[SPOILERS] O Benfica foi campeão. Doa a quem doer, é um facto. Somos os melhores de Portugal e provamos isso ao longo deste campeonato, com melhor futebol, mais golos marcados, menos golos sofridos (a par do Braga) e temos o melhor marcador do campeonato. Feita a homenagem, falta dizer que a review vem tardia, por causa desses festejos.
A título de curiosidade este que é o penúltimo episódio da temporada, que tem como titulo uma música dos Iron Maiden (2 Minutes to Midnight) acaba por ter um desenvolvimento demasiado rápido, para aquilo que foi uma quinta temporada cheia de fillers. É claro que está muito bem escrito e foi um grande episódio, mas foi preciso chegar ao vigésimo primeiro episódio, para arrumarmos os dois últimos Cavaleiros do Apocalipse.
Se dividirmos este episódio em três partes, podemos resumi-lo aos dois cavaleiros e mais uma vez a Sam (Jared Padalecki). O Cavaleiro Peste (Matt Frewer) que vimos a espalhar a doença por uma bomba de Gasolina, está agora numa clínica a divertir-se com humanos, já de si doentes, dando-lhes novas doenças até os matar. Sam e Dean (Jensen Ackles) acabam por o encontrar e este em vez de os apanhar para Lúcifer (Mark Pellegrino), pretende dar-lhes um “tratamento” visceral, não se importando se Lúcifer precisa deles para o Apocalipse. Como a Peste é mais forte, acaba por muito facilmente derrotar os manos Pistola e só não são derrotados porque Castiel (Misha Collins) salva-os (agora completamente drenado de poderes Angélicos, portanto humano), cortando o dedo do Anel à Peste. Antes de desaparecer, este ultimo avisa-os que é tarde demais.
Fica a faltar a Morte (Julian Richings). Ora, esta temática da Morte é extremamente interessante. Dean e Crowley (Mark Sheppard) são quem vai tentar tirar o Anel à morte enquanto que Castiel (Human Mode), Bobby (Jim Beaver – Sim! Crowley ficou-lhe com a Alma para ter a localização da Morte, mas também lhe devolveu a capacidade de andar) e Sam vão parar a distribuição do vírus Croaton (a tal coisa que era tarde demais). Se a parte destes últimos são apenas bons momentos de acção, onde Sam demonstra que é um colosso de força e de esperança (o que levará Dean a reconsiderar o seu plano), a parte de Dean é muito interessante.
A primeira vez que vemos a Morte, ela é um Homem de fraca figura, mas a cena é tal maneira bem filmada que acaba por arrepiar qualquer pessoa que aprecie boa televisão, em câmara lenta e acompanhada por uma música espiritual chamada “O Death”, é simplesmente divina. Dean acaba por o encontrar numa pizzaria em Chicago e este, que pode esmaga-lo que nem um insecto, quer fazer um acordo com ele. Explica-lhe que não é um Demónio, que é um ser do mais antigo que existe (talvez mais antigo que Deus) e que apenas serve Lúcifer, pois está preso a ele, através de um feitiço. Quer ficar livre e por isso, dá o anel a Dean. Mas com condicionantes. A Morte sabe que Sam terá de se deixar apanhar por Lúcifer e quer que Dean não se intrometa. Dean embora contra, acaba por acordar e a Morte ainda lhe ensina a manusear os quatro anéis. Ficámos ainda a saber que Dean foi preterido e que Michael irá mesmo usar o mais recente mano Winchester (Jake Abel), como armadura da Batalha do Juízo Final.
Que conclusões tirar deste episódio? Foi bom? Foi, claramente. Que teve os momentos de acção e de humor com que já nos habituou? Claro que teve, principalmente a cena entre Bobby e Crowley e o Beijo com língua. Possivelmente teremos um último episódio, onde vai morrer Castiel ou Bobby e Sam ficará desaparecido algum tempo. Ou pode morrer um dos dois e Deus intervir. A verdade é que embora seja um bom episódio, com um excelente ritmo, deixa a sensação que se perdeu muito tempo durante a temporada, para chegar a este final algo precipitado.
O Melhor: A cena da Morte, o beijo de Crowley.
O Pior: O facto de se ter perdido tanto tempo, para ter tanta informação num episódio.





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Concordo plenamente… Se olharmos para trás e tendo em atenção a interligação entre episódios este episódio foi precipitado… Mas olhando para o episódio de uma forma mais isolada, este foi simplesmente brilhante!
:5:
Estou desconfiado que aquela hnistória que a Morte contou é um bocado treta, cá para mim ele disse aquilo simplesmente para que o Diabo consiga possuir o Sam.
Penso que o facto de esta temporada ter andado meio lenta e q agora os ultimos eps parecerem “voar” se deve á incerteza se haveria ou não uma 6 temporada. Apesar de apressado foi um bom ep.Gostei do comentário.
Olá Julie, não é por isso. Supernatural só teve 5 temporadas programadas, era essa a intenção do criador… no entanto devido à disponibilidade dos artistas resolveu-se continuar numa sexta, já sem o criador.
A última cena entre a Morte e o Dean foi muito bem feita, eficaz e arrepiante. Com tudo o que se passou neste episódio, estou à espera de um final estrondoso.
Vamos ver… espero que não desiluda!
Adorei a Morte. A cena de apresentaçao, em camara lenta, foi brutalissima. :babar:
E gostei muito do episodio no geral. Com um ritmo rapido e eficaz, optimas piadas (o beijo do Crowley LoL) e ambos os irmaos em registos bastante diferentes mas ambos extremamente bem interpretados. Sim senhor, temos uma optima base para o final de temporada.
Realmente so e uma pena que tenham andado com tantos fillers durante a temporada para agora a apressarem o ritmo no final. Mas esta a funcionar, vamos ver como corre o final. Eu pelo menos tenho as expectativas bem altas e espero que nao saiam muito defraudadas!
:5:
Ok, claramente há novamente algo de muito errado comigo, pois para mim nestes últimos episódios esta série “jumped the shark” por completo.
Lembro-me de ter visto a apresentação desta temporada, e depois de dois anos fabulosos, estar anormalmente entusiasmado por uma temporada, mas a história tem sido para além de ridicula e quanto mais episódios passam mais perdidos parecem estar.
As péssimas actuações do Jared são cada vez mais insuportáveis, a juntar a um dialogo que tenta ser forçadamente engraçado (quando o mundo deveria estar a acabar) e personagens irritantes. Dentro de todo o surrealismo que rodeia a série tudo isto parece bastante surreal.
Já não será possível imaginar que esta quinta temporada nunca existiu, felizmente tenho o poder de ficar por aqui e assim seja feito.
“Supernatural” conseguiu ser excelente quando ninguém o previa, mas não soube manter esse nível, como aconteceu com “Heroes” subiram alto de mais e mais uma vez cometeram o erro mais comum nas histórias que envolvem poderes… deram poderes a mais… foi uma boa tentativa.
:2: