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	<title>TVDependente &#187; Críticas</title>
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	<description>Onde a televisão é levada a sério</description>
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		<title>Fringe: 4&#215;11 –Making Angels (FOX)</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 23:22:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Fringe]]></category>
		<category><![CDATA[fox]]></category>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] Se “Fringe” tivesse um daqueles inquéritos de satisfação, no final de cada temporada, existiria uma sugestão que se manteria, de uma caneta para a outra. Todo e qualquer fã desejaria oferecer a Astrid mais tempo de antena. Hoje foi o dia. Desde os primórdios da série que se reclama por um episódio dedicado a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS]</strong></span> Se “Fringe” tivesse um daqueles inquéritos de satisfação, no final de cada temporada, existiria uma sugestão que se manteria, de uma caneta para a outra. Todo e qualquer fã desejaria oferecer a Astrid mais tempo de antena. Hoje foi o dia.</p>
<p><span id="more-47809"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Desde os primórdios da série que se reclama por um episódio dedicado a esta personagem. A uma presença sólida e constante desde o início, e que é constantemente (e injustamente) relegada para segundo plano. Nunca se percebeu bem porquê mas a verdade é que Astrid (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1896248/">Jasika Nicole</a>) era a mais frágil personagem desta ficção. Era e é, porque “Making Angels” é o episódio que temos e não o episódio que queríamos ter.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi uma desculpa forçada para arrumar um assunto pendente. Tentaram criar um dois em um que não funcionou em nenhum dos seus pólos, e muito menos na necessária ponte entre os dois. Assim, por falar em pontes, vemos a Astrid do outro universo a passar para o nosso. Rapidamente, sem grandes demoras, percebemos que o seu pai faleceu e que o que poderia ser um passeio no parque tornou-se num passeio inter-universos. Foi procurar um ombro amigo em alguém, em si própria. Há assim – a interessantíssima premissa – de dois seres aparentemente iguais a aconselharem-se e a ajudarem-se um ao outro. Mas ao contrário dos outros pares, em que conseguimos sentir amor e ódio por ambos, a Astrid de lá não consegue criar qualquer tipo de laços com o espectador.</p>
<p style="text-align: justify;">O seu modo autista não convence, está mal construído, mal interpretado. É um autómato inverosímil que chega a ser deveras irritante. E foi este lado do espelho que eles escolheram aprofundar, relegando – mais uma vez – a nossa Astrid de sempre para um criminoso segundo plano. Tudo poderia ter sido colmato por um bom caso da semana e uma boa ligação com estas duas sósias. Mas não, ao invés, somos presenteados por uma das histórias mais frouxas e previsíveis que há memória no universo Fringe: um cientista descobre uma forma de conseguir ver o futuro das pessoas. Ou todo o tempo, e assim prever os bons e os maus destinos. Que nem anjo da morte ele decide matar aquelas pessoas que têm escrito um triste fado e assim poupá-las a um final de sofrimento. No final, mata-se e nós descobrimos que o aparelho com que ele fazia os seus “truques” pertencia ao Observador que salvou o Peter (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0005045/">Joshua Jackson</a>) no lago. Não há mistério, não há lição. Não há nada.</p>
<p style="text-align: justify;">O facto do chefe dos Observadores tomar conhecimento de que Peter regressou foi de facto a única coisa interessante no episódio.</p>
<p style="text-align: justify;">Não foi apenas um dia, foi o dia em que eles não souberam aproveitar o que têm nas mãos. O que no final de contas é muito triste.</p>
<p><div class="woo-sc-box tick   "><span style="color: #008000;"><strong>O Melhor</strong></span>: Já ter acabado.</div><div class="woo-sc-box alert   "><span style="color: #ff0000;"><strong>O Pior</strong></span>: O desperdício amigos, o desperdício.</div> <div class="woo-sc-box note   "><span style="color: #000000;"><strong>Nota:</strong></span> 6.0 (Mediano)</div></p>

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	<tr class="row-1 odd">
		<th class="column-1">Lista de Episódios</th><th class="column-2">Nota (0.0/10.0)</th>
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		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2011/09/fringe-4x01-%e2%80%93-neither-here-nor-there-fox/">Fringe: 4×01 – Neither Here Nor There (FOX)</a></td><td class="column-2">7.0</td>
	</tr>
	<tr class="row-3 odd">
		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2011/10/fringe-4x02-%e2%80%93-one-night-in-october-fox/">Fringe: 4×02 – One Night in October (FOX)</a></td><td class="column-2">7.4</td>
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		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2011/10/fringe-4x03-%e2%80%93-alone-in-the-world-fox/">Fringe: 4×03 – Alone in the World (FOX)</a></td><td class="column-2">7.1</td>
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		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2011/10/fringe-4x04-%e2%80%93-subject-9-fox/">Fringe: 4×04 – Subject 9 (FOX)</a></td><td class="column-2">6.5</td>
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		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2011/11/fringe-4x05-%e2%80%93-novation-fox/">Fringe: 4×05 – Novation (FOX)</a></td><td class="column-2">7.8</td>
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		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2011/11/fringe-4x06-%e2%80%93and-those-we-left-behind-fox/">Fringe: 4×06 – And Those We Left Behind (FOX)</a></td><td class="column-2">8.9</td>
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		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2011/11/fringe-4x07-%e2%80%93wallflower-fox/">Fringe: 4×07 – Wallflower (FOX)</a></td><td class="column-2">7.5</td>
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	<tr class="row-9 odd">
		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2012/01/fringe-4x08-back-to-where-youve-never-been-fox/">Fringe: 4×08 – Back to Where You’ve Never Been (FOX)</a></td><td class="column-2">9.0</td>
	</tr>
	<tr class="row-10 even">
		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2012/01/fringe-4x09-the-enemy-of-my-enemy-fox/">Fringe: 4×09 –The Enemy of My Enemy (FOX)</a></td><td class="column-2">8.4</td>
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	<tr class="row-11 odd">
		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2012/02/fringe-4x10-forced-perspective-fox/">Fringe: 4×10 – Forced Perspective (FOX)</a></td><td class="column-2">6.9</td>
	</tr>
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		<title>Luck: 1&#215;02 &#8211; Episode 2 (HBO)</title>
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		<comments>http://tvdependente.net/2012/02/luck-1x02-episode-2-hbo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 19:58:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ZB</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Luck]]></category>
		<category><![CDATA[Episode 2]]></category>
		<category><![CDATA[hbo]]></category>

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		<description><![CDATA[[SPOILERS] “Luck” não é uma série típica e muito menos ao alcance de todos os gostos. A sua premissa transporta-nos para o mundo das corridas de cavalos e fá-lo de forma profunda, em nada relacionada com as abordagens superficiais dos mais variados filmes (porque séries não me lembro de nenhuma) que se aventuraram no tema. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS]</strong></span> “Luck” não é uma série típica e muito menos ao alcance de todos os gostos. A sua premissa transporta-nos para o mundo das corridas de cavalos e fá-lo de forma profunda, em nada relacionada com as abordagens superficiais dos mais variados filmes (porque séries não me lembro de nenhuma) que se aventuraram no tema. E esse mundo é um mundo muito próprio, pouco inclusivo e que não está facilmente ao alcance de quem nunca ou raramente teve contacto com ele. Esse é, por exemplo, o meu caso, em que o conhecimento que tenho sobre os meandros das corridas de cavalo é praticamente nulo e para quem tem um nível de conhecimento sobre o assunto semelhante ao meu (que será a maioria das pessoas que estão a ler este texto, certamente) “Luck” é uma série complicada de seguir.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas nem é apenas uma questão de se ser ou não ignorante relativamente ao assunto (já li depoimentos de pessoas que conhecem aquele mundo e mesmo assim têm dificuldade em acompanhar a série) mas simplesmente porque, neste momento, também existem vários aspectos para além da premissa intrincada que a tornam demasiado pesada. À partida logo a linguagem muito própria, algo que é orgânico às séries de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0586965/">David Milch</a>, como o era por exemplo em “Deadwood”, que tornam a história mais credível mas mais difícil de compreender. Depois as constantes referências a personagens que ainda não conhecemos ou mesmo àquelas que já foram introduzidas mas que não fazendo parte da cena em que são referidas e estando num grupo tão amplo de personagens é difícil ainda associar nomes a caras. E, por último, a dificuldade em encontrar personagens que sejam facilmente relacionáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Posto isto, surge a pertinente questão de se será possível desfrutar duma série que não compreendemos totalmente. Claro que sim, dependendo da vontade que cada um terá para deixar-se imiscuir na trama, permitir-se a conhecer os personagens e, apesar de alguma confusão que se sinta ao ver os episódios, ainda assim conseguir desfrutar dos mesmos porque a qualidade está lá (boas interpretações, bons valores de produção e bom trabalho de câmara – no segundo episódio Mann foi substituído por <a href="http://www.imdb.com/name/nm0313623/" target="_blank">Terry George</a>, realizador de “Hotel Rwanda”). “Luck” é claramente uma série que não se faz refém do tempo e para conseguir entrar verdadeiramente neste mundo, para ganhar empatia por estas personagens, há que ser paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">E o segundo episódio já aprofunda um pouco mais as personagens. Conhecemos melhor as motivações de Ace (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0000163/">Dustin Hoffman</a>), além de que a sua presença na série não parece agora tão distante dos restantes personagens, continuamos a testemunhar as manhas de Escalante (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0651159/">John Ortiz</a>), conhecemos um pouco melhor a história de Walter Smith (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0000560/">Nick Nolte</a>) e a génese da sua íntima relação com o Gettin&#8217; Up Morning, a luta da Rosie (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0174403/">Kerry Condon</a>) para se afirmar, e as conturbadas vidas do quarteto de apostadores que ficou milionário no episódio anterior. Faltou apenas um pouco de mais emoção, geralmente resultante das cenas das corridas, que são claramente um dos pontos altos da série, e apesar da deste episódio não ter sido excepção, não o foi ao mesmo nível das cenas do primeiro episódio.</p>
<p><div class="woo-sc-box tick   "><span style="color: #008000;"><strong>O Melhor</strong></span>: A corrida.</div><div class="woo-sc-box alert   "><span style="color: #ff0000;"><strong>O Pior</strong></span>: A dificuldade em compreender algumas referências.</div> <div class="woo-sc-box note   "><span style="color: #000000;"><strong>Nota:</strong></span> 7.0 (Bom)</div></p>

