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	<title>TVDependente &#187; Terminator: TSCC</title>
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	<description>Onde a televisão é levada a sério</description>
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		<title>Terminator: the Sarah Connor Chronicles &#8211; 2&#215;22 &#8211; Born to Run (FOX)</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 16:44:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maciel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] A análise ao episódio terá que ser feita sob duas perspectivas, de maneira a poder explicar a minha opinião sobre o mesmo. Numa lenta primeira parte do episódio, há a destacar a cena entre John (Thomas Dekker) e Cameron (Summer Glau). Carregada de simbolismo e sentimento, será o que mais próximo haverá de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS]</strong></span> A análise ao episódio terá que ser feita sob duas perspectivas, de maneira a poder explicar a minha opinião sobre o mesmo.<br />
<span id="more-8049"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Numa lenta primeira parte do episódio, há a destacar a cena entre John (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0215281/">Thomas Dekker</a>) e Cameron (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1132359/">Summer Glau</a>). Carregada de simbolismo e sentimento, será o que mais próximo haverá de uma tensão sexual existente entre um humano e uma máquina. Muito boa esta cena.</p>
<p style="text-align: justify;">Com Sarah (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0372176/">Lena Headey</a>) presa (e com o intuito de assim ficar de modo a salvar John), será Cameron a vir em seu auxílio, numa boa cena de acção e que nos prepara para tudo o que se seguirá. É a partir daqui que se dá início ao final frenético deste episódio.</p>
<p style="text-align: justify;">Com um <em>terminator</em> atrás de Catherine (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1276549/">Shirley Manson</a>) e que fica admirado pelo facto de esta ser uma máquina, o confronto entre Sarah, John e Catherine dá-se. E a partir daqui, a narrativa começa a avançar a toda a velocidade, com revelações que nos deixam confusos e a elaborar teorias. Com a revelação de que a <em>Skynet </em>é um inimigo também de Catherine e de que Savannah (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2624176/">Mackenzie Brooke Smith</a>) é importante para o futuro de John, a parte final do episódio será passada na cave.</p>
<p style="text-align: justify;">É lá que está John Henry (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0226813/">Garret Dillahunt</a>), foi lá que Cameron lhe deu o seu <em>chip</em> e passou-se para o lado dos outros (seja eles quem forem) e é lá que John Henry salta para o futuro. Com esta decisão, Catherine salta para encontrar John Henry, John salta para recuperar o <em>chip</em> de Cameron, Sarah e James Ellison (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0429114/">Richard T. Jones</a>) ficam no presente e (parece) irão proteger Savannah e continuar a luta contra a <em>Skynet</em>. No futuro temos Derek (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0004977/">Brian Austin Green</a>) e Kyle (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0005044/">Jonathan Jackson</a>) a lutarem pela sobrevivência humana, um John Connor que não existe (ele saltou para o futuro, pelo que nunca chegou a afirmar-se como líder da resistência) e uma Cameron que será muito provavelmente Allison (em virtude do seu comportamento perante o cão).</p>
<p style="text-align: justify;">E é com um «<em>I love you John</em>», envolto nos típicos sons de viajar no tempo, que o episódio acaba. Ficam muitas dúvidas no ar. Que papel terá Savannah? Quem será o irmão de John Henry? John Henry saltou para fazer o quê? Tornar-se-á John Connor líder da resistência no futuro? Sarah saltou para o futuro ou foi só a voz dela (está parece ser a teoria mais provável, mas na série nunca nos foi mostrado que a voz pode viajar deixando o corpo atrás. Eu continuo a achar que ela saltou)? Catherine quer acabar com a <em>Skynet</em> porquê? E podia continuar a colocar muitas mais questões.</p>
<p style="text-align: justify;">Como final de temporada o episódio convence. Embora tenha tido um desenrolar a duas velocidades (um dos problemas desta temporada), o episódio conseguiu cativar a nossa atenção. No entanto, se virmos este episódio como final de série eu acho que ele não convence. Com todas estas perguntas no ar, fica a sensação que algumas das coisas se podiam ter desenvolvido em episódios passados (oportunidades não faltaram). Assim, com o mais que provável fim da série, fica um rol de perguntas por responder. E se é certo que a série poderia voltar, também não deixa de ser verdade que o desenrolar desta temporada foi (lentamente) aumentando a possibilidade da não renovação. Mas isso, fica para o balanço da temporada.</p>
