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	<title>TVDependente &#187; Nurse Jackie</title>
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	<description>Onde a televisão é levada a sério</description>
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		<title>Nurse Jackie: 1&#215;12 &#8211; Health Care &amp; Cinema (Showtime)</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 10:30:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maciel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] É tempo de Jackie (Edie Falco) lidar com as consequências dos seus actos. Tempo de despedirmo-nos (provisoriamente) da série. Tempo de eu acabar (definitivamente) com as críticas a esta série. Devido ao final do episódio anterior, sabíamos que neste iríamos assistir à reacção de Eddie (Paul Schulze) perante a descoberta da verdade sobre Jackie. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS]</strong></span> É tempo de Jackie (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0004908/">Edie Falco</a>) lidar com as consequências dos seus actos. Tempo de despedirmo-nos (provisoriamente) da série. Tempo de eu acabar (definitivamente) com as críticas a esta série.<br />
<span id="more-14162"></span><br />
Devido ao final do episódio anterior, sabíamos que neste iríamos assistir à reacção de Eddie (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0776584/">Paul Schulze</a>) perante a descoberta da verdade sobre Jackie. E o que temos? Há uma interessante conversa com Kevin (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1047883/">Dominic Fumusa</a>), há Eddie a confrontar Jackie e há&#8230; o costume: adiam-se as consequências para mais tarde e a narrativa deixa-se estar no mesmo ponto. Com grande parcimónia, guarda-se a ressaca para a próxima temporada.</p>
<p style="text-align: justify;">No restante do episódio temos algumas situações que merecem destaque:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li> Nutterman (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0001255/">Victor Garber</a>), o crítico de cinema, acorda do seu coma (diferente, é verdade!) no que foi um alívio para Zoey (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0923266/">Merritt Wever</a>). Mas mesmo diferente, a sua preponderância na história continua como antes: por mostrar.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li> A Akalitus (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0807332/">Anna Deavere Smith</a>) fica presa num elevador. Assim mesmo (a frase diz bem o destaque que ela teve neste episódio), a situação serviu para uma linha de argumento. Com esta personagem já sabemos que levamos com a dose habitual de histórias risíveis, inconsequentes e bacocas. Junte-se alguma demência momentânea e o caldinho da caracterização está feito. Sem mais aditivos ou ingredientes de qualidade.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li> O Dr. Cooper (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0004906/">Peter Facinelli</a>) lá continua com os casos clínicos mais surreais e a tentar a sua sorte com Jackie. Até quando Cooper?</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li> Jackie deixa-se levar pelo efeito da morfina e, por momentos, esquece que está metida numa grande trapalhada. A família, o casamento e o namorado são vozes e imagens que se movimentam nas suas sinapses. Naquele momento nada é real e não é preciso pensar em nada. Era de uma alucinação dessas que eu precisava para perceber melhor toda a &#8220;complexidade&#8221; desta temporada.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">E assim chega-se ao fim da temporada. Sem grandes alaridos e destaques. Um final à imagem da temporada: tudo muito certinho e pausado. Como quem tem medo de arriscar ou de inovar. E assim, doze episódios depois, a sensação é a mesma: falta aqui muita coisa para tirar a série da banalidade. E nenhum comentário piroso me fará mudar de opinião.</p>
<p><img src="http://tvdependente.net/wp-content/uploads/notas/09-10/51.jpg" alt="" /></p>
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		<title>Nurse Jackie: 1&#215;11 &#8211; Pill-O-Matix (Showtime)</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 11:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maciel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] Como se o final do episódio anterior tivesse mostrado um “to be continued”, este é a sua continuação. Pelo dedo anelar de Jackie (Edie Falco) começamos e por aqui continuamos. A substituição do anel de Jackie é o começo da narrativa. Por lá pouco tempo ficamos, uma vez que as aulas de sapateado da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS]</strong></span> Como se o final do episódio anterior tivesse mostrado um “to be continued”, este é a sua continuação. Pelo dedo anelar de Jackie (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0004908/">Edie Falco</a>) começamos e por aqui continuamos.<br />
