[SPOILERS] Depois de um episódio inicial que lançou os dados para esta terceira temporada de forma bastante satisfatória, o segundo episódio desenvolve-as e ainda levanta o véu para outras histórias que prometem bons momentos.
Mark: As my close, personal friend, Emily Dickinson said, “it will never come again and that’s what makes life so sweet.”
Se pouco ou nada se falou de Max (Max Burkholder) no episódio passado, esta semana um dos focos principais foi exactamente o início do novo ano lectivo numa nova escola, fora das protecções da escola para alunos com problemas, como Max com o seu Síndroma de Asperger. Claro que esta história trouxe também um traço da personalidade de Kristina (Monica Potter) que tão bem conhecemos, o de mãe preocupada, às vezes a roçar o obsessivo. Confesso que esta história apesar de bem construída e verosímil, e perfeita a nível de interpretações, acaba por não me cativar pelo facto de parecer repetida, já vimos as cenas de Max vezes sem conta assim como as preocupações de Kristina. No final gostei da aproximação que pareceu haver entre os primos Max e Jabbar (Tyree Brown) e estou curiosa para ver se vamos seguir mais desta história.
Max: I don’t get why we have to raise our hands, because if we were in a real conversation you wouldn’t raise your hand every time you wanted to contribute something to the conversation.
Adam (Peter Krause) é que esteve um bocado afastado das preocupações da mulher, ao decidir-se finalmente a tomar a decisão mais arriscada e tornar-se sócio de Crosby (Dax Shepard). Sempre gostei das cenas entre os manos Braverman e desta vez não foi excepção, e apesar das atitudes irresponsáveis e das asneiras de Crosby, enumeradas numa cena hilariante entre Zeek (Craig T. Nelson) e Adam, estou curiosa e confiante nesta parceria profissional.
Sarah: He was two years old when “The Breakfast Club” came out.
Sarah (Lauren Graham) é que também decide arriscar, depois de alguma indecisão, que gerou mais uma, boa (mas escusada) cena entre esta e Amber (Mae Whitman), e vai finalmente embarcar numa relação com Mark (Jason Ritter), o que já se previa depois do episódio passado. Ritter e Graham têm uma química excelente e estou curiosa para ver a introdução de Mark na família Braverman, depois de uma primeira impressão com o patriarca completamente hilariante. Ah, e Sarah mencionou finalmente aulas de escrita, vamos ver se conseguimos ver mais desta sua nova vida de estudante.
Zeek: Oh, there’s somethin’ you don’t see every day. I’m definitely not comin’ in.
As histórias mais desinteressantes foram novamente as de Julia (Erika Christensen) (que até é a que dá azo ao título do episódio) e de Haddie (Sarah Ramos). Julia quer praticamente comprar o bebé da rapariga do café, e se fosse eu apesar das boas intenções de Julia também teria dito que não. A verdade é que esta obsessão de Julia não traz nada de bom nem à série nem à sua vida familiar como se viu pela conversa com Joel (Sam Jaeger).
Por sua vez Haddie descobriu que não sabe tudo sobre o namorado, mas a verdade é que se calhar também não quis pensar muito sobre isso e, mais uma vez, Haddie mostra que não é tão madura como se pensava.
Concluindo, mais um bom episódio, para uma série bastante consistente que consegue sempre balançar os seus momentos de humor, desta vez a cargo de Zeek, com os momentos mais dramáticos, cortesia de Kristina e de uma excelente Monica Potter (quase me vieram as lágrimas aos olhos quando o filho não se despede dela ou ela o vê sozinho no recreio). Que venha o próximo!
O Melhor: Apesar da repetição, Kristina e Max. Zeek.
O Pior: Julia e Haddie, novamente.




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