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	<title>TVDependente &#187; The L Word</title>
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	<description>Onde a televisão é levada a sério</description>
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		<title>The L Word: 6&#215;08 &#8211; Last Word (Showtime)</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 18:53:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carolinafs</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] Último episódio. Derradeira desilusão. As expectativas eram enormes, depois de seis temporadas a seguir a vida deste grupo de mulheres (e ocasionais homens). Muitas eram as perguntas que queríamos ver respondidas e muitas eram as histórias que queríamos ver concluídas. O que recebemos acabou por ser uma bofetada na cara, um acordar para a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #800000;">[SPOILERS]</span></strong> Último episódio. Derradeira desilusão. As expectativas eram enormes, depois de seis temporadas a seguir a vida deste grupo de mulheres (e ocasionais homens). Muitas eram as perguntas que queríamos ver respondidas e muitas eram as histórias que queríamos ver concluídas.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-6662"></span>O que recebemos acabou por ser uma bofetada na cara, um acordar para a realidade que esta série sempre quis representar. A verdade, é que, tal como na vida, nem tudo tem um final feliz e poucas são as histórias que ficam fechadas, como <a href="http://www.imdb.com/name/nm0149669/">Ilene Chaiken</a> insistiu em reforçar. Mas, para aqueles que se esqueceram, isto é ficção. E sendo ficção gostaria de ter tido uma conclusão decente que me permitisse sorrir tendo a certeza que os argumentista deram o seu melhor para deixar os fãs satisfeitos. Se eu estou assim nem quero pensar o que a comunidade LGBT está a pensar, agora que acabaram desta forma a única série que representava, muitas vezes sem pudor, as suas vidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Este episódio teve muitas falhas a apontar mas, inevitavelmente, a maior está relacionada com o rumo que esta temporada insistiu em publicitar, o mistério policial de quem matou Jenny Schecter. Ao fim ao cabo, a resposta a esta pergunta foi deixada em suspense, para ser porventura respondida num <em>spin-off </em>ou filme que se calhar nem se vão realizar. Podemos ir recolhendo pistas do que se passou e de outras perguntas que ficaram por responder nas cassetes do interrogatório (disponíveis no site da Showtime) mas após ver a primeira confesso que ainda fiquei mais irritada. Não é que, ao fim de seis anos sem sabermos nada do passado de Tina (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0391274/">Laurel Holloman</a>), eles conseguiram inventar uma história macabra que em nada se coaduna com a personagem?! Confesso que não percebo porque é que decidiram acabar a série com uma nota tão negativa.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora que a minha decepção já foi partilhada, passemos a observações mais agradáveis relacionadas com as cenas do episódio propriamente dito que, por sinal, nem foi tão mau quanto o seu fim. Para começar, tiveram o bom senso de não arruinar o casal Tibette. As cenas entre as duas actrizes demonstram mais uma vez o companheirismo que se vem a desenvolver desde o primeiro momento, permitindo assim que a sua história acabe em bom-tom depois de todas as tribulações por que passaram. Em redor destas criou-se também um vídeo de despedida que permitiu rever muitas das caras que passaram por esta série, o que acabou por ser mais um tributo aos fãs do que às personagens propriamente ditas. Claro que podiam ter mostrado um pouco mais de <a href="http://www.imdb.com/name/nm1083404/">Sarah Shahi</a>, agora com o seu <em>look </em>de “Life” em vigor, mas pronto…</p>
<p style="text-align: justify;">De seguida, como não podia deixar de ser, <a href="http://www.imdb.com/name/nm0354157/">Leisha Hailey</a> no auge da sua representação de Alice. Se bem que aquele inicio no The Planet foi algo estranho e um pouco forçado (os mesmos pratos e bebidas, por favor…) ao longo desta hora fomos lembrados da qualidade desta personagem como um escape cómico de todo o drama em volta. Foi também uma oportunidade de vermos que esta história sempre funcionou em torno de um grupo unido de amigas, fazendo com que o núcleo principal se voltasse a juntar, sem distracções de personagens mais secundárias, nas melhores cenas do episódio. De louvar ainda os argumentistas terem conseguido dar a Kit (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0000427/">Pam Grier</a>) mais do que uma linha de diálogo, voltando a ter um papel forte como no inicio da série e igualmente feliz foi ver Max (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2121084/">Daniela Sea</a>) a aceitar o facto de estar grávido.</p>