<p><img src="http://tvdependente.net/wp-content/uploads/notas/85.jpg" alt="" /></p>
<p>[starrater]</p>
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		<title>Terminator: The Sarah Connor Chronicles &#8211; 2&#215;21 &#8211; Adam Raised a Cain (FOX)</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2009 09:16:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maciel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] Por vezes há destes saltos qualitativos. Uma série que se arrastou, penosamente, ao longo da temporada consegue trazer um episódio muito superior ao valor da temporada. Não é milagre e facilmente se explica. Claro que quando eles voltam à narrativa da série os episódios voltam a um bom nível. É verdade que ainda há [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS]</strong></span> Por vezes há destes saltos qualitativos. Uma série que se arrastou, penosamente, ao longo da temporada consegue trazer um episódio muito superior ao valor da temporada. Não é milagre e facilmente se explica.<br />
<span id="more-7871"></span><br />
Claro que quando eles voltam à narrativa da série os episódios voltam a um bom nível. É verdade que ainda há neste episódio alguns resquícios de uma narrativa terciária e que pouco trouxe à série. Momentos que fazem lembrar o que a série andou a desperdiçar em tantos e tantos episódios. Episódios que fizeram com que ficássemos sem saber qual o rumo da narrativa. No entanto, é um grande episódio este. E tem um momento que o marca.</p>
<p style="text-align: justify;">Falo do que aconteceu com Derek (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0004977/">Brian Austin Green</a>). É um grande momento de televisão e que nos deixa apanhados de surpresa devido à forma como nos foi apresentado. Não há aqui direito a lamúrias ou pieguices. Não temos direito a algo que vai acontecendo aos poucos. A um aumentar de tensão que nos leva ao momento final. Não! Nada disso! Temos algo repentino, que nos é transmitido de forma seca, com dois planos rápidos e que acaba com a crueldade do que acabou de se passar. Ali, naquele ponto, dá-se um sentido cru a esta luta entre homens e máquinas. A esta luta, por vezes desigual, e que parece que nunca mais tem fim. Depois daquele momento (para mim é &#8220;O&#8221; momento da série), o restante do episódio é visto de maneira diferente.</p>
<p style="text-align: justify;">O episódio tem outros bons momentos. Cameron (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1132359/">Summer Glau</a>) e as suas lutas com os <em>terminators</em> voltam, um John Henry (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0226813/">Garret Dillahunt</a>) cada vez mais participativo na narrativa (lá está! Quando há uma lógica é tudo muito mais fácil), um John (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0215281/">Thomas Dekker</a>) com menos birras e com muita mais vontade de ajudar, uma Sarah (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0372176/">Lena Headey</a>) actuante e uma Savannah (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2624176/">Mackenzie Brooke Smith</a>) que parece querer ter um papel importante na narrativa (não vale a pena falar outra vez na importância de uma narrativa, pois não?). No final, ainda temos direito a mais um momento que irá mexer&#8230; com a narrativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Em suma, a série voltou ao que era nos bons episódios. Sem ser uma série genial, brilhante, fenomenal ou extasiante (crítica social: faz-me uma tremenda impressão a facilidade com que se usa estas palavras para adjectivar séries e/ou episódios. Adiante!), a série conseguia (e quando quer consegue) trazer um bom entretenimento de acção, conjugado com uma narrativa apelativa. Agora que só falta um episódio para o final, este episódio não faz esquecer a temporada que esta série teve mas pelo menos dá-lhe a possibilidade de sair pela janela grande (humor fácil, bem sei, mas foi a metáfora que consegui arranjar).</p>
<p><img src="http://tvdependente.net/wp-content/uploads/notas/85.jpg" alt="" /></p>
<p>[starrater]</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Terminator: The Sarah Connor Chronicles &#8211; 2&#215;20 &#8211; To the Lighthouse (FOX)</title>
