Hot & Not [13/11/2011]: «Que os nerds nunca mais se queixem que lhes cancelam tudo, porque Chuck estar no ar é um fenómeno!»

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Bem-vindos ao “Hot & Not”, um espaço onde serão expostas algumas notícias, factos, curiosidades, pormenores, que marcaram a nossa semana televisiva. É publicado todos os Domingos e tem como objectivo comentar aquilo que se destacou mais pela positiva e o que esteve menos bem, o que vai deixar saudades e o que esperamos que não se torne a repetir. Acima de tudo, pretende ser um tópico de discussão, onde esperamos que dêem uso aos vossos teclados e deixem a vossa opinião sobre os múltiplos temas abordados.

# “Nikita” é mais uma série da CW que merece destaque pela positiva. Na temporada passada foi a grande surpresa, ao não ser horrível como todos esperavam que fosse. Nesta temporada continua a um bom ritmo, com uma história central fluída que nos mantém presos. Tem pessoas bonitas, tem acção. Não é “Battlestar Galactica”, mas é uma boa dose de entretenimento que devemos gozar.

# Fringe” não me desagrada tanto como a alguns de vós (ou aos americanos). No que toca à parte procedural, é do melhor que pode haver e, sim, colocou a fasquia muito alta em certas alturas e as pessoas não toleram fillers, mas novamente, é uma questão de perspectiva e de como se leva a aventura. Preocupa-me um pouco o facto de não saber para onde vão com a história nesta temporada, mas vou desfrutando, adoro as personagens, o tom e os actores. Episódio a episódio vou rezando para que não a cancelem.

# Destaque para os excelentes stickers de “American Horror Story” que a Fox Portugal tem espalhado por aí. Não sei se foi nossa ideia ou importada, mas estão geniais.

# “NCIS” consegue quase todas as semanas juntar quase 20 milhões de pares de olhos colados à televisão! Para colocar em perspectiva: é mais que “New Girl” (7 Milhões), “Fringe” (3 Milhões), “Chuck” (3 Milhões), “Supernatural” (2 Milhões), “Nikita” (2 Milhões) e “Ringer! (1,5 Milhões) JUNTOS! Tudo bem que escolhi séries com audiências baixas, mas mesmo assim!

# Hell on Wheels teve uma estreia bastante satisfatória esta semana. Repararam que não disse excelente? Bem, porque não foi. Mas confirma um facto: as estreias televisivas este ano são de muito boa qualidade. Está a ser um ano vintage, vamos é a ver se envelhecem bem.

# “New Girl” pode ter os seus defeitos (alguém me explica o que foi aquela cena de Schmidt no último episódio?! Parecia o Tom Cruise no sofá da Oprah!), mas ter a Cece (Hannah Simone) é sempre uma enorme vantagem…

# Se “How I Met Your Mother” fosse só os estalos de Marshall a Barney, eu não me importava!

# “House” continua com tudo aquilo que aprendi a adorar na série. Pode andar as voltas com a história e voltar sempre ao mesmo, pode ser um produto esgotado, mas continua a ser a melhor personagem criada para televisão nos últimos anos e Hugh Laurie dos melhores actores. Lia esta semana uma citação do actor na qual dizia que depois de House não deverá voltar à televisão, porque não se imagina a fazer outra personagem. Se, por um lado, percebo bem ao que se refere, por outro, espero que seja pura mentira. Esta semana fica marcada pelo retorno da rapaziada, ele continua genial na sua manipulação de mentes, Odette Annable é mesmo linda de morrer e aquele portão eléctrico… que simplesmente me matou!

# Destaque para “Glee” e para a excelente capacidade em lidar com assuntos mais sensíveis, desta vez “a perda da virgindade”. Nunca é demasiado angelical nem moralista na abordagem e faz sempre questão de mostrar o “outro lado” também.

# Estreou esta semana a nova comédia/documentário, escrita e dirigida por Ricky Gervais e Stephen Merchant, “Life’s Too Short“. Como enorme fã do comediante (e sei que a Mafalda está comigo!) não perco uma deste senhor e como seria também de esperar, vem com um pouco de controvérsia. Uma equipa de filmagem acompanha o dia-a-dia de Warwick Davis, um anão… duende… gnomo… pigmeu… pessoa pequena! Um ex-actor que já teve o seu momento de “ouro” no cinema, mas agora tem apenas uma agência para actores anões e está a passar por um divórcio. Embora a sua vida nunca tenha passado pelo estrelato, a sua mente não pensa da mesma maneira. Esta série, ao estilo de “Extras” e “The Office”, vai ter sete episódios (ao contrário dos habituais seis nas séries britânicas) e vai contar com participações de muitas celebridades, entre elas Johnny Depp, Sting, Helena Bonham Carter, Steve Carell, etc… além dos seus criadores, claro. Neste piloto, destaco a parte de Liam Neeson, que foi brilhantemente genial!

