Dou as boas-vindas à nova rubrica do TV Dependente. Um espaço onde serão expostas algumas notícias, factos, curiosidades, pormenores, que marcaram a nossa semana televisiva. Será publicado todos os Domingos e terá como objectivo comentar aquilo que se destacou mais pela positiva e o que esteve menos bem, o que vai deixar saudades e o que esperamos que não se torne a repetir. Acima de tudo, pretende ser um tópico de discussão, onde esperamos que dêem uso aos vossos teclados e deixem a vossa opinião sobre os múltiplos temas abordados.

# “Psych” é o programa mais bem-disposto que conheço, sempre hilariante. É também mais uma daquelas séries que não tem o destaque que merece. Seis temporadas depois continua tão fresco como no primeiro episódio e tem que agradecer aos seus ENORMES protagonistas (James Roday e Dulé Hill) por isso. Para quem ainda não conhece, há um lugar no purgatório para vocês e se o exemplo de um genérico não é suficiente para vos deixar curiosos, aqui fica outro da fabulosa estupidez que inunda a série, os mil e um nomes de Gus. Durante a procura no youtube do genérico, encontrei este fan made para “Supernatural”, genial!
# “Allen Gregory” foi uma das duas estreias semanais. Pelo que li não reuniu grandes elogios, mas a mim convenceu-me. Penso que a temática tem a sua piada e só peca pela animação não ser melhorzinha. Fosse ela igual a “Archer” e seria um fantástico produto.
# A Fox, que tantas críticas leva no lombo pelos seus cancelamentos, merece o destaque pela sua crescente aposta na animação. Agora aos Domingos temos “Family Guy”, “American Dad”, “The Cleveland Show” e “Allen Gregory”. Pena que não consiga debitar episódios tão regularmente como os meninos de “South Park”.
# Por falar em “South Park”. Saiu há umas semanas um “documentário” em que mostrava o processo de construção de um episódio. A equipa reduzida tem exactamente seis dias para criar, escrever e animar, a tempo de ir para o ar. O mais curioso é ver o quanto os seus criadores, Trey Parker e Matt Stone, estão ainda envolvidos e o quanto tudo depende deles.
# Os alinhamentos da CBS são qualquer coisa de assustador para as outras estações. As segundas-feiras de comédia são uma receita de sucesso: “How I Met Your Mother”, “2 Broke Girls”, “Two and a Half Men”, “Mike and Molly” e para acabar bem a noite, “Hawaii Five-0”. Com a terça-feira por conta das séries mais vistas (“NCIS” e “NCIS: LA”) e uma quinta-feira sólida com “The Big Bang Theory”, “Rules of Engagement”, “Person of Interest” e “Mentalist”, pode-se deduzir que alguém anda a fazer bem o seu trabalho naquela estação.
# Os episódios de “Simpsons” dedicados ao Halloween são lendários, e o deste ano foi mais um bom capítulo. Referências ao filme “127 Horas”, “Homem Aranha”, “Avatar” e, principalmente, Flanders versão “Dexter”.
# Os 53 comentários da primeira edição desta rúbrica deixaram-me contente. Objectivo cumprido, agora é só superar! Vamos ver se é possível sem referir o “The Vampire Diaries”… Aliás, é melhor nem PENSAR em “The Vampire Diaries” porque “eles” andam aí!
# Entre 31 de Outubro e 1 de Novembro foram publicados 20 posts no TV Dependente. Sinal de que o nosso cantinho transpira movimento, obrigado a todos os que nos visitam! (Já puxei a graxa chefe, quero um aumento!)
# “American Horror Story” ganha segunda temporada (não é que houvesse muitas dúvidas que tal fosse acontecer), “Happy Endings” e “Once Upon a Time” mereceram temporada completa e “Pan Am” mais guiões. Pessoalmente, fico mais contente pela fantasia da ABC, muitos recearam e temeram mas está a provar que tem qualidade.
# Avizinha-se o regresso de “Spartacus“, aquela série que não é para levar a sério. Tem sangue a mais, testosterona a mais, sexo a mais (se é que isso é possível!), tabletes de chocolate a mais… e alguma “densidade” a menos. É um show que quase nos sentimos culpados por gostar de ver. Esperemos que o novo protagonista (Liam Mcintyre) consiga criar a mesma empatia com os fãs.