		<link>http://tvdependente.net/2009/03/terminator-the-sarah-connor-chronicles-2x20-to-the-lighthouse-fox/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 14:32:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maciel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] A série caminha para o seu final. E, felizmente, a narrativa principal volta à série, permitindo esquecer os largos e longos episódios em que a mesma esteve ausente. Finalmente a narrativa anda. Depois dos acontecimentos com Jesse (Stephanie Jacobsen) e Riley (Leven Rambin) é altura de seguir em frente com a vida. Para isso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS]</strong></span> A série caminha para o seu final. E, felizmente, a narrativa principal volta à série, permitindo esquecer os largos e longos episódios em que a mesma esteve ausente.<br />
<span id="more-7590"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente a narrativa anda. Depois dos acontecimentos com Jesse (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1089338/">Stephanie Jacobsen</a>) e Riley (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1628079/">Leven Rambin</a>) é altura de seguir em frente com a vida. Para isso nada melhor que mudar de ares, pelo que a mudança planeada e começada há dois episódios só neste tem a sua concretização. Sarah (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0372176/">Lena Headey</a>) e John (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0215281/">Thomas Dekker</a>) vão ao encontro de Charley (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0935921/">Dean Winters</a>). É junto dele que Sarah procura protecção para o seu filho, uma vez que ela já não poderá por muito mais tempo ajudá-lo e a confiança em Derek (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0004977/">Brian Austin Green</a>) e Cameron (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1132359/">Summer Glau</a>) é, nesta altura, inexistente. Charley (que há muito tempo não aparecia e eu pensava até que já não voltaria) acaba por ter neste episódio a sua história encerrada. Menos mal (comparando com outras personagens), pois esta personagem ainda teve algum propósito durante a narrativa.</p>
<p style="text-align: justify;">E com a narrativa principal a voltar, voltam também algumas cenas de acção. Não que elas precisem de estar sempre presentes, mas a verdade é que já faziam falta. São as condicionantes da própria narrativa, pelo que fugir delas muito tempo só traz distanciamento da história. Claro que é um pouco estranho todos eles serem atacados quando decidem mudar de sítio (quando a localização deles já era conhecida antes), mas esqueçamos esse pormenor e apreciemos mais um regresso.</p>
<p style="text-align: justify;">Esquecer quase toda a história em volta de John Henry (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0226813/">Garret Dillahunt</a>) era também o que devia ter sido feito (deveríamos ter saltado directamente da parte em que ele nos é apresentado para este episódio). Só neste episódio ele revela-se verdadeiramente importante para a narrativa principal, ao descobrirmos que ele terá um irmão (uma segunda <em>Skynet</em>?). Esperam-se também mais desenvolvimentos aqui.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando estamos a dois episódios do final, parece que o objectivo dos argumentistas é deixar de lado o supérfluo e concentrarem-se na narrativa principal, de modo a dar um final minimamente lógico à série. Uma pena que tenham levado tanto tempo para chegarem a esta conclusão.</p>
<p><img src="http://tvdependente.net/wp-content/uploads/notas/68.jpg" alt="" /></p>
<p>[starrater]</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Terminator: The Sarah Connor Chronicles &#8211; 2&#215;19 &#8211; Last Voyage of the Jimmy Carter (FOX)</title>
		<link>http://tvdependente.net/2009/03/terminator-the-sarah-connor-chronicles-2x19-last-voyage-of-the-jimmy-carter-fox/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 21:26:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maciel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] Na escola aprendemos que a seguir ao dezoito e antes do vinte vem o dezanove. Este episódio foi também isto. Mais um na longa contagem. Sim, é certo que é melhor do que outros episódios. Mas será isso uma grande consolação? Não nos devemos guiar pelo melhor e não pelo pior? E comparando com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS]</strong></span> Na escola aprendemos que a seguir ao dezoito e antes do vinte vem o dezanove. Este episódio foi também isto. Mais um na longa contagem.<br />
<span id="more-7212"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Sim, é certo que é melhor do que outros episódios. Mas será isso uma grande consolação? Não nos devemos guiar pelo melhor e não pelo pior? E comparando com o que esta série já fez de bom (quase que é preciso recorrer aos arquivos da Torre do Tombo) este é um episódio de quarenta e três minutos com uma narrativa de quinze minutos.</p>
