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	<title>TVDependente &#187; Spartacus</title>
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	<description>Onde a televisão é levada a sério</description>
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		<title>Spartacus: Vengeance &#8211; 2&#215;02 &#8211; A Place in this World (Starz)</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 12:56:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Matos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Spartacus]]></category>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] “That is my porpuse. My Life. To honor the House of Batiatus.” Este segundo episódio serviu para começar a definir os alicerces sobre os quais o enredo da história avançará. Teve, além disto, lugar para dar o devido destaque a uma personagem que nem sempre foi valorizada, mas que é figura preponderante na série [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS]</strong></span> <em>“That is my porpuse. My Life. To honor the House of Batiatus.”</em> Este segundo episódio serviu para começar a definir os alicerces sobre os quais o enredo da história avançará. Teve, além disto, lugar para dar o devido destaque a uma personagem que nem sempre foi valorizada, mas que é figura preponderante na série e este “A Place in this World” serviu para apresentar um pouco da história de Oenomaus – Doctore (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0579795/" target="_blank">Peter Mensah</a>).</p>
<p style="text-align: justify;">Pode-se dizer que este episódio teve três cenários distintos, que envolvem histórias diferentes mas que no final acabam por demonstrar uma interligação que poderá ser fundamental para o futuro desta segunda temporada. Foi igualmente um episódio de bastante ação, muitas lutas e duelos particularmente viris e interessantes, sangue em abundância, o inevitável <em>slow motion</em>, pequenos momentos picantes, ou seja, pedaços de entretenimento bastante agradáveis de seguir, sobretudo para os amantes da série.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #008000;">História de Doctore</span></h3>
<p style="text-align: justify;">“A Place in this World”, foi em grande parte, centrado na personagem de Oenomaus e em parte do seu passado, mostrando como foi a evolução daquele que era o Doctore da casa de Batiatus. O jovem Oenomaus apareceu no Underworld, o submundo onde se era enviado para morrer e onde Spartacus (<a href="http://www.imdb.pt/name/nm2553987/" target="_blank">Liam McIntyre</a>) resistiu heroicamente em “<a href="http://www.imdb.com/title/tt1472902/" target="_blank">The Thing in the Pit</a>”, na primeira temporada. O futuro Doctore, tornara-se “diabo”, pois o jovem escravo resistia adversário atrás de adversário, derrotando-os sem qualquer tipo de dó nem piedade. Os seus feitos chegam aos ouvidos do pai de Quintus Batiatus (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0001314/" target="_blank">John Hannah</a>), que o comprou para grandes feitos, vendo nele o potencial para ser rei das arenas. Oenomaus, desde logo se dedicou a honrar a casa de Batiatus, fazendo disso o seu lema de vida. Avançando para o presente, o Doctore vive amargurado com a vergonha de ter desonrado o seu lema, de ter quebrado a promessa de viver em função da casa de Batiatus. Como tal, vai para o sítio onde aqueles que traem são enviados, o <em>Underworld, The Pit</em>. Agora como Addonexus, vai enfrentando tudo e todos novamente, com a mesma caraterização que tinha enquanto jovem. Sem descanso, o seu objetivo é apenas um, morrer. Quando está a chegar ao momento em que foi vencido pela falta de forças, no momento do golpe final do seu adversário, surge um misterioso homem que o salva…</p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #008000;">Casa de Batiatus – Cápua</span></h3>
<p style="text-align: justify;">Lucretia (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0005128/" target="_blank">Lucy Lawless</a>) continua com o estado mental alterado. Estará mesmo? Aquele olhar no final do episódio deixou tanta coisa no ar… Mas já lá vamos. Maluca ou não, certo é que considera estar realmente abençoada pelos Deuses e usa isso para convencer Glaber (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0662164/" target="_blank">Craig Parker</a>) a fazer um ritual para afastar os inimigos que massacraram a casa de Batiatus e para ajudar a revelar onde se encontra Spartacus. Para o dito ritual, Lucretia visita o mercado em Cápua com a companhia de Ilithya (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2130586/" target="_blank">Viva Bianca</a>) para comprar o necessário. Durante essa visita, usa o seu estado atual de “abençoada pelos Deuses” e começa a distribuir bênçãos pelo povo, ganhando o respeito e admiração destes. Durante esse momento, o já referido homem misterioso aparece e entrega um pequeno bilhete a Lucretia. No mercado, destaque ainda para uma ligeira aparição de Seppia (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2267063/" target="_blank">Hanna Mangan Lawrence</a>), que soube a pouco. Durante o ritual, o único momento de relevo, acontece quando Ilithya se prepara para tentar matar Lucretia, mas é interrompida por uma escrava. Também de referir, as divergências entre Glaber e Seppius (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2007534/" target="_blank">Tom Hobbs</a>), ambos querem capturar Spartacus, mas ninguém se quer subjugar, como tal, é outra luta dentro da luta de derrubar o <em>Bringer of Rain</em>. O maior (pequeno) destaque destes momentos na casa de Batiatus, tirando o final que já falarei sobre ele, foi a excitação de Ilithya na banheira, ao pensar na noite que teve com Spartacus. Esta história ainda vai dar que falar. Um momento à imagem da verdadeira Ilithya, que de resto me parece extremamente inquieta e pouco apelativa para o que estava habituado.</p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #008000;">Vila Romana</span></h3>
<p style="text-align: justify;">Spartacus e companhia invadem uma pequena vila romana, com o intuito de angariarem novos recrutas para a sua luta contra Roma e, também, para Crixus (<a href="http://www.imdb.pt/name/nm0071847/" target="_blank">Manu Bennett</a>) obter informações acerca de Naevia (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2788229/" target="_blank">Lesley-Ann Brandt</a>), o seu amor desaparecido. Este último acaba por descobrir que Naevia anda a passar de Dominus para Dominus, deixando-o completamente devastado, mas não menos motivado para a sua incessante procura. Ainda na questão dos sentimentos, Mira (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0492345/" target="_blank">Katrina Law</a>) questiona o que Spartacus sentirá por ela, já que uma escrava dá-lhe a entender que não será nada mais que proveito próprio, questão que Spartacus faz questão de desmentir, dizendo que ela faz-lhe bem e com ela consegue abstrair-se do que de mau existe. Mira ainda assim fica expetante. O principal destaque destes momentos na vila vai para Tiberius, um escravo que não se conforma pois acreditava ter melhor vida sendo braço direito do seu Dominus. Sentindo-se revoltado, tenta matar Spartacus, mas sem sucesso. Começa aqui uma discrepância entre os seguidores de Spartacus, que acham que Tiberius deveria ser morto e que os escravos não devem ser tratados de igual para igual com eles e entre o próprio Spartacus, que não quer ser igual aos romanos, todos devem ser tratados de igual forma, como irmãos. Aos poucos, consegue mudar a mentalidade de Tiberius, que no final acaba por ser decisivo para derrotar os homens de Seppius que entraram na vila com o intuito de procurar Spartacus e os seus homens. Questiono é se esta personagem só serviu para este episódio, com o intuito de Spartacus fazer ver os seus objetivos para os que recruta, ou se terá no futuro algum destaque?</p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="color: #008000;">O final</span></h3>
<p style="text-align: justify;">Para o final, o melhor. Aquilo que mostra que os próximos episódios prometem! A revelação do homem misterioso que salvou o Doctore da morte desejada e entregou o bilhete a Lucretia no mercado. A surpresa não foi muita, claro, era o surpreendente Ashur (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1479022/" target="_blank">Nick Tarabay</a>)! Finalmente apareceu e já com um dos seus magníficos planos que tão bons momentos proporcionaram na primeira temporada. Após resgatar Oenomaus, transporta-o até Glaber, referindo que ele será aquele que o levará a Spartacus, levando por sua vez Lucretia a dizer que as suas preces tinham sido atendidas. É aí que Ashur e Lucretia trocam o olhar que dá a entender que tudo aquilo se trata de um brilhante plano que ambos engendraram e que Lucretia está tudo menos maluca! O que é certo é que Ashur salvou o homem que em “<a href="http://www.imdb.pt/title/tt1521502/" target="_blank">Kill them All</a>” o tentou matar e só com grande engenho se safou. Só pode ter sido para o seu próprio bem. Qual será o objetivo da parceria entre Ashur e Lucretia? Alguém arrisca?</p>
<p><div class="woo-sc-box tick   "><span style="color: #008000;"><strong>O Melhor</strong></span>: Aliança entre Ashur e Lucretia, só pode trazer grandes momentos! Foi um episódio com bastante ação e com momentos esporádicos de grande qualidade, à imagem de Spartacus e daquilo que a série nos habituou.</div><div class="woo-sc-box alert   "><span style="color: #ff0000;"><strong>O Pior</strong></span>: Ilithya, tirando o momento na banheira, está demasiado impaciente. Glaber também não me convence, para o destaque que a sua personagem tem na história.</div> <div class="woo-sc-box note   "><span style="color: #000000;"><strong>Nota:</strong></span> 8.5 (Muito Bom)</div></p>

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<thead>
	<tr class="row-1 odd">
		<th class="column-1">Lista de Episódios</th><th class="column-2">Nota (0.0/10.0)</th>
	</tr>
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<tbody>
	<tr class="row-2 even">
		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2012/01/spartacus-vengeance-2x01-fugitivus-starz/">Spartacus: Vengeance – 2×01 – Fugitivus (Starz)</a></td><td class="column-2">6.9</td>
	</tr>
</tbody>
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		<title>Spartacus: Vengeance &#8211; 2&#215;01 &#8211; Fugitivus (Starz)</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 23:36:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Matos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] “I made promise to all of you, when the house of Batiatus fell. That we would see Rome tremble.” As expectativas eram elevadas para este &#8220;Fugitivus&#8221;, sobretudo devido ao término da primeira temporada, que colmatou com um episódio mítico, &#8220;Kill Them All&#8220;. Este retorno acabou por ser morno e um pouco previsível, no entanto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS]</strong></span> <em>“I made promise to all of you, when the house of Batiatus fell. That we would see Rome tremble.”</em> As expectativas eram elevadas para este &#8220;Fugitivus&#8221;, sobretudo devido ao término da primeira temporada, que colmatou com um episódio mítico, &#8220;<a href="http://www.imdb.pt/title/tt1521502/" target="_blank">Kill Them All</a>&#8220;. Este retorno acabou por ser morno e um pouco previsível, no entanto, tal como na primeira temporada, o desenrolar da história acabou por ser consistente e o acréscimo de qualidade foi constante. Vamos esperar para ver.</p>
<p style="text-align: justify;">As diferenças com a temporada anterior são notórias, a realidade é bastante distinta da vida que se levava na Casa de Batiatus. O episódio começa e logo se percebe que passou algum tempo desde a fuga de &#8220;Kill Them All&#8221;, mostrando uma evolução bastante considerável em grande parte das personagens, evolução essa que seria previsível acontecer dado o que se passou na referida fuga, no entanto, para mim enquanto amante da série, pareceu repentina pois não a vi acontecer com o desenrolar dos episódios, simplesmente aconteceu. Senão vejamos:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Spartacus (<a href="http://www.imdb.pt/name/nm2553987/" target="_blank">Liam McIntyre</a>) (incrivelmente semelhante a Andy Whitfield em termos físicos), continua a ser o líder dos gladiadores que agora vivem escondidos nuns escombros nos arredores de Cápua, liderança essa que acaba por ser parcialmente repartida com Crixus (<a href="http://www.imdb.pt/name/nm0071847/" target="_blank">Manu Bennet</a>), que mantém o seu fiel grupo de seguidores, sempre prontos a contestar Spartacus. Crixus e Spartacus são agora bastante próximos e o respeito que nutrem um pelo outro é facilmente visível, apoiando-se mutuamente nas suas causas. Mostram uma amizade bastante sólida, onde os conselhos que cada um profere em favor do outro parecem ser palavras sábias e que não merecem grande contestação. Dado que ambos passaram a primeira temporada como grandes rivais, a passagem para esta visível cumplicidade pareceu-me um pouco repentina, mas talvez seja só eu a achar.</li>
<li style="text-align: justify;">Spartacus e Mira (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0492345/" target="_blank">Katrina Law</a>), são agora um casal. Digo convicto pois todos os outros gladiadores o sabem e houve cenas entre ambos bastante explícitas da relação que agora têm. Mais uma rápida evolução, que eu esperava ver no decorrer desta segunda temporada, mas que já ficou despachado.</li>
<li style="text-align: justify;">Aurelia (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2010527/" target="_blank">Brooke Williams</a>), já perdoou Spartacus e parece que agora lhe está eternamente agradecida por ter sido o único que sempre apoiou o marido, o falecido Varro (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2541974/" target="_blank">Jai Courtney</a>). No final do episódio volta a mudar de opinião, mas já lá vamos.</li>
<li style="text-align: justify;">Os gladiadores eram vistos na primeira temporada como Deuses do Povo de Cápua, agora são temidos por espalharem o terror por onde passam.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Quanto à acção, esta começa algumas semanas após a fuga da Casa de Batiatus, com uma perseguição feita pelos mercenários do nobre Seppius (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2007534/" target="_blank">Tom Hobbs</a>), um jovem que parece poder vir a ter um papel de destaque nesta temporada juntamente com a sua irmã Seppia (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2267063/" target="_blank">Hanna Mangan Lawrence</a>). Estes mercenários são facilmente derrotados por Spartacus e companhia, mostrando que Seppius não mostra a capacidade suficiente para capturar o <em>Bringer of Rain</em>. É então designado para viajar para Cápua, o responsável por todo o mal que aconteceu ao protagonista, Claudius Glaber (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0662164/" target="_blank">Craig Parker</a>). Este junta o seu numeroso exército romano e ruma para Cápua juntamente com Ilithyia (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2130586/" target="_blank">Viva Bianca</a>) (que saudades que tinha dela), que parte contrariada pois tem de voltar ao local do massacre. Uma das revelações da nova temporada é que Ilithya está grávida. Será de Spartacus? Acho que quem já viu pensou logo nessa hipótese. Estes instalam-se na Casa de Batiatus, que ainda se encontra com todos os vestígios do banho de sangue que &#8220;Kill them all&#8221; nos presenteou. Fiquei contente por perceber que o cenário principal da primeira temporada vai continuar a existir na segunda, aquela casa foi de facto um marco na série, tão bem liderada pelo excelente Batiatus (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0001314/" target="_blank">John Hannah</a>).</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">Glaber: “This is our house now Ilithya, until Spartacus falls.”</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Ao instalar-se no seu quarto, Ilithya apercebe-se de uma presença estranha (e que presença!), Lucretia (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0005128/" target="_blank">Lucy Lawless</a>) está viva e completamente louca! A Lucretia da primeira temporada, brilhante, intensa, poderosa, forte e manipuladora está adormecida… esta vive numa amnésia demente e temporária (acredito que em breve volte à magnífica Lucretia que tão bons momentos nos proporcionou).</p>
<p style="text-align: justify;">À parte disto, Crixus e Spartacus vivem no dilema constante entre a sede de vingança e a razão. Crixus desespera para tentar descobrir onde se encontra a sua amada Naevia (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2788229/" target="_blank">Lesley-Ann Brandt</a>). Consegue uma pista que leva o grupo de gladiadores a invadirem um bordel à procura de um vendedor de escravos e aqui sim, cenas à Spartacus. Houve de tudo, sexo explícito, muito vinho, o <em>slow motion</em> dos ataques, o sangue a jorrar com efeitos que já preconizados anteriormente, concluindo, momentos que tão bem caracterizam esta série e que os amantes da mesma anseiam sempre para ver!</p>
<p style="text-align: justify;">Crixus consegue a sua pista e ainda sabe da vinda de Glaber para Cápua, facto que leva Spartacus, desde logo, a querer a sua vingança! Crixus e Mira tentam demover o protagonista de o fazer logo, dado não ter os meios para tal, mas Spartacus não liga e infiltra-se no meio do povo num discurso de Glaber. Este último usa Lucretia como um milagre/bênção, por ter sobrevivido ao ataque dos gladiadores, levando o povo a exaltar com o discurso. Spartacus, ao perceber que o seu inimigo tinha capturado Aurelia para fazê-la contar onde era o esconderijo, salta do meio da multidão e enfrenta Glaber (pensei eu, já?). É então que se dá a luta entre ambos, que se revelou curta pois Spartacus depressa ficou rodeado de soldados romanos e apenas foi salvo por Crixus e os restantes gladiadores que apareceram em seu resgate. Aurelia acaba por não resistir aos ferimentos, fazendo Spartacus prometer não se aproximar do filho, pois tanto ela como o marido morreram por causa dele.</p>
<p style="text-align: justify;">Este acontecimento leva a que Spartacus ouça a voz da razão, engolindo para já o desejo de vingança repentina do homem que tudo lhe tirou. Os gladiadores vão rumar a sul de Cápua em busca de Naevia, aproveitando para recrutar novos guerreiros que permitam formar um grupo numeroso para derrubar Glaber, o seu exército e Roma! Será a partir daqui que a história se começará a desenvolver.</p>
<p style="text-align: justify;">Destaque ainda para o solitário Doctore (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0579795/" target="_blank">Peter Mensah</a>), que vive isolado de tudo e todos e proporcionou uma luta que resultou bastante bem em termos de espectáculo. Tenho ainda de mostrar algum desagrado, pois não houve um sinal de Ashur (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1479022/" target="_blank">Nick Tarabay</a>) Um episódio sem ele nem é a mesma coisa!</p>