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	<tr class="row-1 odd">
		<th class="column-1">Lista de Episódios</th><th class="column-2">Nota (0.0/10.0)</th>
	</tr>
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	<tr class="row-2 even">
		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2012/01/pilot-season-luck-hbo/">Pilot Season: Luck (HBO)</a></td><td class="column-2">--</td>
	</tr>
</tbody>
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		<title>House: 8&#215;11 – Nobody’s Fault (FOX)</title>
		<link>http://tvdependente.net/2012/02/house-8x11-nobodys-fault-fox/</link>
		<comments>http://tvdependente.net/2012/02/house-8x11-nobodys-fault-fox/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 18:22:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mafalda Neto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[House]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[fox]]></category>
		<category><![CDATA[house]]></category>
		<category><![CDATA[nobody's fault]]></category>

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		<description><![CDATA[[SPOILERS] Ao fim de oito temporadas a rotina numa série pode ser o seu pior inimigo. Essa rotina em “House” já afastou muitas pessoas ainda a série ia nas primeiras temporadas. Pessoas que perderam episódios magníficos como “Help Me” ou “House’s Head&#8221; / &#8220;Wilson’s Heart”. Essas pessoas também perderam “Nobody’s Fault”. Quem viu a mini-série de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS] </strong></span>Ao fim de oito temporadas a rotina numa série pode ser o seu pior inimigo. Essa rotina em “House” já afastou muitas pessoas ainda a série ia nas primeiras temporadas. Pessoas que perderam episódios magníficos como “<a href="http://www.imdb.com/title/tt1503406/">Help Me</a>” ou “<a href="http://www.imdb.com/title/tt1216108/">House’s Head</a>&#8221; / &#8220;<a href="http://www.imdb.com/title/tt1216109/">Wilson’s Heart</a>”. Essas pessoas também perderam “Nobody’s Fault”.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-47798"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Quem viu a mini-série de 2003 “<a href="http://www.imdb.com/title/tt0318997/">Angels in America</a>” da HBO com certeza se lembra de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0942482/">Jeffrey Wright</a> num papel que lhe rendeu o Emmy e o Globo de Ouro de Melhor Actor Secundário. Apesar de ser completamente diferente do papel que faz aqui, uma simples frase foi suficiente para causar arrepios na espinha e lançar os dados para o que prometia ser um grande episódio.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Dr. Cofield: I&#8217;m Walter Cofield, Chief of Neurology, Mercy Hospital. I&#8217;ll be deciding your fate today.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Do outro lado da mesa, o protagonista, aquele que já não tem nada a provar, <a href="http://www.imdb.com/name/nm0491402/">Hugh Laurie</a>, a quem tudo parece sair sem esforço. Um confronto de titãs não só a nível de actores, mas a nível de personagens. House (Laurie) sempre teve de lutar contra o sistema para fazer prevalecer os seus métodos pouco ou nada ortodoxos, seja contra Cuddy (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0249046/">Lisa Edelstein</a>) e Foreman (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0004898/">Omar Epps</a>) ou Tritter (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0001556/">David Morse</a>) e Vogler (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0564277/">Chi McBride</a>). House todos os dias tem de lutar contra a sua própria equipa. Mas agora tem de lutar contra a perda sua própria liberdade.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">House: My process is proven. Good things usually happen: bad things sometimes happen.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">No decorrer do episódio vamos assistindo às diferentes entrevistas conduzidas por Walter Cofield (Jeffrey Wright), numa sequência muito bem conseguida e realizada. Vemos que, para além de Chase (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0817980/">Jesse Spencer</a>), também Taub (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0414907/">Peter Jacobson</a>) e mesmo Park (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2304722/">Charlyne Yi</a>) acabam por tentar proteger House. Por outro lado, talvez por estar mais próxima e por se sentir culpada, Adams (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0951148/">Odette Annable</a>), parece querer também querer culpar o chefe pelo sucedido. A verdade é que de uma maneira ou outra, Cofield, consegue encontrar argumentos para culpar quer Chase, quer House, e até Foreman, cuja antiga relação com Cofield acabou por não ter qualquer impacto no decorrer dos acontecimentos e serviu apenas para vermos que Foreman não é assim tão diferente de Cuddy, ao contrário do que ele gosta de pensar.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Dr. Cofield: Those are Vicodin. Did you have surgery recently?</p>
<p style="text-align: justify;">House: About a decade ago. My leg is no good at judging time.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Este é um episódio muito semelhante ao episódio “<a href="http://www.imdb.com/title/tt0606044/">The Mistake</a>” da segunda temporada, em que Chase e House têm de lidar com as consequências de um dos seus casos. Curiosamente e por pura coincidência vi ambos os episódios no mesmo dia. E ainda bem, pois o que me dá mais prazer ver numa série é a continuidade, o desenvolvimento das personagens, que nem sempre é valorizado pelos argumentistas de “House”. Desta vez, pudemos observar isso de forma exemplar na forma de Robert Chase, umas das minhas personagens preferidas, que começou como uma daquelas que ninguém gosta, um rapaz mimado, cara laroca mas pouco carácter, sempre habituado a ter tudo, e que conseguiu um cobiçado emprego graças a uma cunha que deve ao pai.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Chase: I think if there&#8217;s any chance I&#8217;m going to walk again it&#8217;s because House is a genius.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Aos poucos e poucos, foi-se revelando uma personagem muito mais complexa do que parecia, apesar de algum irrealismo em certas partes e mesmo algum ridículo à mistura. Agora é das melhores personagens, e dos que melhor conhece House. É a meio do episódio que finalmente somos postos ao corrente da sua situação e da razão para o processo instaurado à equipa, e se foi com pouca surpresa que vi Chase ser esfaqueado, não posso dizer o mesmo sobre a possibilidade de não o ver mais a andar. Por estamos a par de tudo isto, a sua conversa com Cofield tem um impacto acrescido, apesar do sucedido, Chase conhece House e consegue ser objectivo nas informações que dá a Cofield sobre o chefe, humanizando-o de uma maneira simples, mas bem conseguida, que vem confirmada pelo pedido de desculpas franco de House.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">House: They decided that you being stabbed was nobody&#8217;s fault. They&#8217;re wrong. I&#8217;m sorry.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Já conhecemos tão bem esta personagem e as suas manobras de diversão e aparente imaturidade que apenas escondem a sua completa inaptidão para ser sincero e mostrar os seus sentimentos, que foi refrescante vê-los sobre um ângulo diferente, um ângulo que já observámos noutras ocasiões (com a morte de Amber (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0240043/">Anne Dudek</a>), de Kutner (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0671980/">Kal Penn</a>), com Stacy (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0000688/">Sela Ward</a>) e com Cuddy – todas elas personagens que o abandonaram) mas que muitas vezes é completamente menosprezado. É por isso que tenho a certeza que os acontecimentos desta semana não só trarão consequências para Chase, quer a nível físico, quer a nível emocional, mas também para House e sei que é para ele que essas consequências pesarão mais, não fosse esta uma das personagens mais auto destruidoras da televisão.</p>
<p style="text-align: justify;">No final, temos então a grande cena onde se vai então decidir o futuro de House, e consequentemente do hospital, e foi aqui o grande balde de água fria do episódio. Confesso que assim que a esposa do paciente entrou na sala comecei imediatamente a chamar nomes à televisão. Felizmente, logo a seguir veio a redenção, e os sentimentos de culpa e auto destruição de House vieram ao de cima, sem quaisquer, claro está, consequências imediatas. Esta é para mim a cena mais catártica do episódio, onde House não só, descredibiliza Cofield mas também mostra o que sente, na sua maneira sempre insultuosa e inapropriada, mas que a mim me tocou como o clímax de um episódio que da parte de House foi vivido sempre de forma constrangida.</p>
<p style="text-align: justify;">Para mim o grande trunfo de toda esta questão médica e legal não foi o <em>suspense</em> de não saber até meio do episódio o que teria acontecido de tão grave, mas sim que depois de toda a informação recolhida, tanto informação médica, como apenas sobre o ambiente em que vivem os membros da equipa de diagnóstico &#8211; de que as partidas de House a Chase, são exemplo exagerado &#8211; eu continuo sem conseguir perceber de quem é, ou se é de alguém, na realidade, a culpa.</p>
<p style="text-align: justify;">O episódio ganha ainda por ser quase direccionado directamente aos fãs. Tal como toda a gente que trabalha com House está habituado aos seus métodos e lhes acha piada, também nós que vemos a série o fazemos, e nesse sentido o episódio deixa toda a gente a pensar, personagens e fãs que, como diz Chase “None of this is fun”, tudo tem consequências. Resta saber se House aprendeu a lição.</p>
<p style="text-align: justify;">Termina assim o melhor episódio da temporada, que inova em termos de realização, embora se esforce talvez de mais para ser dramático, o que não era preciso dados os acontecimentos do mesmo; muito bem escrito e com uma atenção ao pormenor da qual já tinha saudades (por exemplo, House – que chega sempre atrasado a tudo – é o primeiro a chegar à reunião final, o que revela a sua preocupação); e que faz brilhar para além do protagonista, uma das melhores participações especiais dos últimos tempos e o muitas vezes esquecido Chase.</p>
<p style="text-align: justify;">Noutra altura estaria completamente confiante na equipa criativa da série e nas suas capacidades em lidar com a história e continuá-la de forma satisfatória, neste momento espero que estejam já a preparar o declínio completo em que com certeza House (a personagem e a série) terminará os seus dias.</p>
<p><div class="woo-sc-box tick   "><span style="color: #008000;"><strong>O Melhor</strong></span>: Há muito a destacar, mas o turbilhão de emoções pelo qual House passa durante o episódio é espectacular.</div><div class="woo-sc-box alert   "><span style="color: #ff0000;"><strong>O Pior</strong></span>: O clima exageradamente escuro e algumas frases demasiado dramáticas &#8211; por vezes, mais é menos.</div> <div class="woo-sc-box note   "><span style="color: #000000;"><strong>Nota:</strong></span> 9.8 (Impressionante)</div></p>