<p style="text-align: justify;">Toda a história do submarino é mais uma a juntar à lista das histórias que pouco (ou nada) adiantam à narrativa principal. E todo o mistério em redor da carga foi &#8220;areia para os nossos olhos&#8221;. A história não se encaixa em nada do que até agora foi apresentado e serve unicamente para criar falsos mistérios em redor das máquinas. Escrevo falsos, porque máquinas é coisa que não tem havido. A história está parada e estes fogachos de &#8220;criatividade&#8221; são completamente redundantes. Se a história principal não existe, como podemos encaixar algo nela?</p>
<p style="text-align: justify;">Se no futuro a narrativa foi assim, no presente não foi muito melhor. John (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0215281/">Thomas Dekker</a>) descobre tudo sobre Jesse (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1089338/">Stephanie Jacobsen</a>) e&#8230; wwoooooww. PÁRA TUDO!!! Como? Como é que ele sabe? Parece que enquanto a série se arrastava de episódio em episódio, John investigava Jesse e descobre tudo. E assim, algo que poderia ter sido interessante resumiu-se a um diálogo num quarto de hotel e a uma interessante cena num parque de estacionamento. Também assim se encerra um capítulo de mais uma personagem na série. No final, as mesmas perguntas que foram feitas das outras vezes: para quê? Porquê tanto tempo na série? Era só isto?</p>
<p style="text-align: justify;">Foi no episódio dez desta temporada que John Henry (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0226813/">Garret Dillahunt</a>) nos foi apresentado. Passados nove episódios (sim, nove episódios) ele lá continua sentado na sua cadeirita, ligado ao seu tubo, na sua aula de trabalhos manuais. Desta vez ele pinta bonecos e (pasme-se!) até o agente Ellison (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0429114/">Richard T. Jones</a>) o ajuda por momentos. Numa palavra: ridículo! E já nem escrevo sobre o candeeiro.</p>
<p><img src="http://tvdependente.net/wp-content/uploads/notas/50.jpg" alt="" /></p>
<p>[starrater]</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Terminator: The Sarah Connor Chronicles &#8211; 2&#215;18 &#8211; Today is the Day (FOX)</title>
		<link>http://tvdependente.net/2009/03/terminator-the-sarah-connor-chronicles-2x18-today-is-the-day-fox/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 11:42:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maciel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] Saliente-se desde já a capacidade da narrativa da série em proporcionar um excelente jogo de memória. E jogo que é jogo, precisa ser jogado. Joguemos pois então! Sempre que aparece alguma personagem cuja ausência foi muito prolongada, dou por mim a recorrer (com algum esforço, é certo) à memória para me lembrar em que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS]</strong></span> Saliente-se desde já a capacidade da narrativa da série em proporcionar um excelente jogo de memória. E jogo que é jogo, precisa ser jogado. Joguemos pois então!</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-6847"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Sempre que aparece alguma personagem cuja ausência foi muito prolongada, dou por mim a recorrer (com algum esforço, é certo) à memória para me lembrar em que contexto as mesmas haviam estado da última vez. Catherine Weaver (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1276549/">Shirley Manson</a>)? Estava no mesmo sítio, a fazer o mesmo. O agente Ellison (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0429114/">Richard T. Jones</a>)? Facílimo. No mesmo sítio, a fazer o mesmo. O John Henry/Cromartie (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0226813/">Garret Dillahunt</a>)? De caras! No mesmo sítio, amarrado ao mesmo tubo, a fazer o mesmo. A Savannah (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2624176/">Mackenzie Brooke Smith</a>)? Esta é fácil também. No mesmo sítio, a fazer o mesmo. No entanto, verdade seja dita, a miúda esforça-se mais que alguns actores e aparece sempre com actividades bem lúdicas (colorir livros, encaixar peças, sentar no colo da &#8220;mãe&#8221; etc). E desta vez ela sobe a fasquia da ousadia e decide jogar às escondidas. E aí estamos nós num daqueles momentos que poucas séries conseguem proporcionar: três adultos à procura de uma criança. Claro que a importância disto para o episódio é decisiva! Ainda tive medo que este fosse o <em>cliffhanger</em> do episódio (pensando bem, seria dos melhores dos últimos anos), mas a história desenrolou-se bem rápido e a criança foi encontrada. Depois do jogo da memória e deste emocionante jogo das escondidas, estamos com o cérebro às voltas. Acalmemos então e passemos ao resto.</p>