<p style="text-align: justify;">As restantes histórias acabaram por ser um falso drama, construído abruptamente para condizer com o final em aberto que quiserem deixar. Todas as personagens ficaram direccionadas de forma a terem uma justificação para matarem Jenny (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0000477/">Mia Kirshner</a>), fazendo com que, de um momento para o outro, muitas das linhas de argumento que estavam por resolver sofressem uma volta de 180º. A insistência que também foi dada ao corrimão por concluir no segundo andar conseguiu dar ainda uma justificação para um possível acidente. E, por fim, qual foi a necessidade de trazer <a href="http://www.imdb.com/name/nm0005128/">Lucy Lawless</a> se o seu tempo de antena foi tão reduzido? Qualquer um poderia ter feito aquele papel…</p>
<p style="text-align: justify;">Para além destas, há ainda outras críticas a apontar, mais relacionadas com pormenores técnicos do que com a história propriamente dita. Em primeiro lugar, a música. Como acontece várias vezes, o som abafava as vozes, acabando por não se perceber partes dos diálogos que só mais tarde com legendas farão algum sentido. Os ângulos das câmaras também estavam particularmente estranhos, deste <em>close-ups</em> acentuados a planos que nem nos permitiam ver quem estava em cena. Por último, a temporalidade que sempre foi algo difícil de seguir. Neste caso, tanto há indicações de que a história avançou bastante no tempo como parece que só passou uma semana. Um relógio tipo “24” era bastante bem vindo aqui.</p>
<p style="text-align: justify;">Em conclusão, uma vez que este texto já está particularmente longo, foi particularmente interessante ver Jenny a realçar o facto de toda a gente neste momento a odiar, revelando assim ser mais esperta do que fez transparecer ao longo de muito tempo. Assim, acabar o episódio com esta personagem foi afinal de contas, uma volta de 360º, invocando os momentos originais da série, introduzidos pelos olhos desta (antes) jovem personagem sem a qual estes seis anos não fariam qualquer sentido. E para quem ainda está triste com esta conclusão, pode sempre ir ao Youtube ver o documentário que transmitiram antes de o episódio começar, que deixa qualquer um a sorrir com as histórias que por aqui já passaram.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora digam-me lá, quem é que acham que matou Jenny, se é que alguém o fez? Pelas imagens finais de todas a rir mais parecia um plano conjunto, mas isso já são teorias algo complexas.</p>
<p><img src="http://tvdependente.net/wp-content/uploads/notas/59.jpg" alt="" /></p>
<p>[starrater]</p>
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		<title>The L Word: 6&#215;07 &#8211; Last Couple Standing (Showtime)</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 15:29:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carolinafs</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] Penúltimo episódio. A verdade é que esta é uma série que me deixa com sentimentos divididos por estar a chegar ao fim. Por um lado, o seu percurso decrescente já não me entusiasma, por outro, não estou preparada para largar a vida deste grupo de Los Angeles. Esta semana foi apenas a antecipação. Com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #800000;">[SPOILERS]</span></strong> Penúltimo episódio. A verdade é que esta é uma série que me deixa com sentimentos divididos por estar a chegar ao fim. Por um lado, o seu percurso decrescente já não me entusiasma, por outro, não estou preparada para largar a vida deste grupo de Los Angeles. Esta semana foi apenas a antecipação.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-6464"></span>Com um episódio para acabar, esta seria, teoricamente, a altura de começar a encaminhar as histórias para um fim relativamente fechado. Em vez disso, surge do nada uma competição de dança que acabou por ter muito para ver e pouco para dizer. Houve, é claro, tempo para a última ameaça de morte da temporada, vinda directamente de uma Bette (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0000884/">Jennifer Beals</a>) enraivecida: “<em>Goddamn it, Jenny. Fuck you, you fucking bitch!</em>”. Mais uma vez os escritores a não nos darem qualquer escolha em relação a esta personagem, fazendo com que no final provavelmente se suspire de alívio por ela morrer.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora tenha sido uma hora de encher chouriços com uma forte dose de infelicidade para acabar, sempre pudemos rejubilar pelo reconciliar de Dylan e Helena (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0373312/">Alexandra Hedison</a> e <a href="http://www.imdb.com/name/nm0791226/">Rachel Shelley</a>). Fomos ainda poupados ao sofrimento agora constante da vida de Max (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2121084/">Daniela Sea</a>), mas não escapámos a <a href="http://www.imdb.com/name/nm0559144/">Marlee Matlin</a>, que recicla o seu vestido do &#8220;Dancing With The Stars<em>&#8220;</em> naquela que se espera ser a sua última aparição na série.</p>
<p style="text-align: justify;">Se desta hora de dança retiramos alguma coisa é que estas devem ter sido as melhores cenas de se filmar. Perucas, fatos cintilantes e coreografias bem ensaiadas deram-nos um dos episódios mais divertidos a nível visual. Não há palavras que classifiquem o que Kit (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0000427/">Pam Grier</a>) e Sunset Boulevard (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0003078/">Roger Cross</a>) tiveram vestido ao longo desta maratona, assim como não há forma de descrever a coreografia Salt-N-Pepa do trio da noite. Igualmente maravilhoso foi o duo Tibette, desde os seus momentos na pista à dança quase vencedora em palco.</p>