<p style="text-align: justify;">Perdoem-me o texto algo longo, mas penso que era importante referir, inicialmente, as principais diferenças com a temporada anterior, para se perceber em que ponto esta nova temporada se inicia e o rumo que a mesma vai levar. O episódio foi morno e não trouxe a emotividade que parte da primeira temporada apresentou. Mas a realidade é completamente distinta daquilo que anteriormente existia na Casa de Batiatus. Espera-se que a evolução seja ao nível do que aconteceu no passado, levando a que os seguidores e amantes da série não a abandonem.</p>
<p><div class="woo-sc-box tick   "><span style="color: #008000;"><strong>O Melhor</strong></span>: O ataque ao bordel.</div><div class="woo-sc-box alert   "><span style="color: #ff0000;"><strong>O Pior</strong></span>: O repentino avanço na história, sem se perceber a evolução das relações entre algumas personagens. Alguma previsibilidade.</div><div class="woo-sc-box note   "><span style="color: #000000;"><strong>Nota:</strong></span> 6.9 (Mediano)</div></p>
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		<title>Spartacus: Gods of the Arena – Parte VI – The Bitter End (Starz)</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Feb 2011 19:48:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ZB</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] Não tinha ilusões que este final de “Spartacus: Gods of the Arena” fosse ao nível do final da primeira temporada de “Spartacus: Blood and Sand”. Seria difícil fazê-lo criativamente e seria difícil surpreender-me porque agora sei algo que não sabia na altura: que a série não tem pudor em se mostrar atrevida. Por isso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS]</strong></span> Não tinha ilusões que este final de “Spartacus: Gods of the Arena” fosse ao nível do final da primeira temporada de “Spartacus: Blood and Sand”. Seria difícil fazê-lo criativamente e seria difícil surpreender-me porque agora sei algo que não sabia na altura: que a série não tem pudor em se mostrar atrevida. Por isso mesmo, o outro final chegou como um murro no estômago e, agora que já tinha a nódoa negra, mesmo que me dessem outro murro no estômago semelhante ainda cá tinha a marca do anterior e já a surpresa não seria igual.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas este final da <em>prequela</em> de “Blood and Sand” nem sequer optou por tentar surpreender. Na verdade, e se bem que o anterior também pode ser considerado um final feliz (pelo menos para os gladiadores e os escravos), este final foi menos sombrio, menos carregado e menos sentimental. Sim, eu sei que houve mortes até dizer chega, gore melhor do que nunca, reviravoltas meio-inesperadas e uma ou outra cena a puxar a lágrima, mas o sentimento do episódio, especialmente com a libertação de Gannicus (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1967109/">Dustin Clare</a>) no final, é bem mais harmonioso do que o desfecho pesado de “Blood and Sand”.</p>
<p style="text-align: justify;">Vou começar pelo final do episódio. Primeiro que tudo, acho que a imagem final foi bastante premonitória do que esperar do destino de Quintus (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0001314/">John Hannah</a>) e Lucretia (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0005128/">Lucy Lawless</a>), isto se é que ainda existisse quem tivesse dúvidas. Ele está imóvel (pudera, a garganta foi-lhe cortada) e ela evidencia reacção. Ele de certeza que não recuperará (o que a acontecer seria completamente inverosímil) e ela muito provavelmente sobreviverá aos ferimentos e aposto que virá com sede de vingança (imagino que vamos ter uma Lucretia em modo <em>mega-bitch</em> ao longo de toda a temporada). Além disso, ficou a porta aberta para o regresso do Gannicus. Ainda que a sua história não tenha sido uma das partes mais interessantes da temporada (apaixonou-se pela mulher do melhor amigo, que originalidade…), criei alguma empatia com o personagem e se o mesmo regressar (quem conhece a história, sabe a resposta) poderá ajudar a fazer esquecer todas as trocas que o elenco da série vai sofrer para a segunda temporada.</p>
<p style="text-align: justify;">O resto, foi basicamente um encaixar de peças soltas, partes da história que sabemos exactamente como vão terminar e que apenas lhe faltavam um pedaço para a termos completa. Temos a forma como o Crixus (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0071847/">Manu Bennett</a>) se tornou na maior aposta da Casa de Batiatus (porque o campeão, o Gannicus, ganhou a liberdade), como o Ashur (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1479022/">Nick Tarabay</a>) ficou lesionado para a vida (através da lâmina de Crixus, que queria lutar pelo título com o campeão e não gostou da ideia de Ashur em querer tentar matar Gannicus na arena), como a Naevia (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2788229/">Lesley-Ann Brandt</a>) ganhou destaque entre as escravas de Lucretia (nada de especial, basicamente eram três que tinham destaque, uma morreu e a outra fugiu – e posteriormente acabou por morrer também -, por isso sobrou uma), e como o Solonius (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0942952/">Craig Walsh Wrightson</a>) passou de braço direito de Quintus a um dos seus maiores inimigos (farto de ser rebaixado, Solonius aproveitou o plano de Quintus para se vingar de Tullius para arranjar para si forma do jovem Vettius lhe trespassar o seu lúdus).  E por falar no plano para eliminar Tullius (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0522262/">Stephen Lovatt</a>), este nem foi assim tão elaborado como isso. Já houve planos melhor explorados e executados nesta série. O poupar a vida ao Vettius (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0930617/">Gareth Williams</a>) foi uma surpresa e o empedrar do Tullius na arena foi uma vingança com algum requinte, se bem que eu acho que se eles não o tivessem esfaqueado, deixando-o vivo, seria algo mais… poético.</p>
<p style="text-align: justify;">Para terminar, vou apenas fazer uma referência às cenas de luta. O CGI da arena é das piores coisas que esta série tem. Este episódio não foi excepção. O fogo, visualmente, até nem foi tão mau como imaginaria que iria ser (geralmente, fogo e água são das coisas que o CGI pior recria). As coreografias e o gore foram bem melhores, se bem que achos as cenas em <em>slow motion</em> dispensáveis, mas pronto, são um dos elementos que caracterizam a série, e não vale a pena queixar-se muito disso.</p>
<p style="text-align: justify;">Boa prequela. Não foi muito consistente, mas “Blood and Sand” precisou de cinco episódios medíocres para se tornar verdadeiramente cativante, por isso não é o melhor exemplo de consistência. Posto isto, posso afirmar que não dou o meu tempo a ver a série como perdido.</p>
<p>[starreview]</p>
<p>[starrater]</p>

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		<title>Spartacus: Gods of the Arena – Parte V – Reckoning (Starz)</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Feb 2011 19:02:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ZB</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] Chegados ao quinto episódio, depois de orgias intermináveis e alguma falta de pujança na história, “Spartacus: Gods of the Arena” consegue provar finalmente que o franchise não precisa de se definir apenas por sexo, sangue e morte e que também consegue construir histórias cativantes por mérito próprio. Há uma profundidade e melancolia neste episódio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS] </strong></span>Chegados ao quinto episódio, depois de orgias intermináveis e alguma falta de pujança na história, “Spartacus: Gods of the Arena” consegue provar finalmente que o <em>franchise</em> não precisa de se definir apenas por sexo, sangue e morte e que também consegue construir histórias cativantes por mérito próprio. Há uma profundidade e melancolia neste episódio que ainda nenhum dos restantes desta temporada conseguira atingir. Os personagens são colocados frente-a-frente com os seus destinos e deparam-se agora com algumas das suas mais difíceis decisões.</p>