<p style="text-align: justify;">Riley (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1628079/">Leven Rambin</a>) está morta, Cameron (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1132359/">Summer Glau</a>) é a principal suspeita da morte de Riley, John (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0215281/">Thomas Dekker</a>)  acredita que não foi ela mas Sarah (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0372176/">Lena Headey</a>) não é da mesma opinião e também acha que é altura de mudar de cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Jesse (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1089338/">Stephanie Jacobsen</a>) acaba por trazer a história mais interessante do episódio, ao termos direito a algumas cenas passadas a bordo de um submarino no ano 2027. Interessantes? Sim, minimamente. Relevantes? Nem por isso. Encaixam-se bem na narrativa? Não. Alguma coisa sobre as naves avistadas por Sarah e companhia? Nada. Chegou ao fim o episódio? Sim.</p>
<p><img src="http://tvdependente.net/wp-content/uploads/notas/52.jpg" alt="" /></p>
<p>[starrater]</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Terminator: The Sarah Connor Chronicles &#8211; 2&#215;17 &#8211; Ourselves Alone (FOX)</title>
		<link>http://tvdependente.net/2009/03/terminator-the-sarah-connor-chronicles-2x17-ourselves-alone-fox/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 18:38:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maciel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] Por esta altura da temporada, termos um episódio minimamente decente, é uma grande melhoria em relação aos anteriores e uma pequena lufada de ar moderadamente fresco. O motivo principal para tal é logo dado ao início do episódio: Cameron (Summer Glau). A sua presença é a única razão pela qual ainda sigo a série. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS]</strong></span> Por esta altura da temporada, termos um episódio minimamente decente, é uma grande melhoria em relação aos anteriores e uma pequena lufada de ar moderadamente fresco.</p>
<p><span id="more-6655"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O motivo principal para tal é logo dado ao início do episódio: Cameron (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1132359/">Summer Glau</a>). A sua presença é a única razão pela qual ainda sigo a série. Ver Summer Glau a representar uma máquina é qualquer coisa de recompensador. Simples cenas (sem importância para a narrativa) ganham outra dimensão quando ela entra em acção. É uma pena que a sua personagem não tenha sido mais explorada, pois muito ainda havia para dizer. E com uma actriz daquelas, é uma burrice completa não o fazer.</p>
<p style="text-align: justify;">É verdade que o episódio acaba por não viver exclusivamente dela, mas como parece que ela estará a perder habilidades (interessante história, se for bem explorada) o episódio acaba por se deter na sua personagem por largos momentos. E nós agradecemos, pois então. Quem não agradece é Riley (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1628079/">Leven Rambin</a>) que se vê a braços com as desconfianças de Cameron, Sarah (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0372176/">Lena Headey</a>) e (parcialmente) John (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0215281/">Thomas Dekker</a>). Com o fim da sua personagem (julgo que esta série não embarcará nas ressuscitações, mas&#8230; nunca se sabe) encerra-se também mais um capítulo de uma personagem e este não foi bem explorado. Se a ideia seria boa, o papel que Riley teve durante a série foi inconsequente. Aliás, inconsequente é quase tudo o que se passa na série pelo que não é de admirar que mais uma personagem acabe a sua história e nós coloquemos a pergunta: «Que andou ela a fazer por aqui?»</p>
<p style="text-align: justify;">Em termos de narrativa principal, não vale a pena bater na mesma tecla. Já se sabe que a mesma só tem dois estados: ou não anda ou anda devagar. Neste episódio, temos o último exemplo e voltamos às buscas de Sarah (e as suas infindáveis dúvidas/perguntas, que muitas vezes nos levam a lado algum). Há mais algum desenvolvimento na personagem de Jesse (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1089338/">Stephanie Jacobsen</a>), Derek (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0004977/">Brian Austin Green</a>) prossegue também as suas buscas (até a lógica de equipa falha por aqui), mas na memória de quem assistiu ao episódio ficam as aparições de Cameron e os seus problemas. Já não é mau!</p>