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	<tr class="row-1 odd">
		<th class="column-1">Lista de Episódios</th><th class="column-2">Nota (0.0/10.0)</th>
	</tr>
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		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2011/09/house-8x01-%e2%80%93-twenty-vicodin-fox/">House: 8×01 – Twenty Vicodin (FOX)</a></td><td class="column-2">7.0</td>
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		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2011/10/house-8x02-–-transplant-fox/">House: 8×02 – Transplant (FOX)</a></td><td class="column-2">7.0</td>
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		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2011/10/house-8x03-–-charity-case-fox/">House: 8×03 – Charity Case (FOX)</a></td><td class="column-2">8.5</td>
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		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2011/11/house-8x04-–-risky-business-fox/">House: 8×04 – Risky Business (FOX)</a></td><td class="column-2">8.0</td>
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		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2011/11/house-8x05-–-the-confession-fox/">House: 8×05 – The Confession (FOX)</a></td><td class="column-2">9,0</td>
	</tr>
	<tr class="row-7 odd">
		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2011/11/house-8x06-–-parents-fox/">House: 8×06 – Parents (FOX)</a></td><td class="column-2">7.5</td>
	</tr>
	<tr class="row-8 even">
		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2011/11/house-8x07-–-dead-and-buried-fox/">House: 8×07 – Dead and Buried (FOX)</a></td><td class="column-2">7.5</td>
	</tr>
	<tr class="row-9 odd">
		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2011/11/house-8x08-%E2%80%93-perils-of-paranoia-fox/">House: 8x08 - Perils of Paranoia (FOX)</a></td><td class="column-2">6.5</td>
	</tr>
	<tr class="row-10 even">
		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2012/01/house-8x09-better-half-fox/">House: 8x09 - Better Half (FOX)</a></td><td class="column-2">8.0</td>
	</tr>
	<tr class="row-11 odd">
		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2012/01/house-8x10-runaways-fox/">House: 8x10 - Runaways (FOX)</a></td><td class="column-2">6.5</td>
	</tr>
</tbody>
</table>

]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Shameless: 2&#215;05 &#8211; Father&#8217;s Day (Showtime)</title>
		<link>http://tvdependente.net/2012/02/shameless-2x05-fathers-day-showtime/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 16:13:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Barreiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Shameless]]></category>
		<category><![CDATA[Father's Day]]></category>
		<category><![CDATA[showtime]]></category>