<p style="text-align: justify;">Tendo como pano de fundo a decisão de Titus (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0859005/">Jeffrey Thomas</a>) em colocar os seus gladiadores à prova de modo a que sejam escolhidos os melhores da colheita, desfazendo-se daqueles que não consigam demonstrar o seu valor, o sumo do episódio extrai-se dos dias difíceis que Lucretia (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0005128/">Lucy Lawless</a>) e Quintus (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0001314/">John Hannah</a>) atravessam. Ela que acabou de perder a melhor amiga, ou, como a própria diz a determinada altura, alguém tão próximo que considerava parte da família. Ele que se encontra dividido entre ceder ao desejo do seu pai e manter o seu estatuto ou ficar ao lado da sua esposa e perder tudo pelo qual tanto lutou.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos méritos da série é, sem qualquer sombra de dúvida, a construção trabalhada e multifacetada do casal de protagonistas. Tanto Lucretia e Quintus são vilões. Que ninguém se engane e pense o contrário. Eles mentem, conspiram, usam e abusam dos outros em prol de satisfazer apenas as suas necessidades, e matam se isso significar que darão novo passo em direcção aos seus objectivos. Daí que o final de “Kill Them All” seja tão satisfatório, pois apesar de serem duas personagens por quem se sinta empatia, o desfecho que tiveram é exactamente aquele que mereceram. Mas por que razão é que alguém sente tanta solidariedade por duas pessoas que conseguem ser tão vis? Pela forma como são construídas, elaboradas com precisão, camada a camada, e por serem-nos tão familiares. Há uma cena neste episódio que não podia exemplificar melhor o porquê de se gostar destas personagens. Ela está a tomar banho, tentando purificar o corpo e a alma após ter abdicado daquilo que provavelmente mais sagrado guardava para si (afinal, ela só trai o marido por pura necessidade de procriar). Ele que perante a necessidade de ter de se livrar do pai, cada vez mais incómodo e que nunca lhe deu a aprovação que ele tanto desejava, para poder ficar com a mulher que ama sem ter de perder tudo o resto, acaba por sucumbir ao sentimento quando o pai lhe mostra que apesar de poucas vezes parecer, ele tem real apreço pelo filho. E, depois, ambos se encontram no banho, nus e vulneráveis, e contemplam que apesar de não terem tudo o resto que queria ter, pelo menos têm-se um ao outro. E é difícil não se sentir empatia por aquelas pessoas, que sendo os vilões da história, que cometendo todos os actos de malévolos e mais alguns, são, lá bem no fundo, e por mais difícil que possa parecer, boas pessoas, pessoas que apenas fazem o que fazem porque querem ser felizes na vida, tal como todos nós (sendo a única, e substancial, diferença que a grande maioria de nós não se atreve a atravessar determinados limites). A ambiguidade dos personagens é tão grande que até o próprio Titus, que é uma pessoa honrada, que tenta fazer o que é certo, que a única coisa de mal que faz é rebaixar o próprio filho, é um personagem que acaba por passar mais como vilão sem o ser na realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Posto isto, estava claro, desde há alguns episódios, que o Titus acabaria por perecer às mãos da sua própria família. Não o foi às mãos do filho mas acabou por ser às mãos da nora, que tanto repudiava. Quão irónico foi ele finalmente começar a duvidar se teria sido injusto para com a Lucretia ao longo de todo este tempo exactamente no momento em que estava prestes a deixar esta vida às mãos dela?</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, e como o povo gosta de dizer, uma tragédia nunca vem só (e tragédia é mesmo a definição correcta para este episódio) e a Mellita (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0708338/">Marisa Ramirez</a>), que decide despedir-se do Gannicus (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1967109/">Dustin Clare</a>) – que se sacrificou por ela ao perder propositadamente o duelo com o Crixus (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0071847/">Manu Bennett</a>) – acaba por beber do mesmo vinho que Lucretia envenenara e acaba por ser talvez a maior vítima de toda esta história. Ela que cada vez mais sofria com a ansiedade de que o marido descobrisse a sua paixão alheia, sentimento demonstrado pelo sonho promontório do início do episódio, acaba por sucumbir exactamente no momento em que coloca de lado o conflito e decide abraçar a sua paixão proibida pelo Gannicus. É um desfecho trágico no mais fiel dos sentidos.</p>
<p>Outros três pontos a referir:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">O Ashur (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1479022/">Nick Tarabay</a>) mostrou mais uma vez o ser desprezível que é, pedindo ao seu companheiro sírio, a quem já tinha lixado no episódio anterior, para o poupar à humilhação e, logo de seguida, deu-lhe uma autêntica punhalada nas costas (ou, sendo mais literal, uma punhalada no olho).</li>
<li style="text-align: justify;">A Naevia (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2788229/">Lesley-Ann Brandt</a>) teve mais algum destaque comparativamente com episódios anteriores, salvando a sua amiga que vivia atormentada desde que foi obrigada a perder a virgindade. E esta que, à saída da Casa de Batiatus, prometeu que um dia se voltariam a ver. Humm… estarão a planear o regresso da personagem para a segunda temporada da série?</li>
<li style="text-align: justify;">Agora que o Titus morreu, imagino que o Gannicus já não será usado como moeda de troca.</li>
</ul>
<p>[starreview]</p>
<p>[starrater]</p>

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		<title>Spartacus: Gods of the Arena – Parte IV – Beneath the Mask (Starz)</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 01:26:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ZB</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] Gaia: “Venus blushes in her garden, shamed by such beauty.” Lucretia: “Would that she stood in my place, and I among the roots and leaves.” Gaia: “These hands are not meant for common earth. They have held me close as dearest friend. As sister. Tonight mine shall return favor, and aid yours in seizing [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS] </strong></span><strong>Gaia:</strong><em> “Venus blushes in her garden, shamed by such beauty.”</em> <strong>Lucretia:</strong> <em>“Would that she stood in my place, and I among the roots and leaves.”</em> <strong>Gaia:</strong><em> “These hands are not meant for common earth. They have held me close as dearest friend. As sister. Tonight mine shall return favor, and aid yours in seizing position so richly deserved.”</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span id="more-41218"></span></em>O episódio começa a todo o gás, na arena, com dedos a saltar, cabeças esborrachadas e sangue a jorrar por tudo o quanto é canto. O início cru prometia um episódio arrebatador. Porém, os minutos que se seguiram foram mais do mesmo: o Gannicus (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1967109/">Dustin Clare</a>) que continua como suplente; o Oenomaus (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0579795/">Peter Mensah</a>) que continua inseguro em relação ao novo “emprego”; a Lucretia (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0005128/">Lucy Lawless</a>) e a Gaia (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1444665/">Jaime Murray</a>) que encontram novo personagem a quem Gaia quer fazer olhinhos e acabam por o convidar para experimentar os prazeres da Casa de Batiatus, deleites esses que ganharam proporção tal que são falados entre grande parte dos nobres da região; e Batiatus (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0001314/">John Hannah</a>), que prepara mais um dos seus esquemas, desta feita para enganar o pai, Titus (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0859005/">Jeffrey Thomas</a>), levá-lo numa caça ao gladiador que mais poderia ser chamada de caça ao gambuzino, uma vez que a intenção do convite é apenas fazer o pai ausentar-se da <em>villa</em> e assim Lucretia poder organizar uma gigantesca orgia.</p>
<p style="text-align: justify;">E claro que, sendo isto “Spartacus”, quando eu falo duma gigantesca orgia, refiro-me mesmo a uma gigantesca orgia. Mulher/homem, mulher/mulher, homem/homem. Escravo na escrava, nobre na escrava, nobre no escravo. Sexo oral, sexo anal, sexo para todos os gostos e feitios e até um lago cheio de enguias, como podem ver na imagem que ilustra este <em>post</em>. Há quem defenda que o deboche na Roma antiga são histórias exageradas, mas “Spartacus” não é propriamente uma série para se levar à letra no que concerne à sua veracidade histórica. Porém, merece contemplação se a série não se está a tornar em pura <em>soft porn</em>. Eu não tenho nada, mas mesmo nada, contra a pornografia. O meu histórico do Firefox é testemunha disso. Mas pergunto-me até que ponto uma série de televisão que não seja destinada a esse propósito (o do estimulo sexual) deve embarcar por este tipo de caminho? Acho que “Spartacus” apresenta-se da forma que se tem apresentado simplesmente para o choque. O Starz quer-se afirmar no panorama de televisão por cabo norte-americana e tudo vale para chamar atenção a si mesmo. É do conhecimento público que outros canais<em> pay-per-view</em>, nomeadamente a HBO e a Showtime, incitam as suas produções a terem nudez mesmo quando esta é completamente desnecessária à história (por exemplo, há uma cena muito famosa no piloto de “Stargate SG-1”, que antes de ir parar ao Syfy arrancou na Showtime, uma cena de nudez que foi imposta aos produtores da série exactamente porque a Showtime se estava a querer afirmar no panorama televisivo e tinha de haver nudez na sua programação). Acho que “Spartacus” está a ser usada como ferramenta de “passa palavra” e está a fazê-lo exactamente recorrendo aos métodos mais baratos que existem: usando o sexo. E eu sempre gostei das bizarrias sexuais da série, mas quase trinta minutos de um episódio dedicado a uma orgia é excessivo e não beneficia a história.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a orgia prestes a começar, o Tullius (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0522262/">Stephen Lovatt</a>) aparece sem ser propriamente convidado e assim que ele surge em cena dá para ver que algo de trágico se vai suceder até ao final do episódio. Primeiro, porque quando ele está com Gaia lhe diz que quer que ela transmita uma mensagem a Lucretia e Batiatus, dando a entender que há ali mais qualquer coisa do que algo sussurrado ao ouvido, e assim foi. A amiga (bastante íntima) de Lucretia acaba assassinada e Lucretia acaba a clamar por vingança (e, mais uma vez, com Lucy Lawless a mostrar que é uma das principais mais-valias desta série; se eu não a conhecesse de “Battlestar Galactica” ficaria de certo admirado por ver que a Xena, afinal, era uma excelente actriz). Foi um final chocante, sem dúvida, mas nada que a série não tenha já feito antes. Ainda para mais, Gaia não era propriamente a minha personagem favorita, por isso não me entristece muito vê-la partir.</p>
