[SPOILERS] “You will not win”. Uma mensagem arrepiante para começar mais uma temporada desta que é uma das mais interessantes séries da mid-season americana, “United States of Tara“.
Para quem as saudades dos Greggson já apertavam e mal podia esperar em ver as situações em que os alters de Tara a iam meter esta temporada, a espera acabou e mesmo se o episódio foi ainda apenas de preparação, não deixou de trazer bons momentos.
Seis meses depois, o jardim dos Greggson é novamente palco de uma festa, mas esta com um desfecho mais feliz. Ou talvez não. Neil (Patton Oswalt) não hesita em pedir a mulher que ama, e que carrega na barriga o seu filho, em casamento; a resposta é que não é a que queria. Charmaine (Rosemarie DeWitt), depois de ter sido cruelmente abandonada no altar, pretende seguir a sua vida como uma mulher livre e independente… isto é, livre e independente até certo ponto, pois partilha a casa com a sobrinha Kate (Brie Larson) e complementa o negócio de venda de tiaras em linha com a ajuda preciosa do homem que agora rejeita. Felizmente para Charmaine, que mesmo com todas os problemas que cria, consegue sempre vingar, Neil não é homem para desistir, e estará disposto a persegui-la até ao ver. Veremos é se conseguirá mudar a atitude da casmurra mulher.
E porque, como todos sabemos, a casmurrice é um defeito de família, Tara (Tony Collette) não fica por menos. A sua personalidade principal pode até tentar esquecer os acontecimentos revelados no final da temporada passada, prosseguindo com a sua vida e inscrevendo-se num curso de psicologia na universidade local, a ver se consegue obter os créditos que lhe faltam para o diploma, mas os alter-egos, esses, não a deixam em paz – para o bem e para o mal. Se a procura incessante de Buck pelo desaparecido meio-irmão que violou Tara em criança não parece estar a dar bons resultados, já a forma como os alters conseguiram impedir Tara de tentar novamente suicidar-se, tal como aconteceu na sua primeira passagem pela universidade, acabam por provar que talvez, nesta altura, os alters sejam benéficos a Tara. A ver vamos é se irá continuar assim quando o stress das aulas, com o que promete ser um professor muito interessante, aqui interpretado pelo sempre brilhante Eddie Izzard se aliar aos problemas familiares e monetários que menciona Max (John Corbett), aos dilemas da filha Kate em busca de um novo emprego e à entrada em cena do meio-irmão que, não sendo certa, é muito provável que aconteça.
O repto para a nova temporada fica assim lançado, num episódio algo morno mas que promete aquecer, tal como a relação de Marshall (Keir Gilchrist) e Lionel. E vocês? O que esperam que saia daqui?
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É, o episódio foi meio morno, mas gerou expectativa para o resto da temporada. Eu gosto mto da ?Kate? (Princess Valhalla)só espero que lhe arranjem algo decente e interessante para fazer. Quanto ao Marshall e ao Lionel, tipo, não me parece que tenha mto para oferecer esta suposta quase relação, mas pode ser q steja enganado, isto pq não vou com a cara do Lionel. Tara + Universidade = Algo mto bom! Vamos lá ver!
O Niel e a Charmaine, bah, aquilo parece que vai virar algo meio aborrecido, eu curto a Charmaine, espero que não seja.
Conclusão, é esperar pelo resto da temporada!
Já tinha saudades de Tara! Não foi maravilhoso mas deixou-me com água na boca para o que aí vem.