<span id="more-13531"></span><br />
A substituição do anel de Jackie é o começo da narrativa. Por lá pouco tempo ficamos, uma vez que as aulas de sapateado da filha nos esperam. Temas sem dúvida interessantes (e importantes) para Jackie e a sua família, mas que tendo em conta a maneira como nos são apresentados, nos deixam uma sensação de &#8220;mais do mesmo&#8221;. Não foi por aqui que a palavra &#8220;interessante&#8221; arranjou um abrigo para se resguardar da perseguição da &#8220;monotonia&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">No hospital, há algumas situações a registar:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Numa investida tão singular como repentina, o Dr. Cooper (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0004906/">Peter Facinelli</a>) decide tentar a sua sorte com Jackie. Se na relação profissional entre ambos existe o (normal) <em>status quo</em>, Jackie tudo faz para prolongá-lo além fronteiras. Entre profissão e relação amorosa só há acordo de Schengen para alguns participantes, pelo que Cooper terá que contentar-se com um lugar na lista de espera e esperar pela sua vez.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Com a automatização da farmácia a avançar, Eddie (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0776584/">Paul Schulze</a>) vê-se sem o seu emprego e Jackie vê-se sem o seu fornecedor. O drama? O horror? Nem por isso! Simplesmente pormenores numa relação que sempre teve menos química do que qualquer embalagem de comprimidos.</li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li>As conversas entre o crítico de cinema e o pessoal hospitalar. No meio de tanto marasmo, estas situações conseguiram trazer algum interesse ao episódio. Até conseguiram dar algum tempo de antena (interessante, entenda-se!) a uma das personagens que por lá anda perdida na banalidade: Gloria Akalitus (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0807332/">Anna Deavere Smith</a>).</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">No restante do episódio, destaque-se o seu final. A descoberta da verdade por parte de Edie trará consequências para as duas homónimas: personagem e série. O imediatismo das mesmas segue dentro de momentos e até lá esperemos. Que é o que temos feito desde o primeiro episódio.</p>
<p><img src="http://tvdependente.net/wp-content/uploads/notas/09-10/56.jpg" alt="" /></p>
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		<title>Nurse Jackie: 1&#215;10 &#8211; Ring Finger (Showtime)</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 10:09:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] O dedo anelar de Jackie (Edie Falco) tem o seu destaque neste episódio. O adjectivo dá-lhe a ligação à narrativa e eu fico a cruzá-los na expectativa do que aí vem. Conciliar família e carreira nem sempre é fácil. Conciliar adicionalmente uma relação extraconjugal (que a cada episódio que passa parece mais próxima do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS]</strong></span> O dedo anelar de Jackie (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0004908/">Edie Falco</a>) tem o seu destaque neste episódio. O adjectivo dá-lhe a ligação à narrativa e eu fico a cruzá-los na expectativa do que aí vem.<br />
<span id="more-13520"></span><br />
Conciliar família e carreira nem sempre é fácil. Conciliar adicionalmente uma relação extraconjugal (que a cada episódio que passa parece mais próxima do seu desmoronar) ainda mais difícil o é. É assim o dia-a-dia familiar de Jackie. Num perigoso balançar entre a racionalidade e segurança da sua família e o perigo da relação com Eddie (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0776584/">Paul Schulze</a>). A implosão da sua família está a poucos comprimidos de distância.</p>
<p style="text-align: justify;">Com os amigos a relação também balança. Depois da fricção do último episódio com a Dra. O&#8217;Hara (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0078925/">Eve Best</a>), esta tenta uma aproximação a Jackie. Desde o anel que não sai do &#8220;famoso dedo&#8221; até à mão marota do Dr. Cooper (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0004906/">Peter Facinelli</a>), tudo serve para quebrar o gelo existente entre ambas. Conversas simples a mostrarem a simplicidade desconcertante da Dr. O&#8217;Hara ser a melhor personagem por estas paragens.</p>