<p><img src="http://tvdependente.net/wp-content/uploads/notas/59.jpg" alt="" /></p>
<p>[starrater]</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Terminator: The Sarah Connor Chronicles &#8211; 2&#215;16 &#8211; Some Must Watch, While Some Must Sleep (FOX)</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 09:49:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maciel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] O título do episódio é curioso e acaba por reflectir bem o que a série neste momento é. Se for possível escolher entre as duas opções, eu escolho a segunda (embora quem escolha a primeira pode também acabar a dormir). O episódio até consegue ser (a espaços, é certo) minimamente interessante. Mas: as longas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS]</strong></span> O título do episódio é curioso e acaba por reflectir bem o que a série neste momento é. Se for possível escolher entre as duas opções, eu escolho a segunda (embora quem escolha a primeira pode também acabar a dormir).<br />
<span id="more-6424"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O episódio até consegue ser (a espaços, é certo) minimamente interessante. Mas: as longas partes entediantes continuam lá, o interesse para a narrativa principal (a que existia na série) tende para nulo, o <em>twist </em>da narrativa acaba por não surtir o efeito desejado e no final do episódio temos em nós (mais uma vez!) a sensação de quarenta minutos desperdiçados.</p>
<p style="text-align: justify;">O início até me deixa expectante, uma vez que Sarah (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0372176/">Lena Headey</a>) encontra-se a investigar os acontecimentos dos passados três episódios (incrível a velocidade da narrativa desta série!). Mas? Nada! Máquinas nem vê-las e pistas sobre os OVNIs avistados (no episódio de Dezembro de 2008) também não fazem parte da narrativa deste episódio. Insónias, deixar de fumar ou clínicas onde acontecem coisas estranhas estão na ordem do dia e nada como fazer um episódio à volta de tão cativantes assuntos.</p>
<p style="text-align: justify;">Sarah é apanhada, Sarah está numa clínica, Sarah tem dificuldade em dormir, Sarah tem pesadelos e Sarah está refém do homem que tinha morto (também há três episódios). E é este ciclo clínica-pesadelos-carrinha que se irá repetir ao longo do episódio. Tudo se desenvolve de maneira a provocar-nos a surpresa final (do tipo &#8220;O quê?? Afinal o pesadelo era algo real?? Ohhh. Por esta eu não esperava!!&#8221;), mas o efeito acaba por não funcionar. Porquê Carlos Carrapiço? Algumas razões:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li> A história de Sarah na clínica nunca convence. A ida dela para lá cai-nos assim sem mais nem menos e mesmo ela não está muito chateada por lá estar.</li>
<li>Tudo o que se passa na clínica é surreal e sem sentido. No final, tentam impingir-nos uma relação entre a clínica e as máquinas (como se fosse assunto que tivesse sido falado nos últimos episódios) para dar mais plausibilidade à história.</li>
<li>Também já desconfiávamos (devido à visita de Sarah à garagem dele) que o homem não estaria morto. Devido a isso, não podíamos inferir directamente que ele só poderia estar num sonho.</li>
<li>O início do episódio ser todo um sonho (em comparação com toda a história da clínica) seria puxado demais. É o <em><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Occam%27s_razor">Occam&#8217;s razor</a></em> em funcionamento (havendo duas ou mais explicações para algo e sendo uma delas a mais simples, deverá ser esta a adoptada).</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Juntando todas as peças, não é surpresa adivinharmos o resultado final. E aonde nos traz tudo isto? A lado algum! Sarah não descobriu nada, a narrativa principal continua parada como estava há três episódios, Cameron (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1132359/">Summer Glau</a>) faz uma aparição <em>Victoria Secret</em> e&#8230; é isto. Nada mais a acrescentar. Vou dormir.</p>
<p><img src="http://tvdependente.net/wp-content/uploads/notas/50.jpg" alt="" /></p>
<p>[starrater]</p>
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		<title>Terminator: The Sarah Connor Chronicles &#8211; 2&#215;15 &#8211; Desert Cantos (FOX)</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Feb 2009 11:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maciel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] Não vou escrever nada de interessante nesta introdução. Não me apetece. Com esta introdução, decidi ser solidário com os argumentistas da série. A série está sem rumo e todas as semanas dá-nos mais razões para a abandonar. Se antes tínhamos o caso da semana, neste episódio temos a cena da semana: um funeral. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS]</strong></span> Não vou escrever nada de interessante nesta introdução. Não me apetece.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-6144"></span><br />