<p style="text-align: justify;">No meio de toda esta felicidade surgem os dois grandes dramas da noite/dia, muito bem conduzidos por <a href="http://www.imdb.com/name/nm0000477/">Mia Kirshner</a> e <a href="http://www.imdb.com/name/nm0354157/">Leisha Hailey</a>. A primeira teve o momento alto da sua temporada, ao oferecer Nikki (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2342578/">Kate French</a>) a Shane (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0595485/">Katherine Moennig</a>) com um discurso simplesmente brilhante. Desta Jenny sim, vou ter saudades. O derradeiro acto altruísta da personagem será para a semana, quando se atirar para a piscina. É verdade, aposto em suicídio como causa de morte. Já Alice parece que não consegue escapar ao azar que a persegue. Primeiro matam-lhe a melhor amiga/ex-namorada e agora fazem-na a “vela” da sua própria relação. Que é feito da personagem divertida que tanto gostávamos?</p>
<p style="text-align: justify;">E pronto, só faltam duas horas para acabar. A primeira será uma espécie de recap do que se passou até aqui, com entrevista exclusivas e cenas nunca antes vistas. A segunda, bem, da segunda espera-se que venham algumas respostas e não deixa a vida destas personagens todas em aberto. E a Carmen (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1083404/">Sarah Shahi</a>), estou também à espera de a ver a ultima vez, especialmente agora que a actriz fez uma pausa em &#8220;Life&#8221;&#8230;</p>
<p><img src="http://tvdependente.net/wp-content/uploads/notas/65.jpg" alt="" /> [starrater]</p>
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		<title>The L Word: 6&#215;06 &#8211; Lactose Intolerante (Showtime)</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 01:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carolinafs</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] Para aproveitar ao máximo a última temporada de “The L Word” sem se sentir defraudado com algumas das histórias que insistem em arruinar, o melhor é mesmo ignorar a maioria das cenas com Jenny (Mia Kirshner) e aproveitar os grandes momentos pelo meio. Afinal, faltam só dois episódios para o grande final! Não é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #800000;">[SPOILERS]</span></strong> Para aproveitar ao máximo a última temporada de “<em>The L Word</em>” sem se sentir defraudado com algumas das histórias que insistem em arruinar, o melhor é mesmo ignorar a maioria das cenas com Jenny (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0000477/">Mia Kirshner</a>) e aproveitar os grandes momentos pelo meio. Afinal, faltam só dois episódios para o grande final!</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-6281"></span>Não é que eu não goste da personagem. Eu gosto, a sério. Só acho absolutamente ridículo fazerem toda a gente odiá-la para quando se chegar ao fim não se saber quem a vai matar. Esta semana, por exemplo, eu votaria em Helena (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0791226/">Rachel Shelley</a>) pelo simples facto desta já ter provado que gosta muito de piscinas. Juntar a isso o seu “<em>I’m gonna fucking kill your girlfriend</em>” e uma garrafa de cerveja em cada mão parece-me a mistura indicada para um assassínio. Mas descansem que para a semana ainda há tempo para mais ameaças!</p>
<p style="text-align: justify;">Outras cenas que se podem ignorar são as que envolvem Max. Eu, se fosse a <a href="http://www.imdb.com/name/nm2121084/">Daniela Sea</a>, tinha enfiado o argumento num certo sítio da <a href="http://www.imdb.com/name/nm0149669/">Ilene Chaiken</a> porque estas cenas roçam a estupidez. Uma festa que teria sido muito bem aproveitada, como deu para ver com alguns dos diálogos geniais, acabou por se tornar num sofrimento de ver. Ao menos a Shane (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0595485/">Katherine Moennig</a>) teve o bom senso de apanhar uma moca antes de entrar nesta cena. Estou seriamente a considerar fazer o mesmo!</p>
<p style="text-align: justify;">Neste episódio, depois do posicionamento dos jogadores na semana passada, começaram também as verdadeiras jogadas. É agora mais do que claro que a escolhida de Jamie (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1024868/">Mei Melaçon</a>) é Tasha (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0738452/">Rose Rollins</a>), que pelos vistos já não acha que pensar é trair e aproveita todos os momentos para trocar uns olhares com ela. Kit (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0000427/">Pam Grier</a>) também deve andar drogada porque é impossível não reconhecer aquela baliza do Sunset Boulevard (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0003078/">Roger Cross</a>). Pobre mulher, homens não dá, mulheres já se viu que não, por isso agora vai para o drag queen. Como é que eu explico isto a alguém que não vê a série?! Devem achar que sou maluca! Especialmente porque eu ia jurar que a Shane era cabeleireira e não fotógrafa, mas pronto…</p>
<p style="text-align: justify;">Excluindo estas pequenas lombas na estrada, este episódio foi fantástico. Como é que é possível, depois de tanto maldizer, eu gostar do episódio, perguntam vocês. Só mesmo vendo (isto para quem ainda não viu nada de nada) é que se consegue perceber a dinâmica que existe entre todas, as saídas geniais que saem entre dentes e as expressões únicas de cada personagem. Ao fim de seis temporadas, quando Bette (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0000884/">Jennifer Beals</a>) afasta o Kelly-Olhos-Esbugalhados (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0000924/">Elizabeth Berkley</a>) eu fiz uma pequena dança de vitória, por exemplo. Todos os comentários na festa, começando pelas conversas com hélio aos restantes comentários laterais onde se gritou por Xanax e Lexapro, foram prova de que as melhores cenas são as onde estão todas (como eu tenho vindo a dizer). Bette e Tina (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0391274/">Laurel Holloman</a>) tiveram também das melhores interacções e mesmo Jenny na sua loucura conseguiu ter alguma piada. Até arruinar tudo no fim. Porquê, porquê, porquê?! Para dar mais motivos de morte… Pena!</p>
<p style="text-align: justify;">Trivialidades:</p>
<ul>
<li>O James (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1235157/">Preston Cook</a>) continua a marcar presença desde a primeira temporada;</li>
<li>A Tasha tinha uma t-shirt das Uh Huh Her;</li>
<li>A <a href="http://www.imdb.com/name/nm0956330/">Elizabeth Ziff</a> escreveu este episódio e voltou a não se sair mal;</li>
<li>A <a href="http://www.imdb.com/name/nm0559144/">Marlee Matlin</a> continua no genérico o que não é bom sinal.</li>
</ul>
<p><img src="http://tvdependente.net/wp-content/uploads/notas/89.jpg" alt="" /></p>
<p>[starrater]</p>
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		<title>The L Word: 6&#215;05 &#8211; Litmus Test (Showtime)</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Feb 2009 20:30:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carolinafs</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] Os meus desejos tornados realidade: mais uma vez, não só Angela Robinson realiza o episódio mas também o escreve! Será que se eu pedir com muita força a Carmen, a Dana vem atrás dela? Vá lá, só faltam três episódios para acabar… Podem trazer todas as personagens misteriosamente desaparecidas até agora, não? Como nem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #800000;">[SPOILERS]</span></strong> Os meus desejos tornados realidade: mais uma vez, não só <a href="http://www.imdb.com/name/nm1286340/">Angela Robinson</a> realiza o episódio mas também o escreve! Será que se eu pedir com muita força a Carmen, a Dana vem atrás dela? Vá lá, só faltam três episódios para acabar… Podem trazer todas as personagens misteriosamente desaparecidas até agora, não?</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-5976"></span>Como nem todos os meus desejos se tornam realidade, Jenny (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0000477/">Mia Kirshner</a>) continua viva e a irritar toda a gente. Os argumentistas, quando estão a escrever as falas desta personagem, pensam de certeza nas características mais implicantes dos seus amigos e condensam-nas neste metro e meio de gente. Depois admirem-se quando isto acabar como <em>O Crime no Expresso Oriente</em>! No entanto, esta semana, a faca está em Alice, com o seu “<em>Schecter is so fucking dead!</em>”. <a href="http://www.imdb.com/name/nm0354157/">Leisha Hailey</a>, como sempre, com imensa piada, com o desespero total face às ideias de Jenny que neste momento me fazem rir, só para não chorar.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas passemos a coisas mais felizes: Dylena! Pois é, um dos meus pares favoritos está de volta. As cenas anteriormente sensuais e provocadoras passaram agora para planos estranhos e lentos com jarros e potes a tapar as personagens… Não admira que a Helena (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0791226/">Rachel Shelley</a>) chore! <em>Just kidding</em>! Antes disso pudemos desfrutar de um dos maravilhosos testes (com pipocas incluídas!) para provar as verdadeiras intenções de Dylan (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0373312/">Alexandra Hedison</a>) e continuar a empregar <a href="http://www.imdb.com/name/nm2342578/">Kate French</a>. Genial!</p>
<p style="text-align: justify;">No geral, este foi um episódio repleto de diálogos absolutamente fantásticos, desde as conversas no The Planet com a introdução de um novo conceito –<em> third wheel crush</em> – à discussão com os magnatas de Hollywood. Bette e Tina (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0000884/">Jennifer Beals</a> e <a href="http://www.imdb.com/name/nm0391274/">Laurel Holloman</a>) tiveram das melhores cenas de todo o episódio, acabando por dizer umas quantas verdades (o conjunto de adjectivos foi impressionante) que já andavam a incomodar toda a gente! Com a contagem final, os jogadores estão já em posição para o que se espera serem excelentes episódios como no princípio &#8220;The L Word&#8221; conseguia fazer.</p>
<p><img src="http://tvdependente.net/wp-content/uploads/notas/85.jpg" alt="" /> [starrater]</p>