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		<description><![CDATA[[SPOILERS] Frank: That’s the Gallagher’s sperm! Ambitious, relentless – everything we’re not once we’re born. Like heat-seeking, baby-making guided missiles. It won’t be long before the whole country’s nothing but Mexicans and Gallaghers. Na crítica ao episódio passado referi que são os filhos de Frank (William H. Macy), e não propriamente este, quem nos faz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS]</strong></span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Frank:</strong> That’s the Gallagher’s sperm! Ambitious, relentless – everything we’re not once we’re born. Like heat-seeking, baby-making guided missiles. It won’t be long before the whole country’s nothing but Mexicans and Gallaghers.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Na <a href="http://tvdependente.net/2012/01/shameless-2x04-a-beautiful-mess-showtime/" target="_blank">crítica ao episódio passado</a> referi que são os filhos de Frank (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0000513/" target="_blank">William H. Macy</a>), e não propriamente este, quem nos faz assistir à série, semana após semana. Se dúvidas faltavam, este episódio veio para as sanar de uma vez por todas. Como não poderia deixar de ser, depois da revelação de que Karen (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2270016/" target="_blank">Laura Slade Wiggins</a>) está grávida, Lip (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2087739/" target="_blank">Jeremy Allen White</a>) é o protagonista da semana. Todo o episódio, de uma ou outra maneira, gira à sua volta, e ainda bem!</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lip:</strong> I’m not going anywhere. I wouldn’t bail. I’m not my dad. You hear me? I’m not my fucking dad!</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Lip sempre foi, ao lado de Fiona (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0002536/" target="_blank">Emmy Rossum</a>), um dos meus personagens favoritos, pela irreverência e pela perspicácia que sempre o acompanham. Com “Father’s Day”, esta posição saiu reforçada, dado que, em todas as cenas em que apareceu, o jovem roubou a maior parte da atenção, mostrando-se bem mais profundo do que aquilo que esperaríamos. Lip não quer cometer os mesmos erros que durante toda a sua vida viu o pai cometer e, por isso, apesar dos discursos de Frank sobre a melhor educação a dar a um filho (“O melhor que se pode dar a um filho é a negligência” – boa, Frank!), rapidamente decide que, se o filho for mesmo seu, vai assumir toda a responsabilidade e criar a criança como deve ser. Fiona, contudo, é peremptória (e percebe-se porquê).</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fiona:</strong> I’m not taking care of another kid.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">A cena em que Lip é informado de que Karen já se casou com Jody (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2090702/" target="_blank">Zach McGowan</a>), numa tentativa de que este não desconfie da sua gravidez, juntamente com a cena em que Lip quebra e diz a Karen que não é como o pai, são dois dos momentos mais emocionantes do episódio. As expressões de desilusão contida, o sarcasmo como forma de se defender, e, por breves momentos, a expressão da dor perante Karen foram ingredientes combinados na perfeição, num trabalho exímio quer por parte dos guionistas, quer por parte do actor Jeremy Allen White.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sheila:</strong> I am so sorry that my daughter raped you.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Este foi, sem dúvida, um episódio de revelações. Soube-se, finalmente, que o Eddie está morto &#8211; revelação essa que traz consigo uma investigação nada abonatória a favor de Frank &#8211; e soube-se também que Karen dormiu com Frank. Se, por um lado, gostei muito da forma como trataram da notícia de que Eddie morreu, por outro lado as repercussões de que o Frank dormiu com a Karen foram mal construídas. Karen salva o couro de Frank, culpando-se inteiramente pelo sucedido, tanto aos olhos da polícia como aos olhos de Sheila, e, mais uma vez, Frank sai impune sem ter que mexer uma palha! Foi como se Sheila (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0000349/" target="_blank">Joan Cusack</a>) não quisesse saber do assunto – foi tudo excessivamente apressado, injectado no episódio à pressa e, pior que tudo, prejudicou a personagem de Sheila, pelo menos aos meus olhos. Que tipo de mãe recebe notícias destas e perdoa tão levianamente?! Pelo contrário, gostei muito do “luto” de Karen: primeiro finge que não quer saber, depois chora ao pé da mãe, sem saber porquê, mais tarde agradece a Frank por ter morto o pai e, no fim, decide ir à sua campa deixar uma… “lembrancinha”. Karen é assim, instável e bipolar, e a maneira como reagiu coincidiu com esta imagem. Também eu sou algo bipolar em relação à personagem: por vezes gosto, outras vezes irrito-me profundamente com algumas atitudes; por vezes acho que devia ficar com o Lip, depois acho que ele ficava melhor longe dela…</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lip:</strong> You can’t do shit on your own.<br />
<strong>Ian:</strong> Fuck you, Lip. You can get back to your whore who can’t be sure if her kid is your son or your brother.</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Inconscientemente, Lip também eclipsou Ian (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1185747/" target="_blank">Cameron Monaghan</a>) neste episódio, ao entrar em West Point. Tudo  o que queria era ajudar o irmão, mas o que conseguiu foi que este ficasse completamente furioso com ele. A relação entre os irmãos mais velhos é uma das que mais gozo me dá acompanhar, por isso foi com grande interesse que vi a luta entre os dois. São homens e irmãos, pelo que este tipo de discussões, embora cause alarido e proporcione bons momentos de televisão, não deve ser duradoura.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Debbie:</strong> Why does everyone else get to grow up but me?<br />
<strong>Mandy:</strong> One day you’ll look back and wish it didn’t happen so fast. Trust me.</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Debbie (<a href="http://www.imdb.com/name/nm3160752/" target="_blank">Emma Kenney</a>) e Carl (<a href="http://www.imdb.com/name/nm3103119/" target="_blank">Ethan Cutkosky</a>) estão a crescer. Enquanto Carl começa a tentar arranjar dinheiro para a família, nomeadamente arrendando um quarto a uma prostituta, Debbie continua caidinha por Hank (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2367676/" target="_blank">Nicky Korba</a>) e faz de tudo para que ele repare em si. Tem apenas onze anos, mas a forma como lida com este tipo de assuntos é já muito parecido com a forma como uma pessoa adulta o faria. Esta vontade de crescer depressa demais será sempre um traço característico da personalidade de Debbie e também uma das principais razões por que gostamos tanto dela. É adorável!</p>
<p style="text-align: justify;">Chegará, porém, o momento em que Debbie se arrependerá de ter desejado crescer com tanta pressa. Fiona e Veronica (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1342513/" target="_blank">Shanola Hampton</a>) que o digam. Fiona andou o episódio todo a fingir que é alguém que não é, de forma a impressionar Richard, com quem decidiu ir ao casamento de um amigo. É bom saber que Fiona mantém os seus escrúpulos e que não fez nada de que posteriormente se arrependesse ou que a pudesse comprometer, como aceitar o colar que o Richard lhe ofereceu. Foi uma boa história, mas que não conseguiu escapar do cliché: menina pobre mente para parecer rica, mas acaba triste e envergonhada. A Emmy Rossum sempre abrilhante mais o <em>plot</em> com a sua beleza e talento, mas mesmo assim esta foi uma história que, pelo menos neste episódio, não conseguiu prender.</p>
<p style="text-align: justify;">A história de Veronica e Kevin (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0992538/" target="_blank">Steve Howey</a>), por outro lado, sem ter pretensões de ser emocionante ou grandiosa, conseguiu-me fazer rir imenso e conseguiu aproximar-me ainda mais destas duas personagens. Destacam-se a cena das ameaças com a tesoura de podar, num momento em que Kevin pensou que iria ter alguma “sorte”; a cena em que Veronica bate à porta da tutora e começa por tirar as argolas das orelhas, preparada para uma grande <em>catfight</em>; e, claro, a cena final com a Veronica a tentar ajudar Kevin recorrendo ao uso de post-its colados por todo o seu corpo! Que cómico! E que casal tão divertido, não concordam?</p>
<p style="text-align: justify;">A temporada segue assim o seu curso e, a julgar por estes dois últimos episódios, com muito boa saúde! Vamos lá ver se a chegada de Steve (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0154226/" target="_blank">Justin Chatwin</a>) vai desestabilizar a qualidade que esta segunda temporada conseguiu agora atingir ou se, pelo contrário, a fará crescer ainda mais.</p>
<p style="text-align: justify;"><div class="woo-sc-box tick   "><span style="color: #008000;"><strong>O Melhor</strong></span>: Todas as cenas em que o Lip apareceu. O casal Veronica e Kevin.</div><div class="woo-sc-box alert   "><span style="color: #ff0000;"><strong>O Pior</strong></span>: A capacidade infinita de perdoar de Sheila é um bocado difícil de aceitar. A mentira de Fiona.</div> <div class="woo-sc-box note   "><span style="color: #000000;"><strong>Nota:</strong></span> 9.1 (Impressionante)</div>
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<thead>
	<tr class="row-1 odd">
		<th class="column-1">Lista de Episódios</th><th class="column-2">Nota (0.0/10.0)</th>
	</tr>
</thead>
<tbody>
	<tr class="row-2 even">
		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2012/01/shameless-2x01-summertime-showtime/">Shameless: 2x01 - Summertime (Showtime)</a></td><td class="column-2">8.1</td>
	</tr>
	<tr class="row-3 odd">
		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2012/01/shameless-2x02-summer-loving-showtime/">Shameless: 2x02 - Summer Loving (Showtime)</a></td><td class="column-2">7.6</td>
	</tr>
	<tr class="row-4 even">
		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2012/01/shameless-2x03-ill-light-a-candle-for-you-every-day-showtime/">Shameless: 2x03 - I'll Light a Candle For You Every Day (Showtime)</a></td><td class="column-2">8.7</td>
	</tr>
	<tr class="row-5 odd">
		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2012/01/shameless-2x04-a-beautiful-mess-showtime/">Shameless: 2x04 - A Beautiful Mess (Showtime)</a></td><td class="column-2">9.0</td>
	</tr>
</tbody>
</table>
</p>
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		<title>Smash: 1&#215;01 – Pilot (NBC)</title>
		<link>http://tvdependente.net/2012/02/smash-1x01-pilot-nbc/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 15:14:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Barreiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Smash]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[nbc]]></category>
		<category><![CDATA[Pilot]]></category>