<p style="text-align: justify;">O homem que chega em paragem cardíaca e o padre que não quer comer, são situações (no hospital) que surgem contra a maré azarenta do episódio. Num processo de pacificação interior da personagem, Jackie “humaniza-se” e sente que o seu dia acabou ganho. Face a todas as peripécias que se passaram durante o dia, esta foi uma pequena vitória para ela. Do lado de cá agradeceu-se também este pequeno troféu de &#8220;e agora algo um pouco diferente&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Em mais um episódio ao nível do “certinho-direitinho-sem-deslumbrar” a que a série já nos habituou, há situações que poderão trazer novos desenvolvimentos à vida de Jackie. Resta esperar para ver se são os anéis ou os dedos que ficam.</p>
<p><img src="http://tvdependente.net/wp-content/uploads/notas/09-10/54.jpg" alt="" /></p>
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		<title>Nurse Jackie: 1&#215;09 &#8211; Nose Bleed (Showtime)</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 14:43:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] Desta vez não houve dentes partidos. Nem outras partes do corpo fracturadas. Mas houve velhas questões. Ou seja: mais do mesmo! Começa a ser já uma rotina. Mostra-se um pouco da família de Jackie (Edie Falco), os &#8220;problemas&#8221; de duas crianças a crescerem, um prestável e compreensivo marido (cujo comportamento mostra uma latente falta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS]</strong></span> Desta vez não houve dentes partidos. Nem outras partes do corpo fracturadas. Mas houve velhas questões. Ou seja: mais do mesmo!<br />
<span id="more-12859"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Começa a ser já uma rotina. Mostra-se um pouco da família de Jackie (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0004908/">Edie Falco</a>), os &#8220;problemas&#8221; de duas crianças a crescerem, um prestável e compreensivo marido (cujo comportamento mostra uma latente falta de beber quatro ou cinco expressos por dia) e temos a dose de drama familiar habitualmente mostrada em cada episódio. Estão decorridos quatro minutos e por ali não há nada de novo. Recuemos oito episódios e joguemos um &#8220;descubra as diferenças&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">No hospital as coisas estão mais &#8220;agitadas&#8221;. Temos: o regresso do sem-abrigo, as aventuras amorosas e irresponsáveis de Dr. Cooper (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0004906/">Peter Facinelli</a>), o confinamento do caso de Jackie e Eddie (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0776584/">Paul Schulze</a>) às paredes da farmácia hospitalar, o desfecho do caso entre o bebé misterioso (qual era mesmo o objectivo desta história? Mostral o lado maternal de uma mulher?) e Gloria (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0807332/">Anna Deavere Smith</a>), a habitual e insignificante presença de Mo-Mo (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1896736/">Haaz Sleiman</a>) e a pouca presença da Dr. O&#8217;Hara (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0078925/">Eve Best</a>). Afinal, também por aqui as novidades parece não serem muitas. Mesmo tendo em conta a curta duração de cada episódio, é pouco o desenvolvimento (quer de personagens quer de histórias) que a série apresenta.</p>
<p style="text-align: justify;">Chegados ao fim, a sensação é a recorrente: estamos como que adormecidos. «<em>Venha o próximo</em>!», dizemos em voz baixa. Agarrados à pouca consistência e consequência do que acabamos de ver e sempre com a esperança (por esta altura, vã) que a série nos &#8220;transporte&#8221; para algo mais interessante e desafiador. Fazendo jus ao ambiente de pré-época futebolística: joga-se no meio campo e não se sai de lá. A bola circula, os passes são certinhos, os jogadores estão entretidos mas o público desespera.</p>
<p><img src="http://tvdependente.net/wp-content/uploads/notas/09-10/52.jpg" alt="" /></p>
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		<title>Nurse Jackie: 1&#215;08 &#8211; Pupil (Showtime)</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Aug 2009 17:37:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] «Ó pai. A Jackie é uma chata. E a vida dela é uma seca». O meu olhar para o sofá vazio só comprova o facto da criança não existir. Mas se existisse e se ele visse esta série, a conversa seria bem real. Tão real como a vida desinteressante de Jackie (Edie Falco). E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS]</strong></span> <em>«Ó pai. A Jackie é uma chata. E a vida dela é uma seca»</em>. O meu olhar para o sofá vazio só comprova o facto da criança não existir. Mas se existisse e se ele visse esta série, a conversa seria bem real. Tão real como a vida desinteressante de Jackie (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0004908/">Edie Falco</a>).<br />