# A nova rubrica do TV Dependente dedicada aos nossos leitores. Incentivo todos vós a participarem e a deixarem a vossa marca no blogue. Pode ser um artigo de opinião ou uma review a uma série antiga… Não concordam com a nossa análise ao episódio? Deixem a vossa opinião sobre ele. Vamos la dar trela a esses dedos e toca a escrever.

# “Hawaii Five-0” anda cheio de convidados especiais esta temporada. Depois de Terry O’Quinn ter participado em alguns episódios, esta semana foi a vez de Greg Grunberg. O momento hilariante aconteceu quando Greg, representando um polícia como na série “Heroes”, se encontra com o ex-colega Masi Oka, regular na série. Este pergunta-lhe se não o conhece de algum lado e fecha os olhos com força a tentar lembrar-se, tal como o seu personagem Hiro fazia em “Heroes” para se teleportar. Um enorme piscar de olhos aos fãs!

# Esta semana passámos por um momento único no calendário e nas nossas vidas. Sabem o que é arriscar tudo? Ver às 11h11 do dia 11 do mês 11 de 2011, o 11º episódio da série “The Eleventh Hour“. Foi uma pena este cancelamento, gosto bastante de Rufus Sewell.

# “Whitney” não começou muito bem, ou melhor, não me caiu muito nos favores aquando da estreia. Mas aos poucos vem melhorando e justifica a temporada completa. Só não sei bem o que vão inventar para mais episódios, a história de base não tem muito para explorar.

# Li esta semana um artigo na revista “Notícias TV” sobre o peso das redes sociais no sucesso das séries televisivas, neste caso o Twitter e sua capacidade em prever cancelamentos, como se de um oráculo se tratasse. Empresas especializadas estudam o número de tweets que têm referência a determinada série para avaliar se esta está a ser muito ou pouco aceite, se há o chamado “buzz”, azáfama e entusiasmo a rodear as estreias (“Revenge” tem cerca de 18 mil tweets por semana, contrastando com 4 mil de “A Gifted Man”, 3 mil e setecentos de “Free Agents” e 5 mil de “Ringer”). Mas nem sempre o número de tweets é bom sinal, é preciso avaliar o conteúdo dos mesmos. “The Playboy Club” tirava quase 9 mil referências, mas quando analisadas de perto eram de conteúdo negativo, prevendo o que iria acontecer. Em nota pessoal, número também não é sinal de qualidade, já que “Terra Nova” consegue valores a rondar os 17 mil e quinhentos tweets… A única falha do artigo foi colocar uma foto de “Episodes” para ilustrar os números de “Free Agents”.

# “House of Lies“. Sou um franco admirador de Don Cheadle e de tudo o que ele faz, se adicionarmos Kristen Bell (linda + “Veronica Mars”) e Showtime, temos a promessa de uma boa série a estrear em 8 Janeiro (Domingo).

# Ainda sobre o artigo anterior, o ZB fez referência num comentário e penso ser importante referir novamente: Por vezes pode haver confusão quanto aos números de audiências que uma série recebe. Porque é que aquela tem bons números e foi vista por apenas 5 milhões e a outra tem fracas audiências com os mesmo 5 milhões? Quais os canais que podemos contar com linguagem mais afiada e cenas mais ousadas? Pois bem, para ajudar segue a lista dos canais americanos e a sua classe:

  • Sinal Aberto (ABC, CBS, FOX, NBC e The CW): O equivalente às nossas RTP, SIC e TVI. Normalmente exige-se números mais altos porque também chegam a um maior número de casas, e o seu conteúdo será mais soft.
  • Basic Cable (A&E, AMC, FX, Spyke, Syfy, TBS, TNT, USA Network, etc.): São canais de cabo (como a nossa SIC Radical ou SIC Mulher). O número de pessoas com acesso já é menor e o produto exibido já pode ser mais ousado.
  • Canais Premium (HBO, Showtime, Starz): São canais pagos, como acontece com os TVCines e a SportTV por Portugal. Como podem imaginar, são os canais a que menos pessoas têm acesso e aqueles que se dão ao luxo de usar um maior leque de conteúdos para adultos.