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		<title>The L Word: 6&#215;04 &#8211; Leaving Los Angeles (Showtime)</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 14:18:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carolinafs</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] “Are you putting on the crazy Jenny show just to see how far you can push it with me?” Foi Shane quem o disse, mas a verdade é que esta frase podia ter sido proferida por qualquer fã que já não aguenta as constantes mudanças de personalidade de Jenny e está a considerar matá-la [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #800000;">[SPOILERS]</span></strong> “<em>Are you putting on the crazy Jenny show just to see how far you can push it with me?</em>” Foi Shane quem o disse, mas a verdade é que esta frase podia ter sido proferida por qualquer fã que já não aguenta as constantes mudanças de personalidade de Jenny e está a considerar matá-la pessoalmente.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-5751"></span>Depois do maravilhoso episódio da semana passada, este “<em>Leaving Los Angeles</em>” faz-nos desejar que algumas destas histórias fossem deixadas para trás… Assim, pela negativa, destaque para:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Max (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2121084/">Daniela Sea</a>) e a sua gravidez, o que nos leva a mais uma ameaça à vida de Jenny: “<em>I hate Jenny Schecter!</em>”. Com todas as hormonas em funcionamento, este parece-me o candidato com uma maior probabilidade de cometer o crime do mês. Além disso, repararam na cor dos pés dele quando se levanta da cama? <em>Ick</em>!</li>
<li>Kit (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0000427/">Pam Grier</a>) podia misteriosamente desaparecer. Já o fizeram antes e nenhuma das personagens pareceu notar. A sua presença não traz nenhum valor acrescentado e aquele <em>flirt</em> com a <em>drag queen</em> Sunset Boulevard (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0003078/">Roger R. Cross</a>) é penoso de ver.</li>
<li>Jenny, Jenny, Jenny (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0000477/">Mia Kirshner</a>). Não há palavras para o que esta criatura faz. A sua personalidade varia com as suas mudanças de roupa (literalmente) e tenta também fazer com que Shane (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0595485/">Katherine Moennig</a>) se veja livre de algumas das suas recordações passadas. Em vez de tentar “deitar fora” a Carmen podia começar por lhe comprar roupa interior. Ou tops não transparentes.</li>
<li>A intromissão de Kelly Wentworth (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0000924/">Elizabeth Berkley</a>). Porquê?</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Graças a Deus fomos compensados com algumas histórias salutares:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Bette (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0000884/">Jennifer Beals</a>) e Tina (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0391274/">Laurel Holloman</a>) deixam Los Angeles para visitar a mãe do futuro bebé Porter-Kennard. As cenas de família foram perfeitas, desde as pequenas discussões à certeza de que estão a tomar o passo correcto com esta adopção. A presença de Angelica (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2171501/">Oliva Windbiel</a>) foi a cereja no topo do bolo.</li>
<li>A interacção do novo trio acabou por ser bastante interessante. Estas personagens acabam por ter bastante em comum o que não deixa de ser um desenvolvimento algo preocupante. Mas, por enquanto, sempre nos podemos rir com as fotografias de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0354157/">Leisha Hailey</a> em pequena.</li>
<li>Helena (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0791226/">Rachel Shelley</a>) (re)começa a ganhar protagonismo e a provar que não só fica bem com qualquer peça de roupa, como ainda tem imensa piada com o seu nervosismo ao propor a Dylan (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0373312/">Alexandra Hedison</a>) um jantar. Se estas duas não resolvem as suas coisas e não ficam juntas acho que vou atirar qualquer coisa contra o ecrã.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Escrito por <a href="http://www.imdb.com/name/nm0149669/">Ilene Chaiken</a>, este episódio teve os seus momentos, mas acabou por não apresentar a consistência necessária agora que faltam quatro para acabar. As cenas boas conseguiram suplantar as más, mas, mesmo assim, há demasiadas ideias que não estão a ser bem desenvolvidas e que ou ficarão por resolver ou terão uma conclusão demasiado brusca. Nesta altura, em vez de tentarem introduzir personagens novas seria mais inteligente unir os pontos e dar aos fãs um final merecedor. Há, no entanto, que elogiar a música, que esta semana foi excelente, assim como alguns diálogos bastante perspicazes. Resta-nos esperar que a qualidade melhore para a semana e começar a rezar que o <em>spin-off</em> se realize.</p>
<p style="text-align: justify;"><img src="http://tvdependente.net/wp-content/uploads/notas/60.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">[starrater]</p>
