[SPOILERS] Mais uma semana, mais um episódio de “Body of Proof”. Esta semana voltamos com um assunto já mais que batido neste tipo de série. Mas existe sempre algo de especial em cada uma das séries, e neste caso temos Megan Hunt (Dana Delany) para nos alegrar o episódio.
Drogas, polícias corruptos, e todos os derivados são assuntos mais que falados nas séries policiais. E eis que este assunto volta à baila, mas desta vez em “Body of Proof”. Dana Delany faz um papel estrondoso, e este episódio é uma prova disso mesmo. Posso dizer-vos que o caso em si não me agradou muito, mas o que salvou este episódio foi a prestação desta actriz que, pode ser considerada a mais-valia da série. Sim, porque sem Dana Delany, “Body of Proof” não era a mesma coisa.
Um traficante é encontrado morto. O departamento legista é chamado ao local, e em seguida o corpo é transportado para o “laboratório”. É aí que se descobre que, afinal, não se trata de um traficante, mas sim de um polícia, um polícia em missão.
Com o desenrolar da resolução os suspeitos vão-se alterando, até que se chega a uma conclusão. Para chegarmos ao verdadeiro assassino passamos por uma senhora loira que era empregada do café onde a vítima trabalhava, pelo ex-parceiro de Peter (que actualmente era parceiro da vítima) e chegamos então ao verdadeiro criminoso: um polícia corrupto que trabalhava lá na esquadra.
Sinceramente este caso não me despertou interesse nenhum. Talvez pelo simples facto da originalidade ser zero. Ou talvez por não me ter despertado interesse logo no início. Bem, não sei… Só sei que este episódio poderia ter sido melhor aproveitado, pois a protagonista merece uma série de qualidade, não é assim?
É também neste episódio que temos o privilégio de conhecer a tão famosa Jeannie Morris (Deirdre Lovejoy), mulher de Bud, que aparece neste episódio só para lhe ser diagnosticada diabetes gestacional. Por favor, não poderiam dar mais utilidade à participação da senhora? É que isto de relevante não teve nada. Simplesmente, tivemos um aparecimento minimamente desperdiçado e algo estúpido, mas enfim…
Outra história que me deixou um pouco à nora foi a do ex-parceiro de Peter (Nicholas Bishop). Ora, o senhor foi o suspeito mais abordado durante todo o episódio, e o que tinha mais probabilidade de ser o assassino. Mas o que me surpreendeu mais foi Peter. Então esta série não nos oferece aquele factor surpresa acerca do criminoso? Tudo bem, Peter já o conhecia e tinha confiança nele mas a sua atitude, supostamente, era para ser uma atitude de trabalhador para tentar provar a inocência do ex-parceiro, mas ao invés disso ameaça sair do caso pois não quer julgar o ex-parceiro. Um pouco absurdo na minha opinião…
Ficamos por aqui, nesta crítica ao décimo-segundo episódio desta segunda temporada, um temporada de altos e baixos. Esperemos que melhore no próximo episódio.
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