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		<description><![CDATA[[SPOILERS] “Smash” estreia no meio de muita expectativa. Espera-se que seja a série que finalmente comece a reverter a tendência de maus resultados da NBC, espera-se que seja uma série musical com conteúdo, como “Glee” nunca conseguiu verdadeiramente ser, e espera-se ainda do bom leque de actores e cantores (alguns bem conhecidos do público) que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS]</strong></span> “Smash” estreia no meio de muita expectativa. Espera-se que seja a série que finalmente comece a reverter a tendência de maus resultados da NBC, espera-se que seja uma série musical com conteúdo, como “Glee” nunca conseguiu verdadeiramente ser, e espera-se ainda do bom leque de actores e cantores (alguns bem conhecidos do público) que nos continuem a surpreender.<span id="more-47793"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A história gira em torno da produção de um musical da Broadway e, não sendo muito original, tem o mérito de não se focar simplesmente no resultado final ou nos actores. Não, a trama de “Smash” dá atenção a todos os pequenos esforços e detalhes que tornam possível a produção de um musical desta magnitude: centra-se nos actores, claro, mas não esquece a sua família, nem os escritores, os produtores, os realizadores, os agentes, os assistentes e até os críticos. A ideia do “Marylin, The Musical” começa por ser apenas uma vaga ideia vinda de um assistente, mas desenvolve-se na mente de Julia (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0005226/" target="_blank">Debra Messing</a> muito credível neste papel) e do seu amigo Tom (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1019691/" target="_blank">Christian Borle</a>), qual semente plantada e agora crescendo com vigor.</p>
<p style="text-align: justify;">Se ao marido, Julia diz que vão gravar apenas uma música, meramente experimental, a verdade é que o desejo, a paixão pelo teatro e a confiança na sua visão criativa a atraem cada vez mais em direcção a este projecto. O marido, contudo, não fica nada feliz, visto que Julia &#8211; personagem que, cedo nos apercebemos, se deixa, com prazer, absorver pelo trabalho – lhe prometera tirar um ano de férias de maneira a que se pudesse concentrar na adopção de uma criança. O espectáculo fala mais alto, mas Julia promete dar de tudo para não negligenciar a família, sendo que este deverá ser, certamente, o seu principal desafio ao longo dos episódios.</p>
<p style="text-align: justify;">Procurando a sua grande oportunidade em Nova Iorque (o belo cenário de “Smash”, que envolve as personagens e as suas histórias de forma que outra cidade qualquer não conseguiria) estão Karen (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1897713/" target="_blank">Katharine McPhee</a>) e Ivy (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2047859/" target="_blank">Megan Hilty</a>). A primeira é uma simples jovem do Iowa, honesta e ainda muito ingénua, que tem já no episódio-piloto uma das suas maiores provações. O que fazer quando a pessoa que tem nas suas mãos a decisão sobre se irá ou não realizar o seu sonho a tenta seduzir? Karen mostra que tem o que é necessário para ser a Marylin, <em>sexy</em> e arrojada, mas não se envolve com o realizador, Derek (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0202603/" target="_blank">Jack Davenport</a>). Os princípios e a educação falam mais alto, bem como o amor que sente pelo namorado. Contudo, Derek estará sempre presente nos próximos episódios e decerto que outro tipo de testes ao seu carácter, neste duro mundo do espectáculo, vão ser submetidos a Karen. A cena no apartamento do realizador foi uma das minhas preferidas, pelo que a forma como a Karen reagirá a este tipo de condutas, tentando balancear a realização dos seus sonhos com aquilo que é, vai ser sem dúvida um dos maiores atractivos da série para mim.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, temos Ivy, que, em alguns aspectos, é tudo o que a Karen não é, mas que, no fundamental, é exactamente como ela. Ambas estão à procura do seu sonho, da sua primeira grande oportunidade, e estão dispostas a trabalhar ao máximo para o conseguir. Porém, não só fisicamente como também a nível de personalidade, Ivy é muito mais parecida com Marylin. Esta é à partida uma grande vantagem, mas a voz de Karen (para quem não sabe, a Katharine McPhee ficou em segundo lugar na quinta temporada de &#8220;American Idol&#8221;) consegue, se não batê-la, sem dúvida igualá-la, nas duas audições que prestam. Os momentos musicais da série estão… no ponto! Não são exagerados, mas conseguem envolver o espectador, divergindo imagens dos ensaios com imagens do “resultado final”. Destaco o número de Ivy com os jogadores de <em>baseball</em> e, como não poderia deixar de ser, a música que fechou o episódio, interpretada pelas duas aspirantes a actrizes pelas ruas de Nova Iorque.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo dos 46 minutos do sólido episódio-piloto, “Smash” conseguiu convencer. Absorveu-nos para dentro daquele mundo e apresentou-nos às suas principais caras, fazendo-nos gostar da maioria (Julia, Karen, Ivy, Tom e até do assistente deste, o Ellis (<a href="http://www.imdb.com/name/nm4393073/" target="_blank">Jaime Cepero</a>)) e fazendo-nos não ir com a cara de alguns (o Derek e a sua agente, Eileen (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0001378/" target="_blank">Anjelica Huston</a>), que não teve tempo de nos fazer importar com o seu divórcio). A mim, pelo menos, deixou-me curioso para ver os próximos capítulos, ao mesmo tempo que me deixou indeciso sobre por quem torcer: pela Karen ou pela Ivy. É uma decisão difícil. Por que não torcer pelas duas? Ou pela qualidade e sucesso de “Smash”?</p>
<p style="text-align: justify;"><div class="woo-sc-box tick   "><span style="color: #008000;"><strong>O Melhor</strong></span>: O elenco. Megan Hilty, Debra Messing e Jack Davenport estão particularmente bem! A cena de Karen na casa de Derek. O último momento musical: <a href="http://www.youtube.com/user/SmashNBC#p/u/1/LIERCF3nIdo" target="_blank">Smash &#8211; Let Me Be Your Star</a>.</div><div class="woo-sc-box alert   "><span style="color: #ff0000;"><strong>O Pior</strong></span>: A dinâmica entre Julia e o marido. Apesar de ainda não saber como a irão desenvolver no futuro, pareceu-me um bocado batida. Também não gostei do facto de os <em>trailers</em> e outros vídeos promocionais serem tão reveladores – estragaram-me algumas cenas cruciais do episódio.</div> <div class="woo-sc-box note   "><span style="color: #000000;"><strong>Nota:</strong></span> 8.2 (Muito Bom)</div></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Spartacus: Vengeance: 2&#215;02 &#8211; A Place in this World (Starz)</title>
		<link>http://tvdependente.net/2012/02/spartacus-vengeance-2x02-a-place-in-this-world-starz/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 12:56:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Matos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Spartacus]]></category>
		<category><![CDATA[a place in this world]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[Spartacus: Vengeance]]></category>
		<category><![CDATA[Starz]]></category>