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		<title>The L Word: 6&#215;03 &#8211; LMFAO (Showtime)</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Feb 2009 22:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carolinafs</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] Foi preciso chegar ao terceiro episódio para “L Word” revelar o que de melhor sabe fazer. Claro que, para isso, contou com a mão de Angela Robinson, que não só realiza o episódio como ainda faz uma pequena aparição. A qualidade foi tão boa que a série até poderia acabar aqui. Just kidding, quero [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #800000;">[SPOILERS]</span></strong> Foi preciso chegar ao terceiro episódio para “L Word” revelar o que de melhor sabe fazer. Claro que, para isso, contou com a mão de <a href="http://www.imdb.com/name/nm1286340/">Angela Robinson</a>, que não só realiza o episódio como ainda faz uma pequena aparição. A qualidade foi tão boa que a série até poderia acabar aqui. <em>Just kidding</em>, quero os meus cinco que faltam!</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-5438"></span>Começamos mais uma vez com uma ameaça de morte, desta vez com Tina (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0391274/">Laurel Holloman</a>) a proferir a sua sentença: <em>“Fucking Jenny! I am gonna fucking kill you!”</em>. Se bem que a sua personalidade tenha vindo a mudar ao longo de seis temporadas, esta também não me parece ser a pessoa que procuramos. <em>Oh well</em>, é mais uma pista para o <em>“Lesbian Cluedo”</em> como é chamada esta temporada por essa Internet fora.</p>
<p style="text-align: justify;">Partimos em direcção ao leito do deboche, <em>aka</em>, a cama de Jenny (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0000477/">Mia Kirshner</a>) onde pelos visto se passou uma boa noite. Nesta altura, por esse mundo fora, os olhos dos fãs de Shenny saltam das órbitas em pura excitação. A junção destas duas personagens leva igualmente À MELHOR CENA desta temporada. <a href="http://www.imdb.com/name/nm0354157/">Leisha Hailey</a>, a minha heroína! As expressões foram impagáveis, os ângulos da câmara perfeitos e a musiquinha que acompanhou tornou esta revelação a coisa mais divertida de sempre. De igual forma, as reacções das restantes personagens foram geniais, fazendo-me rir até às lágrimas! Kit (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0000427/">Pam Grier</a>), claro está, nasceu na altura em que ainda se comunicava com sinais de fumo e não sabe o que é um SMS…</p>
<p style="text-align: justify;">A situação na universidade continua agressiva, como já se tinha previsto, acabando com a demissão de Bette (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0000884/">Jennifer Beals</a>). Mais uma vez, esta actriz a revelar o seu valor, dando a todas as cenas em que aparece imenso carisma (se bem que alguns movimentos envolvendo Phyllis [<a href="http://www.imdb.com/name/nm0001732/">Cybill Shepherd</a>] foram algo despropositados).</p>
<p style="text-align: justify;">A dupla Alice-Jenny continua com os seus diálogos que muitas vezes são totalmente improvisados, como foi confirmado pelas actrizes. A descrição irónica do sucesso que por vezes se alcança em Hollywood continua a ser uma crítica bem evidente nesta série, seguindo a linha da temporada anterior. Não podia faltar, claro, a mensagem LGBT, comunicada no programa “The Look” e continuada numa cena que me pareceu escusada uma vez que só serviu para apresentar a nova personagem. Dispensáveis também são todas as cenas que envolvem o filme e o seu desaparecimento, servindo apenas para ocupar tempo de antena.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois das grandes cenas ao longo do episódio, ainda somos premiados com um final digno de filme. Uma música cuja letra encaixa perfeitamente na situação, o grupo original todo a rir (a Bette é a melhor!), muito álcool, um discurso elogioso, pessoas a dançar, a Alice a imitar terrivelmente mal a Shane (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0595485/">Katherine Moennig</a>) e um <em>fade out</em> do novo <em>it couple</em> até à multidão. O que é que se pode pedir mais?</p>
<p style="text-align: justify;">Trivia:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>A Shane disse que ia pentear o <a href="http://www.imdb.com/name/nm0531095/">Eric Mabius</a>, ou seja, o actor que fazia de ex-marido de Jenny;</li>
<li>A música do final chama-se “Don’t Keep Me Waiting” e é tocado por Sharleen Spiteri;</li>
<li>Várias das actrizes tinham o mesmo verniz azul com purpurinas. Sim, eu reparo nisso;</li>
<li>O diálogo no The Planet quando Al e Shane estão a comer iogurte é algo parecido com o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Emp_CtPy1Gw&amp;feature=related">anúncio</a> da Yoplait em que Leisha Hailey entra.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><img src="http://tvdependente.net/wp-content/uploads/notas/92a.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">[starrater]</p>