<span id="more-12685"></span></p>
<p style="text-align: justify;">E assim, após o anterior episódio ter tido um bom nível, voltamos ao habitual. E o habitual nesta série significa: personagens pouco apelativas, histórias simples contadas de maneira simplista e muita mediania.</p>
<p style="text-align: justify;">A família de Jackie é como tantas outras: pai, mãe e duas filhas pequenas. A vida profissional dela é igual a tantas outras enfermeiras espalhadas pelos mais diversos hospitais: doentes, turnos e stress. E sobre a vida pessoal dela pouco há a dizer. Das suas relações, sobressaem um apaixonado Eddie (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0776584/">Paul Schulze</a>) e uma inspirada (é a personagem mais apelativa da série) Dr. O&#8217;Hara (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0078925/">Eve Best</a>). Será a vida de Jackie suficientemente interessante para justificar uma série homónima?</p>
<p style="text-align: justify;">À conta da falta de pessoal o serviço de urgências ressente-se (uii que isto promete!). Ponto de partida para o episódio e ponto de chegada para as minhas expectativas. Deste assunto pouco sai para além do caos nos corredores e da natural falta de pessoal. É certo que temos direito a uma nova (&#8220;amorfa&#8221;) personagem e à descoberta do Dr. Cooper (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0004906/">Peter Facinelli</a>) sobre uma parte da situação familiar de Jackie. Mas&#8230;e daí? Os assuntos são quase sempre tratados de uma maneira leviana e tão isolada, que dá a ideia que esta série é um <em>procedural</em> de relações humanas.</p>
<p>Pede-se mais da série? Muito mais! Poderá a série dá-lo? Tenho as minhas dúvidas, pois parece que o rumo da mesma já está definido. A não ser que apareça algo bombástico e que agite a vida de Jackie.  A continuar assim, a série assemelha-se à vida de quem lhe dá o nome: normal.</p>
<p><img src="http://tvdependente.net/wp-content/uploads/notas/09-10/47.jpg" alt="" /></p>
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		<title>Nurse Jackie: 1&#215;07 &#8211; Steak Knife (Showtime)</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Jul 2009 12:00:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] A série por esta altura já me cativa mais. À natural maior empatia com as personagens (fruto de serem já sete episódios) junta-se a melhoria das histórias nestes últimos episódios. A série não deu um salto qualitativo grande. Mostra, tão só, uma narrativa mais coerente. Uma parte das mais recentes histórias tem mostrado que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS]</strong></span> A série por esta altura já me cativa mais. À natural maior empatia com as personagens (fruto de serem já sete episódios) junta-se a melhoria das histórias nestes últimos episódios. A série não deu um salto qualitativo grande. Mostra, tão só, uma narrativa mais coerente.<br />
<span id="more-12170"></span><br />
Uma parte das mais recentes histórias tem mostrado que a série já consegue contar boas histórias sem exagerar (ou mesmo, ter necessidade) nas situações ridículas. Além de as contar, nota-se que destas poderá surgir algo que terá repercussões nos episódios seguintes. Uma ligação entre as várias histórias e os vários episódios era uma das lacunas de &#8220;Nurse Jackie&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">A duplicidade da vida amorosa de Jackie (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0004908/">Edie Falco</a>) é uma das histórias deste episódio. O primeiro ano de namoro com Eddie (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0776584/">Paul Schulze</a>) é a desculpa ideal para termos alguns desenvolvimentos nesta relação. Eddie que quase sempre é uma figura secundária neste enredo e que parece estar a desenvolver uma relação de amizade com o Dr. Cooper (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0004906/">Peter Facinelli</a>).</p>
<p style="text-align: justify;">Outra boa história (porque terá desenvolvimentos) foi a que rodeou a Dr. O&#8217;Hara (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0078925/">Eve Best</a>) e que me deixa na expectativa. Nem que seja para perceber o porquê de querer roubar (esconder? pagar?) a correspondência de Jackie, num momento cujo alcance não atingi completamente.</p>