# (spoilers sobre “Terra Nova”) Ora, deixa ver se eu percebi: No episódio de “Terra Nova” desta semana, uma dúzia de carrapatos com tochas, conseguem assustar e reencaminhar um dinossauro com 475 andares… e, em vez de o usarem, aproveitando a vulnerabilidade, para tomar conta de Terra Nova, só roubam uma caixa… E o miúdo que tinha um bicho de nove metros no intestino? O scan que aparece antes da remoção (parcial) é IGUAL à que vemos depois de a luz voltar. E porquê que criaram um túnel de manutenção onde só uma criança pequena cabe?! Quem faz a manutenção são os mesmos miúdos chineses que fazem as sapatilhas da Nike?! Esta série é um desperdício de dinheiro… as “Donas de Casa Desesperadas” já dão ao Domingo. O que vale é que Maddy (Naomi Scott) vale bem a pena o sacrifício.

# Estava a evitar, mas tem de ser: “The Vampire Diaries” teve um grandíssimo episódio na semana passada. Um dos seus pontos fortes sempre foi os flashbacks com o passado das personagens e a explicação das mitologias e este retorno ao “passado dos antigos”, foi mais uma prova disso. Mas isto é o “Not”, por isso deixo a pergunta: Depois dos “amaricanos” serem o berço de todos os contactos com extraterrestres (assim como a sua língua de base), inícios do Apocalipse, quedas de asteróides e terra dos Lobisomens, também querem reivindicar para si o nascimento dos vampiros?! A única coisa de que a Europa ainda se podia “vangloriar” no mundo sobrenatural?! Ainda vamos a descobrir que o Drácula era mexicano! P.S.: Neste último episódio antes de hiato tivemos mais um excelente capitulo com reviravoltas deliciosas.. .e mais uma festa!!!

# Como é que Nikita (a mulher, não a série), com uma coxa mais fina que o meu pulso, consegue fazer o que faz? Mais, como é que ela consegue andar sem se partir com o peso do seu próprio corpo? Consigo aceitar que uma mulher a fazer frente a militares altamente treinados é ficção e não sou parvo ao ponto de me preocupar com essas coisas, mas colocar esta mulher a dar um soco a alguém é uma ofensa à biomecânica… Já peguei em palitos mais robustos! Eu imagino aquela personagem a levar um pontapé, como tantas vezes leva, e os seus ossos a fundirem-se!

# (spoilers sobre “Bones”) Muitas vezes queixamo-nos que as séries nos enrolam, que engonham e não saem do sítio, também conhecidos como fillers. Nos procedurals não exigimos tanto esse desenvolvimento porque é normal ser assim. Mas depois de seis anos de tensão sexual, de começa e não começa, em que desde o primeiro dia sabemos que aqueles dois iam acabar juntos mas tínhamos que levar com aquele empate sem fim…“Bones” conseguiu o incrível feito de revolucionar a vida dos seus protagonistas em dois (!) episódios. Na season finale descobrimos que dormiram juntos e que ela está gravida, na estreia da sétima temporada já falam em ir viver juntos. Falhou na preparação do espectador mas falhou principalmente no ritmo com que tudo aconteceu. Sinceramente não sei que droga é que os responsáveis pela série tomaram.

# Após ter visionado os três últimos episódios de “The Fades” (em modo sprint) fiquei, ao contrário de quase toda a gente que a viu, com um sabor agridoce na boca. Considero que foi uma boa temporada e uma excelente afirmação, mais uma, da qualidade da produção britânica. Mas fiquei com a impressão que quiseram fazer tudo e mais alguma coisa. Tem “Supernatural” e “The Walking Dead”, tem monólogos e acção, tem raios a sair das mãos e tiroteios, tem comédia e momentos de irritação brutal (a personagem de Mac foi levada ao “chatismo” absurdo). A série conseguia em 40 minutos assustar, surpreender, fazer rir, ser neurótica, repetitiva, leve, pesada… em suma, quiseram fazer muita coisa, e quando se tenta fazer tudo em seis episódios, não se faz nada bem e a sensação final não é muito satisfatória. Outra coisa que me chateou foi a normalidade com que toda a gente aceitava os poderes do rapaz: Mãos a brilhar? Nada de mais… Dezenas de insectos a sair da boca? Tranquilo! Talvez espreite a segunda temporada, mas não fico ansioso.

# Lembrem-me lá porque é que Chuck ainda está no ar?! Esta semana caiu 20% nas audiências (total de 3 milhões de espectadores viram), eu desisti na terceira temporada, e a avaliar pelas reviews do Maciel na quarta, ainda bem! Que os nerds nunca mais se queixem que lhes cancelam tudo, porque Chuck estar no ar é um fenómeno!