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		<title>The L Word: 6&#215;02 &#8211; Least Likely (Showtime)</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jan 2009 14:23:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carolinafs</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] Desde a sua estreia, “The L Word” tem vindo a oscilar entre episódios geniais, cenas desesperadamente más e momentos que ninguém daria pela sua falta. No entanto, é uma série que não conseguimos deixar de ver pelas excelentes representações das relações humanas, mas também para saber o que se vão lembrar a seguir. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #800000;">[SPOILERS]</span></strong> Desde a sua estreia, “The L Word” tem vindo a oscilar entre episódios geniais, cenas desesperadamente más e momentos que ninguém daria pela sua falta. No entanto, é uma série que não conseguimos deixar de ver pelas excelentes representações das relações humanas, mas também para saber o que se vão lembrar a seguir.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-5297"></span>A fórmula desta sexta temporada, centrada na morte de Jenny (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0000477/">Mia Kirshner</a>), parece consistir em apresentar um possível suspeito por episódio. Neste caso, a escolhida foi Nikki Stevens (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2342578/">Kate French</a>), que na passagem de uma temporada para a outra sofreu uma já habitual mudança comportamental. A questão que se põe é se será esta rapariga tornada estrela capaz de um acto destes? Tudo aponta que sim ao ouvi-la proferir as suas ameaças: “<em>You are dead meat Schecter. DEAD.</em>”</p>
<p style="text-align: justify;">Depois destas intimações, o resto do episódio desenrola-se de forma morna, com pontos altos ocasionais (na sua maioria com <a href="http://www.imdb.com/name/nm0354157/">Leisha Hailey</a>) e revirar de olhos mais intensos. Tantas foram as coisas que se passaram que se torna difícil falar de tudo. Começando pelo mau, numa progressão para a grande cena final, eis as cenas que se destacam:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>A gravidez de Max (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2121084/">Daniela Sea</a>) tirada do programa da Oprah parece surgir só para não fazer desaparecer esta personagem;</li>
<li>Jodi (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0559144/">Marlee Matlin</a>) é outra que podia pegar na sua arrogância e ir fazer as suas esculturas para outro lado. Vão desenrolar-se em torno dela cenas que não prenunciam nada de bom;</li>
<li>Tasha (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0738452/">Rose Rollins</a>) e Alice vão à terapia de casal e acabam por ouvir que não devem estar juntas porque não tem nada em comum. O que vale é que esta avaliação levou a mais uns momentos que só estas duas conseguem proporcionar, como a lista de prós e contras da relação;</li>
<li>Quando as coisas entre Bette (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0000884/">Jennifer Beals</a>) e Tina parecem estar a seguir o caminho que se espera há três temporadas lembram-se de trazer mais uma pessoa para a equação. Não me parece que seja necessário mais drama entre as duas agora que já resolvem as coisas com “Pedra, Papel ou Tesoura”;</li>
<li>Se bem que a história da Phyllis (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0001732/">Cybill Shepherd</a>) não me cative muito, há que admirar <a href="http://www.imdb.com/name/nm0528331/">Jane Lynch</a> por ter dado corpo (literalmente) a um grande pedido de casamento;</li>
<li>A lista de convidados especiais não pára de aumentar, desta vez com <a href="http://www.imdb.com/name/nm0373312/">Alexandra Hedison</a> que promete fazer voltar a Helena (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0791226/">Rachel Shelley</a>) que tanto gostamos;</li>
<li>Por fim, o momento aguardado por muitos fãs, Shane (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0595485/">Kate Moennig</a>) e Jenny passam a barreira da amizade numa cena que me faz desejar que isto resulte em alguma coisa quanto mais não seja para uniformizar o comportamento destas personagens. Já não se aguenta os comportamentos de diva da última.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">No fundo, muita coisa para pouco tempo e muito texto para quem conseguiu chegar até aqui. Embora se perceba o desejo de contar muitas histórias até agora nunca contadas, oito episódios não chegam para isso. Tudo se parece desenrolar depressa demais num ping-pong entre personagens que deixa algo a desejar. Pede-se episódios com mais cenas de grupo, consistência na personalidade e, já agora, que esqueçam algumas daquelas roupas (por momentos achei que a <a href="http://www.imdb.com/name/nm0391274/">Laurel Holloman</a> estava grávida outra vez)!</p>
<p><img src="http://tvdependente.net/wp-content/uploads/notas/80.jpg" alt="" /></p>
<p>[starrater]</p>
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		<title>The L Word: 6&#215;01 &#8211; Long Night&#8217;s Journey Into Day (Showtime)</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jan 2009 18:49:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>carolinafs</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Long Night's Journey Into Day]]></category>