# A televisão em Portugal está atenta ao que se passa do outro lado do atlântico e não só os canais cabo. Estreou este Domingo “Terra Nova” na TVI e Pan Am na SIC. A TVI, mais sensacionalista, mais virada para o fogo-de-artifício do que propriamente para a qualidade, era uma escolha óbvia. Como lado negativo, o espectador teve de escolher qual iria acompanhar, visto que ambas foram para o ar por volta das 14h00. Do ponto de vista da guerra de audiências percebe-se, mas com uma tarde “tão grande”, preenchida com filmes, não faz sentido as pessoas terem de escolher. Enfim…
# Estreou esta semana “Grimm” e pessoalmente não me convenceu minimamente. Um procedural em que os suspeitos e culpados são seres sobrenaturais. Nem é a série não trazer nada de novo, é principalmente o facto de ser mal feita e representada. O protagonista (mau) tem uma reacção tão banal quando começa a pessoas com cara de monstro, que para ele bem podiam ter só bocados de espinafre no meio dos dentes. Os efeitos especiais estão engraçaditos, mas é só. “Supernatural” mais policial, só para almas que gostam muito deste mundo.
# “The Walking Dead” é uma série à qual resisti muito inicialmente. Vi a primeira temporada como quem arranca um penso. O estilo não é bem o meu, mas toda a gente falou bem dela que não queria adicioná-la à lista “obrigação de ver e não vi”. Em suma, reconheci qualidade na primeira temporada, embora não em tal euforia. Mas devo dizer que esta segunda temporada está a tornar-se difícil de engolir. A história avançou ao ritmo dos zombies (aqueles que andam, não os que correm) e embora a série em si seja sobre mais sobre as personagens e menos sobre os zombies, há um limite para a capacidade de engonhar a coisa: O primeiro episódio teve 30 minutos a mais do necessário; seria de esperar que nesta altura já tivessem aprendido a fazer as coisas rápido e a porem-se a andar; as crianças nunca ligam ao que lhes dizem; não percebo porque é que o tipo continua a andar com aquele chapéu de policia!; Não bastava uma conversinha com Deus, tinham de fazer duas?!; Os diálogos são incrivelmente repetitivos, com tanto pai a querer ir atrás do respectivo filho; ao fim do segundo episódio a conclusão que se chega é que pararam os carros pelo trânsito e a miúda foge, pela miúda fugir eles vão atrás dela; por irem atrás da miúda o miúdo leva um tiro, por o miúdo levar um tiro duas pessoas ficam encurralados… resumo: andamos nisto! O terceiro episódio teve mais do mesmo, safando-se o final, e serviu para provar que a série vale em grande parte por Shane (Jon Bernthal). Vamos lá a acelerar o passo “The Walking Dead”! e decidir se os zombies andam, correm ou sprintam…
# Façam como eu, quando ouvirem “sucessor de Lost”… corram! Isto de andarem a comparar uma série com um antigo êxito dá sempre asneira. “Terra Nova” vinha com essa “cunha” e tal como todas as outras, esbarrou no pormenorzinho chamado “qualidade”. Cunha serve mais como uma âncora que em vez de nos manter seguros, se enrola à volta do pescoço e nos leva para as águas fundas do cancelamento e profundezas do esquecimento (sim, foi para vocês, “The Event” e “Flashforward”!). Deixo a pergunta: Quando se diz que uma série irá ser o próximo “Lost”, referem-se a quê?! A ter flashbacks? A passar-se numa selva? Ao envolver enigmas? A ter coisas gravadas em paredes? É que se for por “qualidade” já muitas lhe sucederam e continuam a não ser reconhecidas como tal…
# Por falar em referência a Lost… Perceberam a dica “Alcatraz”? Não tenho dúvidas que terá alguma qualidade, mas as constantes comparações são mau presságio, mais, começam a irritar solenemente. Já é mau se assumir como procedural (Person of Interest v2.0?)… espero estar enganado quanto ao seu fado.
# Esta semana apercebi-me da enorme capacidade de Summer Glau: “Alphas” – Génio capaz de manipular electrónica; “The Cape” – Génio da informática e telecomunicações; “Dollhouse” – Génio da manipulação biológica e neurologia; “Terminator: The Sarah Connor Chronicles” – Génio robô; “Firefly” – Génio das artes marciais e armas… pergunto-me se é possível pôr esta rapariga a representar alguém que só faça tostas mistas e saiba tirar uma imperial/fino.
# Numa das notícias do nosso blogue via uma comparação entre “Revenge” e “Ringer”… seria o mesmo que comparar petróleo com as lágrimas cristalinas de uma sueca… depois de ela ver a Angelina Jolie nua!
# “The Last Man Standing” vai ter direito temporada completa. Tim Allen tem muitos amigos e os americanos às vezes não gostam mesmo de ser estimulados.