<p style="text-align: justify;">No restante do episódio temos os habituais casos clínicos que pouco acrescentam à série a não ser algumas situações engraçadas. Mesmo assim, saliente-se que Zoey (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0923266/">Merritt Wever</a>) parece querer ganhar alguma maturidade (e deixar de ser simplesmente a personagem que por lá anda a fazer umas palhaçadas) e a presença de um God (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0123946/">Michael Buscemi</a>) bem metediço com as pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">A série continua, mais ou menos, no mesmo patamar onde se encontrava antes. No entanto, as suas histórias começam a ser mais interessantes e as situações mais estranhas começam a surgir em menor número. Aqui e na correcta dose de comédia e drama estará o segredo desta série que mostrou nos dois últimos episódios que pode (e deve) melhorar.</p>
<p><img src="http://tvdependente.net/wp-content/uploads/notas/09-10/70.jpg" alt="" /></p>
<p>[starrater]</p>
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		<title>Nurse Jackie: 1&#215;06 &#8211; Tiny Bubbles (Showtime)</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 22:00:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] O grande trunfo do episódio foi ter dado um rumo concreto a um dos casos no hospital. Isso e a abordagem mais séria ao assunto, proporcionaram um episódio mais interessante do que os últimos. O regresso da enfermeira Paula (Judith Ivey) ao seu antigo local de trabalho é o ponto de partida para uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS]</strong></span> O grande trunfo do episódio foi ter dado um rumo concreto a um dos casos no hospital. Isso e a abordagem mais séria ao assunto, proporcionaram um episódio mais interessante do que os últimos.<br />
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O regresso da enfermeira Paula (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0412382/">Judith Ivey</a>) ao seu antigo local de trabalho é o ponto de partida para uma tema delicado: a eutanásia. Esta delicadeza do assunto permitiu que os momentos ridículos (não confundir com a palavra &#8220;engraçados&#8221;) estivessem em menor número. E aí, a narrativa torna-se mais coerente e lógica. Numa palavra: melhor.</p>
<p style="text-align: justify;">Eddie (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0776584/">Paul Schulze</a>) conseguiu sair (por momentos) da banalidade em que a sua personagem se movimenta, os argumentistas conseguiram colocar, por largos minutos, Zoei (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0923266/">Merritt Wever</a>) a ter diálogos normais (em situações normais e sem necessidade de se portar como uma criança) e até Mohammed (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1896736/">Haaz Sleiman</a>) consegui mostrar, por momentos, que a sua presença na série é justificada. Só mesmo Gloria (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0807332/">Anna Deavere Smith</a>) continuou num registo um tanto ou quanto &#8220;deslocado&#8221;. Alvíssaras para quem dotar esta personagem com um maior relevo e profundidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente houve outros casos. E nesses, foi mais do mesmo. A situação das duas mães do Dr. Cooper (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0004906/">Peter Facinelli</a>) teve tanto de estranho (duas mães a que propósito?) como de inconsequente (a não ser que estas personagens apareçam regularmente). E sobre o outro doente nem vale a pena escrever. Dispenso-o (e ao seu gato) de bom grado.</p>
<p style="text-align: justify;">Numa atitude positiva, voltemos a realçar o que foi bom. E se sobre a história já tinha escrito, o seu desfecho e a visita de Jackie (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0004908/">Edie Falco</a>) ao apartamento de Paula foi um bom fechar de história. Que venham mais histórias como esta, que sem ser nada de extraordinário conseguiu trazer algum sentido à série.</p>
<p><img src="http://tvdependente.net/wp-content/uploads/notas/09-10/74.jpg" alt="" /></p>
<p>[starrater]</p>
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		<title>Nurse Jackie: 1&#215;05 &#8211; Daffodil (Showtime)</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 14:31:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maciel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] Olhando a vida actual de Jackie (e vendo as vertentes social e profissional), podemos dizer que a vida dela é enfadonha. Mas afinal, o que tem ela de tão interessante para nos mostrar? É pela família de Jackie (Edie Falco) que começamos. A sua filha Grace (Ruby Jerins) continua a ser uma preocupação lá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS]</strong></span> Olhando a vida actual de Jackie (e vendo as vertentes social e profissional), podemos dizer que a vida dela é enfadonha. Mas afinal, o que tem ela de tão interessante para nos mostrar?<br />
<span id="more-11506"></span><br />
