste que eu me estou a referir ao presente da série? Não interessa o passado. A série, actualmente, está estável em termos de bastidores. E é aí que reside a questão. Actualmente. Este episódio não pode ser reflexo das tropelias de bastidores, como tu dás a entender no teu primeiro comentário, porque neste momento são inexistentes ou pelo menos são desconhecidos.

                E já que falas tanto de consistência e temporadas longas, se tivermos em conta que este é apenas o 14.º episódio da série e que a acção da mesma claramente decorre num curto espaço temporal, excepção feita às trocas inesperadas de parceiros da Lydia, a série está bastante consistente em todas as suas storylines. A história das costas, apesar de eu e outras pessoas estarem fartos da mesma, não é inconsistente, até porque se esta fosse a primeira temporada da série (dentro dos normais 22) a história provavelmente continuaria presente tal como está até hoje e haveria muito menos gente a reclamar. A única diferença é que os episódios chegam em blocos em vez de forma corrida, se quiseres, a conta-gotas como referiste, mas não é por tu achares ou sentires instabilidade que a mesma existe. Porque se vires a série de forma contínua a história é apresentada consistentemente. A consistência ou existe ou não existe, não é uma questão de percepção (não interessa o que eu “sinto” ou o que tu “sentes”) .

  3. Ricardo Leal 09/01/2011 às 00:50 #

    Eu gosto bastante destas nossas “discussões” porque tu esperneias sempre tanto, e dás tanta volta para não ficares por baixo que te enleias de sobremaneira.
    Também eu. :)

    A série pode actualmente estar estável em relação aos problemas externos, mas o que quero dizer é que ela ainda está a ser afectada pelos problemas do passado.

    A história das costas, apesar de eu e outras pessoas estarem fartos da mesma, não é inconsistente, até porque se esta fosse a primeira temporada da série (dentro dos normais 22) a história provavelmente continuaria presente tal como está até hoje e haveria muito menos gente a reclamar.
    E agora quem é que está a especular? :wink1:

    (…) se vires a série de forma contínua a história é apresentada consistentemente. A consistência ou existe ou não existe, não é uma questão de percepção (não interessa o que eu “sinto” ou o que tu “sentes”).
    Talvez, mas eu sinto essa inconsistência. Será criada apenas por causa da maneira como os episódios foram emitidos? Talvez. Só te posso dizer quando os vir outra vez por ordem. No entanto, como referiste na tua excepção (feita às trocas inesperadas de parceiros da Lydia), alguma dela não é.

    • ZB 09/01/2011 às 01:00 #

      E agora quem é que está a especular?

      Sim, é verdade que é especular, mas é uma especulação com base em conhecimento. Os argumentos não se escrevem em cima do joelho. As linhas de argumento são planeadas. O mais certo é a maioria destas agora apresentadas estarem já delineadas desde o início, porque certamente eles não estavam à espera de que a série desse tanta volta.

  4. musicslave 14/01/2011 às 11:40 #

    adorei este regresso.

    a dinamica da Lydia com a Josie é bem interessante, o contraste entre elas é uma mais valia.

    as historias foram boas e bem desenvolvidas sempre com dinâmica.

    a dupla John e Ben é a minha favorita, a dinamica entre os dois é muito boa e complementam-se bem.

    a cena do tiroteio foi muito bem feita, mas ao inicio tambem fiquei a pensar para que raio iam tirar os coletes.
    a histórias das costas ainda não me cansa, mas também acho que deviam passar à proxima fase, o que me parece que estar próximo já que o John não aguenta muito mais tempo

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