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		<description><![CDATA[[SPOILERS] “That is my porpuse. My Life. To honor the House of Batiatus.” Este segundo episódio serviu para começar a definir os alicerces sobre os quais o enredo da história avançará. Teve, além disto, lugar para dar o devido destaque a uma personagem que nem sempre foi valorizada, mas que é figura preponderante na série [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS]</strong></span> <em>“That is my porpuse. My Life. To honor the House of Batiatus.”</em> Este segundo episódio serviu para começar a definir os alicerces sobre os quais o enredo da história avançará. Teve, além disto, lugar para dar o devido destaque a uma personagem que nem sempre foi valorizada, mas que é figura preponderante na série e este “A Place in this World” serviu para apresentar um pouco da história de Oenomaus – Doctore (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0579795/" target="_blank">Peter Mensah</a>).</p>
<p style="text-align: justify;">Pode-se dizer que este episódio teve três cenários distintos, que envolvem histórias diferentes mas que no final acabam por demonstrar uma interligação que poderá ser fundamental para o futuro desta segunda temporada. Foi igualmente um episódio de bastante ação, muitas lutas e duelos particularmente viris e interessantes, sangue em abundância, o inevitável <em>slow motion</em>, pequenos momentos picantes, ou seja, pedaços de entretenimento bastante agradáveis de seguir, sobretudo para os amantes da série.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #008000;">História de Doctore</span></h3>
<p style="text-align: justify;">“A Place in this World”, foi em grande parte, centrado na personagem de Oenomaus e em parte do seu passado, mostrando como foi a evolução daquele que era o Doctore da casa de Batiatus. O jovem Oenomaus apareceu no Underworld, o submundo onde se era enviado para morrer e onde Spartacus (<a href="http://www.imdb.pt/name/nm2553987/" target="_blank">Liam McIntyre</a>) resistiu heroicamente em “<a href="http://www.imdb.com/title/tt1472902/" target="_blank">The Thing in the Pit</a>”, na primeira temporada. O futuro Doctore, tornara-se “diabo”, pois o jovem escravo resistia adversário atrás de adversário, derrotando-os sem qualquer tipo de dó nem piedade. Os seus feitos chegam aos ouvidos do pai de Quintus Batiatus (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0001314/" target="_blank">John Hannah</a>), que o comprou para grandes feitos, vendo nele o potencial para ser rei das arenas. Oenomaus, desde logo se dedicou a honrar a casa de Batiatus, fazendo disso o seu lema de vida. Avançando para o presente, o Doctore vive amargurado com a vergonha de ter desonrado o seu lema, de ter quebrado a promessa de viver em função da casa de Batiatus. Como tal, vai para o sítio onde aqueles que traem são enviados, o <em>Underworld, The Pit</em>. Agora como Addonexus, vai enfrentando tudo e todos novamente, com a mesma caraterização que tinha enquanto jovem. Sem descanso, o seu objetivo é apenas um, morrer. Quando está a chegar ao momento em que foi vencido pela falta de forças, no momento do golpe final do seu adversário, surge um misterioso homem que o salva…</p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #008000;">Casa de Batiatus – Cápua</span></h3>
<p style="text-align: justify;">Lucretia (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0005128/" target="_blank">Lucy Lawless</a>) continua com o estado mental alterado. Estará mesmo? Aquele olhar no final do episódio deixou tanta coisa no ar… Mas já lá vamos. Maluca ou não, certo é que considera estar realmente abençoada pelos Deuses e usa isso para convencer Glaber (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0662164/" target="_blank">Craig Parker</a>) a fazer um ritual para afastar os inimigos que massacraram a casa de Batiatus e para ajudar a revelar onde se encontra Spartacus. Para o dito ritual, Lucretia visita o mercado em Cápua com a companhia de Ilithya (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2130586/" target="_blank">Viva Bianca</a>) para comprar o necessário. Durante essa visita, usa o seu estado atual de “abençoada pelos Deuses” e começa a distribuir bênçãos pelo povo, ganhando o respeito e admiração destes. Durante esse momento, o já referido homem misterioso aparece e entrega um pequeno bilhete a Lucretia. No mercado, destaque ainda para uma ligeira aparição de Seppia (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2267063/" target="_blank">Hanna Mangan Lawrence</a>), que soube a pouco. Durante o ritual, o único momento de relevo, acontece quando Ilithya se prepara para tentar matar Lucretia, mas é interrompida por uma escrava. Também de referir, as divergências entre Glaber e Seppius (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2007534/" target="_blank">Tom Hobbs</a>), ambos querem capturar Spartacus, mas ninguém se quer subjugar, como tal, é outra luta dentro da luta de derrubar o <em>Bringer of Rain</em>. O maior (pequeno) destaque destes momentos na casa de Batiatus, tirando o final que já falarei sobre ele, foi a excitação de Ilithya na banheira, ao pensar na noite que teve com Spartacus. Esta história ainda vai dar que falar. Um momento à imagem da verdadeira Ilithya, que de resto me parece extremamente inquieta e pouco apelativa para o que estava habituado.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #008000;">Vila Romana</span></h3>
<p style="text-align: justify;">Spartacus e companhia invadem uma pequena vila romana, com o intuito de angariarem novos recrutas para a sua luta contra Roma e, também, para Crixus (<a href="http://www.imdb.pt/name/nm0071847/" target="_blank">Manu Bennett</a>) obter informações acerca de Naevia (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2788229/" target="_blank">Lesley-Ann Brandt</a>), o seu amor desaparecido. Este último acaba por descobrir que Naevia anda a passar de Dominus para Dominus, deixando-o completamente devastado, mas não menos motivado para a sua incessante procura. Ainda na questão dos sentimentos, Mira (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0492345/" target="_blank">Katrina Law</a>) questiona o que Spartacus sentirá por ela, já que uma escrava dá-lhe a entender que não será nada mais que proveito próprio, questão que Spartacus faz questão de desmentir, dizendo que ela faz-lhe bem e com ela consegue abstrair-se do que de mau existe. Mira ainda assim fica expetante. O principal destaque destes momentos na vila vai para Tiberius, um escravo que não se conforma pois acreditava ter melhor vida sendo braço direito do seu Dominus. Sentindo-se revoltado, tenta matar Spartacus, mas sem sucesso. Começa aqui uma discrepância entre os seguidores de Spartacus, que acham que Tiberius deveria ser morto e que os escravos não devem ser tratados de igual para igual com eles e entre o próprio Spartacus, que não quer ser igual aos romanos, todos devem ser tratados de igual forma, como irmãos. Aos poucos, consegue mudar a mentalidade de Tiberius, que no final acaba por ser decisivo para derrotar os homens de Seppius que entraram na vila com o intuito de procurar Spartacus e os seus homens. Questiono é se esta personagem só serviu para este episódio, com o intuito de Spartacus fazer ver os seus objetivos para os que recruta, ou se terá no futuro algum destaque?</p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #008000;">O final</span></h3>
<p style="text-align: justify;">Para o final, o melhor. Aquilo que mostra que os próximos episódios prometem! A revelação do homem misterioso que salvou o Doctore da morte desejada e entregou o bilhete a Lucretia no mercado. A surpresa não foi muita, claro, era o surpreendente Ashur (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1479022/" target="_blank">Nick Tarabay</a>)! Finalmente apareceu e já com um dos seus magníficos planos que tão bons momentos proporcionaram na primeira temporada. Após resgatar Oenomaus, transporta-o até Glaber, referindo que ele será aquele que o levará a Spartacus, levando por sua vez Lucretia a dizer que as suas preces tinham sido atendidas. É aí que Ashur e Lucretia trocam o olhar que dá a entender que tudo aquilo se trata de um brilhante plano que ambos engendraram e que Lucretia está tudo menos maluca! O que é certo é que Ashur salvou o homem que em “<a href="http://www.imdb.pt/title/tt1521502/" target="_blank">Kill them All</a>” o tentou matar e só com grande engenho se safou. Só pode ter sido para o seu próprio bem. Qual será o objetivo da parceria entre Ashur e Lucretia? Alguém arrisca?</p>
<p><div class="woo-sc-box tick   "><span style="color: #008000;"><strong>O Melhor</strong></span>: Aliança entre Ashur e Lucretia, só pode trazer grandes momentos! Foi um episódio com bastante ação e com momentos esporádicos de grande qualidade, à imagem de Spartacus e daquilo que a série nos habituou.</div><div class="woo-sc-box alert   "><span style="color: #ff0000;"><strong>O Pior</strong></span>: Ilithya, tirando o momento na banheira, está demasiado impaciente. Glaber também não me convence, para o destaque que a sua personagem tem na história.</div> <div class="woo-sc-box note   "><span style="color: #000000;"><strong>Nota:</strong></span> 8.5 (Muito Bom)</div></p>

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	<tr class="row-1 odd">
		<th class="column-1">Lista de Episódios</th><th class="column-2">Nota (0.0/10.0)</th>
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		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2012/01/spartacus-vengeance-2x01-fugitivus-starz/">Spartacus: Vengeance – 2×01 – Fugitivus (Starz)</a></td><td class="column-2">6.9</td>
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		<title>House of Lies: 1×05 – Utah (Showtime)</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 22:15:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Loot</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[House of Lies]]></category>
		<category><![CDATA[showtime]]></category>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] Depois de nos ter brindado com o melhor episódio até à altura, parece que “House of Lies”, a pouco e pouco, começa a ligar os pontos e a acertar os ângulos. “Utha” pode não ter sido tão bom como o seu predecessor mas foi um bom episódio. Se em “Mini-Mogul” vimos Roscoe (Donis Leonard [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #800000;">[SPOILERS]</span></strong> Depois de nos ter brindado com o melhor episódio até à altura, parece que “House of Lies”, a pouco e pouco, começa a ligar os pontos e a acertar os ângulos. “Utha” pode não ter sido tão bom como o seu predecessor mas foi um bom episódio.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-47753"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Se em “Mini-Mogul” vimos Roscoe (<a href="http://www.imdb.com/name/nm3092800/">Donis Leonard Jr.</a>) a acompanhar o seu pai, em “Utah” foi a vez de o vermos em parceria com a sua mãe. Até à data Monica (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1685408/">Dawn Olivieri</a>) nunca se mostrou uma mãe presente na vida do filho e tal não muda com este episódio uma vez que a única razão de ela estar com o filho é porque foi trocada pela esposa do seu namorado numa viagem às Fiji.</p>
<div class="woo-sc-quote"><p>Monica: Do you know what a golden shower is?<br />
Roscoe: When it&#8217;s sunny and it rains?<br />
Monica: Ohh that&#8217;s magical.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Rancorosa como é decide, juntamente com o seu filho, invadir a casa do dito cujo, afinal de contas como todas as boas amantes sabe o código de segurança. Dentro desta loucura toda mãe e filho acabam por ter um momento de genuína confraternização. Quando Monica fala da pintura com o filho, está mesmo a falar do trabalho de Egon Schiele ou dela?</p>
<p style="text-align: justify;">Fica novamente a prova de que Monica não é decididamente uma mãe para Roscoe, ela sabe-o e parece que agora, mais do que nunca, o rapaz também. Apesar de toda aquela postura provocadora e selvagem que ela costuma emanar neste episódio teve-se um vislumbre de uma alma triste e solitária. No final, quando Roscoe se aproxima do pai percebe-se o que realmente é importante na paternidade, não é ser um amigalhaço com quem nos podemos sempre divertir, mas antes estar presente. Porque ao fim do dia o que importa é sabermos que, aconteça o que acontecer, podemos sempre contar com os pais.</p>
<p style="text-align: justify;">Desta vez o título do episódio espelha bem o seu destino e em relação ao potencial cliente, trata-se de uma cadeia de móteis dirigida por um grupo de Mormons. Até à data este é capaz de ser sido o maior desafio para a equipa uma vez que economicamente o negócio é próspero em todos os sentidos, não há nada a assinalar, nada a melhorar e é por isso mesmo que Jeannie (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0068338/">Kristen Bell</a>) encontra na expansão da cadeia o único argumento viável para contratarem a sua equipa.</p>
<p style="text-align: justify;">Sim, Jeannie e não Marty (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0000332/">Don Cheadle</a>), desta vez o episódio foi (quase) todo dela. Quando o CEO, Brant Butterfield (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0533380/">Peter Mackenzie</a>), se apresentou como racista, Marty soube logo que nunca teriam hipótese de conseguir o trabalho com ele na liderança e passa a função para Jeannie. O que não quer dizer que não possa ajudar a rapariga e aqui estranhei bastante a sua atitude. Ora vejamos, primeiro surpreendeu-me a forma como a tratou, mesmo assumindo que no mundo empresarial há números em vez de pessoas não estava a contar que Marty fosse tão severo para com ela, até pensei que era tudo uma técnica psicológica para Jeannie dar o seu melhor e talvez tenha funcionado nesse sentido também. Em segundo, não é por Jeannie ser a porta-voz que Marty não pode dar uma mãozinha, se ele estava tão preocupado com o resultado porque não sugeriu ideias para a apresentação?</p>
<p style="text-align: justify;">Apresentação essa que até correu bastante bem mas é quase atirada para a lama quando Paul (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0573354/">Michael McMillian</a>) levanta um valor em questão. Se um valor é colocado em dúvida todo o trabalho o é também. Felizmente Marty corre em auxílio de Jeannie e consegue salvar a situação chantageando Paul por mensagens subliminares, uma vez que a sua religião é a judaica e apenas se proclama Mormon para poder ter este cargo. Aqui apanharam-me de surpresa, sempre pensei que a verdadeira religião do Paul fosse a da igreja &#8220;<a href="http://trueblood.wikia.com/wiki/Fellowship_of_the_Sun">Fellowship of the Sun</a>&#8220;.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo depois do triunfo, Marty insiste em descarregar as suas frustrações em Jeannie e aqui a rapariga esteve em alta, afinal de contas, a culpa da situação em que eles se encontram é de Marty. Foi ele que se meteu com Greg Norbert (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0314524/">Greg Germann</a>), é o pescoço dele que está na linha e por isso abaixa a bolinha Marty. Jeannie está a tornar-se cada vez mais a minha personagem predilecta. Ela é definitivamente um dos rapazes, aquelas constantes bocas a Doug (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0493257/">Josh Lawson</a>) e Clyde (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2355635/">Ben Schwartz</a>) são quase sempre certeiras.</p>
<div class="woo-sc-quote"><p>Doug: Oh, I&#8217;ve had Anal.<br />
Jeannie: Receiving doesn&#8217;t count Doug.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Clyde por sua vez desligou-se totalmente do trabalho e dedicou-se a engatar uma jovem Mormon de nome Rebecca (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2601642/">Anna Rose Hopkins</a>). Aparentemente por causa da sua religião a jovem defende a virgindade como se do Santo Graal se tratasse. Claro que nestas coisas as pessoas tentam muitas vezes contornar as regras, encontrar&#8230; <em>loopholes</em>. Neste tipo de situações costumam haver dois grandes grupos, aquele em que as mulheres acreditam que enquanto tiverem o hímen intacto se mantêm virgens (tolas) e aquele onde todas têm noção que a virgindade já foi ao tempo mas é preciso manter as aparências, afinal na mulher é mais chato provar que não se é virgem. Nunca chegamos a saber a qual destes grupos Rebecca pertence.</p>
<p style="text-align: justify;">O que gostei mais neste engate foi a forma como Doug mexeu com a cabeça de Clyde. Normalmente Doug é sempre o <em>underdog</em>, mas desta vez conseguiu fazer Clyde tremer ao ponto de desistir de se aventurar onde o sol não brilha. Afinal de contas estamos a falar de algo que antes de ser uma entrada é uma saída e a imagem de toda a comida ingerida no jantar e a pausa para ir ao WC foram a gota de água para um Clyde já por si demasiado assustado.</p>
<p><div class="woo-sc-box tick   "><span style="color: #008000;"><strong>O Melhor</strong></span>: A cena final entre Marty e Jeannie.</div><div class="woo-sc-box alert   "><span style="color: #ff0000;"><strong>O Pior</strong></span>: Marty em <em>boss mode</em>.</div> <div class="woo-sc-box note   "><span style="color: #000000;"><strong>Nota:</strong></span> 7.2 (Bom)</div></p>