É pela família de Jackie (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0004908/">Edie Falco</a>) que começamos. A sua filha Grace (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2157839/">Ruby Jerins</a>) continua a ser uma preocupação lá por casa. Os desenhos descoloridos mantêm-se mas a história, para já, fica-se mesmo por aqui. Poderá ser uma história interessante a seguir, uma vez que dará espaço a novas linhas narrativas (que a série tanto precisa).</p>
<p style="text-align: justify;">Pelo hospital, temos mais do mesmo: doentes vêm, doentes vão. Aqui (como em outros episódios) interessa pouco o que lhes traz ao hospital. Interessa seguir a já habitual ligação ente eles e Jackie. E, mais uma vez, ela não falha. Desta feita ela chega-nos no final do episódio e em mim fica mais uma vez a mesma sensação: é algo que nos é escarrapachado forçadamente. Como se fosse preciso em cada episódio darem-nos uma lição de moral.</p>
<p style="text-align: justify;">No restante do episódio há a destacar alguns bons momentos proporcionados pela Dr. Elenor (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0078925/">Eve Best</a>) durante o jantar (é até agora a única personagem que me convence totalmente), a importância da anatomia de George Clooney para o apagado (e, para já, dispensável) Mohammed (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1896736/">Haaz Sleiman</a>), uma Gloria (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0807332/">Anna Deavere Smith</a>) que insiste em ser uma personagem sem personalidade (é a &#8220;durona&#8221; que não consegue impor respeito, transformando-se assim no bobo da corte lá do sítio) e a relação de &#8220;amizade&#8221; entre um solitário Dr. Cooper (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0004906/">Peter Facinelli</a>) e Eddie (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0776584/">Paul Schulze</a>). Tudo sem grandes ligações entre si e sem momentos que nos façam ficar agarrados à série. Anda tudo muito bonançoso. E é preciso uma tempestade para agitar as águas em que a narrativa se move.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao fim de cinco episódios (e numa espécie de balanço intermédio), a série teima em não arrancar para um rumo definido. Sem ser má, sem ser boa, fica-se pelo satisfatório e normal. À procura de uma identidade e a tentar convencer-nos que é algo mais que uma mistura de casos médicos, loucura inconsequente, personagens que raramente se destacam, situações banais e uma vida bem normal da sua personagem principal. Até que isto aconteça, ficamos à espera. Disto e da resposta à pergunta inicial.</p>
<p><img src="http://tvdependente.net/wp-content/uploads/notas/09-10/67.jpg" alt="" /></p>
<p>[starrater]</p>
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		<title>Nurse Jackie: 1&#215;04 &#8211; School Nurse (Showtime)</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 12:34:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maciel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[School Nurse]]></category>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] Lentamente, as personagens da série começam a parecer (a ser?) mais interessantes. Começa a haver uma maior empatia com elas. O que não quer dizer que haja, necessariamente, uma maior empatia com a série. Mas é um começo. Saúde-se antes de tudo a questão em torno da filha de Jackie (Edie Falco). Os problemas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS]</strong></span> Lentamente, as personagens da série começam a parecer (a ser?) mais interessantes. Começa a haver uma maior empatia com elas. O que não quer dizer que haja, necessariamente, uma maior empatia com a série. Mas é um começo.<br />
<span id="more-11484"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Saúde-se antes de tudo a questão em torno da filha de Jackie (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0004908/">Edie Falco</a>). Os problemas de Grace (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2157839/">Ruby Jerins</a>) na escola levam a uma interessante visita dos pais à mesma. Um espaço físico fora do hospital é uma das situações que a série precisa de usar amiúde. Confinada ao hospital, a série cai frequentemente em lugares-comuns (também devido a este género televisivo estar mais que explorado) e as situações que vão ocorrendo são simples variações de episódios passados. E estas facilmente poderiam ser encaixadas em outras séries (actuais). Por vezes, sinto que a série quer cruzar várias séries e fazer como que um apanhado do melhor que há, em contexto hospitalar, na televisão.</p>