<p>De referir ainda que:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Titus não é o maior fã da nora.</li>
<li style="text-align: justify;">Gannicus e Melitta (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0708338/">Marisa Ramirez</a>) revelam que afinal estão apaixonados. Quem diria&#8230; Desde o primeiro episódio que deu para ver que havia algo entre eles.</li>
<li style="text-align: justify;">Palpita-me que o Ashur (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1479022/">Nick Tarabay</a>) vai ficar coxo à conta do seu amigo.</li>
</ul>
<p>[starreview]</p>
<p>[starrater]</p>

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		<title>Spartacus: Gods of the Arena &#8211; Parte III &#8211; Paterfamilias (Starz)</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Feb 2011 16:45:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ZB</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] No final deste terceiro episódio de “Spartacus: Gods of the Arena” um dos personagens diz para outro: “A fine showing, Batiatus. With unexpected conclusion.” O problema das prequelas é que mesmo que para os personagens determinados desfechos na história sejam inesperados, para os espectadores, que já conhecem de antemão o destino da maioria dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS]</strong></span> No final deste terceiro episódio de “Spartacus: Gods of the Arena” um dos personagens diz para outro: <em>“A fine showing, Batiatus. With unexpected conclusion.”</em> O problema das prequelas é que mesmo que para os personagens determinados desfechos na história sejam inesperados, para os espectadores, que já conhecem de antemão o destino da maioria dos personagens, a surpresa não é nenhuma. E como combater esta inevitabilidade de ausência de surpresa na história? Compensando em tudo o resto.</p>
<p style="text-align: justify;">E tem “Spartacus: Gods of the Arena” conseguido compensar convenientemente a falta de surpresa na sua história? A verdade é que tem existido alguma repetição e demasiadas semelhanças à série predecessora (que, ironicamente, funciona como sequela), mas, neste terceiro episódio, a chegada de um novo personagem que vem agitar as águas na Casa de Batiatus traz uma lufada de ar fresco à série. É ele, o já falado mas nunca visto, patriarca da família, Titus (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0859005/">Jeffrey Thomas</a>).</p>
<p style="text-align: justify;">Batiatus (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0001314/">John Hannah</a>) sofre, claramente, os tão comuns em televisão por estes dias<em> “daddy issues”</em>. E com razão. O pai é um homem solene, generoso e amigável para toda a gente… excepto para o filho e a sua esposa, em direcção de quem as suas palavras amargas fluem frequentemente. Até para os escravos ele é mais cordial. E após a sua chegada a Cápua, não só desfaz tudo o que o filho conseguiu alcançar nos últimos tempos (colocar Gannicus nos jogos) como despreza a forma como ele o conseguiu (e tem razão, visto que os métodos do Batiatus são tudo menos honestos). A fricção entre estes dois homens vai claramente marcar os episódios que restam à série. Não tenho dúvidas, até pelo olhar de Batiatus no final do episódio, que Titus vai perecer às mãos do filho, certamente após um elaborado plano que Batiatus e Lucretia (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0005128/">Lucy Lawless</a>) delinearão.</p>
<p style="text-align: justify;">No que resta ao episódio, de referir o primeiro dia de trabalho de Oenomaus (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0579795/">Peter Mensah</a>), a ascenção de Crixus (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0071847/">Manu Bennett</a>) e a morte de mais um dos amantes de Barca (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1991541/">Antonio Te Maioha</a>) – não tem mesmo sorte nenhuma.</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Oi? Carrega aí no rewind, se faz favor:</strong></span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Gaia despe-se e despeja vinho sobre os seios, o que leva Batiatus a jogar-se a eles, abocanhando-os à primeira oportunidade. Enquanto isso, Lucretia auto-estimula-se. E, de repente, o pai de Batiatus aparece em cena para acabar com o deboche.</li>
<li style="text-align: justify;">Varus regressa e traz consigo um amigo com aspecto algo transgénico. E o que querem eles? Mais acção, pois claro. Vendo o desespero nos olhos de Mellita, Lucretia consegue evitar nova situação desconfortável para ela e oferece-lhe a “flor” de uma das escravas virgens (que estavam encantadas a pensar que iam ser defloradas pelo super-herói Gannicus). O problema é que o amigo de Varus acaba por escolher um gladiador que mais parece um bicho-do-mato para tirar a virgindade à menina e ainda por cima lhe dá dose dupla. Por acaso, até estranhei que a série tenha demorado tanto tempo para fazer uma cena de DP.</li>
<li style="text-align: justify;">Algumas das falas ao longo do episódio, especialmente durante os treinos dos gladiadores, são uma das coisas que a série tomou como típicas: são tão ridículas e tão más, que acabam por se tornar hilariantes.</li>
</ul>
<p>[starreview]</p>
<p>[starrater]</p>

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	<tr class="row-1 odd">
		<th class="column-1">Lista de Episódios</th><th class="column-2">Nota (0.0/10.0)</th>
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		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2011/01/spartacus-gods-of-the-arena-parte-i-past-transgressions-starz/">Spartacus: Gods of the Arena – Parte I – Past Transgressions (Starz)</a></td><td class="column-2">8.2</td>
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		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2011/02/spartacus-gods-of-the-arena-parte-ii-missio-starz/">Spartacus: Gods of the Arena – Parte II – Missio (Starz)</a></td><td class="column-2">7.5</td>
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		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2011/02/spartacus-gods-of-the-arena-parte-iii-paterfamilias-starz/">Spartacus: Gods of the Arena – Parte III – Paterfamilias (Starz)</a></td><td class="column-2">7.8</td>
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		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2011/02/spartacus-gods-of-the-arena-%e2%80%93-parte-iv-%e2%80%93-beneath-the-mask-starz/">Spartacus: Gods of the Arena – Parte IV – Beneath the Mask (Starz)</a></td><td class="column-2">7.5</td>
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		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2011/02/spartacus-gods-of-the-arena-%e2%80%93-parte-v-%e2%80%93-reckoning-starz/">Spartacus: Gods of the Arena – Parte V – Reckoning (Starz)</a></td><td class="column-2">8.8</td>
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		<title>Spartacus: Gods of the Arena &#8211; Parte II &#8211; Missio (Starz)</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Feb 2011 01:10:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ZB</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] A necessidade de vingança é uma das características dos seres humanos que, na minha perspectiva, mais nos nivelam em relação uns aos outros. Sejamos bons ou maus por natureza, é difícil encontrar alguém que, por mais benemérito para com os outros seja e tente sempre ser, não se veja imerso num sentimento de revolta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS] </strong></span>A necessidade de vingança é uma das características dos seres humanos que, na minha perspectiva, mais nos nivelam em relação uns aos outros. Sejamos bons ou maus por natureza, é difícil encontrar alguém que, por mais benemérito para com os outros seja e tente sempre ser, não se veja imerso num sentimento de revolta e numa vontade de reagir quando é injustiçado por outrem.</p>