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		<description><![CDATA[[SPOILERS] Sexta e última temporada. A inspiração começa a faltar e o que é que decidem fazer? Matar uma das personagens principais! Ilene, Ilene, Ilene, o que é que te passou pela cabeça? Já não te chegou a revolta dos fãs da última vez que fizeste este número? Alguém não aprende com os próprios erros… [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #800000;">[SPOILERS]</span></strong> Sexta e última temporada. A inspiração começa a faltar e o que é que decidem fazer? Matar uma das personagens principais! <a href="http://www.imdb.com/name/nm0149669/">Ilene</a>, Ilene, Ilene, o que é que te passou pela cabeça? Já não te chegou a revolta dos fãs da última vez que fizeste este número? Alguém não aprende com os próprios erros…</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-4917"></span>É verdade, Jenny (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0000477/">Mia Kirshner</a>) está morta! A personagem mais conhecida por ser a pessoa que toda a gente adora odiar deu o seu último suspiro, abrindo portas a um drama policial de oito episódios que conta com a investigação da Detective Xena <em>aka</em> <a href="http://www.imdb.com/name/nm0005128/">Lucy Lawless</a>. A pergunta que se põe é, obviamente, quem é o culpado? Eu aposto na Alice (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0354157/">Leisha Hailey</a>), sabe-se lá porquê.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas descansem almas agitadas que a história vai ser contada começando exactamente onde a deixámos, numa progressão crescente até ao clímax final (trocadilho intencional). A verdade é que se passou tanta coisa nestes 54 minutos (ena, loucura, tanto tempo!) que é difícil saber onde começar. Vamos por partes:</p>
<p style="text-align: justify;">Para compensar a decepção dos espectadores (ok, neste ponto já toda a gente sabia que isto ia acontecer, mas não deixa de ser uma decepção) os escritores decidiram trazer de volta algumas das personagens que por magia desapareceram ao longo destas seis temporadas. Papi (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1232470/">Janina Gavankar</a>) faz a sua aparição (<em>Really Papi, really</em>?!) e com ela traz Gabby Deveaux (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0877587/">Guinevere Turner</a>) com uma das cenas mais estranhas e divertidas do episódio. Com alguma sorte, lá para o fim da temporada, ainda vamos ter direito à Carmen de la Pica Morales (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1083404/">Sarah Shahi</a>)&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Além destas participações especiais, neste episódio também pudemos respirar de alivio ao não ter de aturar as mudanças hormonais de Max (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2121084/">Daniela Sea</a>) ou as constantes implicações de Jodi (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0559144/">Marlee Matlin</a>). Por muito que tente estas nunca foram personagens que me agradassem muito por isso, quanto menos tempo no ecrã, melhor.</p>
<p style="text-align: justify;">“The L Word” também não seria o que é sem os seus momentos. Pudemos presenciar Jenny num dos melhores diálogos a acabar com Nikki (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2342578/">Kate French</a>) depois de uma noite bem passada. Tina e Bette (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0391274/">Laurel Holloman</a> e <a href="http://www.imdb.com/name/nm0000884/">Jennifer Beals</a>) e Alice e Tasha (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0738452/">Rose Rollins</a>) a trabalharem nas suas relações. Kit (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0000427/">Pam Grier</a>) a espalhar a sua sabedoria com uns quantos “<em>Giiirrrrrrllll</em>” pelo meio, Shane (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0595485/">Katherine Moennig</a>) sem-abrigo e Helena (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0791226/">Rachel Shelley</a>) a mostrar-nos o que aprendeu na prisão.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi um bom inicio, é verdade. Boa música, histórias bem construídas e com desenvolvimentos interessantes, roupa gira, diálogos geniais, cenas amorosas (nos dois sentidos), perseguições de carro e um fim que promete pôr este grupo de amigas literalmente dividido. Os sete episódios que faltam parecem poucos para contar todas as histórias mas espera-se desta temporada tudo aquilo que ela consiga dar.</p>
<p>P.S. &#8211; Acho bem que comecem a pensar em pôr a Angelica (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2171501/">Olivia Windbiel</a>) na terapia. Primeiro tem duas mães e um <em>babysitter</em>. Depois passa a ter duas mães, um padrasto, um meio irmão e mais uma<em> babysitter</em>. A seguir uma das mães &#8220;rapta-a&#8221;, fica sem <em>babysitters</em> e arranja mais uma madrasta para a equação. Quando a miúda já sabe língua gestual essa madrasta vai dar uma volta. Vê ratos do tamanho de coelhos e chama-lhe cães e ainda tem tempo de pegar numa arma. Para culminar presencia a morte de uma das amigas das mães. Alguém vai ter sérios problemas&#8230;</p>
<p><img src="http://tvdependente.net/wp-content/uploads/notas/82.jpg" alt="" /></p>
<p>[starrater]</p>
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