# “Two and a Half Men” vive mais de Jon Cryer do que nunca. Ashton Kutcher foi uma boa adição, mas tem-se limitado a fazer punch lines e a andar nu para dar audiências.

# As séries da Starz têm um parâmetro diferente de todas as outras, se não forem renovadas para uma próxima temporada meio ano antes de iniciar a actual é muito mau sinal! Esta política vai continuar até um dia dar asneira.

# Hannibal Lecter no pequeno ecrã… tantas razões para, só com esta frase, condenar a série ao fracasso. Se acrescentar que irá para o ar na NBC é como lhe fazer uns “sapatos de cimento” e atirá-la ao rio. Vai ter a incrível (impossível) tarefa de recriar um dos piores assassinos, alguns dos crimes mais violentos e um dos papéis mais carismáticos do cinema… em canal aberto! Não aprenderam nada com “The Playboy Club”?!

# Showtime renova “Weeds”… Parece que há séries que não sabem morrer em paz.

# As paragens, o pesadelo para qualquer viciado em televisão. Em média, as séries vão estar mês e meio, dois meses, fora dos nossos olhares. Embora pareça que a CW vai de férias mais tempo, a verdade é que é também a primeira a regressar. Aspecto positivo? Ajuda os atrasadinhos, e para aqueles que não estão atrasados é uma oportunidade de espreitar outras séries.

Até para a semana TV Dependentes!

ListaTema
Arquivo- Edições anteriores -
Hot & Not [04/03/2012]«Lori, que encontres a Cristina em versão zombie e que ela te coma os intestinos.»
Hot & Not [11/03/2012]«“Terra Nova”, “The Event” e “FlashForward” vão num carro, quem está a conduzir?»
Hot & Not [18/03/2012]«Ora neste estou eu a saltar para cima da Elena, ora neste estás tu… »
Hot & Not [25/03/2012]«”Boardwalk Empire” foi uma das séries revelação de 2011.»
Hot & Not [01/04/2012]«Mulder viciado em sexo e Scully bissexual?»
Hot & Not [15/04/2012]«Obrigado “The Client List”! Porque não havia já demasiadas ideias pré-concebidas»
Hot & Not [22/04/2012]«A protagonista a ter o sexo menos excitante da história da televisão!»
Hot & Not [29/04/2012]«Joel Neto é um Camões que como não teve de salvar os seus “Lusíadas” do mar!»
Hot & Not [06/05/2012]«Rapariga a comer dois gajos, disfarça a coisa com “confusão de coração”»
Hot & Not [13/05/2012]«Entre tantos poderes, “Fringe” parecia “Heroes” e Olivia o Sylar!»

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18 Respostas para “Hot & Not [13/11/2011]: «Que os nerds nunca mais se queixem que lhes cancelam tudo, porque Chuck estar no ar é um fenómeno!»” Subscribe

  1. Daniel Catita 13/11/2011 às 14:28 #

    Mais um excelente texto, Vítor, parabéns ;D

    Tenho a mesma opinião que tu no que diz respeito a The Fades, apesar de ter gostado muito da série, não estou ansioso (aliás, nem prevejo acontecer) uma segunda temporada. O final foi um bocado “wtf” e o ponto alto da série para mim era a Lily Loveless (vai Naomi!). A série quis chocar demais, não a culpo e foram 6 episódios porreiritos. Mas passou à história.

    (claro que tenho de…)

    Comentar Vampire Diaries.

    Como já disse na review, achei bastante original a maneira como eles exploraram a origem dos primeiros vampiros. Nunca tinha visto nenhuma exploração a esse assunto e esta convenceu-me. Se te consola eles não são americanos, e a Vampira-Mor da série, aka Petrova-bitch é da Bulgária. :D (e os outros são todos europeus emigrados também!)

    • Vítor Rodrigues 13/11/2011 às 19:06 #

      Sim eu sei, mas tiveram origem nos EUA…ladrões! :p

      Obrigado Daniel ;)

      • Filipa C 13/11/2011 às 20:54 #

        Os Originais (Mikael, Klaus, Rebekah, etc), como diz o Daniel, são Europeus. Só depois de se tornarem vampiros é que emigraram para os EUA. Logo, a origem nos EUA não faz sentido.

        • Vítor Rodrigues 13/11/2011 às 21:02 #

          Não, segundo o episódio eles já estavam nos EUA. Quando foram atacados pelo Lobisomens é que se “converteram”…

          • ZB 13/11/2011 às 22:09 #

            Pessoal, atenção aos spoilers.

          • Daniel Catita 14/11/2011 às 00:15 #

            SPOILERS

            e só o Mikael e a esposa é que não nasceram nos EUA, os filhos sim. Na remota Mystic Falls da altura.

