[SPOILERS] Estou de volta. Assim como está a médica legista mais famosa da televisão americana, e com ela irão-nos ser apresentados mais uma série de episódios que, se bem executados e realizados, irão ser uma regalia para os nossos olhos.
Este primeiro caso que nos é apresentado, é um caso bastante bem executado e, como sempre, bastante inteligente. É por esta razão que eu continuo aqui, a fazer críticas a estes episódios pois desde o primeiro episódio da temporada inicial que a série se tem mostrado consistente e sempre capaz de melhorar e inovar não caindo assim na monotonia.
Um carro cai de um precipício. Dentro dele está Daniel Davidson, um típico homem que vive num bairro sensivelmente estranho. A equipa liderada pela Drª Megan Hunt (Dana Delany) observa o corpo e nele encontram marcas no seu pulso e um tipo de tecido vermelho nas suas narinas.
Digo que o bairro é estranho pois todos os seus moradores levam um tipo de vida sexual, de certo modo bizarro. Os moradores do bairro têm assim uma espécie de jogo sexual em que trocam os seus companheiros para poderem experienciar novas pessoas e novos métodos sexuais, incluindo jogos eróticos.
Ao longo do episódio e enquanto nos vão sendo apresentadas todas as provas, ficamos com uma ideia de que a causa da morte tem a ver com alguma troca de casais que deu para o torto e no fim somos (pelo menos eu fui!) surpreendidos com um final inesperado. Os argumentistas souberam jogar bem, fizeram com que o espectador ficasse preso a toda a história do bairro e no fim somos presenteados com um traficante de metanfetaminas que mata Daniel por ele descobrir o seu negócio.
Foi um caso bem elaborado e sempre com elementos surpresa. Mas será que o pública gosta destas surpresas no final do episódio? Eu gosto. Gosto bastante de ser surpreendido até ao fim, mas há pessoas que não gostam e vocês sintam-se à vontade de expressar a vossa opinião.
Mas para mim, apesar de bem realizado, este não foi dos melhores casos que a série nos apresentou no entanto foi um episódios razoavelmente bom e que nos distraiu durante os 45 minutos.
Drama Familiar
Tivemos também presente neste episódio um drama familiar. A relação entre Kate (Jeri Ryan) e Todd (Jeffrey Nordling) não deixa Lacey (Mary Mouser) nem a Megan muito felizes. Depois de muitos episódios passados a tentar reconquistar a filha, Megan consegue finalmente aproximar-se da filha e sentindo-se novamente sua mãe e a sua heroína.
Este drama familiar pode-se tornar bom se for bem explorado e se não começar a cair nos tão famosos clichés.
No geral, foi um regresso normal, com excelentes representações (como sempre!) e com uma história sensivelmente boa. Esperemos que a série tenha reservado excelentes episódios para esta nova temporada.
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Fantástico episódio
Adorei assim como adoro esta série
Este episódio vale, mais uma vez, pelos actores (e principalmente as duas actrizes principais); porque os argumentistas são fraquinhos e os casos da semana têm buracos atrás de buracos.
Para lá disso, irrita-me um pouco a forma como o bê-á-bá nos é dito vezes sem fim (é que nem dá para tentarmos adivinhar o que se passa tais são as descrições verbais do que está a acontecer).
Actores: :5:
Argumento: 2
Ao que parece a SIC comprou esta série, será para estragar de madrugada?