# “Glee” e “New Girl” estiveram ausentes durante quatro semanas devido à transmissão da final de Basebol… Depois queixem-se de quedas de 20% nas audiências. Séries não são filmes, não é transmitir quando dá mais jeito. Ainda para mais quando a transmissão da final desportiva atingiu valores mínimos de sempre.
# “New Girl” é engraçada, mas tem de reduzir drasticamente o seu aspecto irritante. Pessoalmente, irrita-me um pouco a voz de Zooey Deschanel, mais quando ela prolonga as vogais como as criancinhas. Não precisam de tornar a personagem tão estranha (ou será a actriz mesmo assim?) para a série ser engraçada. Junto-me também a algumas vozes que deixaram o seu comentário nas reviews da Carolina: foi só um episódio, mas o Coach deixou saudades. Com a sua ida, foi também uma grande parte da piada e da química.
# As referências a Portugal nas séries continuam. Depois de ter visto este vídeo há duas semanas (lembro-me de quando vi isto na série, até me provocou tosse! Se bem que goza mais com a ignorância deles do que com a nossa insignificância), esta semana foi “Family Guy”. Não é a primeira vez que a série fala de portugueses (nesta lista de referências ao nosso país, encontram outro exemplo), elogiando no passado a nossa mentalidade trabalhadora e o dom para a vida no mar, mas desta vez o tema foi: “O que raio é um português?”.
# Um amigo dizia-me esta semana que a cocaína é uma coisa lixada. Não sei quem o tornou o maior especialista mundial em “branca”, mas diz ele que se percebe quando alguém está sobre o efeito porque começam a falar muito rápido, de modo quase incompreensível. Lembrei-me logo do quanto as “Gilmore Girls” ficariam ofendidas com essa afirmação! Mandavam logo chamar os “Homens do Presidente” e a “Veronica Mars” para lhe fazerem uma esperinha.
Até para a semana TV Dependentes!
| Lista | Tema |
|---|---|
| Arquivo | - Edições anteriores - |
| Hot & Not [04/03/2012] | «Lori, que encontres a Cristina em versão zombie e que ela te coma os intestinos.» |
| Hot & Not [11/03/2012] | «“Terra Nova”, “The Event” e “FlashForward” vão num carro, quem está a conduzir?» |
| Hot & Not [18/03/2012] | «Ora neste estou eu a saltar para cima da Elena, ora neste estás tu… » |
| Hot & Not [25/03/2012] | «”Boardwalk Empire” foi uma das séries revelação de 2011.» |
| Hot & Not [01/04/2012] | «Mulder viciado em sexo e Scully bissexual?» |
| Hot & Not [15/04/2012] | «Obrigado “The Client List”! Porque não havia já demasiadas ideias pré-concebidas» |
| Hot & Not [22/04/2012] | «A protagonista a ter o sexo menos excitante da história da televisão!» |
| Hot & Not [29/04/2012] | «Joel Neto é um Camões que como não teve de salvar os seus “Lusíadas” do mar!» |
| Hot & Not [06/05/2012] | «Rapariga a comer dois gajos, disfarça a coisa com “confusão de coração”» |
| Hot & Not [13/05/2012] | «Entre tantos poderes, “Fringe” parecia “Heroes” e Olivia o Sylar!» |




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Deixo a pergunta: Quando se diz que uma série irá ser o próximo “Lost”, referem-se a quê?! A ter flashbacks? A passar-se numa selva? Ao envolver enigmas? A ter coisas gravadas em paredes?
Não, não, não e não. Quando se fazem tais referências fazem-se no sentido de ter uma série que consiga combinar popularidade, qualidade e ser um sucesso comercial. Lost teve uma enorme popularidade a nível mundial (só nos EUA, a primeira temporada teve uma média a rondar os 20 milhões de telespectadores e era uma das séries que toda a gente falava – o muitas vezes denominado “water-cooler talk”), tornou-se numa das séries com mais receitas a nível de suportes digitais (DVD e Blu-ray) e foi um fenómeno a nível de Internet como nunca outra série o conseguira fazer antes. Além de que teve o reconhecimento do público (tem uma das maiores bases de fãs no que toca a séries de TV), da crítica especializada (por muitos considerada uma das 10 melhores séries da década passada) e da indústria (mais de 5 dezenas de prémios e mais duas centenas e meia de nomeações). O que faz as pessoas compararem as outras séries do género (do género, e não qualquer uma…) ao Lost nada tem a ver com a história, mas sim com a capacidade que teve de se afirmar como produto televisivo a todos os níveis.É tão simples como isso.