<p style="text-align: justify;">O segundo capítulo (de um total de seis) de “Spartacus: Gods of the Arena” centra-se sobretudo nesta necessidade de retribuição, na fúria de um homem humilhado que não olha a meios de obter aquilo a que se acha por direito.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem conhece a série desde o “Blood and Sand” sabe bem que Batiatus (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0001314/">John Hannah</a>) não é propriamente um homem bom ou honesto. Não, não é. Batiatus é um homem que não olha a meios para atingir os seus fins e que não tem problemas em colocar tudo o que encontra ao seu redor à disposição das suas intenções. Ele quer desesperadamente ser alguém importante, quer desesperadamente fugir à sombra do seu pai (que ainda estamos à espera de conhecer) e não olha a meios ou fins para atingir tal desígnio.  Ele quer chegar ao topo e está disposto a tudo para o conseguir e, por isso mesmo, todos aqueles que encontra à sua volta (excepção feita à sua amada, Lucretia &#8211; <a href="http://www.imdb.com/name/nm0005128/">Lucy Lawless</a>) utiliza como meros peões num jogo que ele tem de forçosamente ganhar. Mas há algo lá no fundo deste personagem, e que é aquilo que me faz criar empatia por ele, em que apesar dele não se conseguir evitar de cometer todas as atrocidades que comete, quando o faz a quem de alguma forma ele tem algum apreço, ele sabe que o que está a fazer não é bem feito. O momento em que ele ordena que o Gannicus (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1967109/">Dustin Clare</a>) e a Mellita (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0708338/">Marisa Ramirez</a>) façam sexo em público é exemplo disso mesmo, em que ele dá a ordem sem aparente remorso nas palavras mas a sua cara diz o contrário. E o John Hannah trabalha essas expressões bastante bem, em que o personagem sabe que está a fazer algo de errado, mas não tem outra hipótese porque a sua sede de poder e de alcançar os seus objectivos se sobrepõem a tudo o resto.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, e apesar de ter achado o episódio consistente, há algo neste “Missio” que me remete muito para “Blood and Sand” e enquanto há quem possa ver nisso algo positivo, eu não o vejo com tanto entusiasmo. Basicamente, este episódio mostrou-me mais do mesmo. A necessidade do Batiatus em se afirmar, o que foi exactamente o que aconteceu ao longo de todo o “Blood and Sand”, as vidas dos escravos desfeitas devido aos caprichos do seu Dominus (aqui o sexo forçado entre o Gannicus e a Mellita, no “Blood and Sand” o Spartacus a ser obrigado a matar o melhor amigo) ou mesmo a Gaia (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1444665/" target="_blank">Jaime Murray</a>), que toma aqui um papel no seio familiar da casa de Batiatus muito ao género do desempenhado por Ilithyia no “Blood and Sand”. Claro que há diferenças, como é óbvio, pois, apesar de tudo, estão a ser contadas duas histórias diferentes, mas a sua forma, a sua construção e a sua execução parecem cair num modelo demasiado semelhante. E essa semelhança deixa um sentimento a repetibilidade.</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Oi? Carrega aí no <em>rewind</em>, se faz favor:</strong></span></p>
<p>Este episódio não teve tantos momentos “ah” como o anterior, mas ainda contou com alguns. Vejamos:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Mijo na comida. De todas as segregações que o corpo humano consegue produzir, talvez esta nem seja das piores&#8230;</li>
<li style="text-align: justify;">Sessão de linguados entre o Barca e o namorado. Para bem da saúde dos olhos de muita gente, a câmara não decidiu acompanhar o movimento descendente do namorado quando este se ajoelhou para rezar.</li>
<li style="text-align: justify;">A série, às vezes (muita vez!), exagera no elemento visual das coisas sem necessidade alguma. Para quê mostrar o pénis do sírio enquanto este urinava para cima do Vettius? O que é que isso contribuiu a mais para o desenrolar da história que não tivesse contribuído se a cena fosse mostrada tal como foi quando o Tullius urinou para cima do Batiatus no episódio anterior?</li>
<li style="text-align: justify;">Habitualmente, quando se corta a garganta a alguém, é normal que se o faça com um movimento lateral da lâmina. O Ashur é um duro dos duros e enterra literalmente a lâmina (esta numa posição lateral e não com o bico, como se presumiria!) na garganta do companheiro.</li>
<li style="text-align: justify;">O campeão dos campeões, que até derrota gladiadoresde olhos vendados, quase que leva uma surra do Crixus.</li>
<li style="text-align: justify;">Uma das cenas de menor suspense alguma vez vista: quando estamos à espera que a Gaia se decida sobre o destino (morre ou vive?) do Crixus.</li>
<li style="text-align: justify;">Quando toda a gente já estava a imaginar que Gannicus iria ser obrigado a dar um “tratamento” ao convidado de Batiatus e Lucretia, de seu nome Varras, este preferiu um combate de cinco por um.</li>
<li style="text-align: justify;">Enquanto o Gannicus dá uma esfrega à Mellita (e ela parece começar a não se importar uma vez que lhe agarra as nádegas), o Oenomaus vê-se obrigado a matar o Doctore. E a seguir ele (o Oenomaus) aparece para contar ao Batiatus o sucedido exactamente quando a mulher e o amigo estão a vestir-se! Mas não se apercebe de nada, claro.</li>
<li style="text-align: justify;">E o episódio não podia acabar de melhor forma, com o Batiatus, a Lucretia e a Gaia num <em>ménage à trois</em>.</li>
<li style="text-align: justify;">Como curiosidade, este episódio foi escrito pela dupla <a href="http://www.imdb.com/name/nm1315990/">Maurissa Tancharoen</a> e <a href="http://www.imdb.com/name/nm1871590/">Jed Whedon</a>, que chegaram este ano à série após o cancelamento de “Dollhouse”.</li>
</ul>
<p>[starreview]</p>
<p>[starrater]</p>

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	<tr class="row-1 odd">
		<th class="column-1">Lista de Episódios</th><th class="column-2">Nota (0.0/10.0)</th>
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		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2011/01/spartacus-gods-of-the-arena-parte-i-past-transgressions-starz/">Spartacus: Gods of the Arena – Parte I – Past Transgressions (Starz)</a></td><td class="column-2">8.2</td>
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	<tr class="row-5 odd">
		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2011/02/spartacus-gods-of-the-arena-%e2%80%93-parte-iv-%e2%80%93-beneath-the-mask-starz/">Spartacus: Gods of the Arena – Parte IV – Beneath the Mask (Starz)</a></td><td class="column-2">7.5</td>
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		<title>Spartacus: Gods of the Arena &#8211; Parte I &#8211; Past Transgressions (Starz)</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Jan 2011 01:48:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ZB</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Spartacus]]></category>
		<category><![CDATA[Past Transgressions]]></category>
		<category><![CDATA[Spartacus: Gods of the Arena]]></category>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] “Spartacus” é um dos meus guilty pleasures. Tem diálogos ridículos, algumas actuações pobres, exagero no CGI e um argumento de altos e baixos, descurado muitas vezes em primazia da acção e dos elementos caricatos. Mas tem também, e ainda bem, acção, gore, violência, algumas das maiores absurdidades que se possam imaginar, mulheres nuas (bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS]</strong></span> “Spartacus” é um dos meus <em>guilty pleasures</em>. Tem diálogos ridículos, algumas actuações pobres, exagero no CGI e um argumento de altos e baixos, descurado muitas vezes em primazia da acção e dos elementos caricatos. Mas tem também, e ainda bem, acção, gore, violência, algumas das maiores absurdidades que se possam imaginar, mulheres nuas (bem como homens), sexo a rodos, as interpretações consistentes de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0005128/">Lucy Lawless</a> e <a href="http://www.imdb.com/name/nm0001314/">John Hannah</a>, e jogos de bastidores políticos mais intrincados do que a série à primeira vista dá a entender. E consegue genuinamente entreter. Quem vier à procura de mais do que isto em “Spartacus” vai sair desapontado. Quem não tiver problemas em assumir que procura “Spartacus” para entretenimento descomprometido, então tem aqui boas doses de diversão garantidas.</p>
<p style="text-align: justify;">“Spartacus: Gods of the Arena”, que conseguiu boas audiências para o seu episódio de estreia (1.1 milhões de telespectadores, 60% a mais que a estreia de “Spartacus: Blood and Sand”) centra-se algures no tempo antes da história contada em “Spartacus: Blood and Sand” e surge como consequência da doença de <a href="http://www.imdb.com/name/nm1813878/" target="_blank">Andy Whitfield</a>, razão que levou ao adiamento da produção de uma segunda temporada, e de certa forma na necessidade de não abdicar tão depressa dos dois nomes mais poderosos do elenco da série, Lucy Lawless e do John Hannah (se bem que, segundo consta, apenas um deles terá morrido no final da primeira temporada de “Blood and Sand” e não será muito difícil adivinhar qual).</p>
<p style="text-align: justify;">Uma prequela traz consigo sempre alguns problemas em termos de história. Primeiro, há que saber balancear a quantidade de história que o público já conhece de antemão com a quantidade de história que se crie de raiz e que esta não vá entrar em contradição com a história já estabelecida. “Gods of the Arena” revela-se, desde já, estar bastante consciente desta necessidade de equilíbrio e além dos personagens já por nós conhecidos introduz vários novos, que trazem consigo novas histórias para contar. As principais adições são Gannicus (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1967109/">Dustin Clare</a>), o mais poderoso gladiador da Casa de Batiatus, Gaia (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1444665/" target="_blank">Jaime Murray</a>), a sedutora amiga de Lucretia, e Mellita (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0708338/">Marisa Ramirez</a>), a escrava principal de Lucretia e a esposa de Oenomaus (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0579795/">Peter Mensah</a>), e ainda Tullius (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0522262/">Stephen Lovatt</a>) e Vettius (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0930617/">Gareth Williams</a>), os dois principais opositores à tão desejada ascensão de Batiatus. Todos estes novos personagens têm papéis de destaque neste primeiro episódio, havendo uma declarada posição de força entre Batiatus, Tullius e Vettius, e um ténue mas visível possível triângulo amoroso entre Gannicus, Mellita e Oenomaus, sugerido por diversas trocas de olhares entre os dois primeiros, e que poderá trazer algumas consequências devastadoras (algo a que esta série já nos habituou e não tem claramente pudor em fazer uso delas para exponenciar as suas linhas de argumento).</p>