<p style="text-align: justify;">De entre as personagens que se movimentam pelo hospital, considero a Dr. Elenor (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0078925/">Eve Best</a>) a que apresenta a melhor relação interesse/caracterização. Isto numa personagem que convence e que se destaca dos demais. Dos outros, há vários que pouco fazem. Mohammed (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1896736/">Haaz Sleiman</a>) dá um colorido à série mas nenhuma importância, Gloria (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0807332/">Anna Deavere Smith</a>) pavoneia-se pelos corredores como qualquer outra personagem daquele estilo (mas alguém tem medo dela?), o Dr. Cooper (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0004906/">Peter Facinelli</a>) tem momentos que oscilam entre o ridículo e o normal e a Zoey (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0923266/">Merritt Wever</a>) por lá anda. Ela que neste episódio acaba por ter uma primeira experiência com a morte e que, por momentos, torna-se numa personagem bem mais interessante do que até aqui se mostrou. Este é o caminho.</p>
<p style="text-align: justify;">Num episódio em que mais uma vez temos as ligações entre os doentes e a vida pessoal de Jackie (mas tudo de uma maneira um tanto ou quanto previsível e lamechas, fazendo com que o impacto da história deixe muito a desejar), acho que é mais ou menos óbvio que os problemas que a série tem em lidar com o drama por lá continuam. Assim, ela mantém-se no nível a que nos tem habituado:</p>
<p><img src="http://tvdependente.net/wp-content/uploads/notas/09-10/67.jpg" alt="" /></p>
<p>[starrater]</p>
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		<title>Nurse Jackie: 1&#215;03 &#8211; Chicken Soup (Showtime)</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 15:50:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maciel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] Ao terceiro episódio há certos aspectos que melhoraram. O suficiente para melhorar um pouco o rumo da série e, com isso, depositarmos mais alguns créditos de paciência na conta da série. O saldo ainda é positivo mas continua a haver demasiados débitos. As histórias passadas no hospital e que envolveram os doentes foram mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS]</strong></span> Ao terceiro episódio há certos aspectos que melhoraram. O suficiente para melhorar um pouco o rumo da série e, com isso, depositarmos mais alguns créditos de paciência na conta da série. O saldo ainda é positivo mas continua a haver demasiados débitos.<br />
<span id="more-11093"></span></p>
<p style="text-align: justify;">As histórias passadas no hospital e que envolveram os doentes foram mais plausíveis. Desta vez, não temos orelhas soltas nem doentes que decidem juntar a palavra flatulência e isqueiro na mesma frase (e na mesma acção). É certo que ainda temos um caso estranho, mas os outros são normais. Com normais, pretendo dizer que os casos não estão lá para nos chocar, para simplesmente mostrar um tom mais jocoso à série (num registo que não tem funcionado) e, no final, terem um efeito inócuo na narrativa. Desta vez nota-se uma ligação com o episódio. E estas histórias resolveram todos os problemas da série?</p>
<p style="text-align: justify;">Não! O restante do episódio é passado entre a busca de um estetoscópio (história minimamente engraçada, mas inconsequente), os problemas das costas de Jackie (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0004908/">Edie Falco</a>), a sua relação extra-conjugal com Eddie (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0776584/">Paul Schulze</a>) e a possível substituição deste por um robô. E, mais uma vez, a série balança entre géneros. As situações dramáticas são interpretadas (por nós) de forma bastante leve e as situações engraçadas muitas vezes não funcionam.</p>
<p style="text-align: justify;">E antes que aqui apareça mais um concorrente do concurso &#8220;Criticas aquilo que eu gosto? Então és um $#%&amp;*~&#8221;, digo que &#8220;Nurse Jackie&#8221; não é uma má série. De todo! Simplesmente é uma série que ainda se mostra como sendo normal, simples e sem nenhuma característica que a distinga. Ainda não convenceu totalmente (o que não quer dizer que não o faça).</p>
<p style="text-align: justify;">Agarremo-nos, pois então, à maior plausibilidade das histórias deste episódio. À bonita história do homem que morre a comer a deliciosa canja de galinha confeccionada pela sua eterna amada. E esperemos. Esperemos que a série encontre o seu rumo, que consiga sair da banalidade em que se encontra e que nos consiga transmitir mais do que apresentou até agora.</p>
<p><img src="http://tvdependente.net/wp-content/uploads/notas/09-10/65.jpg" alt="" /></p>
<p>[starrater]</p>
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