Com esta introdução, decidi ser solidário com os argumentistas da série. A série está sem rumo e todas as semanas dá-nos mais razões para a abandonar. Se antes tínhamos o caso da semana, neste episódio temos a cena da semana: um funeral. O episódio anterior andou à volta da bala alojada na perna de Sarah (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0372176/">Lena Headey</a>). Este anda à volta do funeral dos trabalhadores da fábrica. São largos minutos (use-se aqui o superlativo: larguíssimos) em que a narrativa se arrasta arrastadamente até ao limite da paciência do telespectador.</p>
<p style="text-align: justify;">De resto, é o habitual da série. Um agente Ellison (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0429114/">Richard T. Jones</a>) com um excelente emprego (só tem que chegar à empresa, dar umas larachas com a chefe e o dia está feito), uma Weaver (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1276549/">Shirley Manson</a>) sem rumo narrativo, um John Connor (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0215281/">Thomas Dekker</a>) interessado em meter conversa com miúdas frágeis («Máquinas? Futuro da Humanidade? Premissa da série? O que é isso?», perguntam atónitos os argumentistas) e uma cada vez mais ausente Cameron (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1132359/">Summer Glau</a>), que além de ausente cada vez parece menos uma máquina.</p>
<p style="text-align: justify;">Acaba por ser sintomático que o episódio acabe precisamente da mesma forma que o episódio que foi exibido em Dezembro de 2008 terminou. Estamos no mesmo ponto da narrativa, nem um milímetro andamos em direcção ao objectivo (ainda existe?) e damos por nós a pedir que alguém &#8220;desligue a ficha&#8221; à série. Nem final é preciso. O pessoal não vai estranhar.</p>
<p><img src="http://tvdependente.net/wp-content/uploads/notas/42.jpg" alt="" /></p>
<p>[starrater]</p>
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		<title>Terminator: The Sarah Connor Chronicles &#8211; 2&#215;14 &#8211; The Good Wound (FOX)</title>
		<link>http://tvdependente.net/2009/02/terminator-the-sarah-connor-chronicles-2x14-the-good-wound-fox/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Feb 2009 11:30:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maciel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] Que bom que é ver um episódio com uma narrativa fantástica e em que a mesma se desenrola com desenvoltura e ritmo. Este é um episódio em que não há um minuto de sossego, tanta é a acção e a emoção. Agora assumam que as frases anteriores são totalmente falsas para este episódio. Devagar, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #800000;">[SPOILERS]</span></strong> Que bom que é ver um episódio com uma narrativa fantástica e em que a mesma se desenrola com desenvoltura e ritmo. Este é um episódio em que não há um minuto de sossego, tanta é a acção e a emoção. Agora assumam que as frases anteriores são totalmente falsas para este episódio.<br />
<span id="more-5880"></span><br />
Devagar, mais devagar, ainda mais devagar e parado. Estes são alguns dos adjectivos que podemos aplicar a este episódio. Um episódio com momentos desesperantes de monotonia e em que a maior parte do tempo a acção é passada no hospital. Sarah (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0372176/">Lena Headey</a>) está hospitalizada, Riley também (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1628079/">Leven Rambin</a>) e o restante gang acaba por se ir juntando por lá.</p>
<p style="text-align: justify;">É incrível a novela que se pode fazer em torno de uma simples ferida de bala. Serve para tudo: falar com alguém já morto, fazer um resumo da sua vida, pensar na morte, sentir-se compreendida por parte de uma desconhecida, arranjar forças para continuar a lutar ou lembrar-se do filho e do quanto gosta dele. Até serviu para uma &#8220;união&#8221; de mulheres vítimas de violência doméstica, com toda esta cumplicidade a terminar numa surreal cena em forma de triângulo mortal do estilo &#8220;Quem mata quem? Que lógica tem esta cena?&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Para além das histórias do hospital, o que temos? Temos Weaver (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1276549/">Shirley Manson</a>), num vestido branco, a ceifar (literalmente!) todos os trabalhadores que se encontravam no armazém visitado por Sarah, temos o John Henry (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0226813/">Garret Dillahunt</a>) a brincar com as suas <em>action figure</em> e temos a inexistência da narrativa principal (ainda existe??). Pouco, muito pouco. Pouquíssimo.</p>