Sim, concordo contigo em tudo! Só que todas que se assumem a atingir esses objectivos de popularidade, qualidade e sucesso, esbarram mesmo na qualidade. E hoje em dia comparar algo com Lost é banal….
A minha parte favorita do texto: “saiba tirar uma imperial/fino” esta guerra imperial/fino tem se tornado um debate recorrente nas minhas conversas ultimamente, grande timing para escrever isto
De resto concordo praticamente com tudo o que disseste, menos com a parte do The Walking Dead. Comecei a ver por coincidência logo quando estreou sem expectativas nenhumas e adorei a primeira temporada. É certo que o ritmo tem sido o maior problema desta temporada mas adoro o ambiente da série e o drama de que se reveste.
Touché, quanto a New Girl, os personagens secundários têm estado em alta mas aquele genérico e o exagero que é a personagem principal tiram-me do sério.
As Gilmore Girls, sempre me convenci que tomavam qualquer coisa, mas cá para mim eram as doses gigantescas de café e açúcar que aquelas meninas consumiam.
Fino Forever!!!
E sapatilhas. Quais “ténis” qual carapuça…
MESMO!! Tem algum jeito…e nem me façam falar do “chapéu de chuva”! :p
Como é que é essa?
Ha quem diga Chapeu-de-chuva em vez de guarda-chuva… :p
Bom, aí já não comento, porque eu sempre disse tanto um como o outro.
Pois, eu também uso as duas. Como é que diz aí?
Aqui onde? Em Coimbra usam-se os dois termos, em Lisboa apenas chapéu-de-chuva.
Estava a falar para o Vítor, lá no Porto.
Guarda-chuva…aquilo não tem nada a ver com um chapéu! extremamente indignado! xD
Dessa não descolo, sapatilhas é que é.
E quando peço um e dizem-me que não têm com a cena para tirar logo ali ao lado… -.-
O problema de Walking Dead nunca foi o ritmo… é mesmo o argumento vazio e os personagens básicos… que apesar de terem sido mais moldados nesta segunda continua claramente a existir uma grande dificuldade em a série ganhar substância e não se limitar a coisinhas do momento. Aliás este quarto episódio que eu já nem queria ver prova exactamente que a série não tem para onde ir pois não aconteceu coisa nenhuma de relevante. Por momentos achei que estava numa sitcom.
Talvez, mas nesta temporada o ritmo mais lento tem sido uma das coisas mais criticadas apesar de eu nem o achar assim um entrave tão grande. Mad Men também tem um ritmo lento e isso alienou muita gente mas continua a ser uma das melhores séries da actualidade. TWD esta semana foi tão ridículo e com tantos erros de continuidade que me fez quase também querer desistir, mas o ambiente continua a fascinar-me.
Adorei novamente a tua crítica… e haja alguém com tanta dificuldade quanto eu em ver The Walking Dead. Eu não consegui sequer acabar a primeira temporada. É mais uma daquelas “séries fixes” que só é fixe quem as ver e eu mal tenho paciência para essas. (Secalhar é por isso que gosto das mal fadadas underdogs que tão facilmente são criticadas por quem nem sequer vê…)
Quanto a Terra Nova, também já desisti. Teve de ser, aquele “pai de família” (tipo, em que série ao fim de 5 episódios eu ainda não sei o nome do protagonista?) que sabe de tudo como um passe de mágica metia-me nervos. A série vale pelo ambiente e pelos Sixers, como isso aparece pouco, bah.
Grimm, já vi o 2º episódio e… é daquelas que vou ver quando me lembrar, duvido que sejam muitas vezes.
Já na temática dos contos infantis, Once Upon a Time a conquistar-me a cada momento. Muito amor para a Maleficient <3 <3. Peca pelos efeitos especiais do 'reino encantado' porque de resto a série já me conseguiu prender. Cheira-me que será como Lost, e teremos dentro de pouco tempo episódios dedicados a determinadas personagens. (E eu quero muito isto! Quero saber o que a avózinha andava a fazer antes de abrir a pensão!) Excelente, so far.
O Treehouse of Terror deste ano também foi muito bom, nada mais a acrescentar.
(E Btw, o entulho de que falavas a semana passada teve um episódio bem porreiro. Começa a replicar a réplica o que, para mim, é algo de muito bom.)
Asério que vou ter de ver mais episódios de Secret Circle?! Vão-me obrigar a isso?! :p
Obrigado Daniel
Terra Nova já mandei para a gaveta, Walking Dead ainda tinha esperanças mas 4 episódios de enchimento de chouriços e situações de rebolar a rir foram suficientes para encerrar de vez a minha visualização.