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<thead>
	<tr class="row-1 odd">
		<th class="column-1">Lista de Episódios</th><th class="column-2">Nota (0.0/10.0)</th>
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		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2012/01/house-of-lies-1x01-gods-of-dangerous-financial-instruments-showtime/">House of Lies: 1×01 – Gods of Dangerous Financial Instruments (Showtime)</a></td><td class="column-2">7.0</td>
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		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2012/01/house-of-lies-1%C3%9702-amsterdam-showtime/">House of Lies: 1×02 – Amsterdam (Showtime)</a></td><td class="column-2">6.9</td>
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		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2012/01/house-of-lies-1x03-microphallus-showtime/">House of Lies: 1×03 – Microphallus (Showtime)</a></td><td class="column-2">6.7</td>
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		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2012/02/house-of-lies-1x04-mini-mogul-showtime/">House of Lies: 1×04 – Mini-Mogul (Showtime)</a></td><td class="column-2">7.5</td>
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		<title>Being Human: 4&#215;01 &#8211; Eve of War (BBC)</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 17:42:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ZB</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[BBC]]></category>
		<category><![CDATA[Eve of War]]></category>

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		<description><![CDATA[[SPOILERS] Se há algo que recorrentemente se elogia às séries britânicas é o facto de terem uma duração reduzida. Enquanto as americanas deixam arrastar a sua história por temporadas de 22 episódios, as britânicas apresentam uma narrativa muito mais concentrada, focada no essencial que é o contar duma história sem ter a necessidade de fazer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS]</strong></span> Se há algo que recorrentemente se elogia às séries britânicas é o facto de terem uma duração reduzida. Enquanto as americanas deixam arrastar a sua história por temporadas de 22 episódios, as britânicas apresentam uma narrativa muito mais concentrada, focada no essencial que é o contar duma história sem ter a necessidade de fazer desvios para histórias secundárias de interesse e qualidade dúbia somente para preencher uma determinada quota. Porém, se há algo em que as séries britânicas carecem é em termos dos vínculos das pessoas envolvidas com as mesmas, nomeadamente os actores que compõem os seus elencos. É ver séries a seguirem temporada após temporada e os elencos a registarem sucessivas saídas de actores que querem abraçar outros projectos.</p>
<p style="text-align: justify;">“Being Human” é um desses casos. No final da temporada passada, o <a href="http://www.imdb.com/name/nm2636108/">Aidan Turner</a> decidiu que estava na altura de partir para outra (e um papel no “The Hobbit” foi a principal razão) e abandonou a série. Entre o hiato entre a produção da terceira e quarta temporada a <a href="http://www.imdb.com/name/nm0444681/">Sinead Keenan</a> sentiu necessidade de seguir em frente e nem sequer se deu ao trabalho de gravar uma única cena de despedida. E o <a href="http://www.imdb.com/name/nm0869871/">Russell Tovey</a> seguiu-lhe os passos mas, ao menos, ainda deu uma oportunidade ao <a href="http://www.imdb.com/name/nm0925980/">Toby Whithouse</a> de lhe escrever um digno adeus (o qual chegou neste “Eve of War”). Assim, e duma assentada, a série perdeu dois dos seus pilares e uma das personagens secundárias que maior destaque conseguiu ganhar na história.</p>
<p style="text-align: justify;">Por muito boa que seja uma história, são os seus intervenientes que nos levam a gostar da mesma e, neste momento, torna-se difícil continuar a ver “Being Human” com os mesmos olhos de outros tempos e acentua-se a sensação de que talvez, tal como os actores o decidiram fazer, também eu como espectador deva “partir para outra”. Mas não o vou fazer. Pelo menos, não para já. Se há coisa que gosto menos do que ver as minhas personagens favoritas a desaparecerem duma história é ficar com a história incompleta e, por isso mesmo, vou ser resiliente e manter-me como espectador atento de “Being Human”.</p>
<p style="text-align: justify;">Até porque há que dar mérito a Whithouse por conseguir espremer com sucesso as saídas de personagens tão relevantes como o Mitchell, o George e a Nina e pela sua capacidade em me manter, mesmo que relativamente, investido na história a que ele se propõe a contar. Nada como introduzir um futuro pós-Apocalíptico e alguma mitologia para me despertar a atenção, mesmo que ambos sejam assentes nos lugares comuns a que nos habituámos a ver neste tipo de séries. Um bebé que é a salvação da Humanidade? Nada de novo. Alguém que vai viajar no tempo para matar esse mesmo bebé? Nada de novo. Mas tem o meu interesse. Tal como já tive oportunidade de dizer por diversas vezes, nem sempre o mais importante é ser diferente, bastando apenas ser bom. E, para já, esta história suscitou-me interesse suficiente para me manter investido (se bem que não percebi porque é que a Eve vai regressar ao passado para se matar a si própria… ou será que ela não sabe qual a sua verdadeira identidade?)</p>
<p style="text-align: justify;">Outro factor importante para me manter interessado na história são as personagens que vêm preencher o vazio deixado pelas que partiram. A Annie (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1564072/">Lenora Crichlow</a>) é a que resta do trio original e ela sempre foi a que menos preferi, mas agora ganha papel de relevância dentro da série na medida em que é a única âncora para as suas origens. Espero que ela consiga revelar estar à altura de tal papel. Além disso, a aposta na continuidade do Tom (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2523072/">Michael Socha</a>) agrada-me. Gostei do personagem desde que foi introduzido no decorrer da temporada passada e acho que será uma boa aposta. Já o Hal (Damien Moloney), há que esperar para tirar melhores conclusões. Para já, gostei do pormenor dele ter um “modo de vida idêntico” ao dos nossos três heróis iniciais, tendo construído uma relação com um lobisomem e um(a) fantasma.</p>
<p><div class="woo-sc-box tick   "><span style="color: #008000;"><strong>O Melhor:</strong></span> A despedida emotiva de George.</div><div class="woo-sc-box alert   "><span style="color: #ff0000;"><strong>O Pior:</strong></span> A Sinead Keenan não se ter despedido devidamente da série.</div> <div class="woo-sc-box note   "><span style="color: #000000;"><strong>Nota:</strong></span> 8.5 (Muito Bom)</div></p>
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		<title>Alcatraz: 1&#215;04 &#8211; Cal Sweeney (FOX)</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 13:23:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maciel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alcatraz]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cal Sweeney]]></category>
		<category><![CDATA[fox]]></category>

