[SPOILERS] Ao quarto episódio somos brindados com o melhor até à data. Aqui as coisas fluíram bem, as peças encaixaram e não, não acho que este seja o melhor episódio por causa daquilo que estão a pensar. Mas claro que também ajudou à equação.
Devido à ausência de Jeremiah (Glynn Turman), era uma das personagens que ainda não tinham mostrado a ter sexo, e a indisponibilidade de Monica (Dawn Olivieri), eu disse que ela estava a concorrer a mãe do ano, Marty vê-se obrigado a ter de levar Roscoe (Donis Leonard Jr.) com ele para Frisco, ou melhor, São Francisco, porque eu quero ser cool e realmente Frisco é muito mau. Que grande coincidência no episódio que Roscoe acompanha o pai tinha de ser logo a São Francisco. O rapaz fica todo contente porque assim até falta à escola onde tem vindo a ter problemas. O Roscoe problemas? Com aquelas roupas e sendo as crianças dos seres mais terríveis para a galhofa? Que surpresa Marty, nem é nada fácil adivinhar o que se passa com o teu filho. Eu é que não fiquei tão animado com esta notícia, mas a verdade é que correu melhor do que esperava, aliás tudo no episódio correu melhor.
No aeroporto, o ponto de encontro da equipa, Jeannie (Kristen Bell) despede-se de Wes (Michael Rady)… o seu NOIVO??? Então Jeannie, tens andado a enganar o pessoal? Afinal tens namorado e acabaste de ficar noiva. Gostei da breve conversa entre os dois, aquela piada que misturou álcool com sexo oral foi bem mandada.
Jeannie: I bet your dad has to piss vodka just to get a blowie.
Quando Jeannie vai ter com os colegas esconde o anel de noivado, o que podia ser apenas por uma questão de se poupar a comentários e provocações, mas o olhar dela mostra que é algo mais. Falta ali qualquer coisa e tal confirma-se mais à frente.
A dupla Doug (Josh Lawson) e Clyde (Ben Schwartz) também começa a criar o seu lugar na série. São uma espécie de Abed (Danny Pudi) e Troy (Donald Glover) lá no seu mundinho. Um mundinho em que mais facilmente os outros entram mas, ainda assim, onde são os maiores intervenientes. Apesar de a equipa ser de quatro Marty e Jeannie costumam seguir no episódio outros caminhos, juntos ou separados, ficando sempre Doug e Clyde. Adorei o estilo de engate à George Clooney, enquanto o Clyde o descrevia eu imaginei literalmente o Clooney a fazer aquilo, batia tudo certo, impecável.
Clyde: TV Clooney is not the real Clooney unless you’re talking about ER then barely maybe one season of Clooney.

Quando estão todos a conversar num café, surge Kurt (Nick Stahl) um músico que capta instantaneamente a atenção de Jeannie. O olhar dela durante todo o concerto é de uma devoção quase religiosa, pobre Wes. Acredito verdadeiramente que o Nick Sthal é dos actores mais poderosos da TV. Em “Carnivale” tinha o poder de ressuscitar os mortos e aqui tem o poder de retirar as roupas da Kristen Bell. É automaticamente um herói.
Kurt acaba por servir para mais do que um one night stand quando começa a avaliar Jeannie, focando que há problemas no seu relacionamento actual ou então não estaria com ele e claro há ainda os seus daddy issues. A rapariga não está nada bem e deve mesmo acreditar naquela regra de que quando o casal está em diferentes códigos postais tal não constitui traição. Pois Jeannie, temos pena, mas quando a outra pessoa não sabe é traição na mesma.
O caso da semana foi a parte menos interessante, Marty acompanha Alex Katsnelson (Ryan Pinkston), um jovem génio da informática que é CEO de uma empresa de software que se quer expandir internacionalmente sem ele. Para contrariar isso contrata a Galweather & Stearn em busca de conselhos. Marty rapidamente chega à conclusão que Alex pode ser muito bom a programar mas é uma nódoa em negócios (e chato também), elaborando assim um plano que leve Alex a concordar com as decisões do conselho administrativo e mesmo assim manter a sua equipa contratada. Se há coisa que a série ensina é a confiar em consultores.
Doug: There’s a lot of blue on this page.
Por fim, Marty que planeava passar tempo com Roscoe não passou nenhum, mas ainda assim a viagem parece ter corrido bem para o seu filho que teve uma conversa sentida com Doug. Concluindo parece que Marty se safou bem aos olhos do miúdo.





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Se há coisa que a série ensina é a confiar em consultores
hmmm
Gostei do episódio, foi hilariante e simples. Porquê que usam sempre o estereotipo de o gajo dos computadores ser um inadaptado social. É verdade que 80% (pronto 85% quase 90%) tem dificuldades nas iterações sociais, mas não é preciso tanto.
O momento à Clooney para mim foi o melhor momento do episódio.
Em relação aos problemas do Marty com o filho e à mãe do mesmo. No episódio 5 (esta semana foi semana de duplo episódio, já viste?) irás perceber muita coisa sobre a Mónica.
Mas o Alex tenta ser gangsta cool e falha tremendamente lol.
Este sim foi um bom episódio, espero ver mais deste género para a frente seria muito bom sinal.
Sei que é duplo episódio mas ainda não vi o 5º, vai ser hoje
Ena esmeraram-se nas imagens escolhidas ahah
Foi um bom episódio e o quinto ainda é melhor.
Então e ninguém fala das consequências do final do episódio anterior?? Se há uma coisa que eu gosto numa série é continuidade…
Mesmo assim gostei do episódio, a Kristen Bell é uma delícia de ver, tanto para homens como mulheres e gostei da sua química com o músico. Uma das minhas coisas preferidas na série continua a ser a originalidade naquelas cenas de Marty, e neste episódio assentaram que nem uma luva.
Doug e Clyde estão a tornar-se um dos meus bromances favoritos