            • Vítor Rodrigues 14/11/2011 às 00:39 #

              …E onde é que foram criados os primeiros vampiros??

  2. syrin 13/11/2011 às 16:25 #

    # “NCIS” consegue quase todas as semanas juntar quase 20 milhões de pares de olhos colados à televisão!
    One Gibbs to rule them all, One Gibbs to find them, One Gibbs to bring them all and in front of the TV bind them!
    mwhahahahaha

    • Vítor Rodrigues 13/11/2011 às 19:07 #

      LOOOOOOOOOOOL! Morri…..

      • syrin 13/11/2011 às 22:29 #

        Morreste? Peraí que vou chamar o Gibbs e a equipa para investigarem o caso…

    • Picasso 13/11/2011 às 20:48 #

      Gostei!
      O que não gostei muito foi dos dois últimos eps do NCIS, então aquele da namorada do ducky lol, foi mau.

      • syrin 13/11/2011 às 22:30 #

        Pois, também não achei piada a esse episódio. Esta temporada começou muito mal, mas entretanto melhorou. A ver vamos como corre o resto da season…

  3. António Coutinho 13/11/2011 às 18:02 #

    # Lembrem-me lá porque é que Chuck ainda está no ar?! Esta semana caiu 20% nas audiências (total de 3 milhões de espectadores viram), eu desisti na terceira temporada, e a avaliar pelas reviews do Maciel na quarta, ainda bem! Que os nerds nunca mais se queixem que lhes cancelam tudo, porque Chuck estar no ar é um fenómeno!”

    Ora bem, respondo assim:
    Li esta semana um artigo na revista “Notícias TV” sobre o peso das redes sociais no sucesso das séries televisivas, neste caso o Twitter e sua capacidade em prever cancelamentos, como se de um oráculo se tratasse.

    A 6ª feira é uma noite muito difícil.
    Chuck domina os “trending topics” no GetGlue durante esse período. E provoca muita discussão no Twitter.
    O mesmo acontece com Gossip Girl. Audiências muito baixas, mas o elenco e os produtores geram muita publicidade porque são muito mediáticos.

    A NBC colocou The Sing-Off no antigo horário de 2ª feira. Pelos vistos não resultou. Estreou com “1.9/5″ em tem tido “1.7/4″ em média, enquanto a anterior temporada de Chuck começou com “2.1/6″ e teve, em média, “1.9/5″.

    Chuck estar no ar é um fenómeno! :-)

    • Vítor Rodrigues 13/11/2011 às 19:08 #

      Eu eu respondo com:
      “Em nota pessoal, número também não é sinal de qualidade” :p

  4. ed 14/11/2011 às 00:19 #

    hahahaha o comentario sobre os canais era o meu! thanks! ^^)

  5. Mafalda Neto 14/11/2011 às 17:20 #

    Belo texto sim senhor! Tanta coisa para dizer…
    Começando pelo início (prepara-te que vai ser um comentário longo) Nikita é muita bom. Gosto do ritmo, da acção, do enredo e das personagens. Maggie Q é um palito mas vi-a no Conan a fazer ioga e digo-te que a rapariga tem força.
    Fringe, habituou-nos mal, agora estranhamos é só isso. Continua a ter as personagens que sempre adorei mas agora quando a história não avança, sabe a pouco, mas quem aguentou a primeira temporada completa sem saber o que vinha, aguenta tudo.
    House teve um bom episódio, mas quando me deparo com episódios mais antigos na FOX não consigo deixar de pensar nos bons velhos tempos.
    Ainda não vi a última do Ricky Gervais mas estou muito curiosa, ainda me falta a última temporada do “The Ricky Gervais Show” mas esta não perco.
    Eu fiz a review a “Whitney” e não fui meiga, mas também estou a gostar da série ao contrário do que esperava, é levezinha -se, vê-se bem.~
    Quando acabei de ver o último episódio da temporada passada de Bones a primeira coisa que pensei foi “ai que vai haver muitas fangirls passadas da cabeça”, concordo contigo aquilo foi tudo completamente descabido e quem não sabia que a Emily Deschanel estva grávida deve ter ficado ainda mais confuso. Enfim, acho que os fãs mereciam mais respeito. Mesmo assim gostei muito da season premiere.
    Por último, pela primeira vez agradeço a paragem para ver se ponho as séries em dia que me ando a atrasar.

  6. Cláudia 16/11/2011 às 09:57 #

    Bom artigo novamente, Vítor.

    Quanto a Terra Nova, eu não me surpreendia se fosse cancelada.

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