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		<description><![CDATA[[SPOILERS] Quarto episódio, quarto prisioneiro conhecido, quarto final enigmático e quarto capítulo de uma série que apesar de não desiludir, não convence nem nos agarra com a sua enorme vontade de esconder o jogo semana após semana. Carl Sweeney (Eric Johnson) foi, para mim, o prisioneiro mais desinspirado até agora. A sua história teve pouco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS]</strong></span> Quarto episódio, quarto prisioneiro conhecido, quarto final enigmático e quarto capítulo de uma série que apesar de não desiludir, não convence nem nos agarra com a sua enorme vontade de esconder o jogo semana após semana.<br />
<span id="more-47746"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Carl Sweeney (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0425053/">Eric Johnson</a>) foi, para mim, o prisioneiro mais desinspirado até agora. A sua história teve pouco de interesse e o que poderia ser melhor aproveitado (todo o seu passado familiar e o facto de uma mísera caixa vazia ser o seu objecto predilecto) foi muito superficialmente tocado. Já o escrevi antes e volto a fazê-lo: com tanta leviandade em redor das histórias destes presos (tudo tem que ficar resolvido num mísero episódio) torna-se difícil criar uma grande ligação com eles. Surgem-nos da mesma forma, executam os seus palnos, assistimos a uns vislumbres dos seus passados e depois são novamente presos. As histórias são rapidamente esquecidas, o próximo preso está já pronto para aparecer uma semana mais tarde e tudo rola como se se tratasse de uma linha de montagem de uma fábrica.</p>
<p style="text-align: justify;">O que se passou nos anos 60 em Alcatraz é sempre ponto de interesse. Desta vez pudemos ver como se processavam os negócios por lá e como a traição pode estar bem mais perto do que esperávamos. Aqui e acolá houve outras situações de destaque &#8211; como por exemplo aquele jantar e o revelar dos propósitos de Lucy (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0619406/">Parminder Nagra</a>) em relação às memórias dos prisioneiros &#8211; mas continua a ser pouco para nos fazer querer regressar semana após semana e assistir a Alcatraz com mais atenção que um simples <em>procedural</em> obriga. O que se passou no banco também não ajudou à festa pois à mediocridade de toda aquela operação policial juntou-se o plano mais que batido em tanto filme e série que por esta altura já faz parte de qualquer manual policial que lide com reféns.</p>
<p style="text-align: justify;">E depois houve o final que foi (para não variar) o melhor do episódio. Começou pela chave que Carl tinha (já tínhamos visto o mesmo tipo de chave no <em>pilot</em>), passou para a &#8220;outra equipa&#8221; que Hauser (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0000554/">Sam Neill</a>) tem e que certamente têm outros objectivos para além de recuperar todos os presos e a cave ultra-secreta que alberga alguém que está doidinho por receber visitas. Ou seja, em 4 minutos condensou-se mais uma vez o mistério que falta à série e que será esquecido quando o próximo episódio for emitido. E é aqui que está o principal problema de &#8220;Alcatraz&#8221;: de nada vale mostrar mistério se o mesmo for esquecido por muito tempo. Só se o consegue fazer se o que resta do episódio não nos fizer sentir falta dele, coisa que a série não consegue com os simples casos dos prisioneiros.O próprio foco dos protagonistas nos presos diz tudo. Eles sabem que há pessoal que viaja no tempo e que está a voltar mas para eles isso é tudo secundário (como se fosse a coisa mais normal do Mundo). Interessa é apanhá-los e ignorar o facto de que por detrás deste regresso muita coisa existe. Até quando?</p>
<p><div class="woo-sc-box tick   "><span style="color: #008000;"><strong>O Melhor</strong></span>: O final.</div><div class="woo-sc-box alert   "><span style="color: #ff0000;"><strong>O Pior</strong></span>: O prisioneiro e o facto de ignorarem por completo todos os mistérios.</div> <div class="woo-sc-box note   "><span style="color: #000000;"><strong>Nota:</strong></span> 6.2 (Mediano)</div></p>

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	<tr class="row-1 odd">
		<th class="column-1">Lista de Episódios</th><th class="column-2">Nota: (0.0/10.0)</th>
	</tr>
</thead>
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	<tr class="row-2 even">
		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2012/01/alcatraz-1x011x02-piloternest-cobb-fox/">Alcatraz: 1×01/1×02 – Pilot/Ernest Cobb (FOX)</a></td><td class="column-2">6.7</td>
	</tr>
	<tr class="row-3 odd">
		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2012/01/alcatraz-1x03-kit-nelson-fox/">Alcatraz: 1×03 – Kit Nelson (FOX)</a></td><td class="column-2">7.0</td>
	</tr>
</tbody>
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		<title>Californication: 5&#215;04 &#8211; Waiting for the Miracle (Showtime)</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 03:25:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maciel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Californication]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[californication]]></category>
		<category><![CDATA[showtime]]></category>
		<category><![CDATA[Waiting for the Miracle]]></category>

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		<description><![CDATA[[SPOILERS] Não há volta a dar. &#8220;Californication&#8221; encontrou a sua fórmula e não quer sair daquela zona de conforto que se chama &#8220;depravação para dar e vender&#8221;. Não há que enganar. São vinte minutos a brincar e menos de cinco a sério. O jantar familiar/social, uma instituição protegida da série, foi um belo exemplo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS]</strong></span> Não há volta a dar. &#8220;Californication&#8221; encontrou a sua fórmula e não quer sair daquela zona de conforto que se chama &#8220;depravação para dar e vender&#8221;. Não há que enganar. São vinte minutos a brincar e menos de cinco a sério.<br />
<span id="more-47738"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O jantar familiar/social, uma instituição protegida da série, foi um belo exemplo de como o sexo em demasia não só maça como estraga uma cena que noutras condições teria tido mais impacto. Como esta temporada tem abusado do tema todas aquelas conversas foram simplesmente mais lenha para uma fogueira que já ardia imenso. De tudo se falou, com pouco se ficou. A chamada de atenção a Hank (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0000141/">David Duchovny</a>) foi certeira e bem incisiva mas no meio de tanta conversa parva este pedaço de seriedade serviu como um despertador para nós. Era altura de esquecer tudo o que se tinha falado durante o jantar e concentrarmo-nos no que aí vinha. Infelizmente veio pouco, pois o tempo já não dava para mais. Karen (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0001523/">Natascha McElhone</a>) e Hank ainda tiveram mais um bom momento mas soube tudo a muito pouco.</p>
<p style="text-align: justify;">E soube a pouco pois no restante do episódio tivemos mais uma aventura sexual de Charlie (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0359577/">Evan Handler</a>), uma maluca que vai atrás de Hank e ainda traz mais sexo à série e o já falado jantar. E é assim que vai andando &#8220;Californication&#8221;, num completo &#8220;descontrolo hormonal&#8221; e sem pensar nas consequências.</p>
<p><div class="woo-sc-box tick   "><span style="color: #008000;"><strong>O Melhor</strong></span>: O último minuto do jantar.</div><div class="woo-sc-box alert   "><span style="color: #ff0000;"><strong>O Pior</strong></span>: Os restantes minutos do jantar e do episódio.</div> <div class="woo-sc-box note   "><span style="color: #000000;"><strong>Nota:</strong> 4.7</span> (Mau)</div></p>

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	<tr class="row-1 odd">
		<th class="column-1">Lista de episódios</th><th class="column-2">Nota (0.0/10.0)</th>
	</tr>
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<tbody>
	<tr class="row-2 even">
		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2012/01/californication-5x01-jfk-to-lax-showtime/">Californication: 5×01 – JFK to LAX (Showtime)</a></td><td class="column-2">4.3</td>
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	<tr class="row-3 odd">
		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2012/01/californication-5x02-the-way-of-the-fist-showtime/">Californication: 5×02 – The Way of the Fist (Showtime)</a></td><td class="column-2">5.4</td>
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	<tr class="row-4 even">
		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2012/01/californication-5x03-boys-girls-showtime/">Californication: 5×03 – Boys &amp; Girls (Showtime)</a></td><td class="column-2">5.5</td>
	</tr>
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