<p><img src="http://tvdependente.net/wp-content/uploads/notas/39.jpg" alt="" /></p>
<p>[starrater]</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Terminator: The Sarah Connor Chronicles &#8211; 2&#215;13 &#8211; Earthlings Welcome Here (FOX)</title>
		<link>http://tvdependente.net/2008/12/terminator-the-sarah-connor-chronicles-2x13-earthlings-welcome-here-fox/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Dec 2008 13:30:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maciel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] Será de mim? Será que a minha predisposição para ver a série se alterou? Estas e mais algumas perguntas assolaram a minha mente durante a visualização deste episódio. E cheguei à conclusão que ambas terão que ser respondidas negativamente. Comecemos por uma parte onde exclamei &#8220;Então!?Isso tem algum jeito?&#8221;. Que a narrativa da série [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #800000;"><strong>[SPOILERS]</strong></span> Será de mim? Será que a minha predisposição para ver a série se alterou? Estas e mais algumas perguntas assolaram a minha mente durante a visualização deste episódio. E cheguei à conclusão que ambas terão que ser respondidas negativamente.<br />
<span id="more-4114"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Comecemos por uma parte onde exclamei &#8220;Então!?Isso tem algum jeito?&#8221;. Que a narrativa da série não tem um seguimento cronológico lógico, já todos sabemos e estamos habituados (que remédio!). Mas fará algum sentido continuar uma cena dois episódios depois exactamente no mesmo ponto onde esta tinha sido deixada? Sabendo que o anterior episódio se tinha desenrolado no presente? Ou seja, temos algumas personagens a avançarem no tempo e outras que estão paradas. E isto literalmente! Falo da cena com Catherine (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1276549/">Shirley Manson</a>) e o agente Ellison (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0429114/">Richard T. Jones</a>). O final do décimo episódio é marcado por estas duas personagens à entrada de uma sala, de porta aberta, a contemplarem o &#8220;renascido&#8221; Cromartie (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0226813/">Garret Dillahunt</a>). Neste episódio (e apesar de outras personagens terem avançado temporalmente no episódio anterior) eles encontram-se no mesmo ponto (é que nem a porta fecharam) e a conversa é retomada no mesmo ponto. Fará isto sentido? Não será narrativa a menos e lentidão a mais (e ainda por cima ilógica)?</p>
<p style="text-align: justify;">E se excluirmos esse &#8220;pormenor&#8221; o que nos fica do episódio? A contínua obsessão de Sarah (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0372176/">Lena Headey</a>) com os três pontos (chegará ela em algum episódio à verdade?), um John (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0215281/">Thomas Dekker</a>) armado em pintor, uma Riley (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1628079/">Leven Rambin</a>) que demonstra estar cansada da sua missão (o seu passado, dado a conhecer, não adiantou nada à personagem) e um Cameron (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1132359/">Summer Glau</a>) que consegue transformar um diálogo sobre tatuagens num dos melhores momentos do episódio. Mas foi só isso? Não!</p>
<p style="text-align: justify;">Claro que tivemos mais. Tivemos a série a fornecer-nos uma faceta da componente alienígena que estivera até agora ausente (o final do episódio deixar-nos-ia em pulgas para o próximo, não fosse a série ter uma ideia muito própria da palavra cronologia), tivemos Sarah a visitar uma convenção dedicada aos fenómenos dos OVNI e aí conhecer uma mulher em corpo de homem (mas aquela cara enganava alguém?) e tivemos o agente Elisson e o Cromartie em mais um segmento que nada adianta à história.</p>
<p style="text-align: justify;">É um episódio que não me deixa saudades. É, para mim, o pior episódio da temporada. Momentos parados, desinteressantes e desnecessários são uma das suas fortes componentes. Os tais momentos de serrar farelo. O pouco que sobra, torna o episódio satisfatório. Foi assim que o vi e que os fãs da série (nos quais me integro) me perdoem a sinceridade. Esperemos agora pelo seu regresso em Fevereiro.</p>
<p><img src="http://tvdependente.net/wp-content/uploads/notas/52.jpg" alt="" /></p>
<p>[starrater]</p>
]]></content:encoded>
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