>”The Walking Dead” tem alguns problemas, especialmente ao nível das acções de algumas personagens e inconcistências (como a da velocidade dos zombies). Mas não vejo o seu ritmo lento como um problema, aliás acho que até um dos pontos que torna a série mais interessante, permitindo destacar o seu ambiente único. E na verdade acho que a série está melhor do que alguma vez teve, as personagens, as sua relações interpessoais) e situações estão bem mais interessantes que na temporada passada e a realização também está com boa qualidade. Não percebi também qual é o problema de haver essa sequência de eventos. A série não é um procedural, logo é normal ocorrerem sequências de eventos e não arcos que são fechados dentro do mesmo episódio.
>seria o mesmo que comparar petróleo com as lágrimas cristalinas de uma sueca… depois de ela ver a Angelina Jolie nua!
lol, what?
>Achei este Tree House of Terror fraquinho.
>A Summer Glau é a rainha dos “geekbait” das séries, é normal ela só ter esse tipo de personagens. Ela neste momento só deve conseguir arranjar trabalho com esse tipo de personagens e ainda por cima as suas séries são sempre canceladas. Também já sabemos que ela vai fazer de agente kick-ass no novo procedural da TNT com os cães.
>Sim, concordo com as criticas à personagem da Zooey em “The New Girl”, está demasiado exagerada. Mais parece que tem algum problema mental. E eu gostei muito da Zooey em “500 Days of Summer”.
>Se há série que não importa que goze com Portugal é “Family Guy”, já não vejo isso há algum tempo, mas cada vez mais estou convencido que aquilo é escrito por atrasados mentais. Sempre que aparecem as personagens “portuguesas” (que são sempre dois homens de classe social baixa) eles falam sempre português do Brasil, por isso já acho que o Seth MacFarlane e companhia pensam que Portugal é uma colónia brasileira.
Eu não critico o “ritmo” de Walking Dead, critico o ritmo de acontecimentos da série…O ritmo distingue-a das restantes, mas precisa de avançar na história.
Acho que se formos a comparar a primeira season com a actual, nota-se engonhanço e acho que tem muito por onde explorar.
Que Summer Glau encaixe nesse formato percebo perfeitamente, mas já que ninguem a quer tirar desse mundo e fazer algo diferente, poderia ela tentar…
Concordo contigo na parte de não me importar que Family Guy goze com portugal, mas é porque acho tão genial que não me importo o que nos chamam. Mas sim, evitava-se os portugueses a falar brasileiro à umas temporadas atrás…
Quanto a Walking Dead fico por aqui… depois desta ensaboadela do terceiro episódio não aguento mais a série… fica guardadinha para quando ouvir dizer que resolveram mudar todos os argumentistas e fazer uma coisa decente.
As comparações a Lost não passam de uma forma de publicidade e falsa por sinal… é a mesma coisa quando algumas séries usam ‘greys anatomy’ e ‘twin peaks’ como chamariz… dá sempre barraca, porque criam uma falsa expectativa que o publico rapidamente se sente enganado e claro dão em flops…
Alcatraz tenho receio por isso mesmo, além de ser da fox que tem a mania de meter o nariz onde não é chamada, e depois os autores e argumentistas de lost não são génios, tanto que não conseguem fazer nada tão grandioso como Lost desde que essa acabou… eu sei que é dificil, mas usam dessa ‘fama’ para promover os seus novos produtos e como temos visto raramente sai alguma coisa de jeito.
E referências a portugal, embora não ao país mas sim à lingua vimos esta semana em Pan Am, foi um episódio que teve como cenário o Brasil, mas não faltaram palavras ditas em português dubio… foi muito engraçado.
Ninguém pode comparar uma série com Grey’s Anatomy, porque a Shonda Rimes cria as cópais e faz isso pelo mundo! xD
Consegue-se perceber traços de Lost no trailer de Alcatraz, mas vou esperar cautelosamente pelo produto final…
Alcatraz parece-me um procedural que se vai inspirar em The 4400 que tem o mesmo conceito… até ao momento a série promete casos da semana com alguma mitologia… onde já ouvi isto… Terra Nova… e é que o se vê. Vamos ver se a Fox não mete a para na poça novamente.
“Psych” é o programa mais bem-disposto que conheço, sempre hilariante. É também mais uma daquelas séries que não tem o destaque que merece. Seis temporadas depois continua tão fresco como no primeiro episódio e tem que agradecer aos seus ENORMES protagonistas (James Roday e Dulé Hill) por isso.” Concordo com todas as letras, palavras, sinais de pontuação
Não te esqueças do tom! Concordas também com o tom!
Obrigado Cat
Mais um bom artigo.