<p style="text-align: justify;">Depois, há que ter o cuidado de não nos darem apenas aquilo que já sabemos sobre os personagens antigos, mas sim acrescentar-lhes novas camadas, tornando-os mais multidimensionais e mais apelativos. Aqui existe claramente a intenção de nos mostrar a ascensão de Batiatus e Lucretia, bem como a ascensão de Crixus (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0071847/">Manu Bennett</a>), e a queda de Oenomaus e Ashur (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1479022/">Nick Tarabay</a>), especialmente do primeiro, que passou de um dos principais gladiadores de Batiatus para “reformado por antecipação”. O Batiatus e a Lucretia são sempre um prazer acompanhar, seja em que condição for, e o Crixus (um dos personagens com quem menos simpatizei em “Blood and Sand”) e o Oenomaus esta será uma oportunidade de se revelarem outras facetas dos personagens, sobretudo o primeiro, que foi quase até ao final da primeira temporada de “Blood and Sand” um antagonista ao nosso herói e aqui surge no papel de <em>underdog</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro de seis episódios desta minissérie prequela trouxe algumas cenas memoráveis e já típicas da série (lista abaixo), melhor CGI (pareceu-me mais apurado) e algumas reviravoltas na história que dão à série um colorido saudável. &#8220;Spartacus: Gods of the Arena&#8221; propõe-se a uma viagem que eu vou continuar a seguir, sem dúvida.</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Oi? Carrega aí no <em>rewind</em>, se faz favor:</strong></span></p>
<ul>
<li>O episódio começa com uma cabeça a ser cortada em metade.</li>
<li>O Gannicus é o Cristiano Ronaldo dos gladiadores. É um excelente gladiador, mas o problema é que sabe disso e não tem pudor em fazer ver aos outros que é o melhor. Além de que come as escravas todas lá da zona.</li>
<li>Uma mulher do público mostra os seios ao Gannicus à primeira oportunidade. Assim vale a pena.</li>
<li>Escravas nuas espalhadas pelas ruas de Cápua.</li>
<li>Escravos nus e ensanguentados a serem torturados na praça pública.</li>
<li>Casas de banho públicas no sentido literal da palavra e para papel higiénico serve um pau com um trapo enrolado na ponta (ainda por cima o mesmo para todos).</li>
<li>Numa conversa entre Oenomaus e Gannicus, com a mulher do primeiro por perto, Oenomaus repara que o pénis de Gannicus está à mostra como se fosse a coisa mais normal do mundo.</li>
<li>Enquanto os homens falam em “cocks” à boca cheia, as mulheres referem-se a perder a virgindade usando metáforas de flores. Elas sempre foram muito mais educadas&#8230;</li>
<li>A Lucretia diz a Gaia que nunca vai trair o marido, muito menos com um escravo. Ups…</li>
<li>O Batiatus e o Solonius agora são amiginhos.</li>
<li>A Gaia masturba-se ao ver a Lucretia e o Batiatus numa sessão de sexo.</li>
<li>O Gannicus é obrigado a lutar de olhos vendados.</li>
<li>A Lucretia e a Gaia entretêm-se uma com a outra, em deleites carnais, enquanto o Batiatus é espancado.</li>
<li>Para terminar a lista (e o episódio) em beleza, Tullius mija para a cara de Batiatus.</li>
</ul>
<p>[starreview]</p>
<p>[starrater]</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Spartacus: Blood and Sand – 1×13 – Kill Them All (Starz)</title>
		<link>http://tvdependente.net/2010/05/spartacus-blood-and-sand-%e2%80%93-1%c3%9713-%e2%80%93-kill-them-all-starz/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 May 2010 19:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>LR</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Spartacus]]></category>
		<category><![CDATA[Kill them all]]></category>
		<category><![CDATA[Spartacus: Blood and Sand]]></category>
		<category><![CDATA[Starz]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://tvdependente.net/?p=31599</guid>
		<description><![CDATA[[SPOILERS] Como descrever este episódio? Bom? Muito bom? Ou um furacão de acção, suspense, emoções, revelações e momentos chocantes? E talvez ainda tenha havido um espacinho para um bocadinho de sangue. A primeira temporada de “Spartacus” acaba no seu auge. Podemos verificar aqui, que quando no último episódio Spartacus (Andy Whitfield) diz “We kill them [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS]</strong></span> Como descrever este episódio? Bom? Muito bom? Ou um furacão de acção, <em>suspense</em>, emoções, revelações e momentos chocantes? E talvez ainda tenha havido um espacinho para um bocadinho de sangue. A primeira temporada de “Spartacus” acaba no seu auge.<span id="more-31599"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Podemos verificar aqui, que quando no último episódio Spartacus (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1813878/">Andy Whitfield</a>) diz “We kill them all”, ele não disse nenhuma hipérbole. Mas antes da revolução, algumas coisas têm que ser acertadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Começamos o episódio logo com a batalha entre Crixus (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0071847/">Manu Bennett</a>) e Spartacus em celebração da recém-adquirida patronagem do <em>Legatus</em> Glaber. A partir de retrocessos (não sou muito fã deste recurso, mas até resulta aqui) podemos ver como é que se chegou aqui.</p>
<p style="text-align: justify;">Lá em baixo, na arena de treino, vão sendo feitas as preparações para o grande momento:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Vemos Spartacus a tentar pedir o apoio de Crixus, uma vez que a sua ajuda era essencial para convencer os outros gladiadores a participarem na revolução. No entanto, nem ao lhe contar as maldades de Batiatus (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0001314/">John Hannah</a>), ele consegue a sua ajuda. Supostamente Batiatus é um inimigo em comum (inimigo do meu inimigo, é meu amigo?), mas nem isso é suficiente, Crixus prefere ganhar a sua liberdade.</li>
<li>Spartacus fala com Mira (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0492345/">Katrina Law</a>), pedindo-lhe para abrir as portas no dia da festa. O que gostei neste momento, foi facto de Mira aperceber-se que o espartano nunca vai amá-la como ele amou Sura e o preço que ela pede pelo favor é apenas momento de amor, coisa que Spartacus lhe tem sempre recusado.“To know pale shadow of the love that you felt for her…”, diz Sura.</li>
<li>No meio de tantas conversações e preparações, Spartacus ainda tem um tempinho para falar com Aurelia (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2010527/">Brooke Williams</a>), a mulher de Varro. Foi curioso ver o ódio que ela tem pelo gladiador, mesmo depois de este lhe ter contado que foi Numerius o verdadeiro culpado da morte de Varro. Aurelia, mantém-se na sua, desejando até a morte de Spartacus na luta mais tarde.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">No entanto, lá no palacete, também se fazem algumas conspirações e revelações:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Batiatus pede a Ashur (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1479022/">Nick Tarabay</a>) para comprar veneno. Já que um dos dois gladiadores tem que morrer, o <em>lanista</em> prefer que seja Crixus, pois Spartacus, “The Bringer of Rain”, ainda lhe traz algumas vantagens políticas. Até Lucretia (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0005128/">Lucy Lawless</a>), ressentida pela traição, apoia o seu marido nesta acção.</li>
<li>Lucretia vai falar com Crixus, revelando-lhe que o filho que está no seu ventre é seu, mas esta só recebe desprezo em troca. Esta conversa foi outro excelente momento. Lucetia até dá ao gladiador uma última oportunidade para admitir que não sente nada por Naevia antes de a bebida envenenada entrar, no entanto, este recusa-se a mentir.</li>
<li>Illythia (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2130586/">Viva Bianca</a>), uma senhora com poder, depois do último episódio, encontra-se completamente na palma da mão de Lucretia, tendo de fazer-lhe tudo o que ela pedir. Eu gostei desta estranha evolução, como já disse na minha última review, a relação delas agora tornou-se numa coisa tão cheia de ódio e tensão por baixo, e no entanto, elas falam de uma com a outra numa maneira tão educada e com cortesia. Mas <em>hey</em>, quem ri por último, ri melhor, não é Illythia?</li>
<li>Doctore (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0579795/">Peter Mensah</a>) confronta Batiatus a cerca da morte de Barca. Tal como Spartacus diz, “Doctore is an honorable man”. Ele vê a morte do escravo como uma injustiça. Contudo, Batiatus mente e ainda diz que vai deixar o <em>ludus</em> a cargo do treinador dos gladiadores. Foi o suficiente para deixar Doctore do seu lado durante mais um bocadinho.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Com tudo esclarecido, focamo-nos novamente para a batalha entre Crixus e Spartacus. Com o ex-campeão de Cápua a aperceber-se que foi envenenado, este finalmente decide ajudar o espartano na sua causa. E é com um salto majestoso que tudo começa. Por um triz, que Spartacus não enfia a sua espada no crânio de Batiatus, o momento é adiado pois o Doctore prende-lhe o braço com o chicote.</p>
<p style="text-align: justify;">É no terreno de treino que o motim se inicia. Durante a luta contra os soldados romanos, uma das primeiras fatalidades é um dos gémeos. Doctore também se junta à festa. Ainda não vimos nada, a melhor parte é sem dúvida a invasão dos gladiadores no palacete:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Apesar de já estar habituado, continuo a não gostar dos efeitos do sangue em CGi, mas ver aquela gente em pânico e a correr em <em>slow motion</em> foi do melhor.</li>
<li>A vingança de Illythia foi mais do que perfeita. Desde a própria acção dela em trancar todos lá, prontos a ser mortos, até ao seu ar de satisfação enquanto fecham os portões. Simplesmente adorei! Fico ainda super contente por saber que podemos ver mais da Paris Hilton de Cápua na segunda temporada, personagem que nos proporcionou momentos tão bons.</li>
<li> O confronto entre Crixus e Lucretia foi outro momento chocante. Apesar da malvadez da <em>domina</em>, eu adoro a personagem e o trabalho Lucy Lawless como actriz é um dos melhores que se vê na série. Por isso só espero que ela não acabe por morrer e que a possamos encontrar novamente no futuro. Ainda assim, Crixus a cortar a barriga dela com a espada, foi um momento poderoso.</li>
<li>Não é em todas as série que vemos uma mulher a esfaquear violentamente um jovem rapaz. E se formos a ver bem ele nem tinha culpa, apenas foi manipulado por Illythia. No entanto, o confronto entre Aurelia e o rapaz foi sem dúvida outro momento fulcral deste episódio.</li>
<li>Já que estamos a falar em confrontos, não posso deixar de referir o ajuste de contas entre Ashur e o Doctore. É engraçada a maneira como aquela ratazana consegue sempre fugir, por momentos pensei mesmo que ele fosse morrer. Isto significa que vai haver mais Ashur na segunda temporada? Ainda bem!</li>
<li>Em relação ao momento mais esperado de todos, Batiatus vs. Spartacus, achei que foi excelente, mas podia ter sido um bocado mais prolongado. Todo o enquadramento foi perfeito: apenas Spartacus entre Batiatus e a sua mulher a sangrar. Claro que o <em>lanista </em>nunca sairia dali vivo, e o espartano nem lhe dá a oportunidade de se despedir da sua mulher. Contudo, apesar de a sua morte ter sido bem merecida e adequada, vou ter saudades deste homem que tinha o sonho de se tornar poderoso, que queria ser melhor que o pai que nunca acreditou nele. A imagem do seu fim, com Lucretia a tentar chegar à sua mão, foi de certa forma, trágica e poética. Apesar de estarem os dois do lado oposto ao do herói desta história, eu acho que no fundo eles gostavam mesmo um ao outro, e não deixei de sentir alguma pena, pois eu gostei bastante destas personagens. Não há dúvida que o trabalho do John Hannah foi um dos pilares para o sucesso desta série, sendo uma pena que não possamos vê-lo mais como Batiatus (só talvez em<em> flashbacks</em>?) .</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Eu achei que este final, se formos por em termos literários, é mais comparável ao final de um livro do que ao final de um capítulo. Há aquela sensação que podemos olhar para trás na série e ver um longo caminho desde o início. Agora, para acabar esta crítica que já vai longa demais, quero só dizer que apesar dos percalços iniciais que tive com a série, esta revelou-se uma das maiores surpresas da temporada televisiva 2009/2010. Desejo ao Andy Withfield uma recuperação boa e rápida e fico ansioso à espera da segunda temporada</p>
<p><img src="http://tvdependente.net/wp-content/uploads/notas/09-10/98.jpg" alt="" /></p>

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		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2010/01/spartacus-blood-and-sand-1x01-%e2%80%93-the-red-serpent-starz/">Spartacus: Blood and Sand: 1×01 – The Red Serpent (Starz)</a></td><td class="column-2">40</td>
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		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2010/02/spartacus-blood-and-sand-1%c3%9702-%e2%80%93-sacramentum-gladiatorum-starz/">Spartacus: Blood and Sand: 1×02 – Sacramentum Gladiatorum (Starz)</a></td><td class="column-2">44</td>
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		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2010/02/spartacus-blood-and-sand-1%c3%9703-%e2%80%93-legends-starz/">Spartacus: Blood and Sand: 1×03 – Legends (Starz)</a></td><td class="column-2">50</td>
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		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2010/02/spartacus-blood-and-sand-1%c3%9704-%e2%80%93-the-thing-in-the-pit-starz/">Spartacus: Blood and Sand – 1×04 – The Thing in the Pit (Starz)</a></td><td class="column-2">48</td>
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		<td class="column-1"><a href="http://tvdependente.net/2010/03/spartacus-blood-and-sand-%e2%80%93-1%c3%9705-%e2%80%93-shadow-games-starz/">Spartacus: Blood and Sand – 1×05 – Shadow Games (Starz)</a></td><td class="column-2">60</td>
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		<title>Spartacus: Blood and Sand – 1×12 – Revelations (Starz)</title>
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		<pubDate>Sat, 08 May 2010 19:24:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>LR</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] Depois de assistir a este episódio, posso dizer, sem hesitar, que esta série tornou-se tudo o que eu desejava que ela fosse logo no início. Neste episódio, assistimos ao regresso do Legatus Glaber (Craig Parker). E que regresso! Ao contrário do que aconteceu no início da temporada, eu gostei bastante de vê-lo aqui, talvez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS]</strong></span> Depois de assistir a este episódio, posso dizer, sem hesitar, que esta série tornou-se tudo o que eu desejava que ela fosse logo no início.<span id="more-31513"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Neste episódio, assistimos ao regresso do <em>Legatus </em>Glaber (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0662164/">Craig Parker</a>). E que regresso! Ao contrário do que aconteceu no início da temporada, eu gostei bastante de vê-lo aqui, talvez pelo facto de conhecermos melhor a dinâmica da série, os seus personagens e motivações. A tensão política entre ele e Batiatus (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0001314/">John Hannah</a>) foi grande e muito boa de se ver. Podíamos perceber que o <em>Legatus</em> não tinha nenhum objectivo em se tornar num mecenas do <em>ludus, </em>a sua visita a Cápua era mais centrada nas políticas relacionadas com as recentes fatalidades, que por acaso estão todas relacionadas com Batiatus. Por isso fiquei um bocado surpreso quando Glaber, após a fantástica exibição de Spartacus (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1813878/">Andy Whitfield</a>) contra os soldados romanos, quase aceita o acordo que Batiatus lhe propôs. Todavia, em segundos, vai tudo por água abaixo e depois do acidente com Crixus (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0071847/">Manu Bennett</a>), Batiatus é forçado a recorrer a chantagem para conseguir a tão desejada patronagem. Os donos do <em>ludus</em> mostram-lhe a mão da falecida Licinia, e revelam que foi Illythia (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2130586/">Viva Bianca</a>) quem a matou. Há então ali um ponto de fricção, Glaber é obrigado a oferecer o seu apoio, mas abandona Illythia no palacete. A maneira como esta história se desenvolveu foi muito boa, e se a relação entre Lucretia (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0005128/">Lucy Lawless</a>) e Illythia tem estado muito tensa, agora ficou ainda mais.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois das revelações do último episódio, cresce em Spartacus o desejo de matar Batiatus. Ele não quer saber o que lhe acontece a si, nem aos outros, mostrando-se até indiferente quando Mira (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0492345/">Katrina Law</a>) diz que quando um escravo mata o seu mestre, todos os escravos são mortos. Com a faca na mão, pronto para dar o golpe fatal, o gladiador decide adiar a sua vingança, uma vez que vê a mulher a Varro a trabalhar na casa do seu mestre. Apesar deste pequeno percalço, no fim do episódio, vemos o espartano a recrutar gladiadores para a sua revolução dando-nos a garantia que a sua raiva vai cair sobre a casa de Batiatus (&#8220;We kill them all!&#8221;)</p>
<p style="text-align: justify;">Após vários episódios, a saga do triângulo Crixus, Lucretia, Naevia, finalmente avança a todo o vapor e da maneira mais satisfatória possível. Ashur (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1479022/">Nick Tarabay</a>) depois de ser promovido, para vingar-se de Crixus por lhe ter roubado uma vida como gladiador, requisita Naevia para favores sexuais. Ele diz que sempre a desejou, mas disso não tenho tanta a certeza, pois acho que nunca se notou muito isso. Durante a exibição de Spartacus a Glaber, Ashur provoca Crixus ao ponto de o fazer descontrolar-se. Com a sua relação revelada em público, a desgraça cai em cima do casal. O ataque de Lucretia a Naevia foi bastante perturbador, especialmente o momento em que ela pede uma faca a Mira. Entretanto, o castigo de Crixus passou por umas chicotadas (das fortes!). No final temos um dos meus momentos favoritos com estas personagens: a sua emocionante separação.</p>
<p style="text-align: justify;">Este episódio foi a melhor preparação possível para o grande final. É destas partes que eu gosto nestas histórias: os confrontos, as vinganças, as reviravoltas, as lutas pelo poder, as chantagens e os podres a virem ao de cima. É graças ao bom desenvolvimento destes elementos que a série se tornou tão boa nesta última parte da temporada.</p>
<p><img src="http://tvdependente.net/wp-content/uploads/notas/09-10/90.jpg" alt="" /></p>

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